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Fluminense 1 x 0 Santos

Data: 17/06/2021, quinta-feira, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 4ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, em Rio de Janeiro, RJ.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)
Auxiliares: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Ivan Carlos Bohn (PR).
VAR: Adriano Milczvski (PR).
Cartões amarelos: Caio Paulista e Yago Felipe (F); Madson, Alison e Lucas Braga (S).
Gol: Nenê (05-2).

FLUMINENSE
Marcos Felipe; Calegari, Luccas Claro, Manoel e Egídio; Martinelli (Wellington), Yago Felipe, Nenê (Paulo Henrique Ganso) e Gabriel Teixeira (Kayky); Fred (Abel Hernández) e Caio Paulista (Luiz Henrique).
Técnico: Roger Machado

SANTOS
John; Pará, Luiz Felipe (Marcos Leonardo), Danilo Boza (Camacho) e Felipe Jonatan (Madson); Alison, Jean Mota (Lucas Braga) e Gabriel Pirani (Vinicius Zanocelo); Marinho, Marcos Guilherme e Kaio Jorge.
Técnico: Fernando Diniz



Santos joga melhor, mas perde para o Fluminense no Maracanã

O Santos jogou melhor, mas perdeu por 1 a 0 para o Fluminense na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. O gol foi marcado por Nenê no segundo tempo.

O Peixe teve quase 70% de bola e criou mais chances de gol, porém, foi o Tricolor quem abriu o placar em erro individual de Felipe Jonatan.

O Alvinegro foi bem coletivamente, mas perdeu oportunidades e esbarrou em atuações ruins, como as de Pará, Felipe Jonatan, Alison e, principalmente, Marinho. O goleiro Marcos Felipe foi destaque.

Com a vitória, o Fluminense assume a quinta colocação no Brasileirão, com oito pontos. O Santos é só o 13º na tabela, com quatro somados.

O jogo

A primeira chance do jogo foi do Fluminense. Aos oito minutos, Danilo Boza errou na saída de bola e Nenê cruzou para Fred ajeitar e Caio Paulista acertar o travessão de cabeça. Na sobra, Gabriel Teixeira cruzou rasteiro e Boza travou Caio na pequena área.

Aos 13, o Santos respondeu. Danilo Boza achou Kaio Jorge entre os zagueiros e o atacante bateu colocado da entrada da área para Marcos Felipe espalmar. Um minuto depois, Pirani chutou de canhota e o goleiro do Flu desviou para escanteio.

O Peixe continuou melhor e esteve perto de abrir o placar no minuto 29: Pirani cobrou escanteio e a bola sobrou para Pará emendar um bonito voleio de fora da área. Marcos Felipe voou para defender. Aos 34, Marinho recebeu com espaço e chutou fraco – o goleiro tricolor encaixou.

Quando o placar marcava 42 jogados, o Santos criou um ótimo contra-ataque: Danilo Boza, Marinho, Marcos Guilherme e Pará preferiu tentar o pênalti. Chegou caindo e a arbitragem nada marcou.

E quem não faz… toma. Aos cinco minutos da etapa final, Felipe Jonatan cortou mal e deu uma assistência para Nenê bater de primeira e colocar o Fluminense à frente no placar.

O gol do Flu mudou o jogo. O Santos, antes tranquilo, passou a acelerar a partida e oferecer mais espaços. E aos 19, Marinho errou mais uma vez. O camisa 11 recebeu um bolão de Camacho e parou em Marcos Felipe. No minuto 23, Marinho tentou de novo e o goleiro Marcos Felipe espalmou outra vez.

O Santos se lançou ao ataque nos minutos finais e terminou o jogo sem zagueiros, mas não conseguiu empatar. O Fluminense se segurou na defesa e conseguiu a vitória mesmo com atuação abaixo da crítica.

Diniz vê derrota do Santos para o Fluminense como injusta: “Jogo que mais produzimos”

O técnico Fernando Diniz lamentou demais a derrota do Santos para o Fluminense na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe teve quase 70% de posse de bola e criou muito mais chances, mas perdeu. O gol de Nenê foi marcado aos 5 minutos do segundo tempo, após erro de Felipe Jonatan.

“Certamente (foi a derrota mais dolorosa). Time jogou bem, bem melhor que o Fluminense. Eles tiveram a bola na trave em um lance confuso que erramos na saída e o lance do gol. Não lembro de outra jogada perigosa. Foi o jogo que mais produzimos chances claras de gol. Fizemos três gols contra o Ceará, produzimos bastante no Cianorte lá, mas no Campeonato Brasileiro criamos o que fizemos gol no Ceará e hoje fomos mais dominantes, mas saímos com resultado adverso”, disse Diniz, em entrevista coletiva.

“Nós criamos. Nós temos atacantes bons. Marinho de seleção brasileira, o melhor da América há seis meses. Todos os times do Brasil querem ter o Marinho. Hoje errou, mas acreditamos nele e vai fazer. Kaio Jorge é outro grande jogador, que europeus o querem. Temos Marcos Guilherme, Lucas Braga, grandes jogadores, o criativo Pirani, o Jean Mota criativo, o Zanocelo criativo, Felipe Jonatan um lateral de ataque. Temos quem crie e criamos. Não foi isso que faltou, faltou sermos mais felizes nas finalizações”, completou.

Diniz também evitou achar culpados pelo tropeço. Ele foi perguntado sobre o erro técnico de Felipe Jonatan no gol de Nenê. O lateral-esquerdo cortou cruzamento de forma errada e acabou dando uma assistência para o meia.

“Erros técnicos acontecem com todo mundo. Grandes jogadores erraram pênaltis decisivos, grandes zagueiros e goleiros falharam. Acontecem. Não vamos responsabilizar um jogador pela perda de um jogo. Perdeu o Santos. Tivemos muitas chances. Se tivéssemos feito metade das chances, teríamos ganhado o jogo. Não teremos esse tipo de conduta aqui”, concluiu.

Com a segunda derrota em quatro jogos, o Santos ocupa a 13ª colocação, com quatro pontos. A única vitória foi sobre o Ceará, na Vila Belmiro.

O Peixe voltará a campo para enfrentar o São Paulo no domingo, na Vila, pela quinta rodada do Brasileirão.

Diniz vê Santos mais seguro na saída de bola: “Tendência de evolução”

O técnico Fernando Diniz vê o Santos mais seguro na saída de bola. O Peixe “aumentou o risco” na derrota por 1 a 0 para o Fluminense na última quinta-feira, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

O Alvinegro teve 70% de posse de bola e, principalmente no primeiro tempo, trocou diversos passes perto do goleiro John. Em um dos lances, o time se expôs, conseguiu sair jogando e criou contra-ataque perfeito, mas Pará optou por tentar cavar o pênalti após passe de Marcos Guilherme.

De acordo com o treinador, a naturalidade com esse estilo de bola quase sempre no chão virá com a sequência de partidas.

“Conforme o tempo passa, treinos e, principalmente jogos… Porque o jogo acaba sendo o maior treino. Porque às vezes treinamos e não conseguimos ter confiança para reproduzir no jogo pelo receio de perder a bola. Temos melhorado tecnicamente nos treinos e emocionalmente nos jogos, ganhando confiança. Existe tendência de evolução nesse quesito e nos outros também”, explicou Fernando Diniz.

Diniz comenta estreias de Camacho e Zanocelo no Santos: “Perspectiva ótima”

O técnico Fernando Diniz aprovou as estreias de Camacho e Vinicius Zanocelo. A dupla entrou no segundo tempo da derrota do Santos por 1 a 0 para o Fluminense na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

Os reforços do Peixe entraram nos lugares de Danilo Boza e Gabriel Pirani, respectivamente. Diniz elogiou a chegada das contratações para o meio-campo.

“Indiquei porque gosto do jogador. Jogador que faz parte da minha história, do início da carreira no Audax. Fez campeonato brilhante em 2016, foi para o Corinthians. No título brasileiro em 2017, Camacho foi titular quando a equipe cedeu no campeonato e jogou os últimos jogos. Foi para o Athletico-PR, campeão da Copa do Brasil jogando. É uma peça que ajuda o Santos, jogador importante. É muito técnico, comprometido, excelente caráter e hoje fez boa estreia. Santos fez grande contratação. Não sabemos se vai brilhar, mas indiquei com tranquilidade. Grande jogador e grande homem”, disse Diniz, sobre Camacho.

“Jogador muito bem indicado e mapeado pelo Santos. Conheço desde o sub-15 no Juventus. Era amigo do meu filho, jogavam juntos. Se destacou na base, terminou formação na Ponte, fez excelente Série B e excelente Campeonato Paulista pela Ferroviária. Vem com perspectiva ótima, não foi surpresa como entrou hoje. Bem, de fato. Esperamos que consiga se firmar em um cenário maior”, avaliou o treinador, sobre Vinicius Zanocelo.

Polivalente, Vinicius Zanocelo é testado como meia no Santos de Diniz

O técnico Fernando Diniz testou Vinicius Zanocelo como meia do Santos em parte dos treinamentos no CT Rei Pelé nesta semana.

Zanocelo é polivalente: pode atuar como 5, 8 ou 10. Ele é meia de origem, mas como profissional desempenhou mais como segundo homem do meio-campo.

No Campeonato Paulista pela Ferroviária, Vinicius alternou entre 5 e 8 nas oito primeiras rodadas sob o comando de Pintado. Na chegada de Elano, passou a ser o 10.

Com boa chegada na área e facilidade com a canhota mesmo sendo destro, Vinicius Zanocelo foi observado como meia por Diniz. E foi assim que entrou no segundo tempo da derrota para o Fluminense no Maracanã.

No treino da última quarta-feira, Zanocelo formou o meio-campo como meia, à frente de Camacho e Ivonei. Na segunda parte da atividade tática, porém, ele substituiu Jean Mota como o ‘8’.

O Santos voltará a campo para enfrentar o São Paulo, domingo, na Vila Belmiro, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Com Alison suspenso, Camacho deve ser o substituto. A tendência é de Vinicius Zanocelo continuar no banco de reservas no clássico.

Marcos Guilherme lamenta derrota do Santos para o Fluminense: “Indignado”

Marcos Guilherme ficou revoltado com a derrota do Santos por 1 a 0 para o Fluminense nesta quinta-feira, no Maracanã, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe foi melhor, mas perdeu várias chances e sofreu o gol de Nenê no segundo tempo.

“Difícil de falar. Estou indignado de perder um jogo desse. Fomos melhores, mas não fizemos o gol. É aquilo: quem não faz está sujeito a tomar. Goleiro deles fez grande partida. Jogo estava na nossa mão, mas acabamos perdendo”, disse Marcos Guilherme, ao Premiere.

Santos tem dificuldades longe da Vila e aproveitamento fora de casa na temporada é de 21%

Um dos grandes problemas do Santos na atual temporada é o baixo desempenho quando a equipe joga longe da Vila Belmiro. O aproveitamento do Peixe jogando fora de casa é de 21%, segundo o Footstats.

Até o momento, o Santos disputou 14 jogos fora da Vila e conseguiu apenas duas vitórias, com três empates e nove derrotas. Longe de seus domínios, o Peixe marcou 13 gols e sofreu 27. Com apenas 21% de aproveitamento, esse é o pior número entre todas as equipes da Série A. Além disso, a equipe foi quem mais sofreu gols fora de casa e quem tem a pior média de gols feitos por partida (0,93).

Nesta última quinta-feira, o Santos voltou a decepcionar longe de seu estádio, em derrota por 1 a 0 para o Fluminense, no Maracanã. O Peixe teve volume ofensivo, mas não conseguiu traduzir suas chances em gols. “Time jogou bem, bem melhor que o Fluminense. Eles tiveram a bola na trave em um lance confuso que erramos na saída e o lance do gol. Não lembro de outra jogada perigosa. Foi o jogo que mais produzimos chances claras de gol”, disse o técnico Fernando Diniz após a partida.


Palmeiras 1 x 0 Santos

Data: 30/01/2021, sábado, 17h00.
Competição: Copa Libertadores – Final – Jogo único
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: N/D
Árbitro: Patricio Loustau (ARG)
Auxiliares: Ezequiel Brailovsky e Diego Bonfa (ambos da ARG).
VAR: Mauro Vigliano (ARG).
Cartões amarelos: Gustavo Gómez, Viña e Marcos Rocha (P); Lucas Veríssimo, Diego Pituca, Soteldo e Alison (S).
Gol: Breno Lopes (54-2).

PALMEIRAS
Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Matías Viña; Danilo, Zé Rafael (Patrick de Paula), Gabriel Menino (Breno Lopes) e Raphael Veiga (Empereur); Rony (Felipe Melo) e Luiz Adriano.
Técnico: Abel Ferreira

SANTOS
John; Pará (Bruno Marques), Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan (Wellington Tim); Alison, Diego Pituca e Sandry (Lucas Braga); Marinho, Soteldo e Kaio Jorge (Madson).
Técnico: Cuca



Palmeiras vence o Santos com gol nos acréscimos e é campeão da Libertadores

O Palmeiras é bicampeão da Libertadores da América. O Verdão venceu o Santos por 1 a 0 neste sábado, no Maracanã. O gol de Breno Lopes foi marcado aos 53 minutos do segundo tempo.

O jogo foi truncado, nervoso, cheio de faltas fortes e contou com a expulsão de Cuca após confusão com Marcos Rocha. O técnico foi para a arquibancada e viu o gol do Palmeiras minutos depois.

O Santos perdeu a chance de ser o primeiro tetracampeão da Libertadores no Brasil. O Palmeiras volta a erguer a taça após 22 anos e vai para o Mundial. Vitória de quem acreditou até o fim e não esperou pela prorrogação ou pênaltis.

O jogo

O primeiro tempo da final da Libertadores da América foi decepcionante. Sobrou suor, mas faltou futebol. Nenhuma chance clara foi criada por Palmeiras e Santos.

Pilhadas, as equipes fizeram muitas faltas e disputaram cada pedaço do gramado. O mais caçado foi Marinho, principalmente no duelo com Viña travado desde o início. Lucas Braga chegou a aquecer, mas o camisa 11 pediu para voltar.

Esse equilíbrio também tem a ver com uma novidade de Cuca na escalação do Peixe: o técnico colocou Sandry no meio-campo e espelhou o esquema tático do Verdão. Os dois times tiveram três meio-campistas móveis e três atacantes.

O único momento de maior perigo foi aos 35 minutos, quando Raphael Veiga invadiu a área pela direita e bateu cruzado. A bola passou perto do goleiro John.

O cenário pouco mudou para a etapa final. Os primeiros minutos foram de esboço de mudança tática e alguma pressão, mas logo os times se anulavam em campo.

Aos 13, o Santos assustou o Palmeiras. Marinho cobrou falta e Lucas Veríssimo não alcançou de peixinho na pequena área. No minuto 18, Raphael Veiga bateu falta com perigo e a bola bateu na rede por cima de John.

Quando o placar marcava 31 jogados, o Peixe teve o momento de maior emoção até então. Diego Pituca chutou de fora da área para Weverton espalmar. No rebote, Felipe Jonatan bateu forte e a bola passou perto.

A partida caminhava para a prorrogação quando o clássico finalmente ganhou em emoção. Cuca escondeu a bola, foi derrubado por Marcos Rocha e acabou expulso. O técnico viu da arquibancada o gol de Breno Lopes aos 53 minutos do segundo tempo.

Rony recebeu com liberdade, cruzou no segundo pau e Breno Lopes subiu mais que Pará, aproveitou a indecisão de John e colocou a bola no ângulo. Palmeiras campeão.

Alison admite dor, mas “tira o chapéu” para o elenco do Santos

O Santos não conseguiu o quarto título da Copa Libertadores da América. Na tarde deste sábado, o Peixe sucumbiu diante do Palmeiras no Maracanã. Mesmo assim, Alison, o capitão alvinegro, não poupou elogios aos seus companheiros.

“Ninguém acreditou que a gente chegaria até aqui. Tem que tirar o chapéu. Fomos guerreiros pra caramba, uma responsabilidade absurda, uma final de campeonato. É dolorido, mas a gente precisa seguir”, comentou o camisa 5 ao SBT.

“A gente sabia que ia ser difícil, equilibrado e quem errasse menos ia acabar vencendo. Acabamos tomando um gol no final, ficou difícil, não tinha mais tempo. Lutamos até o fim e tem de tirar o chapéu pra essa rapaziada”, concluiu.

Marinho, do Santos, é eleito o melhor jogador da Libertadores de 2020

Apesar do Santos ter perdido a final da Copa Libertadores da América de 2020, o atacante Marinho recebeu o prêmio de melhor jogador da competição. O anúncio foi feito logo após a derrota do Peixe por 1 a 0 para o Palmeiras.

O camisa 11 foi peça fundamental para a campanha do Alvinegro Praiano no torneio continental. Ao todo, ele esteve presente em nove dos 13 jogos do clube, com quatro gols marcados e uma assistência.

O ‘Rei da América’ recebeu um anel personalizado da Conmebol. A joia, que foi inspirada no estádio do Maracanã, palco da decisão, conta com 30 gramas de ouro e 131 diamantes, além de uma safra e uma esmeralda.

Para conquistar o prêmio, o craque santista superou o seu companheiro de equipe Soteldo e os palmeirenses Weverton e Rony.

Marinho desabafa após derrota na final da Libertadores e diz que “trocaria prêmio individual pelo título”

O Santos perdeu a final da Libertadores neste sábado diante do Palmeiras, por 1 a 0. Um dos pilares da equipe da Vila, Marinho levou o prêmio de melhor jogador da competição. O atacante desabafou após a derrota e valorizou o trabalho da equipe santista.

“Trabalho em equipe, sem eles eu não desfrutaria de um prêmio individual. Eu trocaria pelo título. Eu também tenho que valorizar o trabalho. Eu me preparei muito, mas não consegui ser o Marinho que vinha sendo. Peço desculpa a quem confiou em mim para ser o diferencial do time. Cabeça erguida porque ninguém tira da gente que somos vencedores”, disse o atacante.

“Eu queria dedicar esse prêmio com o título, mas dedico a quem trabalhou junto. Do estafe à tia da cozinha. A torcida que confiou em nós. É um prêmio de todo mundo”, concluiu Marinho.

Diego Pituca pede desculpa por não cumprir promessa antes de sair do Santos

Diego Pituca pediu desculpa à torcida do Santos por não cumprir uma promessa: ser campeão antes de sair do Peixe. O meio-campista jogará pelo Kashima Antlers, do Japão.

O Peixe perdeu a final da Libertadores da América para o Palmeiras neste sábado, no Maracanã. O gol de Breno Lopes foi marcado aos 53 minutos do segundo tempo.

“Eu tinha uma promessa que não cumpri. Peço desculpa para a nação santista porque falei que ia sair com título. Lutamos, agora é levantar a cabeça. Parabéns ao Palmeiras”, disse Pituca, no SBT.

O jogador de 28 anos viajará ao Japão nos próximos dias. A proposta aceita foi de 1,6 milhão de dólares (R$ 8,1 mi) por 50%¨dos direitos econômicos que o Santos tem direito.

Luan Peres lamenta vice-campeonato, mas exalta o Santos: “Estamos muito orgulhosos”

O desfecho da Libertadores não foi como os torcedores santistas desejavam. Neste sábado, o Santos perdeu por 1 a 0 para o Palmeiras e ficou com o vice-campeonato. Logo após a final, o zagueiro Luan Peres lamentou a derrota, mas exaltou o Peixe e afirmou que o grupo está orgulhoso.

“Estamos muito orgulhosos. Queríamos ser campeões, mas só um vence. Estamos orgulhos pela campanha, ganhando da LDU na altitude, Grêmio, Boca Juniors. Muito feliz mesmo com a segunda colocação. Queríamos a primeira, mas é cabeça em pé. Ninguém imaginou que estaríamos aqui, mas o Santos é grande e precisa ser respeitado”, disse.

O gol da vitória palmeirense saiu apenas aos 53 minutos do segundo tempo, quando o embate já parecia se encaminhar para a prorrogação. E segundo o defensor do Alvinegro, o principal erro do time da baixada foi justamente a falta de atenção até o apito final do árbitro.

“Final se ganha, não se joga. Jogo truncado. Faltou atenção até o fim, mais finalizações. Não jogamos pior que o Palmeiras, no mínimo igual. Os dois tinham 50%. Infelizmente a bola deles entrou e a gente não. Um detalhe definiu a partida”, finalizou.

John diz que Santos sai do Maracanã de cabeça erguida

John não conseguiu defender a bola cabeceada por Breno Lopes nos acréscimos da final da Copa Libertadores da América, neste sábado, contra o Palmeiras. Mesmo assim, o goleiro do Peixe não se deixou abater.

“Um grupo jovem, que aprendeu muito hoje. Sofremos muito durante o torneio, passamos por muita coisa. Saímos de cabeça erguida, porque fizemos um grande trabalho”.

“A gente leva a família, esse grupo jovem, cheio de talentos. Time coletivo, que joga para ganhar. Hoje as coisas não aconteceram, mas saímos de cabeça erguida porque fizemos nosso melhor”.

Cuquinha diz que Cuca pode ter sido expulso por Santos ter eliminado o Boca

Pouco antes do gol palmeirense que decretou a derrota do Santos na final da Copa Libertadores da América, o técnico Cuca foi expulso para não permitir Marcos Rocha pegar a bola para cobrar um lateral.

Após o jogo deste sábado, Cuquinha, que é irmão e auxiliar de Cuca, contestou a decisão do árbitro argentino Patricio Loustau e lembrou que o Peixe eliminou o Boca Juniors na semifinal.

“Por que não olhou o VAR? A não ser que ficou chateado porque tiramos o clube de coração dele. Não estou afirmando…”.

“São cínicos no olhar, dá desgosto. Não respondem. Isso desestabilizou o time. Naquele momento, ele (Cuca) fez falta. Estávamos discutindo o lance e quase não vimos o gol. Quarto árbitro está na nossa frente querendo explicar não sei o quê. Mas já passou, parabéns ao Palmeiras. Nossa dor é imensa”.

O fato do lance ter tido o envolvimento de Marcos Rocha também deixou a comissão técnica santista bastante chateada, pois o lateral chegou ao Palmeiras por meio de Cuca e Cuquinha, quando ambos estavam no clube alviverde.

“Sentimento do Cuca é de tristeza. Ele não fez nada. Em outras ocasiões foi expulso merecidamente. Agora está triste porque não fez nada. Vimos as imagens e fica provado”.

“Dá certa dor porque foi o Marcos Rocha. Fomos buscar ele no América, ele estava emprestado e trouxemos antes do empréstimo. Não fez por querer, acho, mas fez. Ele poderia dizer que não fez, mas ali quem vai pensar no outro?”.

Cuca foi campeão Brasileiro com Marcos Rocha no Palmeiras antes de voltar a comandar o Santos.



Conmebol divulga seleção da Libertadores 2020 e brasileiros dominam lista ( Em 01/02/2021 )

A Conmebol divulgou nesta segunda-feira os jogadores eleitos para a seleção da Libertadores 2020. A lista conta com 11 atletas dos quatro times que disputaram as semifinais da competição.

Sem surpresas, o campeão Palmeiras é o time mais representado na lista, com seis jogadores: Weverton, Matías Viña, Gustavo Gómez, Gabriel Menino, Rony e Luiz Adriano.

Logo depois em número de jogadores, está o vice-campeão Santos, com três: Lucas Veríssimo, Soteldo e Marinho, que também foi eleito o melhor jogador da competição.

Eliminados nas semifinais pelos brasileiros, River Plate e Boca Juniors também são representados na lista. O lateral direito do River Plate, Gonzalo Montiel, e o atacante do Boca, Carlos Tevez, são os nomes escolhidos pela competição.

Desta forma, a seleção completa é a seguinte: Weverton; Montiel, Lucas Veríssimo, Gustavo Gómez e Viña; Gabriel Menino, Soteldo, Marinho e Rony; Tevez e Luiz Adriano.

Santos perde dois titulares e tenta manter Soteldo para a próxima temporada

O Santos se despediu de Lucas Veríssimo e Diego Pituca no último sábado, na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras na final da Libertadores da América no Maracanã.

O zagueiro e o meio-campista titulares foram negociados com o Benfica (POR) e Kashima Antlers (JAP), respectivamente. Ambos jogaram a decisão sabendo do futuro no exterior.

Veríssimo foi vendido por 6,5 milhões de euros (R$ 43,1 mi), enquanto Pituca foi negociado por 1,6 milhões de dólares (R$ 8,75 mi).

O objetivo agora é evitar a perda de mais titulares, a exemplo de Soteldo. O Santos precisa de um acordo com o Huachipato (CHI) para pagar cerca de 11 milhões de dólares (R$ 60 mi) entre débito na compra, na recompra e juros mais multa. O Peixe não pagou nada na gestão de José Carlos Peres/Orlando Rollo e precisa de alguma solução com Andres Rueda.

No acordo anterior encaminhado por Rollo, o Santos devolveria Soteldo e o Huachipato retiraria da Fifa uma primeira cobrança de 7,2 milhões de dólares (R$ 40 mi) diante do calote do clube brasileiro. A equipe ainda pagaria 200 mil dólares (R$ 1,1 milhão) diretamente ao camisa 10 para quitar dívidas em luvas, premiação e direitos de imagem.

Por fim, o Santos ficaria com 10% do valor que exceder uma venda de Soteldo pelo Huachipato por no mínimo 8 milhões de dólares (R$ 45 mi). Essas condições foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo em outubro, mas a negociação não avançou pois o camisa 10 não quer voltar para o Chile e prefere continuar no Brasil até definir seu futuro.

“Toda a parte comercial foi feita, mas o estafe do jogador não quer voltar para lá e colocamos ponto final. Ele não gostaria de voltar para lá, tem a condição financeira dele. Não confia no clube e não quer voltar nessas condições. Exige garantias que pelo jeito não estão dando”, disse Rueda, em entrevista recente.

“E podemos pensar nele ficar, por que não? Interessa, claro, é excelente jogador, técnica refinada, enturmada. Tudo pode acontecer”, completou.



Cuca analisa derrota do Santos para o Palmeiras e não vê relação com expulsão: “Coincidência horrível” ( Em 03/02/2021 )

Cuca analisou apenas nesta quarta-feira a derrota do Santos por 1 a 0 para o Palmeiras no último sábado, no Maracanã, pela final da Libertadores da América.

Como foi expulso durante a decisão, o técnico não foi autorizado pela Conmebol a conceder entrevista coletiva e foi substituído pelo auxiliar Cuquinha.

“Eu tenho muito orgulho desses meninos. É difícil assimilar ainda a dor do sábado, não pude dar entrevista pela expulsão. Perdemos Libertadores num jogo que nosso goleiro não fez uma defesa. Na história do Libertadores, difícil encontrar uma final sem o goleiro fazer uma defesa. Faz parte do amadurecimento, por mais duro que seja o golpe. Não tem coitadinho, é trabalhar e provar todo dia como hoje. Estávamos de ânimos retomados mesmo com desfalques e jogamos igual, buscando 3 a 3 com um a menos. Meninos estão de parabéns. Torcedor santista deve ter orgulho desses meninos”, disse Cuca, após o empate em 3 a 3 com o Grêmio, em Porto Alegre.

Cuca foi expulso instantes antes de Breno Lopes fazer o gol do Palmeiras aos 53 minutos do segundo tempo. O treinador, porém, não vê relação entre os fatos.

“Acho que não. Treinador sair expulso, da maneira injusta que eu saí, e se eu fizesse eu falaria… Não fiz nada. Dominei uma bola como sempre faço e quando me abaixei o jogador (Marcos Rocha) estava em cima e eu caí. Ele não fez o suficiente também para essa celeuma que o árbitro criou. E eu fui expulso. Não tomamos gol porque treinador foi expulso, foi coincidência horrível. Nada a ver com desestabilizar time”, avaliou.


Flamengo 4 x 1 Santos

Data: 13/12/2020, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 25ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR).
Auxilares: Victor Hugo Imazu dos Santos e Rafael Trombeta (ambos do PR).
VAR: Adriano Milczvski (PR).
Cartões amarelos: João Gomes e Filipe Luís (F); Marcos Leonardo (S).
Gols: Gerson (41-1); Gabigol (04-2, de pênalti), Filipe Luís (15-2), Gabigol (25-2, de pênalti) e Bruno Marques (29-2).

FLAMENGO
Diego Alves; Isla, Rodrigo Caio, Natan e Filipe Luís; João Gomes, Gerson (Pedro), Arrascaeta (Vitinho) e Everton Ribeiro (Michael); Bruno Henrique (Pepê) e Gabigol (Pedro Rocha).
Técnico: Rogério Ceni

SANTOS
João Paulo; Madson, Luiz Felipe, Alex e Wagner Leonardo (Ângelo); Alison (Guilherme Nunes), Sandry e Jean Mota (Lucas Lourenço); Tailson (Felipe Jonatan), Lucas Braga e Marcos Leonardo (Bruno Marques).
Técnico: Cuca



Com dois de Gabigol, Flamengo goleia time reserva do Santos no Maracanã

O Flamengo goleou o time reserva do Santos por 4 a 1 na tarde deste domingo, no Maracanã, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Gabigol (2), Gerson e Filipe Luís. O Peixe descontou com Bruno Marques.

O Peixe poupou titulares antes da decisão contra o Grêmio, na Vila Belmiro, pela volta das quartas de final da Libertadores da América. O Alvinegro empatou em 1 a 1 em Porto Alegre e busca a vaga na semifinal na próxima quarta-feira. A opção de Cuca facilitou a vida do Rubro-Negro.

O Flamengo dominou as ações desde o primeiro minuto. Na etapa inicial, o Santos até se defendeu bem e só sofreu um gol. Nos 45 minutos finais, porém, os cariocas foram soberanos e contaram com duas falhas do goleiro João Paulo.

O jogo

O Flamengo, como era de se imaginar, foi superior diante do time reserva do Santos. Os donos da casa, porém, tiveram poucos espaços pelo meio e apostaram nas jogadas pelas pontas.

A primeira chance do Flamengo, porém, veio por baixo. Aos quatro minutos, João Paulo saiu jogando errado. Bruno Henrique acionou Gabigol, que driblou o goleiro e perdeu o ângulo.

Dois minutos depois, o Peixe respondeu com Jean Mota de fora da área. Diego Alves espalmou no cantinho e bateu a cabeça na trave. O goleiro se recuperou rapidamente.

No minuto 19, o Flamengo chegou outra vez. Filipe Luís encontrou Bruno Henrique pela ponta esquerda. O atacante cruzou para trás e Arrascaeta, sozinho, finalizou torto. Segundos depois, Gerson cruzou e Bruno Henrique cabeceou perto.

O Alvinegro assustou novamente aos 22, quando Madson cruzou e Jean Mota não pegou bem na bola. Mesmo assim, a bola passou perto da trave direita de Diego Alves.

Quando o placar marcava 31 jogados, Gerson mostrou que seu gol estava perto. Bruno Henrique cruzou e o meio-campista cabeceou com perigo. Aos 41, Gerson fez. E na base da insistência.

Everton Ribeiro cobrou escanteio e a bola sobrou para Arrascaeta, que cruzou de novo. Rodrigo Caio ganhou pelo alto, Natan acertou o travessão e Gerson apareceu no rebote para abrir o placar.

Já nos acréscimos, o Santos chegou pela terceira vez. Alison chutou muito errado, mas a bola desviou duas vezes na defesa do Flamengo e quase entrou.

E o Flamengo não demorou a aumentar a vantagem. Bruno Henrique fez jogada individual, cruzou e Alex puxou a camisa de Arrascaeta antes da saída do gol de João Paulo. Aos quatro minutos, Gabigol converteu.

A partir daí, os reservas do Santos não conseguiram mais segurar o adversário. Aos 15 minutos, Bruno Henrique passou novamente como quis, João Paulo falhou e Filipe Luís empurrou. 3 a 0.

O Flamengo seguiu em cima e confirmou a goleada aos 25 minutos. João Paulo, em nova falha, cometeu pênalti em Everton Ribeiro. Gabigol cobrou no mesmo canto e converteu. 4 a 0.

O Santos diminuiu aos 29 minutos, quando Madson fez boa jogada pela direita e cruzou para Bruno Marques cabecear com estilo. O atacante havia entrado há cinco minutos.

Ainda deu tempo do Flamengo acertar o travessão de João Paulo com Pepê aos 38 minutos. Vitória maiúscula do Flamengo contra os reservas do Santos.

Cuca vê “coisas boas” em derrota dos reservas do Santos para o Flamengo: “Não me arrependo”

Cuca analisou a derrota do Santos por 4 a 1 sobre o Flamengo neste domingo, no Maracanã, e explicou a decisão de poupar os titulares para a decisão contra o Grêmio na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro, pela volta das quartas de final da Libertadores da América.

O técnico viu pontos positivos mesmo com a goleada sofrida.

“Jogamos quarta, viajamos quinta. Treinamos na sexta e sábado. Trabalhei a equipe diferente do que foi hoje. Tínhamos o Vinicius Balieiro escalado como titular, com formação diferente. Ontem à noite fiquei sabendo que estava impossibilitado de jogar (covid-19). Muda muito. Balieiro iria numa função diferente, como lateral-direito como fazia na base. Meias do Flamengo jogam abertos para flutuar quando têm a bola na parte defensiva. Trabalhamos bem e perdemos Balieiro. E isso dificultou mais nosso trabalho. Responsabilidade desse jogo é do treinador, quem põe time em campo. Não me arrependo e faria de novo independentemente do placar. Preciso da melhor condição possível na quarta. Tivemos viagem, jogo desgastante hoje contra equipe que só está envolvida no Campeonato Brasileiro… Desgaste seria maior na quarta. Não tenho certeza de ganhar quarta, mas tenho certeza de desgaste menor. Temos que saber administrar essa derrota. Primeiro tempo foi quase igual, eles criaram e a gente também. Sofremos gol no fim. No segundo tempo sofremos dois gols em dois minutos. Se é uma equipe sem personalidade e poder de reação, toma seis ou sete. Nós equilibramos novamente, não sei se serve de consolo, mas o gol mais bonito do jogo foi nosso. Gol trabalhado. Eles tiveram dois de pênalti, outro em rebatida e um de cabeça”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Seria influência grande se o time titular tivesse perdido de 4 a 1. Mas não, é risco que corremos. Temos um grupo de jogadores para hoje e outro grupo para a batalha de quarta. Faz parte da estratégia. Vi muitas coisas boas desses meninos hoje apesar da derrota”, completou o treinador.

Depois do empate em 1 a 1 com o Grêmio em Porto Alegre, o Santos pode empatar por 0 a 0 para se classificar. Novo 1 a 1 levaria a eliminatória para os pênaltis. E quem vencer avança.

Felipe Jonatan lamenta “desatenções” do Santos após 1º tempo “igual” contra o Flamengo

Felipe Jonatan lamentou as “desatenções” do Santos na derrota por 4 a 1 para o Flamengo neste domingo, no Maracanã, pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com reservas, o Peixe fez primeiro tempo equilibrado. Na segunda etapa, sucumbiu. Felipe Jonatan, um dos titulares do técnico Cuca, entrou no intervalo.

“A gente sabia da qualidade do adversário. Sempre difícil jogar contra o Flamengo no Maracanã. Fazíamos jogo de igual para igual, mas por desatenção nossa eles fizeram dois gols no começo do segundo tempo. Agora é mudar a chavinha porque temos um jogo importante pela Libertadores”, disse o lateral-esquerdo, à Globo.

O Peixe poupou titulares antes da decisão contra o Grêmio, na Vila Belmiro, pela volta das quartas de final da Libertadores da América. O Alvinegro empatou em 1 a 1 em Porto Alegre e busca a vaga na semifinal na próxima quarta-feira, às 19h15 (de Brasília).

Depois do empate em 1 a 1 em Porto Alegre, o Santos pode empatar por 0 a 0 para se classificar. Novo 1 a 1 levaria a eliminatória para os pênaltis. E quem vencer avança.


Fluminense 3 x 1 Santos

Data: 25/10/2020, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 18ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Anderson Daronco (RJ).
Auxiliares: Rafael da Silva Alves e Michael Stanislau (RJ).
VAR: Daniel Nobre Bins (RJ)
Cartões amarelos: Michel Araújo, Dodi, Wellington Silva, Hudson e Fred (F); Felipe Jonatan, Arthur Gomes, Luan Peres e Jean Mota (S).
Gols: Luccas Claro (28-2) e Marinho (35-1); Nino (10-2) e Marcos Paulo (47-2).

FLUMINENSE
Muriel; Igor Julião, Nino, Luccas Claro e Danilo Barcelos; Hudson, Dodi, Michel Araújo e Nenê (Marcos Paulo); Caio Paulista (Ganso) e Fred (Yuri).
Técnico: Odair Hellmann

SANTOS
João Paulo; Madson, Laércio (Arthur Gomes), Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan (Jean Mota); Jobson (Alison, Marcos Leonardo) e Diego Pituca; Marinho, Soteldo e Lucas Braga (Angelo).
Técnico: Cuca



Santos perde para o Fluminense em confronto direto por uma vaga no G4

O Fluminense venceu o confronto direto por uma vaga no G-4 contra o Santos neste domingo. O Tricolor recebeu o Peixe no Maracanã pela 18ª rodada do Brasileirão e com o placar de 3 a 1, conquistou uma vaga no grupo de equipes que entrarão na fase de grupos da Libertadores. Luccas Claro, Nino e Marcos Paulo marcaram para o Flu, e Marinho descontou.

Com o resultado, o Tricolor ultrapassou o Peixe e o São Paulo, que teve o seu jogo da rodada adiado. O Fluminense assumiu a quarta colocação com 29 pontos, enquanto o Santos cai para sexto, com 27.

O jogo

O Santos surpreendeu ao entrar em campo com um esquema com três zagueiros e apenas dois volantes no meio campo. O vazio na faixa central deu vantagem ao Flu, que dominou as ações e criou as melhores oportunidades de gol no primeiro tempo.

O gol esteve perto aos 8 e aos 17, em chutes de Luccas Claro e Hudson, respectivamente. Aos 22, o goleiro João Paulo errou na saída de bola e deu de presente a Caio Paulista. O atacante foi em direção à área e tentou o chute da meia lua, mas a bola desviou na zaga e foi pela linha de fundo.

Depois de pressionar na primeira metade do primeiro tempo, o Tricolor chegou ao gol aos 28 minutos. Após um escanteio, a bola voltou para a intermediária e Michel Araújo lançou Danilo Barcelos em profundidade pela esquerda. O lateral cruzou na primeira trave e Fred cabeceou para o meio. Luccas Claro entrou de cabeça e da linha da pequena área testou para o fundo da rede.

O Santos resolveu acordar e acelerou os contra-ataques. Aos 35, o Peixe se aproveitou da ausência de Danilo Barcelos, que era atendido fora de campo para atacar pelo lado direito. Madson dominou na ponta e cruzou a meia altura em direção à pequena área. Oportunista, Marinho se antecipou a Nino na primeira trave e tocou para o gol.

O Flu teve uma baixa no final da etapa. Nenê sentiu lesão e foi substituído por Marcos Paulo.

Cuca abriu mão do esquema com três zagueiros na volta do intervalo, e sacou Laércio para a entrada do meia Arthur Gomes. Mas o Fluminense voltou melhor e pressionou pela vitória.

Os comandados de Odair Hellmann ficaram com a posse de bola e cercaram a área do Peixe até conseguirem o segundo gol. E aos 10 minutos, o Flu ficou novamente em vantagem. Danilo Barcelos cobrou falta na área da direita, Luan Peres afastou de cabeça. De fora da área, Michel Araújo pegou o rebote e, de cabeça, devolveu para a área. Nino desviou mandou para a rede.

Com a vantagem, o Flu diminuiu se ímpeto ofensivo. Odair tirou o atacante Caio Paulista para a entrada de Ganso, e o Tricolor perdeu em velocidade.

O Santos tentou pressionar, mas perdeu o contra-ataque com o recuo do Flu. Com dificuldades para penetrar na defesa adversária, o Peixe não conseguiu a igualdade. O Alvinegro teve dois gols anulados por faltas de ataque, ambas sobre o zagueiro Nino.

Nos acréscimos, escanteio da esquerda, Yuri tentou de cabeça e João Paulo rebateu. Ganso pegou o rebote do lado direito e cruzou rasteiro, e Marcos Paulo tocou para a rede.

Cuca critica a arbitragem, mas diz que o Santos não merecia sair com a vitória

Neste domingo, o Santos enfrentou o Fluminense no Maracanã, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, e saiu derrotado pelo placar de 3 a 1. Em entrevista coletiva, o técnico Cuca criticou duramente a arbitragem de Anderson Daronco. O treinador não gostou dos dois gols alvinegros anulados e da não aplicação do cartão vermelho para Hudson por carrinho em Soteldo.

“Avaliar a arbitragem é ruim, não é função minha. Mas, o lance (do Hudson) era para vermelho. Estava a cinco metros de mim e dele. Não adianta passar essa situação para o VAR. É uma sensação que ele tem que ter no campo, como ele teve ao anular o nosso primeiro gol, que não foi nada. Ele teve uma interpretação de campo de anular e anulou. Então, foi nisso que eu falei que era tudo contra hoje. O segundo gol anulado é interpretativo. Se for buscar o movimento do Arthur, ele para, ele não faz uma carga. O jogo é de disputa de espaço. Se não desse falta em nenhum dos dois gols, passaria. Se desse falta no segundo, está bom. Mas no primeiro, não. Disputa natural de jogo, não tem o que fazer, e era o gol de empate”, declarou o comandante.

“Então, acho que a arbitragem do Daronco hoje foi muito ruim, não deixou o jogo fluir, amarrou o jogo, mas ele é bom árbitro. Esteve em um dia ruim hoje, assim como nós estivemos em um dia ruim e não merecemos vencer, mesmo que que tivessem sido validados os dois gols. São dias ruins que acontecem, como aconteceu para ele, na minha opinião. Não tira nada do que ele significa, que é um excelente árbitro, uma excelente pessoa, que esteve em um dia ruim. E nós não merecemos, jogamos mal e não merecemos vencer”, completou.

Para o duelo contra o Tricolor, Cuca optou por mandar a campo uma formação com três zagueiros de origem, com Felipe Jonatan atuando pelo meio-campo, Luan Peres na lateral esquerda e Laércio formando a dupla de zaga ao lado de Lucas Veríssimo. O treinador santista explicou o esquema.

“Primeiro que com a entrada do Luan, eu ganho a alternativa de diversos movimentos táticos dentro da partida: 3-5-2, 3-4-3 e 4-3-3, que foi geralmente o que se jogou, com o Luan na lateral, ele já fez muitas vezes isso, e com o Felipe Jonatan entrando na meia esquerda, do lado do Jobson e do Pituca. Então, teoricamente, seria um meio-campo forte, com Marinho, Soteldo e Lucas Braga, mas não encaixou. Depois, a gente inverteu logo na metade do primeiro tempo, abrindo o Felipe Jonatan pela esquerda e fazendo duas linhas de quatro, com Soteldo e Marinho soltos. Também não encaixou”, disse.

“Por fim, no segundo tempo, tiramos um zagueiro, passamos o Luan Peres para a zaga e pusemos o Arthur na meia, variando com o Soteldo, o que melhorou um pouco. A equipe ficou muito nervosa durante a partida devido aos erros que tiveram na arbitragem, o jogo que não fluía. Isso enerva muito e, de alguma maneira, afeta o jogador também. Mas eu não transfiro a eles a culpa do resultado”, concluiu.

O técnico do Peixe ainda apontou a semana cheia do Fluminense para treinamentos como decisiva para os adversários, enquanto a equipe paulista teve de jogar na última terça-feira pela Copa Libertadores.

“Sempre tenho falado que precisamos fortalecer o nosso elenco porque as competições são muito duras, e estamos disputando todas elas. O Fluminense teve a semana inteira para trabalhar, joga em casa, faz diferença. E hoje fez. Eles estavam menos desgastados do que nós”, pontuou.

Cuca nega “Marinhodependência”, mas diz que Santos tem “lacunas” no elenco

Neste domingo, o Santos foi derrotado para o Fluminense, pelo placar de 3 a 1, no Maracanã, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Recuperado de edema na coxa esquerda, lesão que o deixou de fora de três partidas, Marinho marcou o único gol do Peixe.

Perguntado sobre uma possível “Marinhodependência”, em entrevista coletiva após o confronto, Cuca negou. No entanto, o treinador alvinegro apontou que o elenco santista possui “algumas lacunas”.

“Não sei se é uma Marinhodependência, mas a gente tem algumas lacunas. Quando você monta um elenco, você pensa assim: ‘Vou ter duas peças por setor e vou fazer meia dúzia de meninos’. Então, você tem 22 jogadores mais sete ou oito meninos que às vezes ganham o espaço. Eu, quando perco um jogador em alguma posição, me faz muita falta. Um exemplo, o Felipe Jonatan, mesmo ele estando desgastado, eu não tenho essa opção para fazer a troca. O próprio (Wagner) Palha, que é um zagueiro e a gente improvisa na lateral, não pôde vir porque está com suspeita”, declarou o comandante.

“O grupo não é homogêneo. E essa é a minha luta, que eu já fui em reunião com o Conselho Gestor, com todo mundo, para explicar que temos que deixar o nosso grupo homogêneo. Lógico que não podemos contratar, então temos buscado na base esses meninos. Agora tem que ter paciência para que eles tenham uma sequência de minutagem para poder se desenvolver”, completou.

Das 18 partidas disputadas pelo Santos no Campeonato Brasileiro, em três Marinho não esteve presente. Nos confrontos, o Peixe perdeu para o Atlético-GO, empatou com o Corinthians e venceu o Coritiba. Nos outros 15 jogos, com o camisa 11, foram seis vitórias, cinco empates e quatro derrotas.

Na competição nacional, o atacante soma 11 gols marcados e quatro assistências.

Ângelo Gabriel se torna segundo mais jovem a estrear pelo Santos, e Cuca explica escalação

Apesar da derrota do Santos, o duelo deste domingo contra o Fluminense, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, foi histórico para o menino Ângelo Gabriel. Aos 15 anos, 10 meses e 4 dias de idade, o atacante se tornou o segundo jogador mais jovem a estrear como profissional pelo Peixe.

O Menino da Vila saiu do banco de reservas aos 15 minutos do segundo tempo para entrar no lugar de Lucas Braga. Em entrevista coletiva após a partida, o técnico Cuca explicou a decisão de colocar o jovem em campo.

“O que me fez trazer o Ângelo foram os jogos que a gente viu dele, os treinamentos e as informações que a gente tem em sincronismo com a base. O que me fez colocar o Ângelo no jogo foi a necessidade que a gente tinha de um jogador de velocidade pelo lado, uma vez que o Marinho estava mais por dentro. Hoje a gente não tinha o Kaio Jorge, depois colocamos o Marcos Leonardo para fazer dupla com o Marinho, então eu precisava da velocidade pelo lado direito. Lógico que ele vai render muito mais no decorrer da carreira dele, foi a primeira vez, e tende a ser bem melhor na segunda, terceira, pela experiência que o menino vai ganhar”, declarou o comandante.

Ângelo Gabriel, inclusive, assinou um pré-contrato profissional com o Peixe na última sexta-feira. O acordo será efetivado em dezembro, quando o atleta completará 16 anos. A ideia do clube é se proteger do assédio ao Menino da Vila enquanto ele já treina com o elenco principal sob o comando do técnico Cuca desde a última quarta-feira.

O atacante superou Pelé por apenas 11 dias no ranking dos mais jovens a estrear pelo Alvinegro Praiano e está atrás apenas de Coutinho.

Veja a ordem:

1. Coutinho
Idade de estreia: 14 anos, 11 meses e 6 dias
Partida: Santos 7×1 Sírio Libanês-GO, dia 17 de maio de 1958

2. Ângelo
Idade da estreia: 15 anos, 10 meses e 4 dias
Partida: Fluminense 3 x 1 Santos, dia 25 de outubro de 2020

3. Pelé
Idade de estreia: 15 anos, 10 meses e 15 dias
Partida: Corinthians de Santo André 1×7 Santos, dia 7 de setembro de 1956

4. Gabriel
Idade de estreia: 16 anos, 4 meses e 17 dias
Partida: Santos 4×0 Barueri, dia 16 de janeiro de 2013

5. Sandry
Idade de estreia: 16 anos, 5 meses e 1 dia
Partida: Bragantino 1×4 Santos, dia 31 de janeiro de 2019


Fluminense 1 x 1 Santos

Data: 26/09/2019, terça-feira, 20h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 21ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 11.032 pagantes
Renda: R$ 141.015,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaoli (GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Guilherme Dias Camilo (MG).
VAR: Andre Luiz de Ferreira Castro (GO)
Cartões amarelos: Yuri Lima e Allan (F); Alison, Diego Pituca e Marinho (S).
Cartão vermelho: Digão (F, 26-2), Frazan (F, 47-2) e Marinho (S, 53-2).
Gols: Soteldo (39-1) e Lucas Veríssimo (47-1, contra).

FLUMINENSE
Muriel; Gilberto, Nino, Digão e Caio Henrique; Yuri Lima, Allan, Ganso (Daniel) e Nenê (Frazan); Yony (Wellington Nem) e João Pedro.
Técnico: Oswaldo de Oliveira

SANTOS
Everson; Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar (Victor Ferraz) e Gustavo Henrique; Derlis González (Carlos Sánchez), Alison, Diego Pituca e Felipe Jonatan; Eduardo Sasha, Soteldo e Uribe (Marinho).
Técnico: Jorge Sampaoli



Santos fica com dois a mais no fim, mas só empata com o Fluminense em noite de briga de Oswaldo com Ganso

Fluminense e Santos empataram em 1 a 1 na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Soteldo e Lucas Veríssimo (contra).

O Peixe teve um a mais na segunda metade da etapa final, após a expulsão de Digão, mas não conseguiu desempatar. A noite também contou com discussão áspera entre Oswaldo de Oliveira e Paulo Henrique Ganso. Substituído, o meia chamou o técnico de burro. A resposta foi “vagabundo”. A torcida ficou com o jogador e pediu a saída do treinador.

Com o empate em casa, o Fluminense sai da zona de rebaixamento e é o 16ª, com 19 pontos. O Santos segue em terceiro, com 38, a sete do Palmeiras e a 10 do Flamengo, cada vez mais longe da briga pelo título.

O jogo:

O Santos foi melhor durante a maior parte do primeiro tempo. O Peixe ficou perto de abrir o placar aos 10 minutos, quando Derlis González recebeu de Eduardo Sasha, não viu Uribe sozinho e finalizou em cima de Muriel. Aos 13, Felipe Jonatan invadiu a área, ganhou de Digão e também parou no goleiro do Fluminense.

Após a pressão inicial do Alvinegro, o Tricolor equilibrou as ações e assustou quando o placar marcava 25: Ganso viu Gilberto sozinho e o lateral-direito chutou torto.

E quando tudo parecia caminhar para o empate sem gols no intervalo, Soteldo apareceu. O camisa 10 recebeu pela esquerda, passou por Nino e Gilberto e deslocou Muriel. Um golaço no Maracanã.

O Fluminense sentiu o gol, a torcida passou a protestar e, mesmo assim, os donos da casa empataram. E num acaso. Derlis foi fominha no ataque, puxou o contra-ataque do rival e Nenê cruzou. Lucas Veríssimo cabeceou para trás e balançou as redes de Everson.

A etapa final começou morna e só teve emoção aos 17 minutos – e fora de campo. Ganso foi substituído para a entrada de Daniel e discutiu feio com Oswaldo de Oliveira. O meia chamou o técnico de “burro”. A resposta veio com “vagabundo”.

Aos 19, a primeira chance do Fluminense. Allan arriscou de longe e Everson espalmou para escanteio. E no minuto 26, uma boa notícia para o Santos: Digão deu um chute em Marinho e foi expulso após checagem no VAR.

O Peixe se lançou ao ataque e quase desempatou aos 33: Felipe Jonatan dribla Frazan e para novamente em Muriel, dessa vez com cavadinha na pequena área.

Aos 43, em escapada de Allan, o Tricolor quase virou. No minuto seguinte, Sasha recebeu passe de Sánchez e, livre, bateu por cima. Ainda deu tempo de Veríssimo cabecear para fora aos 46 e Frazan ser expulso aos 47. Marinho recebeu o segundo amarelo no último lance. No fim das contas, porém, o empate no Maracanã persistiu.

Auxiliar de Sampaoli vê ‘posição boa’ do Santos: “Felizes por entregar tudo”

O auxiliar Jorge Desio, responsável por dirigir o Santos contra o Fluminense por causa da suspensão de Jorge Sampaoli, minimizou o empate no Maracanã na noite desta quinta-feira, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe venceu uma vez nos últimos oito compromissos, é terceiro colocado e está a 10 pontos do Flamengo. O argentino, porém, nega abatimento do elenco.

“Quando íamos primeiro não pensávamos no título, também não pensamos agora. É dia a dia e pensar no próximo rival. Estamos em terceiro, posição relativamente boa, mas temos que melhorar. E fizemos coisas boas que temos que voltar a fazer”, disse Jorge Desio.

“Não há crise. Quando termina o jogo sempre estamos felizes por entregar tudo na parte anímica, física. E depois temos sempre o que corrigir, até na vitória. Equipe está em posição boa, há coisa a melhorar e isso já ocorria quando éramos os primeiros”, completou o auxiliar.

Desio vê a necessidade de equilibrar a ânsia pelo resultado sem perder a organização tática. O auxiliar, porém, vê lado positivo nesse “amor próprio”.

“O resumo é esse. Santos começa bem e depois se desorganiza um pouco. Santos não ganha há alguns jogos, com ansiedade e um pouco de vontade em buscar o resultado, e acabamos um pouco desorganizados. Desorganização é fruto da busca pelo resultado positivo. Função é equilibrar isso. Temos ansiedade e amor próprio para buscar o resultado”, concluiu.

Gustavo Henrique vê falta de frieza e diz que má fase do Santos é “inexplicável”

Capitão do Santos, Gustavo Henrique não encontrou explicações para o empate do Santos em 1 a 1 com o Fluminense, no Maracanã, e a manutenção da má fase do Peixe no Campeonato Brasileiro: uma vitória nos últimos oito jogos.

O Alvinegro segue na terceira colocação, mas agora está a 10 pontos do Flamengo e cada vez mais distante da briga pelo título.

“É inexplicável. Não é o que queremos. Nos cobramos muito para voltar a ser o time das sete vitórias seguidas. Vamos continuar lutando. Explicação no futebol é complicado. Vamos até o final com a filosofia do nosso treinador”, disse Gustavo, ao Premiere.

“Difícil falar porque não entramos em campo para perder ou empatar. Desde a chegada do Sampaoli implantamos a filosofia dele. Tentamos fazer o máximo. Hoje faltou mais frieza para fazer o gol e trabalhar a bola. Soteldo estava bem e direto livre no um contra um, mas forçamos muito”, completou.