Navegando Posts marcados como Victor Ferraz

Santos 1 x 0 Botafogo

Data: 07/06/2017, quarta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 5ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 14.486 presentes (12.190 pagantes e 2.296 não pagantes)
Renda: R$ 349.190,00
Árbitro: Jailson Macedo Freitas (BA)
Auxiliares: Alessandro A. Rocha de Matos e Elicarlos Franco de Oliveira (ambos da BA).
Cartões amarelos: Lucas Veríssimo, Thiago Maia e Vitor Bueno (S); Arnaldo (B).
Gol: Victor Ferraz (50-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Matheus Ribeiro (Jean Mota); Renato, Thiago Maia e Vecchio (Rodrigão); Vitor Bueno (Vladimir Hernández), Arthur Gomes e Kayke.
Técnico: Elano (interino)

BOTAFOGO
Helton Leite; Arnaldo, Joel Carli, Igor Rabello e Gilson; Rodrigo Lindoso (Dudu Cearense), Fernandes (Montillo), Matheus Fernandes e João Paulo; Rodrigo Pimpão (Pachu) e Roger.
Técnico: Jair Ventura



Sob olhares de Levir, Santos joga mal, mas vence o Fogão no Paca

Após a saída de Dorival Júnior, demitido no último domingo, o Santos agiu rápido e confirmou a contratação de Levir Culpi na última terça. O novo treinador esteve no Pacaembu, nesta quarta-feira, mas não deve ter gostado do que viu no duelo contra o Botafogo, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Afinal, ele deixou o estádio quando o placar ainda apontava 0 a 0. Desorganizado e errando muitos passes, o Peixe não conseguiu produzir. E quando que o empate parecia certo, Victor Ferraz acertou bela cobrança de falta e contou com falha de Helton Leite para aliviar a tensão no estádio paulistano.

Com a vitória magra, o Peixe espantou a crise, chegou aos 6 pontos e fugiu da zona de rebaixamento. Já o Fogão estacionou nos sete pontos e ficou na oitava colocação.

No próximo domingo, o Alvinegro Praiano será comandado pela última vez pelo interino Elano no duelo contra o Atlético-PR, às 19h (de Brasília), em Curitiba. Depois, Levir Culpi assume o comando da equipe. Também no domingo, mas às 11h, o Fogão recebe o Coritiba no Engenhão.

O jogo

Apesar da saída de Dorival Júnior e de todas as mudanças implantadas pelo interino Elano, o Peixe começou o duelo contra o Botafogo mantendo o estilo de jogo e apostando na posse de bola. E logo aos três minutos, o alvinegro quase abriu o marcador no Pacaembu. Matheus Ribeiro cruzou para a área e Vitor Bueno escorou de cabeça para Thiago Maia. O volante soltou uma bomba da entrada da área, mas o goleiro Helton Leite salvou.

O Santos continuou com mantendo a bola e buscando os espaços para furar o retrancado Botafogo, que apenas apostava nos contra-ataques. E foi exatamente em um deles que o Fogão perdeu uma chance inacreditável. Pimpão roubou a bola de Matheus Ribeiro no círculo central e ficou na frente de Vanderlei. Com o arqueiro fechando bem o ângulo, o atacante tentou tocar para Roger, mas bateu muito mal na bola. Antes que o centroavante pudesse mandar o fundo das redes, Thiago Maia apareceu como um raio para salvar o Peixe no Pacaembu.

Mesmo após assustar os santistas, o Botafogo seguiu aguardando o Alvinegro Praiano em seu campo de defesa. Já o time comandado por Elano, por sua vez, até demonstrava intensidade para tentar reverter a má fase. Porém, a equipe esbarrava nos vários erros de passe e pouco conseguia chegar no gol de Helton Leite. Tanto que a melhor oportunidade no restante do primeiro tempo foi um chute de longa distância de Thiago Maia, que passou perto da trave do arqueiro botafoguense.

Na volta do intervalo, o Botafogo mudou a postura e passou a se lançar mais ao ataque. O Santos, por sua vez, retornou ainda mais desorganizado que no primeiro tempo. Afobada, a equipe comandada por Elano errava muitos passes e não conseguia assustar Helton Leite.

A partida foi tão sofrida que a melhor oportunidade saiu apenas aos 29 minutos da segunda etapa, quando Arthur Gomes tocou para Kayke no lado esquerdo da área e o camisa 11 bateu para fora.

Irritados com a fraca apresentação, os torcedores do Peixe começaram a protestar no Pacaembu. Mesmo sem jogar bem e sofrendo a pressão de todo o estádio, o Santos conseguiu chegar ao gol da vitória. Aos 50 minutos, Victor Ferraz bateu falta com categoria e tirou o zero do placar, garantindo o segundo triunfo santista no Brasileirão.

Bastidores – Santos TV:

Ferraz admite cavar falta contra o Fogão: “Estava difícil de outra maneira”

O Santos não jogava bem, empatava em 0 a 0, e sofria com as vaias da torcida no duelo contra o Botafogo, na noite desta quarta-feira, no Pacaembu, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Porém, aos 49 minutos do segundo tempo, Victor Ferraz caiu na entrada da área e a arbitragem marcou a falta. O próprio lateral-direito foi para a cobrança e bateu no canto esquerdo para tirar o sufoco do Peixe e garantir a segunda vitória do Peixe na competição.

Na saída do gramado, Ferraz admitiu que ‘cavou’ a infração e reconheceu que o alvinegro não estava tendo uma boa apresentação no Pacaembu.

“Estava difícil entrar de outra maneira, a equipe do Botafogo é muito bem treinada, está confiante, está bem. Prendi a bola para sofrer a fota e dedico a minha esposa e a minha filha, essa semana vou ser pai, então dedico a ela e a Jesus. Eu fico muito perto da bola para bater, em curta distância. Eu ia bater por cima da barreira, mas ela andou muito, não ia passar. Sabia que o Helton não ia ver a bola. Bati no cantinho onde seria indefensável e fui feliz”, comentou o camisa 4.

Levir vai ao Pacaembu, mas ‘perde’ gol do Santos contra o Botafogo

Novo técnico do Santos, Levir Culpi esteve no Pacaembu para assistir ao jogo contra o Botafogo, na noite desta quarta-feira, no Pacaembu. Porém, o comandante deve ter saído desanimado, afinal, e deixou o estádio antes do gol salvador de Victor Ferraz, aos 50 minutos do segundo tempo, que deu a vitória ao Peixe por 1 a 0, no duelo válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.

Mesmo já acertado com o alvinegro desde terça-feira, o novo treinador será anunciado apenas nesta quinta e iniciará os trabalhos na próxima segunda. A estreia do comandante está marcada para o clássico contra o Palmeiras, na quarta que vem, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro.

Por conta disso, Elano terá mais um jogo como técnico do Peixe. Inicialmente, o ex-jogador ficaria no comando somente no embate frente o Fogão. Agora, o auxiliar ficará como interino também contra o Atlético-PR, no próximo domingo, em Curitiba. Como possui uma residência na capital do Paraná, Levir provavelmente também assistirá o jogo na Arena da Baixada.

Com 64 anos, o técnico estava desempregado desde novembro de 2016, quando foi demitido do Fluminense. Nos últimos anos, Levir ficou marcado por barrar Fred no time carioca e também por ter um atrito com Ronaldinho Gaúcho no Atlético-MG.

Apesar da extensa carreira, com passagens por diversos clubes do futebol brasileiro, Culpi vai dirigir o Peixe pela primeira vez. Ele seguirá no clube até o final do ano. Seus títulos de maior expressão são os da Copa do Brasil pelo Cruzeiro, em 1996, e pelo Galo, em 2014.

Fluminense 3 x 2 Santos

Data: 14/05/2017, domingo, 11h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 9.880 pagantes
Renda: R$ 305.610,00
Árbitro: Wagner Reway (MT)
Auxiliares: Fabio Rodrigo Rubinho e Marcelo Grando (ambos do MT)
Cartões amarelos: Léo (F); Victor Ferraz, Bruno Henrique, Lucas Veríssimo, Lucas Lima e Ricardo Oliveira (S).
Gols: Henrique Dourado (03-1), Victor Ferraz (38-1), Henrique Dourado (47-1); Sornoza (12-2) e Vladimir Hernández (42-2).

FLUMINENSE
Diego Cavalieri; Lucas, Renato Chaves, Henrique e Léo; Orejuela, Wendel e Sornoza (Gustavo Scarpa); Wellington Silva (Marcos Júnior), Richarlison (pierre) e Henrique Dourado.
Técnico: Abel Braga

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, Yuri e Jean Mota (Léo Cittadini); Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Vitor Bueno (Vladimir Hernández), Ricardo Oliveira (Kayke) e Bruno Henrique.
Técnico: Dorival Junior



Com dois gols de Dourado, Fluminense mostra força e vence o Santos

Após ter suas últimas atuações questionadas, o Fluminense mostrou força e venceu por 3 a 2 o Santos, neste domingo, no Maracanã, na estreia do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, os tricolores conquistam a primeira vitória na competição, já que os jogos de sábado terminaram empatados. Já os santistas tiveram finalizada a sequência de bons resultados.

Os donos da casa souberam aproveitar melhor os as chances criadas, principalmente no primeiro tempo. Henrique Dourado abriu o placar para o Fluminense, mas viu o Santos empatar com Victor Ferraz. Antes do intervalo, novamente Henrique Dourado deixou os cariocas a frente. Na etapa final, os tricolores chegaram ao terceiro, com Sornoza. Já no fim, os visitantes diminuíram com Hernandez, mas não tiveram tempo para igualar o placar.

O jogo

O Fluminense começou a partida pressionando o Santos e conseguiu abrir o placar logo aos três minutos. Após boa jogada de Léo pela esquerda, Henrique Dourado se antecipou a Yuri e tocou para a rede.

Com a vantagem no placar, os tricolores diminuíram o ritmo e permitiram que o Santos equilibrasse o confronto. No entanto, os paulistas só criaram sua primeira chance de gol aos 15 minutos. Após troca de passes no ataque, a bola sobrou para Jean Mota, que chutou por cima do travessão.

O equilíbrio marcou boa parte do primeiro tempo. As duas equipes se alternavam na tentativa de atacar, mas erravam muito. Com isso, o jogo ficou sendo disputado em ritmo lento, sem grande emoção. Só que aos 38 minutos, o Santos chegou ao empate no Maracanã. Bruno Henrique cruzou pela esquerda e achou Victor Ferraz, que entrou de surpresa na área. O lateral cabeceou cruzado, sem chance para Diego Cavalieri.

Nos minutos finais, o Fluminense voltou a pressionar em busca do segundo gol. Os tricolores assustaram aos 43 minutos. Após escanteio, a bola sobrou para Henrique. O zagueiro chutou, mas acertou a trave direita de Vanderlei. Só que nos acréscimos, os donos da casa ficaram novamente a frente no marcador. Henrique Dourado foi derrubado por Jean Mota na área e o árbitro marcou pênalti. O próprio atacante cobrou para fazer seu segundo gol na partida e deixar os cariocas com a vantagem no intervalo.

O segundo tempo começou movimentado. O Fluminense quase ampliou aos três minutos, quando Richarlison foi lançado, mas viu Vanderlei se antecipar a fazer a defesa. A resposta do Santos veio quatro minutos depois. Bruno Henrique ganhou na raça de Lucas e finalizou para boa defesa de Cavalieri.

Com espaço, os tricolores foram eficientes e chegaram ao terceiro gol aos 12 minutos. Após boa troca de passes, Wendel achou Sornoza na área. O meia dominou e chutou colocado, sem chance para Vanderlei.

O revés não desanimou o Santos, que desperdiçou duas chances no mesmo lance. Após cruzamento, Ricardo Oliveira cabeceou no travessão. No rebote, Bruno Henrique também acertou o travessão de Diego Cavalieri antes da zaga tirar o perigo.

Só que o Fluminense seguia sendo mais perigoso e quase chegou ao quarto aos 20 minutos. Léo tabelou com Henrique Dourado e chutou cruzado para boa defesa de Vanderlei. Depois, foi a vez de Sornoza finalizar, mas parar no goleiro santista.

Com o passar do tempo, o Santos foi obrigado a avançar para tentar diminuir o prejuízo. No entanto, a equipe paulista errava muito na parte ofensiva e pouco incomodava a defesa carioca. Somente aos 39 minutos, os visitantes quase marcaram o segundo. Victor Ferraz fez boa jogada e tocou para Hernandez, mas o colombiano chutou por cima do gol.

De tanto insistir, os paulistas chegaram ao gol aos 42 minutos. Bruno Henrique chutou para o gol, Diego Cavalieri espalmou para frente e Hernandez apareceu para colocar a bola para a rede. Nos minutos finais, o Santos buscou o empate, mas o Fluminense conseguiu segurar a vitória até o apito final.

Bastidores – Santos TV:

Victor Ferraz lamenta derrota para o Flu e prega foco na Libertadores

A estreia do Santos no Campeonato Brasileiro não foi da maneira como os jogadores esperavam. O Peixe foi derrotado por 3 a 2 pelo Fluminense, na manhã deste domingo, no Maracanã. Autor do primeiro gol alvinegro, o lateral direito Victor Ferraz lamentou o resultado e o desempenho defensivo da equipe, que foi vazada por três vezes na partida.

“A gente acabou vacilando no começo, tomando gol, que não era a nossa proposta. Não fomos bem defensivamente, que é o nosso ponto forte. A gente toma poucos gols, nossos números são muito bons, mas hoje tomamos três em um jogo só, o que não é normal”, avaliou Ferraz em entrevista ao canal Premiere no final do jogo.

O camisa 4 santista reconheceu que o calor atrapalhou o Peixe – o jogo foi realizado às 11 horas (de Brasília) e os termômetros registram temperatura na casa dos 30°C – e, aliado ao desgaste do confronto com o Paysandu, na última quarta-feira, pela Copa do Brasil, prejudicaram o estilo de jogo da equipe. Sem muito tempo para lamentar, Victor Ferraz pregou foco no próximo compromisso do Santos, pela Libertadores.

“Hoje fez muito calor e a gente veio de um jogo muito desgastante em Belém, o campo não era bom e a viagem foi muito difícil também. A gente tentou dar o nosso melhor, corremos atrás do resultado. Foi um jogo difícil, queríamos estrear bem, mas não deu. Agora é pensar na Libertadores, que é o nosso principal objetivo da temporada”, declarou.

O Santos volta a campo já na próxima quarta-feira, às 19h30 (de Brasília), para enfrentar o The Strongest, pela quinta rodada da fase de grupos da Copa Libertadores da América, na Bolívia. A equipe viaja nesta segunda-feira para se ambientar à altitude de 3.660 metros da cidade de La Paz e Victor Ferraz confia no trabalho da comissão médica para recuperar os atletas.

“Tem que descasar a partir de agora, voltar para Santos, porque amanhã já viajamos novamente. Mas eu tenho certeza que o pessoal da fisiologia vai fazer um grande trabalho para estarmos com todo mundo 100% lá na Bolívia”, concluiu.

Dorival vê derrota injusta do Santos e reclama de pênalti não marcado

A derrota por 3 a 2 para o Fluminense na estreia do Santos no Campeonato Brasileiro, neste domingo, no Maracanã, não foi um resultado justo na avaliação do técnico alvinegro Dorival Júnior. O treinador viu sua equipe melhor em campo, buscando mais o jogo e criando mais oportunidades.

“O Santos não mereceria uma derrota aqui de maneira nenhuma por tudo aquilo que jogou, que produziu. A vitória do Fluminense é incontestável, porém o Santos não poderia ter saído daqui derrotado por tudo o que fez”, analisou. “Acabamos sofrendo o segundo gol bem na virada no primeiro para o segundo tempo e isso tenha dificultado um pouco mais. Voltamos, tomamos o terceiro gol, continuamos mantendo a posse de bola, criando, buscando os espaços. Jogamos bolas na trave, tivemos lances favoráveis, mas infelizmente não era nossa tarde”, completou o comandante santista.

Dorival lamentou o gol sofrido logo no início da partida, mais precisamente aos três minutos, e condicionou este fato ao modo como o jogo transcorreu no primeiro tempo, com o Fluminense administrando a vantagem e o Santos buscando o empate. O treinador santistas ainda reclamou de um pênalti não marcado a favor de sua equipe nos instantes finais do confronto.

“Eles se aproveitaram sim (dos 15 minutos iniciais) e a partir daí tiveram o jogo sempre na espera, o Fluminense jogou esperando praticamente durante os 90 minutos. Acho que o importante foi que o Santos teve paciência, rodou bola, criou oportunidades, teve um pênalti absurdo não anotado nos últimos momentos da partida”, protestou.

De acordo com o comandante alvinegro, o árbitro Wagner Reway foi avisado de que os zagueiros do Fluminense estavam segurando os atacantes do Santos nas jogadas dentro da área, mas não deu atenção ao aviso. Dorival considerou o pênalti não marcado como um ‘lance capital’, mas exaltou a produção ofensiva do Peixe.

“Ele (o árbitro) foi avisado ao longo dos 90 minutos que os jogadores estavam sendo muito segurados dentro da área do Fluminense. Foi um lance capital, que poderia ter decidido. Nós tivemos 20 chutes no gol do Fluminense, nove deles no Cavalieri. Foi uma grande partida, não temos que ficar buscando fatos negativos. Ao contrário, o Santos teve muito mais coisas positivas do que negativas, apenas não concretizamos o resultado”, finalizou.



Vídeos: Gols e melhores momentos

Santos 3 x 1 Ponte Preta

Data: 16/07/2016, sábado, 18h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 15ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 11.979 pagantes
Renda: R$ 364.360,00
Árbitro: Marielson Alves Silva (BA)
Auxiliares: Gustavo Rodrigues de Oliveira e Bruno Salgado Rizo (ambos de SP).
Cartões amarelos: Thiago Maia, Gabriel e Zeca (S); Willian Pottker e Wendel (PP).
Gols: Victor Ferraz (20-1); Vitor Bueno (12-2), Gabriel (26-2) e Roger (39-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Zeca; Renato, Thiago Maia, Vitor Bueno e Lucas Lima (Elano); Gabriel (Vecchio) e Ricardo Oliveira (Rodrigão).
Técnico: Dorival Júnior

PONTE PRETA
João Carlos, Nino Paraíba, Fábio Ferreira, Grolli e Reinaldo; Maycon, Matheus Jesus (Felipe Menezes), Wendel e Clayson (Giva); Rhayner e Willian Pottker (Roger).
Técnico: Eduardo Baptista



Santos derrota a Ponte Preta na despedida do trio olímpico

No dia em que teve a oportunidade de jogar com sua força máxima pela primeira, e talvez a única, vez no Campeonato Brasileiro, o Santos não vacilou e fez a lição de casa com autoridade. Na vitória sobre a Ponte Preta por 3 a 1, neste sábado, na Vila Belmiro, com gols de Victor Ferraz, Vitor Bueno e Gabriel, o Peixe ratificou a quarta colocação na tabela, com 26 pontos. A Macaca, que descontou com Roger, segue com 23 pontos.

O triunfo santista foi marcado pela eficiência da equipe do técnico Dorival Júnior, que não desperdiçou as chances que teve. O Peixe agora torce para os tropeços de Palmeiras, Corinthians e Grêmio, que jogam no domingo e ocupam as três primeiras colocações, respectivamente, para colar de vez na parte de cima da tabela.

Agora sem Zeca, Thiago Maia e Gabriel, que se apresentam neste domingo à Seleção Brasileira que disputa a Olimpíada, a equipe da Baixada Santista volta a campo na quarta-feira, diante do Gama, no Bezerrão, pela terceira fase da Copa do Brasil. Já a Ponte Preta retorna no mesmo dia, diante do Figueirense, também pela Copa do Brasil, em Campinas.

O jogo

Desde o início, a partida teve a postura tática exatamente como se imaginava, com o Santos dono das ações e a Ponte na espera de um contra-ataque.

Com Gabriel inspirado, o gol era uma questão de tempo para os santistas. E foi realmente o que aconteceu. Aos 20, Gustavo Henrique caprichou na cobrança de falta. A bola foi na trave direita de João Carlos. No rebote, Victor Ferraz, em falha de marcação da defesa da Macaca, só teve o trabalho de cabecear para o gol aberto.

Aos 35, em descida pela esquerda, Gabriel levou a melhor sobre o seu marcador e cruzou na medida para Ricardo Oliveira, que tocou no canto direito do goleiro campineiro, mas para fora do gol.

A Ponte Preta ensaiou uma reação nos minutos finais. Aos 43, Pottker recebeu na área e finalizou de esquerda para excelente defesa de Vanderlei e corte de Gustavo Henrique, na sequência.

Os visitantes voltaram para o segundo tempo com a proposta bem definida de empatar a partida logo nos primeiros minutos. Mas o objetivo campineiro esbarrou mais uma vez no bom desempenho do goleiro Vanderlei.

Aos 6, Maycon recebeu na entrada da área, driblou Gustavo Henrique e chutou cruzado. Vanderlei se esticou todo para fazer uma bela defesa.

O Santos poderia ter definido a partida logo na sequência, quando Gabriel disparou livre pelo campo da Ponte Preta, tirou João Carlos da jogada com um corte para a direita, mas perdeu o ângulo para definir com precisão.

Mas, aos 12 minutos, não teve jeito para a Ponte. Gabriel deu belo passe para Ricardo Oliveira, dentro da área, pela direita. O camisa 9 tocou rasteiro para o meio da área, Grolli furou e ficou fácil para Vitor Bueno tocar para dentro.

O panorama se repetiu aos 28 minutos: quando a Ponte mais rondava a área santista, o Santos novamente chegou ao gol. Após cruzamento pela direita, Ricardo Oliveira tentou o chute, mas a bola sobrou para Gabriel marcar.

Logo depois do gol, o camisa 10 protagonizou uma imagem emblemática, ao se ajoelhar atrás do gol e beijar o escudo do clube, pintado no gramado. Seria um sinal de despedida do Peixe em razão do assédio da Juventus, da Itália?

A Ponte ainda descontou aos 39, quando Rayner lançou Roger pela direita. Gustavo Henrique não acompanhou o atacante, que pôde finalizar e marcar.

Gabriel fala em tom de despedida; Barça observa Lucas Lima

Os gritos de “Fica, Gabigol!” vindos das arquibancadas da Vila Belmiro após a vitória santista sobre a Ponte Preta, neste sábado, foram um sinal claro de que até a torcida santista sabe que está cada vez mais próximo o momento de Gabriel deixar o Santos.

Com atuação destacada, marcada por uma assistência e um gol, o atacante sinalizou que sua despedida pode ter ocorrido neste sábado. Ao balançar as redes, o camisa 9 se ajoelhou atrás do gol e beijou o símbolo do clube, algo inusitado na carreira do atacante.

“Aqui é meu quintal onde eu brinco. Estou muito contente de jogar na minha casa. Fazer um gol na Vila Belmiro é uma alegria enorme. Não sei se foi meu último jogo, mas não sei se volto (depois da Olimpíada). Curti muito esse momento do gol. Deixo a decisão nas mãos do meu pai e do meu empresário. Estamos conversando, discutindo bastante. Meu foco agora é a Seleção Brasileira”, disse Gabriel, logo após a partida.

Neste domingo, Gabriel viaja para Teresópolis, no Rio de Janeiro, junto com Zeca e Thiago Maia, onde se junta à Seleção Brasileira que disputará os Jogos Olímpicos.

Após quase assinar a renovação contratual com o Santos, o atacante está perto de deixar o Peixe. A Juventus, da Itália, sinaliza oferecer uma quantia milionária para a diretoria santista. O Santos tem direito a somente 40% dos direitos econômicos do atleta.

Semana passada, a renovação contratual de Gabriel estava praticamente definida até 2021, faltando apenas a assinatura contratual. A diretoria santista convenceu o jogador a recusar o Chelsea, da Inglaterra, para ficar na Vila Belmiro e até divulgou nota oficial dizendo que o novo contrato estava em fase de confecção de minuta.

No entanto, a proposta italiana mudou o rumo da negociação e o destino do atacante está cada vez mais próximo de ser a Europa. Pelo Santos, Gabriel marcou 57 gols em 155 partidas. Na temporada de 2016, o atacante anotou 13 gols em 28 jogos. No Brasileiro deste ano, foram cinco gols em 10 partidas.

Lucas Lima é observado pelo Barça – Quem também não está certo sobre seu futuro no Santos é o meia Lucas Lima. Diante da Ponte Preta, o jogador foi observado por Robert Fernández, secretário-técnico do Barcelona. O meia tem sido frequentemente tem sido chamado para a Seleção Brasileira e já declarou que tem a intenção de atuar na Europa em breve. A boa relação com Neymar pode facilitar a transferência do jogador para a Espanha. Além de Lucas Lima e Gabriel, nomes como Thiago Maia e Zeca têm atraído a atenção de empresários do exterior.

Dorival demonstra insatisfação com provável saída de jogadores

O momento era para se de satisfação após seu time vencer mais uma partida de maneira convincente e ver que sua equipe está cada vez mais embalada e disposta a lutar pelo título do Campeonato Brasileiro. Porém, o técnico Dorival Júnior está bastante preocupado. Mais do que isso: está incomodado com as notícias que rondam a Vila Belmiro com rumores de que alguns de seus principais atletas devem deixar o clube até o fechamento da janela de transferências, no dia 31 de agosto.

O incômodo é tão grande que o treinador adotou um discurso que foge da sua caraterística conciliadora e serena na maioria das entrevistas. Na coletiva após o Santos derrotar a Ponte Preta por 3 a 1 neste sábado, Dorival falou em tom de desabafo.

“Se quisermos buscar algo melhor na competição, será com atuações como essas que tivemos nos últimos jogos. A produção que o Santos tem com todos os jogadores à disposição é muito forte. Agora sairão três jogadores (para as Olimpíadas). Não há como suprirmos isso sem tempo para prepararmos essas saídas. Os jogadores que temos podem até suprir essas ausências, mas a tendência é de encontrarmos dificuldades nas próximas partidas para mantermos o nível de atuação que estamos tendo”, avaliou o treinador, para, em seguida, desabafar, quando foi questionado sobre a eventual saída de Gabriel para Europa.

“É difícil falar que esse é o momento dele sair. Mas torço para que isso não aconteça nesse momento e espero que a diretoria pense nisso. Está na hora de pararmos de ter que montar a equipe durante a competição. Temos que pontuar o nosso torcedor para mostrar o que queremos: vamos buscar títulos ou buscarmos uma equipe nova a todo o momento? Está na hora de pensarmos grande. É preciso que o clube se posicione”, enfatizou Dorival.

O desabafo do treinador não parou por aí. O comandante santista utilizou como exemplo a saída do meia Geuvânio, para o futebol chinês, ano passado, para demonstrar o quanto é difícil ajustar a equipe após a transferência de um atleta importante no elenco.

“Até hoje não conseguimos um composição sem o Geuvânio. A reposição muitas vezes sai mais cara que a venda. Por isso me questiono se não é hora de os clubes aqui se posicionarem. O Geuvânio nos fez muita falta no Paulista e não tivemos uma reposição no mesmo nível”, disse. “Se um clube pagar a multa rescisória (do Gabriel), não há o que fazer. Se isso acontecer, ótimo. Do contrário, não vejo razão para negociar o jogador”, finalizou.

Novorizontino 3 x 3 Santos

Data: 13/02/2016, sábado, 21h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 4ª rodada
Local: Estádio Dr. Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte, SP.
Público: 8.505 pagantes
Renda: R$ 300.014,00
Árbitro: Luiz Vanderlei Martinucho
Auxiliares: Herman Brumel Vani e Fabricio Porfirio de Moura
Cartões amarelos: Lima (N).
Gols: Gabriel (39-1); Pereira (07-2), Lucas Lima (12-2), Rayllan (22-2), Lima (26-2) e Victor Ferraz (39-2).

NOVORIZONTINO
Anderson; Éder Sciola, Domingues, Jéci e Paulinho; Adriano, Deda (Fagner), Pereira e Rayllan; Wesley (Lima) e Roberto (Cléo Silva).
Técnico: Guilherme Alves

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo e Zeca; Renato, Thiago Maia (Serginho) e Lucas Lima; Patito (Victor Bueno), Gabriel (Neto Berola) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Júnior.



Em jogo de seis gols, Peixe arranca o empate contra o Novorizontino

O Novorizontino não recebia uma grande equipe em seu estádio há 20 anos. Depois de tanto tempo, o torcedor local foi presenteado com uma grande partida contra o Santos, na noite deste sábado, pela 4ª rodada do Campeonato Paulista. No fim, depois de um duelo muito movimentado e imprevisível, o confronto acabou definido em 3 a 3. Com isso, o Peixe segue invicto e líder no Grupo A, com 8 pontos, enquanto o Tigre soma apenas 3 pontos, ainda sem conquistar nenhuma vitória, e ocupa apenas a quarta colocação no Grupo B.

Gabriel abriu o placar no único gol marcado no primeiro tempo. Pereira empatou logo no início da segunda etapa, pouco antes de Lucas Lima marcar mais um, em grande lance individual. Perdendo o jogo, o técnico Guilherme Alves, ex-centroavante que marcou história no Atlético-MG, fez três alterações quase simultâneas e viu dois de seus escolhidos virarem o jogo em seguida, para delírio da torcida local, que encheu o estádio Jorjão. Primeiro, Fagner empatou. Depois, Lima fez 3 a 2. Mas, nos minutos finais, Victor Ferraz, em bela cobrança de falta, decretou a igualdade.

O jogo

Depois de duas décadas, o torcedor do Novorizontino pôde assistir o time da casa novamente em ação contra uma grande equipe na cidade do interior de São Paulo. E o público não decepcionou. Com bandeiras e muita empolgação, o time comandado pelo ex-centroavante Guilherme tentou corresponder e fez 15 minutos de fora alucinante contra o Peixe.

Primeiro, Rayllan arriscou de longe, após jogada pela esquerda, e assustou Vanderlei. A resposta veio com Gabriel, que tentou surpreender o goleiro Anderson com um leve toque e viu a bola tocar a trave.

Na sequência, Pereira cobrou falta na entrada da área, a bola desviou na barreira alvinegra, enganou Vanderlei e saiu pela linha de fundo, deixando o grito de gol entalado da garganta dos torcedores locais.

A partida era lá e cá. Aos 19, Victor Ferraz fez bela jogada pela direita e cruzou para trás, mas Ricardo Oliveira bateu por cima. Dez minutos depois, já com o ritmo mais cadenciado, Adriano Pagode, ex-Santos, enfiou linda bola para Roberto, que finalizou para boa intervenção do camisa 1 santista.

E com tantas chances dos dois lados, já era esperado que mais cedo ou mais tarde a rede balançasse. E o gol saiu aos 39. A defesa do Novorizontino marcou bobeira e Renato aproveitou para lançar Ricardo Oliveira nas costas dos zagueiros. Em posição legal, o centroavante só teve o trabalho de rolar para Gabriel, que não desperdiçou e colocou o Santos na frente do placar antes do intervalo.

Na volta do segundo tempo, o técnico Guilherme Alves avisou que o Novorizontino não deixaria de atacar o Peixe, mesmo ciente do perigo com os contra-ataques. E o time não ficou só na promessa. Logo aos 7 minutos, Paulinho chegou com liberdade pela esquerda e bateu forte. Lucas Veríssimo desviou mal, para o meio, e Pereira empatou com belo chute no canto.

A festa da torcida, porém, durou pouco. Aos 12 minutos, Lucas Lima resolveu tudo sozinho. O meia matou arriscou jogada individual, entrou na área, limpou três adversários e bateu com o pé direito. Um golaço.

Com o empate, Guilherme não se intimidou e colocou seu time no ataque. E a estrela do treinador brilhou na noite deste sábado. Dois dos três atletas que Guilherme colocou no jogo, dois marcaram gols e viraram a partida em cima do atual campeão.

Aos 22, Rayllan deu linda assistência para Fagner no miolo da zaga santista e o meia bateu forte, no alto, para igualar o marcador novamente. Quatro minutos depois, Lima, que tinha acabado de entrar, recebeu pela esquerda, na entrada da área e, com muita liberdade, mandou a bomba para o gol. A bola foi rasteira, no cantinho de Vanderlei. 3 a 2 Novorizontino e um jogo digno do bom público que compareceu no estádio Jorjão.

Mas os santistas nas arquibancadas, que também apareceram em bom número, também tiveram seu momento de êxtase. Aos 39, quando o Santos demonstrava força para empatar o jogo, a bola parada acabou decidindo o placar final. Depois de muita reclamação por uma falta marcada na entrada da área, Victor Ferraz bateu com categoria para fazer 3 a 3.

O jogo ganhou ares de decisão e ficou nervoso nos minutos finais, mas nenhuma das duas equipes conseguiu anotar o gol que garantiria a vitória nesta quarta rodada do Paulistão.

Bastidores – Santos TV:

Após gol salvador, Victor Ferraz admite: “Temos muito para ajustar”

Victor Ferraz foi o herói improvável na noite deste sábado, em Novo Horizonte. Contra o time da casa, o Peixe sofreu. Depois de ficar a frente com gols de Gabriel e Lucas Lima, o alvinegro sofreu a virada e só voltou à Baixada com um ponto na bagagem graças a gol de falta de Victor Ferraz aos 39 do segundo tempo. Ao fim do jogo, o lateral falou sobre o confronto sem esconder sua insatisfação.

“Para quem estava assistindo, para o público que veio ao estádio, acho que foi um grande jogo. A torcida fez um grande espetáculo, tem que elogiar o campo. Quando é para criticar, a gente critica, mas o campo está muito bem cuidado aqui. Só tenho que glorificar a Deus pelo meu gol, mas a gente tem que melhor muito. Mérito deles, mas é a prova que tem muito o que ajustar”, disse o jogador ao Sportv.

Apesar da liderança no Grupo A do Campeonato Paulista e a invencibilidade na competição, Victor Ferraz se mostrou preocupado com o desempenho do time depois de quatro rodadas. Neste sábado, mais uma vez a equipe de Dorival Júnior demonstrou fragilidades e não conseguiu impor em campo todo seu favoritismo.

“A gente conseguiu ficar na frente duas vezes, mas acabou, por vacilo nosso mesmo, eles fazendo gol. A gente tem que ajustar muita coisa, porque a gente quer chegar longe, quer disputar o Brasileiro, quer disputar todos os campeonatos que a gente vai jogar”, analisou o lateral.

Dorival Junior lamenta chances perdidas, mas valoriza ponto fora de casa

Depois de um 3 a 3 eletrizante contra o Novorizontino, Dorival Júnior fez uma análise bastante tranquila da partida. O treinador santista evitou criticar sua equipe e só lamentou as oportunidades desperdiçadas que poderiam ter garantido a vitória neste sábado. Apesar de reconhecer alguns pontos negativos, Dorival também fez questão de valorizar o ponto conquistado como visitante na competição.

“Foi um belo jogo. O que eu lamento são as muitas oportunidades que nós tivemos e não conseguimos transformá-las em gols, o que nos daria uma condição diferente dentro da própria partida. Mas, ainda assim, nós não podemos deixar de reconhecer, primeiro, a qualidade que teve a equipe do Novorizontino, que foi até o fim, que acreditou até o fim, que conseguiu reverter um resultado inicial. Depois nós fomos buscar novamente”, analisou o comandante alvinegro, tentando apontar as dificuldades dentro do Campeonato Paulista.

“É dessa maneira. O campeonato é muito difícil, complicado. Cada ponto conquistado fora de casa tem que ser muito valorizado. E, até que encontremos nosso melhor, tanto físico, tecnicamente, taticamente, é natural que ainda oscilaremos um pouco. E temos que compreender essas alternâncias dentro das partidas”, completou.

Questionado sobre a condição física dos seus atletas, Dorival Júnior refutou que o cansaço tenha se sobressaído nos minutos finais e elogiou a postura dos jogadores em campo.

“De maneiras nenhuma. Fisicamente, nós suportamos o jogo e fomos até o fim. Teríamos até muito mais para darmos e temos essa condição estabilizada. Logicamente que é uma crescente e a equipe vai se estabilizando aos poucos. Estamos em um processo inicial, todas as equipes passando por essas oscilações. Um jogo muito difícil, truncado, muito pegado, muito disputado. O Santos teve o placar a seu favor, teve o placar contra. Tivemos coisas positivas ao longo dos 90 minutos, tivemos também coisas negativas. Mas é assim. Somando, com dificuldades”, explicou.

Dificilmente o técnico do Peixe se conforma com um empate diante de um adversário de nível técnico inferior. Neste sábado, porém, apesar de todo o favoritismo do Santos, Dorival preferiu ser mais brando em sua análise e entende que ainda é muito cedo para cobrar tanto a equipe.

“Algumas equipes já estão trabalhando há mais tempo do que as equipes que saíram (de férias) um pouco depois e essa diferença nós temos que tirar com a qualidade da nossa equipe, com as condições apresentadas ao longo da partida. Tivemos oportunidades reais de matarmos o jogo. As coisas não aconteceram e, de repente, três bolas encaixadas foram as três que foram no nosso gol. É assim, futebol é dessa maneira e nós temos que trabalhar para que as coisas voltem a acontecer de uma maneira mais natural”, concluiu.

Dorival cobra mudança de postura de Lucas Lima e Gabriel nos jogos

Desde o ano passado, Lucas Lima e Gabriel se consolidaram como grandes protagonistas do atual time santista. Nesta temporada, a dupla mais uma vez começou em alta. O meia já deu duas assistências para gol, sofreu um pênalti e, neste sábado, marcou um golaço. Enquanto isso, o jovem atacante já tem quatro gols em cinco jogos (contando o amistoso contra o Bahia) e duas assistências. Mesmo assim, Dorival Júnior ainda não está satisfeito. A dificuldade de Lucas Lima em fugir de uma marcação mais próxima e os ‘sumiços’ de Gabriel dentro de alguns jogos têm incomodado o comandante.

“Isso ai tem que mudar. São situações que os dois estão trabalhando. O Lucas já melhorou muito com relação a este aspecto. O Gabriel vem melhorando. Estamos exigindo. Precisamos de mais. Todos sabem que podemos dar muito mais. E eu acho que a partir desse momento vai acontecer uma evolução de todos”, comentou Dorival, preocupado também em elevar o moral dois de seus melhores jogadores no elenco.

“São jogadores de altíssimo nível, grande qualidade e que têm que usar também essa participação coletiva. Isso, aos poucos, vem acontecendo. Nós tivemos muito mais coisas positivas do que negativas dentro da partida. E isso é um fator que nos deixa um pouco mais confiantes”, ponderou.

Patito

Patito Rodriguez ganhou sua primeira oportunidade de começar jogando nesta temporada. Com Paulinho fora, o argentino enfrentou o Novorizontino e, apesar de não ter conseguido nenhum grande lance dentro do jogo, recebeu elogios de Dorival Júnior.

“Fez uma boa partida. Participação muito boa. Naturalmente, ele precisa de uma sequência um pouco maior para que ele alcance suas melhores condições. Mas já foi bem superior aos 20 minutos que ele teve contra a Ponte Preta”, comparou o técnico, que agora prepara sua equipe para o clássico contra o Palmeiras, no próximo sábado, no Palestra.

Santos 1 x 0 Vasco

Data: 12/08/2015, quarta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 18ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 12.038
Renda: R$ 281.255,00
Árbitro: Emerson Luiz Sobral (PE)
Auxiliares: Guilherme Dias Camilo (MG) e Fabiano da Silva Ramires (ES)
Cartões amarelos: Gabriel, Marquinhos Gabriel (S); Serginho, Guiñazu (2), Rafael Silva e Thalles (V).
Cartão vermelho: Guiñazu (V)
Gol: Victor Ferraz (03-2).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz (Daniel Guedes), Gustavo Henrique (Werley), David Braz e Zeca; Thiago Maia, Renato e Lucas Lima; Geuvânio (Leandro), Gabriel (Marquinhos Gabriel) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Junior

VASCO
Martin Silva; Madson, Rodrigo, Jomar e Christiano; Pablo Guiñazu, Serginho, Julio dos Santos (Herrera), Julio Cesar (Rafael Silva) e Jhon Cley; Riascos (Thalles).
Técnico: Celso Roth



Santos perde enxurrada de gols, mas vence na Vila e afunda o Vasco

Vila Belmiro cheia, time embalado e, pela frente, o Vasco em profunda crise, penúltimo colocado do Campeonato Brasileiro. Tinha tudo para ser uma partida tranquila para o Santos na noite desta quarta-feira, em duelo válido pela 18ª rodada do campeonato Brasileiro. Mas Martín Silva resolveu endurecer as coisas para o Peixe.

O goleiro vascaíno fez grandes defesas e segurou o ataque santista durante todo o primeiro tempo. As chances de gols foram muitas, porém, o trio formado por Ricardo Oliveira, Geuvânio e Gabriel não estava com a pontaria calibrada e o zero não saiu do placar nos primeiros 45 minutos.

Foi quando apareceu o elemento surpresa. Logo aos três minutos da segunda etapa, em bela cobrança de falta, Victor Ferraz acabou com a angústia dos 12.038 torcedores presentes e abriu o placar.

Ricardo Oliveira, artilheiro isolado do nacional ainda teve outra grande oportunidade de chegar ao 11º gol na competição em cobrança de pênalti. Mas, Martín Silva novamente se deu melhor e espalmou o chute do camisa 9. À esta altura, o Vasco estava com dez em campo, já que Guiñazu foi expulso ao cometer a penalidade máxima.

O resultado leva o Santos aos 23 pontos, cada vez mais longe da zona de rebaixamento e mantendo vivo o sonho de encostar no pelotão de cima da tabela. Agora, são cinco jogos de invencibilidade, contando o duelo pela Copa do Brasil.

Na próxima rodada, o time de Dorival Jr encara o Atlético-PR, às 18h30, na Arena da Baixada, em Curitiba, no sábado Vale destacar que o alvinegro praiano ainda não venceu fora de casa neste Brasileirão.

Já o Vasco agora é o lanterna da competição, já que o Coritiba bateu o Palmeiras também nesta quarta. Com 13 pontos, o cruzmaltino tenta reagir também no sábado, em confronto direto com o Coxa, no Maracanã, às 18h30.

O jogo

Embalado pela sequência de resultados positivos e diante de uma Vila Belmiro cheia, o Santos partiu para cima do Vasco desde o início do jogo. Claramente sem confiança com a crise da equipe no Campeonato Brasileiro, o time carioca sofreu desde os primeiros segundos de jogo.

Antes mesmo do relógio dar a primeira volta, Ricardo Oliveira já teve uma grande chance. O camisa 9 cabeceou para chão e Martín Silva fez sua primeira grande defesa. Na sequência, Jomar salvou quase em cima da linha o que seria o gol de Geuvânio.

Como tem sido rotina desde que Dorival Jr assumiu o Peixe. O time exerceu uma verdadeira blitz nos primeiros minutos. O Vasco não passava do meio de campo e tentava se safar de qualquer jeito.

Aos 14 minutos, Ricardo Oliveira saiu da área, tabelou com Geuvânio e recebeu libre, dentro da área, mas bateu por cima. Aos 25, novamente o artilheiro do Brasileirão teve grande oportunidade de tirar o zero do placar, após bela enfiada de Gabriel, mas a bola raspou a trave e não entrou.

À partir dos 30 minutos, o Santos sentiu o cansaço e o Vasco passou a jogar um pouco mais tranquilo. Riascos ainda assustou aos 32, depois de ganhar a jogada em cima de Gustavo Henrique e David Braz. Aos trancos e barrancos, o atacante cruzamaltino bateu com perigo e assustou os torcedores santistas.

A resposta veio três minutos depois.

Lucas Lima roubou a bola no meio de campo e cruzou. Gabriel dominou e bateu, mas Martín Silva mais uma vez brilhou. O Peixe roubou a bola na sequência da jogada e, sem deixar os vascaínos respirarem, chegou com perigo, mas o goleiro carioca fez outra grande defesa e espalmou chute de Geuvânio.

Parecia inacreditável um time tão superior em campo não conseguir marcar ao menos um gol diante de tantas chances claras, mas Martín Silva era o ponto fora da curva no Vasco. Aos 43, o camisa 1 salvou outro gol de Geuvânio, após sair abafando chute do Caveirinha.

E quando Ricardo Oliveira, enfim, balançou as redes, foi marcado impedimento, frustrando todo o estádio, já ansioso e sem a mesma paciência dos primeiros minutos.

Nos acréscimos, Gabriel e Gustavo Henrique ainda desperdiçaram duas grandes oportunidades e, sem entender como, o Peixe desceu para os vestiários com o empate por 0 a 0 diante de um adversário que pouco ofereceu resistência. Para os visitantes, o empate na primeira etapa foi lucro.

Se o grito de gol ficou entalado na garganta do torcedor do Peixe durante todo o primeiro tempo. O alívio veio logo aos três minutos. Em cobrança de falta próxima a área, pela direita, Victor Ferraz surpreendeu o goleiro Martín Silva, que esperava pela batida de Geuvânio, e estufou as redes.

O gol inflamou a Vila Belmiro e empolgou a equipe de Dorival Jr, que manteve a mesma pegada e seguiu pressionando os vascaínos no campo de defesa.

Mas o jogo realmente estava fugindo de todos os prognósticos. Aos 11 minutos, depois de uma confusão na área, Vanderlei salvou o Peixe com uma defesa de puro reflexo, quase em cima da linha. O lance encorajou o alvinegro carioca, que passou a frequentar mais o campo de ataque.

O ímpeto dos cariocas, no entanto, foi freado pela própria incapacidade técnica da equipe. O Peixe seguiu buscando o segundo gol, mas já sem o mesmo ritmo . O jogo passou a ficar mais cadenciado e, de certa forma, um pouco apreensivo, já que mesmo com a vantagem no placar, um gol dos vascaínos e tudo mudaria.

Aos 34 minutos, os donos da casa tiveram a grande chance para pôr fim a tudo isso. Marquinhos Gabriel, que entrou na vaga de Geuvânio, entrou na área, limpou o goleiro e, depois de perder ângulo, tocou para Lucas Lima. O camisa 20 limpou Guiñazu e sofreu pênalti. O volante vascaíno recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso.
Na cobrança, porém, Ricardo Oliveira não parecia o artilheiro isolado do Campeonato Brasileiro e bateu fraco, no canto direito rasteiro. Martín Silva, um dos melhores em campo nesta quarta, voou e evitou o segundo gol santista.

Assim, mesmo com o placar que não refletiu a superioridade mostrada em campo, o Peixe bateu o Vasco por 1 a 0, cumpriu sua missão dentro de casa e deixou os cariocas em situação ainda mais complicada com 18 rodadas jogadas no Campeonato Brasileiro.

Bastidores – Santos TV:

Victor Ferraz salva atacantes do Peixe e acaba com jejum de gols de falta

Esta quarta não era noite do artilheiro Ricardo Oliveira, nem dos decisivos Geuvânio e Gabriel. Lucas Lima também não brilhou. Mesmo com diversas chances claras de gol, os homens de frente do Peixe não conseguiram superar Martín Silva, goleiro vascaíno, na Vila Belmiro. Victor Ferraz, então, chamou a responsabilidade e garantiu mais três pontos para o Peixe nesta 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, após cobrança de falta perfeita.

“Hoje, tivemos bastante chances. Normalmente nossos jogadores de frente não costumam perder gols, mas, tem que enaltecer o Martín Silva, que fez um grande jogo. Ele, muitas vezes, é cobrando, na minha opinião, até de maneira injusta. E hoje foi responsável por grandes defesas. Está de parabéns”, comentou o lateral.

Além de marcar o único gol do jogo, seu primeiro com a camisa santista, Victor Ferraz acabou com o jejum de gols de falta da equipe. O último aconteceu dia 26 de janeiro de 2014, quando Cícero marcou deixou sua marca em cima do Ituano, em Itu, na terceira rodada do Campeonato Paulista daquele ano.

“Eu treino muito, venho treinando bastante. Abracei o Lucas (Silvestre), filho do Dorival, na comemoração, porque ontem, no treinamento de falta, ele me cobrou bastante. Ia parar de treinar e a repetição levou à perfeição. Valeu a pena. Vou continuar treinando. Então, dedico a ele também”, contou o jogador.

Não é de hoje que Victor Ferraz vem se destacando no Peixe, mesmo sem chamar muita atenção. Ele é o atleta com maior número de jogos pela equipe nesta temporada e acumula números importantes, como melhor passador, o que mais deu assistência para gol neste Brasileiro e o jogador que acertou mais cruzamentos.

Livre para acertar com qualquer clube, Victor espera renovar seu contrato, que termina no fim do ano, para seguir no Santos.

Elenco santista não se empolga com vitória magra em casa

O Santos cumpriu sua obrigação e bateu Coritiba e Vasco, os dois últimos colocados na tabela de classificação do Campeonato Brasileiro, diante de seu torcedor. Os seis pontos fizeram a equipe se distanciar de vez da zona de rebaixamento. Agora são sete pontos de diferença. Mas, o placar mínimo de 1 a 0 nesta quarta fez com que os jogadores alvinegros não conseguissem esconder uma certa frustração.

“Feliz, mas não adianta nada. Não conquistamos nada ainda. A ideia é estar entre os primeiros do Brasileiro e a gente vai em busca disso até o final”, comentou David Braz, claramente incomodado, ao sair de campo.

O goleiro Vanderlei, que acabou salvando o Peixe na segunda etapa na única grande chance dos cariocas na partida, falou com mais franqueza sobre os muitos gols desperdiçados pela equipe nesta quarta.

“Ainda mais no primeiro tempo. A gente teve várias chances. Não conseguimos. O Martín Silva estava muito bem, até pegou pênalti do Ricardo. Mas, o mais importante é a vitória”, ressaltou.

O mais curioso é que Ricardo Oliveira, matador do Peixe e artilheiro isolado do Brasileiro, foi quem mais teve oportunidades contra o Vasco. O camisa 9 perdeu três chances claras de gol, uma delas em cobrança de pênalti, este defendido pelo goleiro do Vasco. Ao fim do confronto, o centroavante admitiu que não foi bem, mas destacou os três pontos conquistados.

“Importante para nós é somar. Hoje tivemos muitas chances de fazer dois, três, quatro gols. Eu tive chances, mas, conseguimos vencer. Isso é o mais importante”, resumiu.

Dorival ignora pontaria ruim e enaltece atuação em vitória na Vila

O Peixe bateu o Vasco por 1 a 0 na noite desta quarta-feira e confirmou sua ascensão no Campeonato Brasileiro. Agora, já são cinco jogos invicto, sete pontos acima da zona de rebaixamento e um objetivo traçado de alcançar a parte de cima da tabela de classificação.

“Fico feliz, porque a equipe buscou. Não teve receio, se expôs, mas se sentindo protegida. É esse equilíbrio que queremos que a equipe adquira, de forma regular, para ter uma sequência promissora”, aprovou o técnico Dorival Júnior.

A única frustração dos pouco mais de 12 mil torcedores que foram à Vila Belmiro apoiar a equipe paulista ficou por conta do placar magro em uma partida em que o Peixe teve amplo domínio e diversas chances claras de gol. Mas, Dorival não quer saber de lamentação.

“Estou satisfeito com as chances criadas. Teremos noites em que as coisas não acontecerão. Poderíamos ter feito mais gols em razão do volume. Temos de reconhecer que o Vasco valorizou o resultado. Espero que o Santos continue criando como tem criado”, defendeu o comandante, lembrando a noite inspirada de Martín Silva, goleiro vascaíno.

“O Santos tentou criar de todas as maneiras. Não fomos felizes no passe final para o companheiro. E as oportunidades que tivemos, o goleiro do Vasco fez uma partida brilhante. O jogo tomou um contorno, no fim, diferente do que foi a partida ao longo de 80 minutos”, completou.

Para deixar claro que gostou do que viu, mesmo diante de uma ineficiência de seus atacantes, que acabaram ‘salvos’ pelo gol de falta de Victor Ferraz, Dorival Jr chegou a usar a vitória por 3 a 0 em cima do Coritiba, na rodada anterior, como exemplo de comparação.

“Hoje foi muito melhor. Diferente, mais agressivo, combativo. Tirou o campo do Vasco. O Vasco teve uma oportunidade, com o Jomar, e no primeiro tempo com Riasco. O santos prevaleceu, fez gol de bola parada, mas as oportunidades mostraram o que a equipe produziu e o merecimento do resultado”, explicou.

“Os jogadores têm que saber valorizar uma situação diferente da do Coritiba. Os gols saíram, mas não foi uma atuação digna do santos. Hoje, sim”, finalizou o comandante alvinegro.

Com time reabilitado, Dorival Jr. agora quer 1ª vitória fora de casa

O assunto ‘zona de rebaixamento’ é cada vez menos falado na Vila Belmiro. Com a vitória sob o Vasco, o time subiu para a 12ª colocação e aumentou sua distância para o grupo da degola. Agora são sete pontos. “Acho que falar menos, sim. Mas a preocupação será mantida. Não tem como relaxar. Em duas rodadas, pode estar beirando qualquer condição. Não queremos isso”, disse o cauteloso Dorival Jr.

O treinador conseguiu mudar o panorama do Peixe no Campeonato Brasileiro. Já são quatro jogos invicto, com três vitórias e um empate, além da vaga garantida nas oitavas de final da Copa do Brasil, após vencer e eliminar o Sport. Falta, porém, um triunfo fora de casa. O Santos soma seis derrotas e três empates como visitante. Neste sábado, a equipe enfrenta o Atlético-PR, na Arena da Baixada, em Curitiba, e a missão é acabar com esse incômodo jejum.

“É a marca a ser batida. Temos que correr atrás disso. Está na hora de fazer uma boa apresentação fora e trazer o resultado”, admitiu Dorival Jr, que comandou o alvinegro praiano duas vezes longe da Vila. Perdeu para o Palmeiras por 1 a 0 e empatou com o Flamengo por 2 a 2.

“É ter a postura que teve aqui. Fizemos um belo jogo com Palmeiras e não conseguimos o resultado. A equipe mereceu outra situação. No Maracanã, alcançou uma recuperação boa. Não podemos ter a oscilação do primeiro tempo, no Maracanã. Precisamos de uma partida equilibrada fora de nossos domínios”, analisou.

Mesmo assim, o trabalho do técnico é visto como fundamental para a reabilitação santista na competição. O time cumpriu a missão de marcar nove pontos em casa contra as equipes da zona de rebaixamento (Joinville, Coritiba e Vasco), apenas com o empate diante do Rubro-negro carioca no meio desta série.

Questionado se teve alguma projeção alcançada neste período, Dorival deixou claro que não trabalha desta maneira e quer dar um passo de cada vez para levar o Peixe à parte de cima da tabela.”Eu não projeto. Só penso no jogo seguinte. Estou pensando no Atlético. Não tinha como fazer projeção. Era reequilibrar a equipe emocionalmente. Os jogadores chamaram para si a responsabilidade e os resultados começaram a aparecer. Era difícil falar que ia chegar, fazer e acontecer. Não tem como”, afirmou.