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Ponte Preta 3 x 0 Santos

Data: 16/04/2021, sexta-feira, 20h00.
Competição: Campeonato Paulista – Grupo D – 5ª rodada
Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Flávio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Rafael Tadeu de Souza.
VAR: José Claudio Rocha Filho
Cartões amarelos: Yuri (PP); Balieiro, Kevin Malthus, Marcos Leonardo (S).
Gols: João Veras (08-1), João Veras (32-1) e Moisés (33-1).

PONTE PRETA
Ygor Vinhas; Apodi, Luizão, Ruan Renato e Yuri; Barreto e Dawhan (Léo Naldi); Niltinho (Pedrinho), Camilo (Renan Mota) e Moisés; João Veras (Paulo Sérgio).
Técnico: Fábio Moreno

SANTOS
John; Balieiro (Pará), Kaiky, Luan Peres e Copete; Kevin Malthus, Ivonei (Lucas Lourenço) e Gabriel Pirani (Jean Mota); Ângelo (Marinho), Lucas Braga e Kaio Jorge (Marcos Leonardo).
Técnico: Ariel Holan



Santos joga mal e é atropelado pela Ponte Preta em Campinas

Nesta sexta-feira, o Santos visitou a Ponte Preta e teve atuação ruim, sendo derrotado por 3 a 0, no Moisés Lucarelli, em partida válida pela quinta rodada do Campeonato Paulista. Os gols da Macaca, marcados por João Veras, duas vezes, e Moisés, saíram ainda na etapa inicial.

O Santos não viu a cor da bola no primeiro tempo. Perdido nos encaixes e deixando muitos espaços nas costas da zaga, o time de Holan sofreu muito no contra-ataque e viu a Ponte Preta marcar três gols. Na segunda etapa, o Peixe teve o domínio na posse, mas levou perigo apenas em duas cobranças de falta.

Com a derrota, o Santos estacionou nos seis pontos, na segunda colocação do grupo D. O próximo jogo da equipe é contra a Inter de Limeira, na domingo, às 20h, na Vila Belmiro.

O jogo

A Ponte Preta tomou a iniciativa e teve a primeira chegada com perigo. Apodi foi acionado pela direita e tocou para João Veras, que chutou travado. A bola passou rente à trave. Aos oito minutos, a Macaca abriu o placar. Moisés avançou com velocidade pela esquerda e cruzou rasteiro. John rebateu mal a bola para dentro da área, e João Veras mostrou oportunismo para marcar.

O Santos teve a posse de bola em sequência, mas encontrou dificuldade para criar. A Ponte Preta voltou a assustar, com Niltinho. Ele recebeu belo lançamento de Camilo, saiu na cara de John e parou em boa defesa do goleiro do Peixe. Aos 32 minutos, Camilo foi acionado pela esquerda e tocou para o meio da área. A zaga do Peixe não conseguiu cortar, e João Veras fez o seu segundo gol no jogo.

Um minuto depois, a Macaca chegou ao terceiro. Niltinho foi preciso e lançou Moisés em profundidade, e o atacante não desperdiçou, finalizando na saída de John. O Santos foi para o intervalo sem chutar uma vez com perigo ao gol defendido por Ygor.

Holan promoveu três mexidas no intervalo, colocando Pará, Lucas Lourenço e Marinho na equipe. Na primeira chance do time, Lucas Lourenço bateu falta pela esquerda e exigiu defesa de Ygor. Mesmo tendo o domínio da bola, o Santos teve uma posse estéril, com muita dificuldade para invadir a área e levar perigo.

Em nova cobrança de falta, desta vez pela direita, Marinho bateu forte, e o goleiro da Macaca teve que saltar para espalmar. A Ponte Preta chegou em duas escapadas: Paulo Sérgio finalizou de fora da área à esquerda do gol, e Barreto tentou de cavadinha e parou em John. O último lance de perigo do Santos veio em um cabeceio de Luan Peres, em um jogo de futebol pobre do time de Holan.

Holan aponta erros do Santos para conter contra-ataques e explica ausência de Soteldo

Nesta sexta-feira, o Santos fez uma partida ruim no Moisés Lucarelli e foi derrotado por 3 a 0 pela Ponte Preta, sofrendo três gols ainda no primeiro tempo. O Peixe esteve perdido nos encaixes defensivos e cedeu muitos espaços para a equipe campineira em contra-ataques.

Após o apito final, Holan analisou o desempenho do time e apontou os erros do Santos nos 45 minutos iniciais. Na visão do técnico, os deslizes não foram apenas defensivos.

“A administração da bola no campo rival teve erros no primeiro tempo. Esses erros possibilitaram os contra-ataques e, quando aconteceram, não estivemos próximos para deter o jogo no início do contra-ataque. Uma vez que a bola caía nas costas, era difícil de defender. Creio que cometemos erros na posse e na contenção dos contra-golpes”, afirmou Holan.

“Penso que não conseguimos defender bem os contra-golpes no primeiro tempo, e o jogo praticamente terminou ali”, completou.

Holan também explicou a ausência de Soteldo, que não foi relacionado para a partida desta sexta. O argentino não esconde a preocupação com o condicionamento físico da equipe.

“Soteldo teve dificuldade para se recuperar do jogo de terça, fez um esforço muito grande na preparação deste momento. No domingo, seguramente irá jogar alguns minutos, mas temos que pensar em como podemos nos equilibrar para que possamos jogar na terça-feira, pela Libertadores. Temos que pensar e ver como podemos corrigir os erros de hoje. Temos que preparar um time que jogue com mais solidez do que hoje”, finalizou Holan.

Com elenco curto, Holan busca encontrar equilíbrio para o Santos ter “coesão”

Na sexta-feira, o Santos teve uma noite infeliz em Campinas e foi derrotado por 3 a 0 pela Ponte Preta, no Moisés Lucarelli. Pensando na estreia do Peixe na Libertadores, que acontece na terça-feira da semana que vem, Ariel Holan escalou uma equipe mista, preservando alguns titulares.

Na coletiva após a partida, o técnico argentino não escondeu que está preocupado com o condicionamento físico de seus jogadores. Holan destacou que o grupo do Peixe não é repleto de opções, sendo necessário encontrar o equilíbrio entre as competições que disputa.

“Temos um elenco curto, todos os jogadores têm que jogar. Estamos jogando a Libertadores e o Paulista, já jogamos quatro jogos de Libertadores e temos que ver como podemos equilibrar o time para podermos fazer partidas competitivas, da mesma forma como fizemos na Libertadores”, afirmou Holan.

“Não é simples, temos que fazer alterações para que tenhamos uma equipe com coesão. Temos que encontrar um jeito de conseguir isso, ainda que seja muito difícil”, completou.

Holan explicou por que substituiu Ivonei, no intervalo, e Kaio Jorge, no segundo tempo. A dupla voltou recentemente do departamento médico.

“Ivonei está voltando de uma lesão e lhe falta ritmo de jogo. A mesma coisa com o Kaio Jorge, que é muito importante. Os jogadores não podem correr riscos de lesão, porque temos um elenco muito pequeno e todos são importantes. O difícil é resolver se joga a base que vem jogando a Libertadores e quantas partidas aguenta jogar tantas vezes”, finalizou.

Lucas Braga diz que Santos não foi efetivo e destaca posse de bola pouco produtiva

O Santos jogou mal e foi derrotado por 3 a 0 pela Ponte Preta neste sábado. O Peixe esteve perdido em campo na primeira etapa, sofrendo os três gols nos 45 minutos iniciais. Na opinião de Lucas Braga, o time comandado por Ariel Holan não soube transformar a posse de bola em chances reais para balançar as redes.

“Nós não fomos efetivos, deixamos eles abrirem uma larga vantagem no primeiro tempo. Depois, para correr atrás foi difícil, a gente teve a posse de bola, mas finalizou muito menos do que eles”, afirmou Lucas Braga ao Premiere.

“Acho que faltou um pouco na finalização, de chegar no último terço e definir. Eles fizeram isso muito bem no primeiro tempo e saíram com a vitória”, completou.


Santos 1 x 3 Ponte Preta

Data: 30/07/2020, quinta-feira, 21h30.
Competição: Campeonato Paulista – Quartas de final – Jogo único
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Salim Fende Chavez.
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis e Fabrini Bevilaqua Costa.
VAR: José Claudio Rocha Filho
Cartões amarelos: Marinho, Arthur Gomes e Pará (S); Jeferson (PP).
Cartão vermelho: Marinho (S) aos 42-1.
Gols: Marinho (05-1); Bruno Rodrigues (04-2), Moisés (15-2) e João Paulo (42-2).

SANTOS
Vladimir; Pará, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison (Jobson), Diego Pituca (Jean Mota) e Carlos Sánchez; Marinho, Soteldo e Kaio Jorge (Arthur Gomes).
Técnico: Jesualdo Ferreira

PONTE PRETA
Ivan; Apodi, Henrique Trevisan, Wellington Carvalho e Guilherme Lazaroni; Dawhan, Jeferson (Moisés), Vinícius Zanocelo (Bruno Reis) e João Paulo (Danrley); Bruno Rodrigues e Alison Safira (Roger).
Técnico: João Brigatti



Marinho é expulso, Vladimir falha, e Santos é eliminado pela Ponte Preta

O Santos perdeu por 3 a 1 e foi eliminado pela Ponte Preta nas quartas de final do Campeonato Paulista nesta quinta-feira, em plena Vila Belmiro.

O Peixe abriu o placar com Marinho, mas o próprio atacante caiu na pilha, recebeu dois cartões amarelos e foi expulso no fim do primeiro tempo.

Com um a menos em campo pela quarta vez consecutiva, o Alvinegro se desorganizou por completo e sofreu a virada na etapa final com gols de Bruno Rodrigues, Moisés e João Paulo. O goleiro Vladimir falhou nos dois primeiros lances.

O Peixe, eliminado em casa, agora aguarda pelo Campeonato Brasileiro. A Ponte Preta enfrentará o Palmeiras na semifinal do Paulistão.

O jogo

O Santos começou em cima da Ponte Preta, mas foi a Macaca quem assustou primeiro. Logo no segundo minuto de jogo, Jeferson cabeceou no travessão.

Aos 5, porém, o Peixe abriu o placar. Soteldo cruzou na cabeça de Marinho no segundo pau. O goleiro Ivan, vendido, só viu a bola morrer no fundo da rede.

Com a vantagem parcial, o Alvinegro passou a administrar, sem criar muitas chances e sem sofrer. Até que veio a quarta expulsão consecutiva…

Marinho, irritado com as faltas sem parar da Ponte, recebeu dois cartões amarelos. O segundo veio aos 42 da etapa inicial.

Com um a menos, assim como contra o Novorizontino, o Santos desabafou. A Ponte Preta virou em 15 minutos: Bruno Rodrigues empatou aos 4 e Moisés virou aos 15. Em ambos os casos, falha do goleiro Vladimir.

Jesualdo fez alterações, tentou fazer o Peixe reagir, e nada adiantou. A Ponte ficou mais perto do terceiro que os donos da casa do segundo.

Sem reação, o Santos não criou nada e ainda sofreu o terceiro gol. João Paulo, livre, teve tempo para ajeitar, pensar e chutar de fora da área para matar a classificatória.

Santos eliminado em plena Vila Belmiro.

Marinho pede perdão ao torcedor do Santos: “Expulsão infantil”

Marinho pediu perdão ao torcedor do Santos pela expulsão ainda no primeiro tempo da derrota por 3 a 1 para a Ponte Preta nesta quinta-feira, na Vila Belmiro.

O próprio Marinho abriu o placar, mas recebeu dois cartões amarelos e deixou o Peixe com um a menos. O Alvinegro foi eliminado nas quartas de final.

“Infelizmente, o futebol tem dessas coisas. O que era para ser uma noite especial, e começou assim, se tornou um pesadelo. Peço desculpas ao torcedor pela expulsão, que foi infantil e reconheço. Deveria ter tomado mais cuidado em um momento como aquele da partida. Só tenho que pedir desculpas ao grupo e à comissão técnica por isso. Todos batalharam muito nos últimos dias para que pudéssemos chegar à final e conquistar o estadual. Somos humanos e falhamos. Dessa vez, aconteceu comigo e em um momento decisivo. Perdão, do fundo do meu coração”, escreveu Marinho, no Instagram.

Juiz aponta xingamentos de Marinho, do Santos: “Você veio roubar aqui”

O árbitro Salim Fende Chavez apontou xingamentos de Marinho na súmula de Santos x Ponte Preta, pelas quartas de final do Campeonato Paulista.

O camisa 11 foi expulso ainda no primeiro tempo da derrota do Peixe por 3 a 1. Incomodado com as faltas consecutivas da Macaca, ele recebeu dois cartões amarelos.

“Seu m…, ladrão, filho da p… Você veio roubar aqui. Foram 10 faltas em cima de mim, seu b…”, disse Marinho, de acordo com o juiz.

Autor do gol do Alvinegro, Marinho pode ser punido pelas palavras ditas ao árbitro. Sem ele em campo, os donos da casa sofreram a virada e acabaram eliminados.

Jesualdo diz que Santos merecia ir mais longe: “Não há motivo para desistir”

O técnico Jesualdo Ferreira acredita que o Santos deveria ter ido mais longe no Campeonato Paulista. O Peixe foi eliminado pela Ponte Preta nas quartas de final nesta quinta-feira, na Vila Belmiro.

O treinador lamentou o quarto jogo consecutivo com expulsão. Desta vez, Marinho recebeu o segundo cartão amarelo.

“Não era nada disso que eu esperava. Primeiro tempo competitivo, nosso adversário muito agressivo, violento. Arbitragem não comandou bem. Marinho sofreu várias faltas e nada aconteceu. E com 10, no segundo tempo, foi difícil. Esse é o quarto jogo que o Santos começa ganhando e depois não ganha, por ficar com 10. O psicológico pesou muito no segundo tempo. Acho que merecíamos ir mais longe. Muitos problemas, como todos sabemos, mas vamos ter de resolver internamente”, disse Jesualdo, ao SporTV.

“O que a equipe fez na semana passada, primeiro tempo de hoje… Não há motivo para desistir e achar que tudo está terminado”, completou.

O Santos agora aguarda pelo Campeonato Brasileiro. O Peixe enfrentará o Red Bull Bragantino no dia 9 de agosto, na Vila Belmiro.

Jesualdo pede compreensão no Santos

O técnico Jesualdo Ferreira pediu compreensão após o Santos ser eliminado pela Ponte Preta nas quartas de final do Campeonato Paulista, em plena Vila Belmiro.

O português falou sobre nova expulsão, dessa vez de Marinho, e sobre o aspecto psicológico.

“Fizemos um gol, tivemos ocasião de fazer mais em jogo picado. Muita agressividade do nosso adversário. Juiz não controlou, tiraram vantagem disso com a expulsão do Marinho. Não tiramos mérito da Ponte Preta, que fez seu trabalho. No segundo tempo, houve queda psicológica, equipe não foi capaz de reagir e ficou à espera, foi reativa. Tínhamos esperança de ganhar e saímos de forma inglória. Não lembro de quatro expulsões seguidas, no primeiro tempo ou no começo do segundo”, disse o treinador, em entrevista coletiva.

“Questão passa pelo grupo entender os caminhos a seguir. De fato há três competições. Não acabou. Santos tem muitos jogos e não pode perder sem começar de fato o trabalho. De 15 até 60 ou 70 falta muito. E há muito tempo a recuperar. Não admito que alguém desista porque eu não desisto. Estamos todos tristes, revoltados. Espero que o torcedor entenda o que jogador tem passado com essa pandemia e condições todas. Tivemos problemas e vamos tentar resolver internamente. Não vou arranjar desculpas. A verdade é que equipe perdeu, não merecia perder enquanto conseguiu jogar. Sobre ponto de vista psicológica, está mal. Contra o São Paulo, ganhávamos. Depois mesma coisa. É no mínimo preocupante, mas nos deixa na dúvida do que será. E será nosso trabalho descobrir”, completou.

Jesualdo Ferreira também falou sobre “justiça” na análise da eliminação.

“Continuar treinando bem para recuperar os jogadores. Se forem justos, vão estar de acordo comigo: fizemos sempre, enquanto tivemos 11, jogos bons. E com resultados bons. O que eu quero que aconteça é que seja uma norma. Que seja essa a ideia. Trazer todos para o primeiro patamar. Que é o que vínhamos fazendo antes das expulsões”, concluiu.

Vladimir ganha apoio de Jesualdo no Santos: “Plena confiança”

Vladimir ganhou o apoio do técnico Jesualdo Ferreira após falhar em dois dos três gols da Ponte Preta nos 3 a 1 contra o Santos na última quinta-feira, na Vila Belmiro.

O goleiro não demonstrou segurança na primeira decisão depois de assumir a vaga deixada por Everson, que entrou na Justiça contra o Peixe. O Alvinegro foi eliminado nas quartas de final.

“Vladimir está numa fase de adaptação. Estava sem jogar há muito tempo, jogou um jogo antes disso (da pandemia). Está se adaptando, precisa continuar trabalhando. Ele trabalha bem. Temos plena confiança”, disse Jesualdo.

Além da confiança de Jesualdo Ferreira, o Santos nem poderia contratar outro goleiro. O Peixe está bloqueado pela Fifa por causa da dívida com o Hamburgo, da Alemanha, por Cleber Reis.

Jesualdo não teme demissão no Santos: “Diretoria está à vontade”

O técnico Jesualdo Ferreira não teme a demissão no Santos após a eliminação para a Ponte Preta nas quartas de final do Campeonato Paulista.

“Não temo nada. Diretoria está à vontade. Nem sequer me preocupa. Que façam o que quiserem”, disse Jesualdo, em entrevista coletiva.

A Gazeta Esportiva ouviu membros da diretoria santista e, ao menos neste momento, não se fala em mudança no comando técnico.

Jesualdo tem contrato até 31 de dezembro e deve ter o vínculo rescindido ao menos até o fim do Campeonato Brasileiro, em fevereiro.

Jesualdo explica “sumiço” de Venuto e cita “desequilíbrio” no Santos

O técnico Jesualdo Ferreira explicou as poucas chances dadas ao atacante Lucas Venuto no Santos. Ele atuou apenas uma vez na temporada.

Venuto jogou por 11 minutos na derrota por 2 a 0 para o Ituano, em fevereiro. E entrou como lateral-direito.

“Temos tido poucos jogos. E porque na construção do plantel, há mais para algumas posições e menos para outras. Esse equilíbrio deve ser estabelecido”, disse Jesualdo.

O treinador português prefere outras opções além de Marinho e Soteldo: Raniel, Arthur Gomes, Tailson e até Renyer, alternativa antes de cirurgia no joelho.

Ao falar em “estabelecer equilíbrio no elenco”, Jesualdo sinaliza a possível saída de Lucas Venuto. Até o momento, porém, não houve proposta. O contrato termina em 31 de dezembro de 2022.


Ponte Preta 1 x 2 Santos

Data: 25/01/2018, quinta-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 3ª rodada
Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, SP.
Público: 3.032 pagantes
Renda: R$ 51.100,00
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon Manis e Vitor Carmona Metestaine.
Cartões amarelos: Tiago Real, Marciel, Renan Fonseca, Jeferson, Ronaldo e Marquinhos (PP); Copete, Vecchio e David Braz (S).
Gols: Léo Arthur (08-1); Eduardo Sasha (28-2) e Rodrygo (47-2).

PONTE PRETA
Ivan; Emerson, Renan Fonseca, Luan Peres e Jeferson; Marciel (Ronaldo), Tiago Real e Léo Artur (Thiaguinho); Silvinho (Marquinhos), Felipe Saraiva e Felippe Cardoso.
Técnico: Eduardo Baptista

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, David Braz e Caju; Alison, Matheus Jesus (Jean Mota) e Vecchio; Copete, Arthur Gomes (Rodrygo) e Rodrigão (Eduardo Sasha).
Técnico: Jair Ventura



Com gol de joia, Santos vence a Ponte Preta de virada em Campinas

O Santos venceu a Ponte Preta, de virada, por 2 a 1 na noite desta quinta-feira, no Moisés Lucarelli, pela terceira rodada do Campeonato Paulista.

Depois de um primeiro tempo sofrível e de sair atrás com gol de Léo Arthur aos oito minutos, o Peixe melhorou na segunda etapa, empatou com os primeiros gols de Eduardo Sasha e Rodrygo pelo clube. Sasha empatou aos 28 e Rodrygo, aos 17 anos, deu os três pontos nos acréscimos após jogada individual.

Mesmo com pouca criatividade e longe da intensidade que prega o técnico Jair Ventura, foi o alvinegro quem dominou o segundo tempo. Copete e Arthur Gomes tiveram boas chances de virar antes de Rodrygo marcar. Vecchio criou jogadas importantes.

O jogo:

Ponte Preta e Santos fizeram um início de jogo morno. As equipes se estudavam em campo e pouco arriscavam. Nas primeiras movimentações, foi possível ver qual seria a tônica da partida: Peixe com a bola. Ponte à procura do contra-ataque.

E aos oito minutos, a Macaca aproveitou a primeira oportunidade. Felippe Cardoso driblou David Braz, passou fácil por Caju e cruzou. Léo Arthur dividiu com Victor Ferraz, levou a melhor e, sem ângulo, chutou por baixo das pernas de Vanderlei.

Após o gol, o Santos tentou a reação, mas esbarrava em um meio-campo de pouca criação. A chance de empatar veio só aos 25 minutos, quando Luiz Felipe, livre na pequena área, cabeceou por cima do gol.

Aos 31 minutos, Léo Arthur driblou Alison na intermediária ofensiva e finalizou com perigo, à direita do gol de Vanderlei. Cinco minutos depois, Arthur Gomes arriscou de fora da área, Rodrigão não alcançou e a bola passou perto da trave esquerda do goleiro Ivan.

No fim do primeiro tempo, Victor Ferraz cobrou falta, quase que da linha da área, na barreira. Na sequência, Caju bateu quatro escanteios consecutivos no primeiro pau.

Na segunda etapa, o cenário mudou. O Santos com a posse de bola, mas oferecendo mais perigo. Vecchio subiu de rendimento e o Peixe passou a martelar a Ponte.

Aos oito minutos, Vecchio chutou de primeira de fora da área para grande defesa do goleiro Ivan. Aos 11, Copete chutou cruzado para nova defesa do Ivan. A pressão, porém, parou nesses dois lances

O jogo caminhava para a vitória dos donos da casa, até que brilhou a estrela de Eduardo Sasha, que substituiu Rodrigão no segundo tempo. O atacante, de cabeça, aproveitou bom cruzamento de Copete para empatar aos 28 minutos.

Depois do empate, a partida ficou aberta. Aos 29 minutos, Felipe Saraiva quase fez de fora da área. Na sequência, Vecchio deu lindo passe para Arthur Gomes. Cara a cara com Ivan, o atacante cavou e a bola passou perto da trave.

Aos 36 minutos, nova falta para o Santos na entrada da área. Jean Mota acertou a barreira. No rebote, o próprio Jean finalizou por cima do gol. Dois minutos depois, Vecchio deu nova assistência para Copete, que chutou cruzado para mais uma boa defesa de Ivan.

Quando o placar marcava 41 minutos, Vecchio apareceu de novo. Destaque no segundo tempo, o argentinou arriscou, com a canhota, de fora da área. Bola passou raspando o travessão.

Segundos depois, Felippe Cardoso teve duas chances de desempatar. Na primeira, chutou cruzado. Depois do bate-rebate, chutou mascado e a bola quase traiu Vanderlei.

Nos acréscimos, brilhou a estrela do garoto Rodrygo. O atacante recebeu de Vecchio, driblou Emerson e chutou no canto de Ivan para dar a vitória ao Santos em Campinas.

Santos TV – Bastidores:

Rodrygo vibra após marcar pela 1ª vez: “Sonhando acordado”

Rodrygo foi o grande nome do Santos na vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta na noite desta quinta-feira, no Moisés Lucarelli. O atacante de 17 anos entrou no segundo tempo e fez o seu primeiro gol pelo Peixe para virar o placar.

Joia das categorias de base, Rodrygo mostrou personalidade. O garoto, nos acréscimos, recebeu passe de Vecchio, driblou o marcador e chutou forte, no canto, para vencer o goleiro Ivan.

“Estou sonhando acordado. Ficha não caiu, vai cair quando eu chegar em casa e ver o vídeo do gol. Fico muito feliz pela vitória. Bola sobrou e eu sabia que teria alguma chance e tinha que guardar”, disse Rodrygo, em entrevista ao SporTV.

Outro que marcou pela primeira vez foi Eduardo Sasha. Contratado para 2018, o atacante ex-Internacional empatou o jogo em Campinas.

Rodrygo e Sasha pressionam Copete, Arthur Gomes e Rodrigão por uma vaga no time titular para a partida contra o Ituano, domingo, às 19h30 (de Brasília), no Pacaembu. Bruno Henrique, contusão na retina do olho direito, e Gabigol, que ainda precisa recuperar a forma física e técnica, não estarão à disposição.

Jair cogita mudanças no ataque do Santos, mas pede calma com Rodrygo

Jair Ventura não descarta mexer no ataque titular do Santos para a sequência do Campeonato Paulista, mas pede calma ao torcedor com Rodrygo, autor do gol da virada na vitória por 2 a 1 sobre a Ponte Preta nesta quinta-feira, em Campinas.

O ataque tem sido escalado com Arthur Gomes, Copete e Rodrigão. Bruno Henrique se recupera de contusão na retina do olho direito. Rodrygo, aos 17 anos, entrou bem no segundo tempo das partidas contra Bragantino e Ponte.

“Eu gosto muito de lançar jovens. Rodrygo é sensacional. Falei que vou trazê-lo como um filho, brinco demais com ele. Menino bom, que merece, é diferente, mas temos que ter calma. Vão falar nele titular logo, mas se jogasse 80 minutos, teria força para fazer o gol no final? A importância é a mesma para todos. O banco mudou o jogo. Esperamos contratações, lógico, mas temos que olhar para dentro enquanto não chega”, analisa Jair Ventura.

O treinador pensa em mexer na equipe para a partida contra o Ituano, domingo, às 18h30 (de Brasília), no Pacaembu, pela quarta rodada do Campeonato Paulista. Em Campinas, Romário (barrado) e Renato (poupado) deram lugar a Caju e Matheus Jesus.

“Temos que saber momento de cada jogo. Pode ser (que haja mudanças). Renato e Romário não jogaram, podemos fazer revezamentos, mas tem Libertadores batendo na porta. Tenho que conhecer o elenco e temos que conhecer nos jogos, é mais difícil nos treinos. Posso pensar em mudanças em todas as partes do time”, resumiu.

Novo raio no Santos? Rodrygo supera Neymar pela terceira vez na carreira

Rodrygo foi o primeiro jogador nascido em 2001 a marcar um gol como jogador profissional do Santos. O chute nos acréscimos deu a vitória ao Peixe na noite desta quinta-feira, contra a Ponte Preta, em Campinas, e fez o jovem de 17 anos superar Neymar pela terceira vez na carreira.

Rodrygo, com 17 anos e 16 dias, fez seu primeiro gol pelo alvinegro. Neymar balançou as redes quando tinha 17 anos e 40 dias, diante do Mogi Mirim, em 15 de março de 2009.

Rodrygo também estreou mais cedo que Neymar. A nova joia da base santista entrou em campo com 16 anos, na vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, no dia 4 de novembro de 2017. O craque do PSG, com 17 anos, debutou no dia 7 de março de 2009.

Outro feito de Rodrygo foi, aos 11 anos, ser o jogador mais novo a assinar contrato com a Nike, empresa de material esportivo. Neymar, seu ídolo, era quem ocupava o posto, por ter firmado vínculo aos 13 anos.

Em 2016, os dois atacantes tiveram a oportunidade de entrar em campo juntos, em uma pelada no Instituto do camisa 10 da seleção brasileira, em Praia Grande, litoral de São Paulo.

Vecchio defende Santos sem armador clássico e elogia Rodrygo

Segundo volante de origem, Vecchio tem sido utilizado como meia armador do Santos por Jair Ventura. O argentino relata que conversou com o técnico sobre a função que gostaria de exercer em 2018.

“Antes de começar o campeonato, tive uma reunião com o Jair. Eu falei para ele que me sentia melhor como segundo volante. Quem decide é ele, que é muito capacitado. Estou jogando de meia, mas com a liberdade. Ele pede para não ter uma posição fixa. Hoje, um meia tradicional não existe. Todos têm de correr, ajudar, independentemente da posição”, disse Vecchio, em entrevista coletiva nesta sexta-feira.

Vecchio ainda comentou sobre a ascensão de Rodrygo, de 17 anos, que fez seu primeiro gol como profissional do Peixe na vitória por 2 a 1 diante da Ponte Preta nesta quinta-feira, em Campinas.

“O Santos tem algo que é muito especial. Falei com um amigo ontem que por aqui você vê jogadores de 15, 16, 17 anos muito importantes. O Rodrygo parece ter 30 anos em campo. É muito maduro, um menino especial, educado, que trabalha muito bem. Ajudou muito o time, fez o gol da vitória. Confiamos muito nele, mas temos de ter paciência. Ele tem um potencial muito grande”, analisou o camisa 20.


Ponte Preta 1 x 1 Santos

Data: 12/10/2017, quinta-feira, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 27ª rodada
Local: Estádio Moisés Lucarelli, em Campinas, SP.
Público: 13.982
Renda: R$ 120.475,00
Árbitro: Raphael Claus (SP/FIFA)
Auxiliares: Alex Ang Ribeiro e Alberto Poletto Masseira (ambos de SP).
Cartões amarelos: Naldo, Fernando Bob, Luan Peres (PP); Lucas Lima e Zeca (S).
Cartão vermelho: Fernando Bob (PP).
Gols: Naldo (04-1) e Ricardo Oliveira (44-1).

PONTE PRETA
Aranha; Nino Paraíba, Marllon, Luan Peres e Jeferson; Naldo (Jadson); Emerson Sheik (Léo Gamalho), Jean Patrick (Felipe Saraiva), Fernando Bob e Danilo Barcelos; Lucca.
Técnico: Eduardo Baptista

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Alison, Matheus Jesus e Lucas Lima; Copete, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira.
Técnico: Levir Culpi



Santos para em Aranha, empata com a Ponte e ajuda líder Corinthians

Desde a chegada de Levir Culpi, o Santos se notabilizou por jogar mais recuado e apostar nos contra-ataques. Nesta quinta-feira, porém, o Peixe adotou estilo semelhante ao que costumava ter com Dorival Júnior e dominou as ações contra a Ponte Preta, em Campinas. Apesar disso, a equipe de Vila Belmiro parou no goleiro Aranha e saiu do Moisés Lucarelli apenas com o empate em 1 a 1 no placar.

A igualdade foi ruim para as duas equipes. Enquanto a Ponte, com 32 pontos, segue coladinha na zona de rebaixamento, o alvinegro chegou aos 48, até manteve-se na segunda colocação, mas viu o Corinthians abrir 10 pontos na liderança.

O jogo:

Precisando da vitória para não ver o Corinthians se distanciar na liderança, o Santos começou atacando. Logo aos 2 minutos, Lucas Veríssimo fez belo lançamento para Copete, que dominou mal, mas deu bom passe para Bruno Henrique dentro da área. O atacante bateu firme, mas a zaga cortou o perigo.

Porém, a chegou chegou no lance seguinte e foi fatal. Em cobrança de falta pelo lado esquerdo, Danilo cruzou, a bola bateu na mão de Lucca, Vanderlei espalmou muito mal e a bola ficou livre para Naldo balançar as redes. Os santistas reclamaram de infração na jogada, mas Raphael Claus validou o tento.

Com a vantagem, a Macaca recuou e viu o Peixe pressionar no Moisés Lucarelli. Aos 15 minutos, Matheus Jesus aproveitou sobra de escanteio e emendou uma bicicleta. A bola bateu na zaga pontepretana e saiu para escanteio.

Na cobrança, Lucas Veríssimo desviou de cabeça e Aranha se esticou todo para fazer uma defesa extraordinária e salvar a equipe de Campinas.

Três minutos depois, Matheus Jesus chutou de fora da área e Aranha espalmou no pé de Copete. O colombiano tocou para Lucas Lima dentro da área. O camisa 10, porém, foi travado na hora do arremate.

Após a blitz em cinco minutos, o Peixe viu a Ponte se fechar bem defesa e ainda quase marcar o segundo, aos 43, quando Nino Paraíba achou Lucca dentro da área. Completamente sozinho e na cara de Vanderlei, o atacante isolou e perdeu chance inacreditável.

E o famoso ditado do ‘quem não faz toma’ crucificou a Macaca antes do intervalo. Após a falha de Lucca, o Santos saiu em velocidade e Bruno Henrique cruzou na cabeça de Ricardo Oliveira. Livre, o centroavante testou com força para bater Aranha e deixar tudo igual no Moisés Lucarelli.

A segunda etapa começou de forma parecida ao primeiro tempo: com o Santos dominando e a Ponte apostando na velocidade dos contra-ataques. Porém, as boas oportunidades demoraram para aparecer em Campinas.

O susto inicial após o intervalo surgiu aos 13 minutos, quando Lucas Lima cruzou, Copete ajeitou e Bruno Henrique cabeceou firme. O único problema é que Aranha estava em grande tarde e fez outra linda defesa, livrando a Ponte de tomar a virada.

Os minutos seguintes da segunda etapa foram de completo domínio alvinegro no meio de campo, mas pouca pressão no goleiro da Macaca. O jogo ficou ‘parado’ e sem emoção no Moisés.

A partida seguiu monótona até os 39 minutos, quando Fernando Bob fez falta dura em Bruno Henrique, levou o terceiro amarelo e acabou expulso. Apesar disso, o técnico Levir Culpi não promoveu substituições no Santos, que cansou.

No último lance da partida, Lucas Lima ainda achou Bruno Henrique dentro da área. Porém, o atacante cabeceou pra fora e não conseguiu tirar o 1 a 1 do placar.

Bastidores – Santos TV:

Levir não mexe no Santos contra a Ponte e explica: “Poderíamos perder”

Santos e Ponte Preta empataram em 1 a 1 nesta quinta-feira, pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro, sob forte calor de mais de 30º em Campinas. Mesmo assim, o técnico Levir Culpi optou por não fazer substituições na equipe, nem mesmo quando tinha um jogador a mais em campo, após a expulsão de Fernando Bob aos 39 minutos do segundo tempo.

Sem voz, Levir Culpi respondeu a apenas três perguntas durante a sua entrevista coletiva. E uma delas sobre não ter feito alterações em sua equipe.

“Não mexi porque achei que poderíamos perder. Foi por isso. Fiquei feliz com o desempenho do time, mas chateado com o resultado”, resumiu o técnico no Moisés Lucarelli.

A igualdade em Campinas foi ruim para o Peixe, que chegou aos 48, até manteve-se na segunda colocação, mas viu o Corinthians abrir 10 pontos na liderança. Apesar da distância, Levir ainda acredita na conquista da taça.

“Claro que o campeonato está aberto. Estamos vivo e temos chances ainda. Hoje Santos chegou mais próximo da vitória, mas não matou o jogo. Mas vamos seguir lutando (pelo título)”, finalizou.

Lucas Lima declara amor ao Santos, mas não descarta ir para o Palmeiras

O futuro de Lucas Lima só será definido a partir de dezembro. Com contrato terminando no final do ano e proposta em mãos para renovar com o Santos, o camisa 10 também desperta interesse do Palmeiras e de clubes chineses.

Após o empate em 1 a 1 com a Ponte Preta, nesta quinta-feira, em Campinas, pelo Campeonato Brasileiro, o meia foi questionado sobre o possível adeus ao Peixe. Mesmo declarando amor ao time de Vila Belmiro, o jogador deixou aberta a possibilidade de jogar por um rival

“Eu sempre falei: Santos é a minha casa, estou feliz. Quem está na mídia são vocês. Vocês têm que provar, não eu que tenho que provar. Deixo a porta aberta. Se o Santos não me quiser, vou ficar desempregado? Futebol é dinâmico. Vou resolver a minha vida quando acabar o Brasileiro”, declarou Lucas Lima na saída do gramado.

O Santos ofereceu R$ 45 milhões a Lucas Lima até o fim de 2020. Os salários do meia dobrariam para cerca de R$ 600 mil, com bônus por metas alcançadas e aumentos anuais. Porém, Guangzhou Evergrande e Hebei Fortune, da China, ofereceram valores maiores. Além disso, o Palmeiras também sinalizou com uma proposta superior a do alvinegro.

O presidente Modesto Roma ainda aguarda uma resposta sobre a renovação com Lucas Lima. Porém, o mandatário já demonstra pessimismo com a permanência do camisa 10 e revelou para a Gazeta Esportiva que chegada de um novo armador será fundamental no próximo ano.


Santos 0 x 0 Ponte Preta

Data: 17/06/2017, sábado, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 8ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 19.984 pessoas (17.488 pagantes e 2.496 não pagantes).
Renda: R$ 513.190,00
Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)
Auxiliares: Marcio Eustaquio Santiago e Celso Luiz da Silva (ambos de MG).
Cartões amarelos: David Braz, Thiago Maia e Bruno Henrique (S); Rodrigo, Jeferson e Luan Peres (PP).

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Renato, Thiago Maia e Lucas Lima; Copete (Vladimir Hernández), Bruno Henrique e Kayke.
Técnico: Levir Culpi

PONTE PRETA
Aranha; Jeferson, Marllon, Rodrigo e João Lucas (Luan Peres); Fernando Bob, Elton e Renato Cajá (Wendel); Claudinho (Lins), Emerson Sheik e Lucca.
Técnico: Gilson Kleina



Santos martela, mas não sai do zero com a Ponte Preta, no Pacaembu

Desde a saída de Dorival Júnior, demitido no último dia 4, o Santos, apesar de ter conquistado três vitórias seguidas, era cobrado para apresentar um futebol de melhor qualidade. Contra a Ponte Preta, na noite deste sábado, no Pacaembu, o Peixe até conseguiu fazer uma boa partida. Porém, mesmo martelando a Macaca, principalmente no segundo tempo, a equipe comandada por Levir Culpi não conseguiu tirar o zero do placar e volta para a Baixada com um empate amargo, que impede a arrancada no Campeonato Brasileiro e ainda encerra com a série perfeita de 20 triunfos seguidos no Paulo Machado de Carvalho.

Com o empate, o Peixe ficou com 13 pontos e segue na quinta colocação. Já a Macaca, por sua vez, terminou com 11 e dormirá como sétima. Porém, o time de Gilson Kleina pode ser ultrapassado por outros seis que ainda não jogaram na rodada.

O jogo

Apesar dos termômetros marcarem 17ºC em São Paulo, o duelo começou quente no Pacaembu. ‘Dono’ da casa, o Santos se impôs nos minutos iniciais e foi em busca do gol. A Ponte, por sua vez, ficava em seu campo de defesa e apenas esperava uma boa chance para sair no contra-ataque.

O Peixe assustou logo aos 4 minutos, quando Lucas Lima tocou para Bruno Henrique dentro da área. O atacante, porém, parou no goleiro Aranha. Na sequência, a Macaca chegou em velocidade com Claudinho. O pontepretano lançou Elton na cara de Vanderlei, que se antecipou e salvou o Peixe.

Aos 10, David Braz tomou a bola da Ponte no campo de defesa e se aventurou no ataque. Como um verdadeiro centroavante, o camisa 14 estava pronto para receber passe de Lucas Lima dentro da área. O zagueiro Rodrigo, porém, fez o corte e impediu a abertura do placar no Pacaembu.

Após as boas chances perdidas, a Macaca conseguiu igualar as ações e até chegou a ‘envolver’ o Alvinegro Praiano no meio. Mesmo assim, quem apareceu novamente no ataque foi o Santos. Aos 21 minutos, Bruno Henrique cruzou da direita, a bola passou por todo mundo e ficou livre para Jean Mota. O lateral improvisado soltou uma bomba, mas Aranha espalmou.

O restante da primeira etapa ficou muito ’emperrada’, com as duas equipes presas na marcação e pouco conseguindo criar. Apesar disso, ainda sobrou tempo para a Ponte reclamar muito de um impedido marcado pela arbitragem. Aos 39 minutos, Lucca cobrou falta na área e David Braz marcou contra. Porém, o volante Elton, que participa da disputa, estava em posição irregular.

Santos e Ponte voltaram do intervalo do mesmo jeito que começaram no primeiro tempo. Logo na primeira jogada, Copete recebeu de Lucas Lima dentro da área, tirou de Aranha, mas bateu fraco e errou a meta. No lance seguinte, foi a vez de Kayke receber passe do camisa 10. O atacante chutou firme, no canto, mas parou no arqueiro pontepretano.

A Macaca não deixou barato e respondeu com Elton, que recebeu dentro da área e bateu em cima de Vanderlei. O duelo seguiu eletrizante. Aos 15 minutos, Bruno Henrique fez linda jogada pelo lado direito e tocou para Kayke. O centroavante desviou de primeira, mas a bola bateu em Aranha, triscou a trave e saiu pela linha de fundo.

Aos 21, foi a vez de Lucas Lima assustar. Em cobrança de falta, o meia mandou na gaveta, mas a bola subiu um pouco mais que o esperado e passou por cima do travessão de Aranha. Oito minutos depois, Jean Mota, também cobrando falta, chegou até a arrancar alguns gritos de ‘gol’ nas arquibancadas do Pacaembu. A redonda, porém, não entrou no fundo das redes.

Pressionada, a Ponte Preta não conseguiu assustar Vanderlei no restante da segunda etapa. Mesmo assim, o Santos também ficou preso na marcação e o duelo terminou mesmo em 0 a 0 no Pacaembu.

Bastidores – Santos TV:

Braz cita cansaço do Santos para justificar empate contra a Ponte

O Santos até criou oportunidades, mas não conseguiu sair do 0 a 0 com a Ponte Preta, na noite deste sábado, no Pacaembu, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. A igualdade impediu uma arrancada santista no torneio e ainda encerrou com a série perfeita de 20 vitórias seguidas no Paulo Machado de Carvalho. Mesmo martelando a Macaca desde o início, o zagueiro David Braz acredita que o Peixe sentiu bastante o cansaço com a sequência de jogos.

“Por ser nosso mando, nós tínhamos que vencer. Sentimos bastante o cansaço do clássico contra o Palmeiras. Mas vamos levantar a cabeça e se recuperar desse cansaço para conquistar a vitória na quarta-feira”, disse o camisa 14 na saída do gramado.

Com o empate, o Peixe ficou com 13 pontos e segue na quinta colocação. Já a Macaca, por sua vez, terminou com 11 e dormirá como sétima. Porém, o time de Gilson Kleina pode ser ultrapassado por outros seis que ainda não jogaram na rodada.