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Portuguesa 0 x 2 Santos

Data: 01/04/2012, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 17ª rodada
Local: Estádio do Canindé, em São Paulo, SP.
Público: 3.811
Renda: R$ 126.370,00
Árbitro: Raphael Claus
Auxiliares: Luis Alexandre Nilsen e Vitor Carmona Metestaine.
Assistentes adicionais: Vinicius Furlan e Sérgio da Rocha Gomes.
Cartões amarelos: Boquita (P); Alan Kardec (S).
Gols: Rafael Caldeira (04-2) e Dimba (14-2).

PORTUGUESA
Rodrigo Calaça; Luis Ricardo, Renato, Gustavo e Ivan; Boquita (Diego Souza), Léo Silva, Guilherme e Henrique (Maylson); Ananias e Ricardo Jesus (Danilo).
Técnico: Jorginho.

SANTOS
Aranha; Bruno Rodrigo, Vinícius Simon e Rafael Caldeira; Maranhão, Adriano (Anderson Carvalho), Elano, Felipe Anderson (Breitner) e Paulo Henrique; Dimba (Rentería) e Alan Kardec.
Técnico: Muricy Ramalho.



Com reservas, Santos vence e complica a Portuguesa

Com a triunfo, equipe alvinegra sobe para o 3º lugar. Já a Lusa está em 15º na tabela

O time reserva do Santos cumpriu sua parte na tarde deste domingo, com uma vitória por 2 a 0 sobre a Portuguesa, no estádio do Canindé. Enquanto os titulares descansam para a Libertadores, o técnico Muricy Ramalho dirigiu os suplentes em novo triunfo no Campeonato Paulista.

Apesar de ter jogado muito mal no primeiro tempo, o Peixe se recuperou na etapa final e subiu para o terceiro lugar do Estadual, com 36 pontos, ultrapassando o Palmeiras. Já a Lusa se complicou, pois fica no 15º lugar, com 17 pontos, apenas quatro a mais que a zona de rebaixamento.

Os gols do Santos foram marcados no início da etapa final. Rafael Caldeira abriu o placar de cabeça, e Dimba definiu a contagem. Na defesa, Aranha fez sua parte com duas boas defesas para assegurar os três pontos.

Pelo Paulistão, a Portuguesa volta a campo na noite de sábado, novamente no Canindé, contra o Linense. Já o Santos atua no domingo, diante do São Caetano, no Anacleto Campanella.

Antes, o técnico Muricy Ramalho recoloca seus titulares em campo, na noite de quarta-feira, diante do Internacional, no Beira-Rio, pela Copa Libertadores da América. No mesmo dia, a Portuguesa vai a Caxias do Sul para encarar o Juventude, pela Copa do Brasil.

O jogo

A necessidade de se distanciar da parte de baixo da tabela fez a Lusa partir para o ataque no início da partida. Assim, logo no primeiro lance, Luis Ricardo cruzou da direita e Ricardo Jesus disputou pelo alto com Rafael Caldeira, mas Aranha fez a defesa.

Pouco depois, Henrique arriscou de fora da área e errou o alvo, dando uma amostra do que o torcedor assistiria durante todo o primeiro tempo no Canindé. O desentrosamento atrapalhou os reservas do Peixe, e a falta de qualidade era o problema da Rubro-verde. O resultado foi um festival de erros.

A primeira chance dos visitantes saiu em cobrança de escanteio, mas Elano mandou direto para a lateral. Do outro lado, Guilherme tentou surpreender em chute de fora da área, carimbando a defesa.

Felipe Anderson chegou a se arriscar em jogada individual pela esquerda, mas a zaga tirou antes de Alan Kardec alcançar. Aos 30 minutos, Guilherme avançou pela intermediária e chutou rasteiro, exigindo boa defesa de Aranha, na melhor oportunidade da etapa.

Antes do intervalo, a Portuguesa ainda teve dois escanteios e os desperdiçou. No primeiro, Aranha segurou sem problemas. No outro, o zagueiro Gustavo cabeceou por cima.

As duas equipes voltaram sem alterações para o segundo tempo, mas a postura do Santos foi diferente. Assim, aos quatro minutos, o Peixe inaugurou a contagem. Enquanto era xingado por torcedores da Portuguesa, Elano cobrou escanteio e viu Rafael Caldeira cabecear para as redes.

Logo depois do gol, parte da torcida rubro-verde começou a entoar o grito de “vergonha” e protestar contra a diretoria. Em campo, Jorginho tentou dar um novo ritmo ao seu time, tirando o volante Boquita para a entrada do meia Diego Souza.

Porém, aos 14, Felipe Anderson fez jogada individual pela esquerda, chegou à linha de fundo e cruzou rasteiro para Dimba completar para as redes. Em seguida, Jorginho fez mais uma alteração, com Danilo na vaga de Ricardo Jesus.

A Portuguesa se lançou no desespero ao ataque e quase descontou. Henrique recebeu livre na linha da pequena área e arrematou, mas Aranha fez grande defesa. Depois do lance, o técnico da equipe da casa tirou o meia e colocou Maylson.

A Lusa, inclusive, teve mais uma chance, desta vez em bola parada. Ivan cobrou falta e viu Aranha se esticar para defender. O ímpeto dos donos da casa diminuiu, e o Peixe segurou o placar positivo.

Mogi Mirim 3 x 1 Santos

Data: 10/03/2012, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 13ª rodada
Local: Estádio Romildo Ferreira, o “Romildão”, em Mogi Mirim, SP.
Público: 3.422 pagantes
Renda: R$ 109.255,00
Árbitro: Leandro Bizzio Marinho
Auxiliares: Rafael Ferreira da Silva e Fausto Augusto Viana Moretti
Adicionais: Leonardo Ferreira Lima e Júnior César Lossávaro
Cartões amarelos: Vinícius Simon, Bruno Rodrigo e Elano (S).
Gols: Dimba (03-1), Val (06-1); Felipe (09-2) e Val (14-2).

MOGI MIRIM
Anderson; Edson Ratinho, Tiago Alves, Fonseca e Piauí; Baraka (Rodrigão), Val, Gil e Felipe (Marcelo Macedo); Roni (Jefferson Maranhão) e Hernane.
Técnico: Guto Ferreira

SANTOS
Aranha; Maranhão, Bruno Rodrigo, Vinicius Simon e Paulo Henrique; Adriano (Alan Santos), Anderson Carvalho (Tiago Alves), Elano e Felipe Anderson (Breitner); Dimba e Alan Kardec.
Técnico: Muricy Ramalho



Com reservas, Santos tem sequência positiva quebrada pelo Mogi

Muricy escalou os reservas na partida disputada em Mogi Mirim. De virada, time da casa venceu por 3 a 1

O Santos vinha de uma série de sete vitórias consecutivas no Campeonato Paulista. Mas o time da Vila Belmiro viu a sua sequência positiva dentro da competição ser interrompida pelo Mogi Mirim, neste sábado, no Estádio Romildão. Os donos da casa ganharam por 3 a 1, com dois gols de Val e um de Felipe. Dimba descontou para o Peixe, em confronto válido pela 13° rodada do Estadual.

O triunfo do Mogi levou a equipe aos 26 pontos, saltando provisoriamente para a terceira colocação, com um ponto a menos que os santistas, vice-líderes do Paulistão. A posição dos dois clubes só será definida após o complemento da rodada, neste domingo.

Depois de utilizar os reservas no duelo com o Sapão, o Alvinegro Praiano agora volta a campo diante do Juan Aurich (Peru), na próxima quinta-feira, em Chiclayo, pela Copa Libertadores da América.

O jogo

A partida começou em ritmo acelerado. Tanto que, logo aos três minutos, o Santos abriu o placar. Elano fez o lançamento para Felipe Anderson, que ajeitou a bola e tocou para Dimba concluir com precisão colocar o Peixe em vantagem.

Mas a alegria santista durou pouco tempo. Isto porque, aos seis, o Mogi Mirim chegou ao empate. A cobrança de falta partiu da direita e o volante Val se antecipou a zaga alvinegra para cabecear no canto de Aranha, deixando tudo igual: 1 a 1.

Após o empate, o Sapão passou a pressionar em busca do segundo gol e criou boas chances para chegar a virada. Aos 16, em um cruzamento despretensioso do lateral Piauí. A bola saiu fechada e, rápida, quase surpreendeu Aranha. Atento, o goleiro do Santos espalmou, evitando o segundo gol dos donos da casa.

O Peixe respondeu mais tarde, em um bate-rebate dentro da grande área, aos 28. A bola sobrou para o lateral esquerdo Paulo Henrique, após cobrança de escanteio, e o zagueiro Bruno Rodrigo quase marcou para a sua equipe, de cabeça. O goleiro Anderson evitou o gol santista.

O Mogi Mirim voltou a assustar aos 37, quando Roni começou a jogada, Ratinho cortou Bruno Rodrigo e encontrou Hernane, dentro da área. O centroavante fez o giro e soltou a bomba, mas Aranha fez grande defesa e evitou o gol adversário.

Dois minutos depois, o Sapão teve mais uma boa oportunidade para virar o jogo. Elano errou o passe e gerou o contra-ataque do Mogi, que quase culminou com um gol de Roni. Porém, Aranha estava atento mais uma vez e defendeu o chute de Roni.

Melhor em campo e criando várias chances de gol antes do intervalo, o time da casa quase balançou as redes novamente no final do primeiro tempo. Aos 42, Felipe lançou Val, que dominou a bola e bateu para mais uma boa defesa de Aranha, principal figura do Alvinegro Praiano na etapa inicial.

Na volta para o segundo tempo, o técnico do Mogi Mirim, Guto Ferreira,foi obrigado a sacar Baraka, que sentiu lesão e ficou nos vestiários da equipe, não retornando para o duelo. Rodrigão entrou em seu lugar.

O Sapão quase alcançou a virada, aos quatro minutos, mas Aranha apareceu bem mais uma vez, em boa cobrança de falta de Felipe.

Só que, de tanto insistir, o Mogi Mirim chegou ao seu segundo gol. Aos nove, Vinícius Simon falhou e Felipe disparou em velocidade, antes de chutar forte, rasteiro, sem chances para Aranha, desta vez.

Desnorteado, o Santos viu os donos da casa anotarem o terceiro gol, com Val. Aos 14, Felipe fez grande lance individual, driblando facilmente o meia santista Felipe Anderson, antes de encontrar Val livre, na entrada da área, para soltar a bomba e balançar as redes alvinegras novamente.

Logo após o gol, o técnico do Peixe, Muricy Ramalho, começou a mexer na sua equipe, visando buscar pelo menos o empate. Aos 16, Felipe Anderson foi substituído por Breitner. Cansado, o volante Adriano, que voltou a jogar neste sábado, depois de pouco mais de três meses afastado dos gramados, se recuperando de uma cirurgia no tornozelo direito, deu lugar ao jovem Alan Santos.

Com o terceiro gol do Mogi, a equipe da casa passou administrar a sua vantagem, deixando o ritmo da partida mais lento. Por isso, Muricy queimou a sua última alteração aos 37, quando o atacante Tiago Alves substituiu o volante Anderson Carvalho. No Mogi, Roni saiu para a entrada de Jefferson Maranhão e Felipe que cedeu a sua vaga para Marcelo Macedo.

O Santos ainda desperdiçou uma grande oportunidade de pressionar os donos da casa nos minutos finais, quando Dimba mandou para a fora o rebote de uma cabeçada de Bruno Rodrigo na trave. Aos 40, sem goleiro, o jovem atacante isolou a bola, naquela que foi a última boa chance de gol da partida, antes do apito final do árbitro.

Santos 4 x 1 Linense

Data: 12/02/2012, domingo, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 7ª rodada
Local: Estádio 1° de Maio, em São Bernardo do Campo, SP.
Público: 4.226 pagantes
Renda: R$ 96.555,00
Árbitro: Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza
Auxiliares: Alberto Poletto Masseira e Alex Alexandrino
Adicionais: Claudinei Forati Silva e Alessandro Darcie
Cartões amarelos: Bruno Rodrigo e Felipe Anderson (S); Anderson Luis, Andrade e Alexandre Silva (L).
Gols: Bruno Rodrigo (27-1); Vinícius Simon (16-2), Diego Macedo (21-2), Anderson Carvalho (28-2) e Dimba (30-2).

SANTOS
Rafael; Rafael Caldeira, Bruno Rodrigo e Vinícius Simon; Crystian (Pará), Anderson Carvalho, Ibson, Felipe Anderson (Breitner) e Paulo Henrique; Rentería (Dimba) e Alan Kardec.
Técnico: Muricy Ramalho

LINENSE
Douglas; Marcelo (Wellington), Bruno Quadros, Pablo e Anderson Luis; Tarracha (Alexandre Silva), Marlon, Andrade e Neto (Diego Macedo); João Henrique e Lenilson.
Técnico: Pintado



Reservas do Santos goleiam Linense

Os reservas do Peixe deram conta do recado e derrotaram o Linense, pelo placar de 4 a 1, na noite deste domingo

O Santos resolveu poupar os seus titulares nesta rodada do final de semana do Campeonato Paulista, visando a estreia do clube na Copa Libertadores da América, diante do The Strongest (Bolívia), na próxima quarta-feira, em La Paz. Mas os reservas do Peixe deram conta do recado e, com facilidade, derrotaram o Linense, pelo placar de 4 a 1, na noite deste domingo, no Estádio 1° de Maio, em São Bernardo do Campo.

Com a vitória sobre o Elefante da Noroeste, os santistas alcançaram o seu segundo triunfo consecutivo no torneio, subindo para a sexta posição, com 12 pontos. Já o Linense caiu para a 13° colocação, com os mesmos oito pontos ganhos de antes.

Depois de estrear na Libertadores, na altitude de La Paz, o Alvinegro Praiano voltará a jogar no Paulistão contra o Mirassol, no próximo sábado, às 18h30 (horário de Brasília), no José Maria de Campos Maia. O Elefante da Noroeste, por sua vez, recebe o Bragantino, no Estádio Gilberto Siqueira.

O jogo

Mesmo com a forte chuva no ABC Paulista, o Santos começou a partida ofensiva, em busca do seu primeiro gol logo nos minutos iniciais do confronto. A primeira chance de gol do Peixe surgiu aos quatro minutos, com o zagueiro Bruno Rodrigo aproveitando cobrança de escanteio para chutar forte, mas o gol foi evitado pela defesa do goleiro Douglas.

O Linense respondeu a boa oportunidade criada pelos santistas em cobrança de falta de Andrade, aos sete minutos. O volante cobrou bem a infração, exigindo boa defesa do goleiro Rafael, único titular alvinegro utilizado pelo técnico Muricy Ramalho neste jogo.

Rafael ainda voltaria a trabalhar, em dose dupla, nos primeiros minutos do confronto. Aos 11, Marcelo arriscou uma finalização de longa distância, o camisa 1 do Santos rebateu e Neto, mesmo aproveitando a sobra, cara a cara com Rafael, não conseguiu marcar para o Elefante da Noroeste.

O Peixe voltou a ameaçar o Linense, aos 21, quando Crystian fez o cruzamento pela direita, o goleiro Douglas dividiu com Renteria e afastou parcialmente a bola, com o rebote caindo nos pés de Felipe Anderson. O meia santista, desequilibrado, não conseguiu aproveitar a chance e mandou a bola pela linha de fundo.

Com o gramado pesado, o Alvinegro Praiano foi encontrando o seu melhor futebol aos poucos. O resultado disso apareceu no pênalti cometido pelo lateral esquerdo Anderson Luis. Na cobrança, aos 26, o atacante Alan Kardec acertou a trave esquerda de Douglas.

No entanto, se o Santos não converteu a penalidade máxima, no minuto seguinte o time da Vila Belmiro não perdoou e balançou as redes adversárias. Em lance confuso na grande área, o zagueiro Bruno Rodrigo chutou e a bola atravessou a linha do gol, antes de ser cortada por um zagueiro do Elefante da Noroeste.

O assistente que acompanhava o ataque santista e o árbitro adicional colocado atrás do gol do Linense confirmaram o tento para o zagueiro, mesmo com Alan Kardec pegando o rebote e batendo para o gol.

Com o gol do Peixe, o Elefante da Noroeste passou a se arriscar mais no campo de ataque e levou perigo, aos 42, em lance individual de Lenilson. O atacante limpou a marcação e soltou a bomba de perna esquerda, assustando Rafael.

Na volta para o segundo tempo, o técnico Pintado trocou o meia Neto pelo lateral Diego Macedo, buscando mudar a forma de atuar de sua equipe. Perigoso, Macedo quase empatou para o Linense, aos 13, mas Rafael evitou o gol mais uma vez;

Só que os alvinegros continuavam dominando a partida, mesmo com as perigosas jogadas de ataque do adversário. Aos 16, o Santos ampliou a sua vantagem com Vinícius Simon. O zagueiro aproveitou cobrança de escanteio e subiu livre, no meio da zaga do Elefante da Noroeste, para marcar o segundo gol de seu time.

Cinco minutos após o segundo gol santista, o Linense descontou com Diego Macedo, que aproveitou o rebote de um chute de João Henrique, defendido parcialmente por Rafael.

Mas o Peixe não se intimidou com o gol sofrido e voltou a estufar as redes dos visitantes, aos 28. O volante Anderson Carvalho arriscou o chute, a bola desviou em Bruno Quadros e venceu o goleiro Douglas, que nada pôde fazer para evitar mais um tento alvinegro.

Na sequência, aos 30, foi a vez de Dimba, que havia entrado no lugar do colombiano Renteria, deixar a sua marca. O jovem centroavante recebeu ótimo passe de Anderson Carvalho e tocou a bola por cima de Douglas: 4 a 1 para o Santos. Após o quarto gol, o Peixe se preocupou mais em administrar a vantagem construída do que tentou ampliar o marcador. Desta forma, o resultado se manteve até o apito final do árbitro.

São Caetano 3 x 2 Santos

Data: 17/11/2002, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª fase – 25ª rodada (última)
Local: Estádio Anacleto Campanella, em São Caetano, SP.
Público e Renda: não divulgados
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP)
Cartões amarelos: Iriney, Serginho, Capixaba, Alexandre e Claudecir (SC)
Gols: Claudecir (40-1); Capixaba (08-2), Alex (13-2), Claudecir (18-2) e Alberto (43-2).

SÃO CAETANO
Sílvio Luiz; Marlon, Serginho, Dininho e Lúcio; Claudecir, Iriney Magrão e Luiz Carlos Capixaba; Edu Sales e Wágner.
Técnico: Mário Sérgio.

SANTOS
Rafael; Maurinho, André Luís, Alex e Léo; Alexandre, Renato, Elano e Douglas; Diego e Robinho.
Técnico: Emerson Leão.


Santos perde para o São Caetano, é ajudado pelo Gama e fica em 8º

O Santos quase se complicou na rodada final e garantiu a última vaga para as quartas-de-final do Campeonato Brasileiro graças ao rebaixado Gama. A equipe da Baixada perdeu por 3 a 2 para o São Caetano, neste domingo, no ABC, e só não foi eliminada precocemente por causa da derrota do Coritiba para o Gama.

Os santistas terminaram a fase classificatória com 39 pontos, mesma soma do Cruzeiro, que apesar da vitória de 2 a 0 sobre o Goiás, ficou com saldo de gols inferior ao dos paulistas: 1 contra 10. O Vitória, com os 4 a 3 sobre o Palmeiras, ficou com 37.

O Coritiba, se tivesse vencido o Gama, chegaria aos 39 e superaria o Santos no número de vitórias: 12 contra 11. Mas com a surpreendente goleada de 4 a 0 sofrida no Distrito Federal, terminou em décimo lugar.

Nas quartas-de-final o Santos enfrentará o São Paulo, melhor time da primeira fase e que conquistou 52 pontos. O time do Morumbi terá a vantagem de jogar por dois empates e sempre disputará o segundo jogo em casa. O primeiro clássico deverá ser realizado na Vila Belmiro, caso o estádio seja liberado pela CBF.

O São Caetano ficou com a vice-liderança, com 47 pontos, e terá o Fluminense, sétimo colocado, como próximo adversário. O time do ABC jogará o segundo jogo no Anacleto Campanella até as semifinais.

O grande destaque da partida deste domingo foi o volante Claudecir, autor de dois gols. O outro foi feito por Luis Carlos Capixada. O zagueiro Alex e o atacante Alberto, em cobrança de pênalti, marcaram os gols santistas.

O Santos atrasou a partida em cinco minutos, cadenciou o jogo e montou esquema defensivo, mas foi derrotado por 3 a 2 pelo São Caetano, com dois gols do volante artilheiro Claudecir no estádio Anacleto Campanella.

Mesmo caindo duas posições na tabela (da sexta para a oitava), o Santos acabou com a última vaga entre os classificados para as quartas-de-final, quando encara o líder do Brasileiro, o São Paulo.

O atraso da partida foi encarado como normal pelos dois técnicos. “Não atrasamos. Estava quente, tinha gente tomando água, outros rezando, outros ouvindo as últimas instruções no túnel”, justificou Emerson Leão.

Já o treinador do ABC, Mário Sérgio, disse entender o expediente do colega de profissão. “Acho que é o direito do Leão. Ele quer conhecer o resultado dos outros jogos antes que termine essa partida. Nós não precisamos de nada disso”, afirmou o treinador da equipe do ABC.

A partida começou em ritmo lento, com os dois times jogando de forma cadenciada, com passes laterais, balões e muita defesa. O São Caetano, jogando sua invencibilidade em casa (dez vitórias e dois empates), era a equipe que mais se arriscava no ataque.

Foi assim para a equipe aos 3min, em chute de Lúcio, e aos 9min, em voleio de Claudecir. Já o Santos só levou perigo ao gol de Silvio Luiz com duas cabeçadas e um chute de fora da área.

O clima, que começou com sol intenso e 32C, virou aos 33min, com chuva e vento fortes. O gramado molhado aumentou a velocidade e diminuiu o controle de bola. O Santos, com seu estilo estudado, acabou punido.

Aos 41min, o lateral Marlon cruzou da direita para Claudecir, que se antecipou à zaga santista e desviou para marcar seu gol.

No intervalo, os torcedores do Santos (maioria no estádio) brigaram entre si, o técnico santista decidiu pela entrada do atacante Alberto, e os jogadores falavam em pressionar (“Temos que arriscar mais”, afirmou o volante Renatinho; “Vamos pressionar”, disse o lateral Léo).

Mas o que se viu no início da segunda etapa foi o São Caetano dominando a partida. Enquanto a torcida santista pedia em coro a entrada do experiente meia Robert, o time da casa ampliava o placar com gol de Luis Carlos Capixaba, aos 8min.

O Santos diminuiu a diferença três minutos depois, em cobrança de falta de Elano desviada de cabeça pelo zagueiro Alex.

Mas o São Caetano daria nova prova de sua superioridade, com o terceiro gol, aos 16min. Novamente, o volante artilheiro Claudecir marcou. Dessa vez, ele marcou de cabeça após cruzamento.

No final, com o sol de volta ao céu, o Santos voltou a reduzir a vantagem rival, com um gol de pênalti, marcado por Alberto. O time ainda pressionou, mas não conseguiu empatar.

Fontes: Folha de São Paulo e Revista Lance.