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Santos 2 x 0 Cruzeiro

Data: 17/08/2006
Competição: Campeonato Brasileiro – 17ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 4.522 pagantes
Renda: R$ 49.881,00
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Auxiliares: José Otávio Dias Bitencourt e Altemir Hausmann (ambos do RS).
Cartões amarelos: Cléber Santana (S); Diogo, Edu Dracena e Kerlon (C).
Gols: Wellington Paulista (18-1) e Rodrigo Tabata (36-2).

SANTOS
Fábio Costa; Denis, Domingos, Luiz Alberto e Kléber; Heleno, Wendell, Cléber Santana e André (Rodrigo Tabata); Jonas (Rodrigo Tiuí) e Wellington Paulista (Leandro)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

CRUZEIRO
Lauro; Jonathan (Michel), Thiago Heleno, Edu Dracena e Júlio César; Diogo, Sandro, Francismar e Leandro Bomfim (Kerlon); Carlinhos Bala (Élber) e Alecsandro
Técnico: Oswaldo de Oliveira



Santos vence o Cruzeiro e assume a vice-lideranca do Brasileiro

Com gols de Wellington Paulista e Rodrigo Tabata, o Santos derrotou o Cruzeiro por 2 a 0, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, e assumiu a vice-liderança do Campeonato Brasileiro-06.

Com 31 pontos, a equipe está atrás apenas do São Paulo, que já somou 33 pontos em um jogo a menos. Internacional e Paraná, que ocupam respectivamente a terceira e a quarta colocações, também jogaram uma partida a menos.

Sem poder contar com o volante chileno Maldonado, que defendeu a seleção chilena ontem, o técnico Vanderlei Luxemburgo escalou o seu meio-campo com Heleno, Wendel e Cléber Santana como volantes, deixando apenas André com a missão de fazer a ligação entre a defesa e o ataque.

Assim, o Santos ficou dependente dos avanços dos seus alas, Dênis, pela direita, e Kléber, pela esquerda, que assumiram a responsabilidade de criar as principais jogadas do time.

Outra mudança feita pelo treinador foi deixar Reinaldo no banco de reservas e iniciar a partida com Wellington Paulista, autor do primeiro gol do jogo. Aos 19min, o atacante aproveitou escanteio cobrado por Kleber e cabeceou forte.

Em seguida, o Santos perdeu duas boas chances de ampliar com André. A primeira, de cabeça, e a segunda, em um chute de fora da área. Em ambas as oportunidades, a bola passou perto da trave esquerda do goleiro Lauro.

Precisando atacar para evitar a derrota, o Cruzeiro, que estreava o técnico Oswaldo de Oliveira, substituto de Paulo César Gusmão, passou a adotar uma postura tática mais ofensiva no segundo tempo, com a entrada Kerlon no lugar de Leandro Bonfim.

Mesmo assim, a equipe de Minas Gerais não conseguiu impor o seu ritmo de jogo e passar pela sólida defesa santista, a melhor do Brasileiro, com apenas 14 gols sofridos.

Aos 37min, o Santos conseguiu ampliar com Rodrigo Tabata, que recebeu passe de Leandro e bateu na saída de Lauro para fechar o marcador.

Ha cinco jogos sem perder, o Santos volta a campo no próximo domingo, quando recebe o Vasco, com o objetivo de assumir a liderança do Nacional. No mesmo dia, o Cruzeiro tenta interromper sua série de seis partidas sem vitoria contra o São Paulo, no Mineirão.


Paraná 1 x 1 Santos

Data: 13/08/2006, domingo, 18h10.
Competição: Campeonato Brasileiro – 16ª rodada
Local: Estádio Pinheirão, em Curitiba, PR.
Público: 16.851 pagantes
Renda: R$ 193.490,00
Árbitro: Antônio Hora Filho (SE)
Auxiliares: Antônio da Cruz dos Santos e Ivaney Alves de Lima (ambos do SE)
Cartões amarelos: Edmilson (P); Leandro (S).
Gols: Wellington Paulista (05-1) e Maicossuel (13-1).

PARANÁ
Marcos Leandro; Gustavo, Edmilson (Neguete) e Emerson; Ângelo, Pierre (João Victor), Felipe Alves, Maicossuel e Edinho; Sandro (Zumbi) e Leonardo.
Técnico: Caio Júnior

SANTOS
Fábio Costa; Manzur, Luiz Alberto e Ronaldo Guiaro (Rodrigo Tiuí); Dênis, Wendel, Cléber Santana, André (Rodrigo Tabata) e Kléber; Wellington Paulista (Leandro) e Jonas.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Santos e Paraná empatam no Pinheirão e descem na tabela

A rodada não foi o que Santos e Paraná esperavam. Se antes dela, ambos almejavam a liderança da Série A, ao seu término os dois times viram o líder São Paulo abrir cinco pontos de diferença e se isolar ainda mais na liderança, após empate no Pinheirão por 1 a 1, neste domingo.

Além da distância do líder, Paraná e Santos foram ultrapassado na tabela pelo Internacional (que venceu o Fortaleza de virada por 2 a 1, no Castelão), que assume a vice-liderança da competição, com 29 pontos. Além disso, o Fluminense também triunfou (diante do Cruzeiro, por 3 a 2, no Mineirão) e empatou em número de pontos com as equipes (ficando atrás por saldo de gols).

O resultado mantém as equipes na terceira e quarta posição na tabela de classificação, com 28 pontos. O São Paulo venceu o Goiás por 2 a 1 e assumiu a liderança isolada da Série A, com 33 pontos.

Com o empate, a equipe de Vanderlei Luxemburgo quebrou uma seqüência de três vitórias consecutivas, e com o empate, não igualou a marca obtida no início da competição, quando completou quatro partidas seguidas com triunfos (Atlético-PR, Palmeiras, Fortaleza e Ponte Preta).

Apesar do resultado não planejado, o zagueiro Luiz Alberto preferiu ver o lado positivo do empate. “O Paraná tem um time muito rápido, mas nós marcamos com eficiência. Foi um jogo taticamente muito disputado e isso valorizou o resultado. O mais importante é que nós nos mantivemos entre os primeiros colocados do Campeonato Brasileiro”, afirmou.

Com os gols da partida, Santos e Paraná mantém a melhor defesa e ataque do campeonato, respectivamente. A equipe santista passa a ter 14 gols sofridos, enquanto os anfitriões deste domingo sobem para 30 gols, garantindo ainda o melhor ataque da competição.

Paraná e Santos retornam aos gramados em datas diferentes. Enquanto o time da Vila Belmiro enfrenta o Cruzeiro, em casa, na próxima quinta-feira, a equipe paranaense folga no meio da semana (a partida foi adiada, já que seu adversário seria o Internacional, que disputa a final da Copa Libertadores com o São Paulo na quarta-feira) e joga contra o São Caetano, domingo, novamente no Pinheirão.

O jogo

O confronto no Pinheirão começou como se esperava. Bastante movimentação de ambos os times e busca ao ataque. Porém, com o apoio de sua torcida, o time da casa abusou da ofensividade e foi surpreendido logo aos 5min.

Em rápido contra-ataque, o atacante Wellington Paulista recebeu lançamento livre pela direita, invadiu a área e bateu cruzado, marcando seu primeiro gol no Santos. Na equipe adversária, o atacante disputou os últimos dois Campeonatos Brasileiros, e não marcou em nenhum deles.

A vantagem santista poderia ter sido ampliado momentos depois, aos 10min. Após falha do goleiro Marcos Leandro (que substituiu Flávio, suspenso), a bola escapou de suas mãos, mas Wellington Paulista não aproveitou e bateu para fora.

Apesar desse lance isolado, o gol não abalou os anfitriões, que mantiveram o ritmo e não demoraram para igualar o resultado do jogo e derrubar a defesa menos vazada do campeonato. Em linda tabela com Edinho, Maicossuel invadiu a área do Santos e tocou na saída de Fábio Costa, aos 13min.

Mesmo com três zagueiros, os visitantes ofereciam espaços ao Paraná, que dominou a primeira metade da etapa inicial. O time alvinegro apenas voltou a assustar no fim da primeira etapa, porém, não com muito perigo.

“Tomamos o gol no inicio em uma jogada que nós já imaginávamos que poderia acontecer, já que o forte deles é o contra-ataque, mas as grandes chances, sem dúvida, foram do Paraná”, resumiu o técnico Caio Júnior, ao fim da primeira etapa.

A empolgação do início do primeiro tempo não se repetiu no segundo. A ida para os vestiários parece ter esfriado o jogo, que seguiu com poucas chances de perigo. As únicas foram paralisadas pelos assistentes, que erraram em suas marcações de impedimento. Wellington Paulista e Maicossuel chegaram a ficar sozinhos com seus goleiros adversários (o segundo chegou até a marcar), mas suas conclusões não valeram.

Com os gritos dos torcedores, o Paraná ameaçou superioridade diante do Santos, na metade do segundo tempo. Mas nada que assustasse o goleiro Fábio Costa, que praticamente não trabalhou na partida. Luxemburgo ainda tentou buscar mais o ataque, mudando o esquema do time para o 4-4-2, tirando um zagueiro (Ronaldo Guiaro) e colocando um atacante (Rodrigo Tiuí). Porém, nada foi suficiente para que a partida tivesse mais um gol.