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Palmeiras 3 x 2 Santos

Data: 06/05/2021, quinta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Paulista – Grupo D – 11ª rodada (penúltima)
Local: Allianz Parque, em São Paulo, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira
Auxiliares: Alex Ang Ribeiro e Fabrini Bevilaqua Costa.
VAR: José Cláudio Rocha Filho.
Cartões amarelos: Zé Rafael e Empereur (P); Gabriel Pirani, Jean Mota, Kaiky e Lucas Braga (S).
Gols: Viña (07-1), Kaio Jorge (13-1) e Willian (22-1); Kaio Jorge (07-2) e Lucas Esteves (32-2).

PALMEIRAS
Weverton; Mayke, Danilo Barbosa, Empereur, Viña; Felipe Melo (Danilo), Zé Rafael, Gustavo Scarpa, Giovani (Lucas Esteves); Wesley (Rafael Elias) e Willian.
Técnico: Abel Ferreira

SANTOS
João Paulo; Pará, Kaiky, Luan Peres, Felipe Jonatan; Balieiro, Jean Mota (Kevin Malthus), Gabriel Pirani; Marinho (Ângelo), Lucas Braga e Kaio Jorge.
Técnico: Marcelo Fernandes (interino)



Palmeiras vence o Santos no Allianz Parque e elimina o rival do Paulistão

Nesta quinta-feira, o Palmeiras venceu o Santos por 3 a 2, no Allianz Parque, em partida válida pela 11ª rodada do Campeonato Paulista. A vitória do Verdão elimina o Peixe do estadual e ainda deixa o Alviverde vivo na competição, enquanto o rival ainda corre o risco de ser rebaixado. Os gols dos mandantes foram marcados por Viña, Willian e Lucas Esteves, enquanto Kaio Jorge marcou os dois do Alvinegro.

O primeiro tempo foi eletrizante, com as duas equipes se lançando ao ataque. Com 22 minutos de bola rolando, o placar já estava 2 a 1 para o Verdão, com os sistemas ofensivos sendo eficientes e as defesas falhando. Logo no retorno do intervalo, o Peixe deixou tudo igual, após Wesley cometer pênalti infantil. Mesmo pressionado, o Alviverde conseguiu chegar ao terceiro gol com Lucas Esteves e ganhou um respiro na competição.

Com o resultado, o Palmeiras segue na terceira colocação do grupo C, com 18 pontos somados, a três do Novorizontino, segundo da chave. Na última rodada do Paulista, o time enfrenta a Ponte Preta, fora de casa, no domingo. Para fechar a sua participação no estadual, o Santos recebe o São Bento, na Vila Belmiro. A equipe tem dez pontos, na terceira posição do grupo D, e ainda corre risco de ser rebaixada. Se perder no domingo, o Peixe cairá para a Série A2.

O jogo

Com as duas equipes precisando vencer, o jogo começou movimentado no Allianz Parque. Na primeira chegada, Kaio Jorge cruzou para Gabriel Pirani, que bateu de primeira, e Weverton defendeu. Logo em seguida, Giovani quase marcou um golaço. Recebeu pela direita e arrancou com a bola dominada, costurando a defesa do rival. No entanto, finalizou mal quando chegou à área.

Aos sete minutos, o Palmeiras abriu o placar no clássico. Scarpa passou com muita facilidade por Luan Peres pela direita e cruzou na medida para Vinã, que testou com precisão e balançou as redes. O Santos não sentiu o gol e deixou tudo igual seis minutos depois, com Kaio Jorge. Marinho recebeu belo lançamento de Jean Mota pela direita, dominou no peito e deixou Viña para trás. O camisa 11 rolou encontrou o centroavante dentro da área, que dominou e finalizou no canto esquerdo para marcar.

Aos 22 minutos, Scarpa bateu escanteio rápido pela esquerda e surpreendeu a zaga do Santos, encontrando Willian. O atacante cabeceou, a bola tocou em Kaiky e foi morrer no gol. Precisando do resultado, o Peixe foi ao ataque. Pirani finalizou de fora da área e exigiu boa defesa de Weverton.

Marcelo Fernandes voltou com o Santos muito ofensivo, tirando Balieiro e colocando Marcos Leonardo. O Peixe fez uma pressão e, aos cinco minutos, teve um pênalti a seu favor. Wesley puxou a camisa de Kaio Jorge dentro da área, e o árbitro assinalou pênalti. Na cobrança, o centroavante mandou no canto direito e deixou tudo igual.

Logo em seguida, o Peixe quase chegou ao terceiro. Lucas Braga fez bela jogada pela esquerda e cruzou na entrada da área para Marcos Leonardo, que chegou batendo e acertou a trave. No lance seguinte, foi a vez de Ângelo ser lançado, avançar em velocidade e finalizar para fora. Pouco depois, o garoto voltou a arriscar pela direita, dessa vez parando em Weverton.

Mesmo inferior na segunda etapa, o Palmeiras chegou ao terceiro gol aos 32 minutos. Viña desceu pela esquerda e cruzou rasteiro para dentro da área. A bola passou por Rafael Elias e chegou em Lucas Esteves, que teve apenas o trabalho de empurrar para as redes e garantir a vitória.

Santos precisa empatar com o São Bento para evitar inédito rebaixamento no Paulistão

O Santos chegará na última rodada do Campeonato Paulista com risco de inédito rebaixamento para a Série A-2.

Após perder para o Palmeiras no Allianz Parque nesta quinta-feira, o Peixe precisa de um ponto contra o São Bento no domingo, na Vila Belmiro, para evitar a queda.

O Alvinegro é o antepenúltimo em um campeonato de 16 equipes, com 10 pontos, e terá um confronto direto com o São Bento, o penúltimo. O São Caetano já está rebaixado.

A necessidade de vitória no domingo compromete o planejamento para a Libertadores da América. O Santos deve ter titulares dois dias antes de enfrentar o Boca Juniors na terça, também na Vila, pela quarta rodada da competição continental.

Marcelo Fernandes cutuca Holan no Santos: “Peguei uma equipe que não chutava em gol”

O auxiliar Marcelo Fernandes cutucou o ex-técnico Ariel Holan após a derrota do Santos por 3 a 2 para o Palmeiras nesta quinta-feira, no Allianz Parque, pelo Campeonato Paulista.

O interino disse que o Peixe não chutava a gol antes da queda do argentino. E destacou as 22 finalizações no clássico. Com o revés, o Peixe precisa empatar com o São Bento no domingo, na Vila Belmiro, para não ser rebaixado. O novo treinador será Fernando Diniz.

“Responsabilidade é de todos. Comando era do Holan, logicamente ele tinha a decisão e nós dávamos opinião. Agora, nessa responsabilidade de frente e eu assumo… Volto a dizer: peguei uma equipe há três rodadas que não chutava em gol. Hoje a equipe teve 22 finalizações. Procuramos o melhor para o Santos”, disse Marcelo Fernandes, antes de analisar o clássico.

“Estratégia é sempre vencer. Equipe jogou de igual para igual com o Palmeiras. 22 finalizações contra nove e não aproveitamos. Eles foram eficazes. Para domingo jogaremos com toda força. Descansaremos bastante para somar os três pontos no domingo… Troca de gestão, perda de jogadores, transfer ban, muitos meninos, técnico chegou com nova filosofia e houve uma troca. Tudo isso influencia. Molecada está querendo, agora é ter calma. Trabalhar bastante para um jogo normal que sempre fazemos em casa no domingo”, completou

O Santos deve ter Marcelo Fernandes contra o São Bento. Fernando Diniz pode estrear diante do Boca Juniors (ARG) na terça-feira, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

Alison e Marinho são dúvidas no Santos para decisão contra o São Bento

Alison e Marinho são dúvidas no Santos para a decisão contra o São Bento no domingo, na Vila Belmiro, pela última rodada do Campeonato Paulista.

Alison sente dor no joelho esquerdo, enquanto Marinho foi substituído no clássico contra o Palmeiras devido a um incômodo na coxa esquerda. O atacante, inclusive, foi dúvida antes da bola rolar no Allianz Parque.

O Peixe espera contar com a dupla para o importante duelo. O Alvinegro precisa de um empate para evitar o rebaixamento inédito à Série A-2 do Estadual.

Se todos estiverem à disposição, a escalação será: João Paulo, Pará, Kaiky, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison, Jean Mota e Gabriel Pirani; Marinho, Lucas Braga e Kaio Jorge.

Má fase de Pará traz novamente à tona erro do Santos ao não inscrever Madson

No domingo, o Santos jogará pela permanência na primeira divisão do Campeonato Paulista. A má fase da equipe passa pelo momento de instabilidade de alguns jogadores da equipe, principalmente no sistema defensivo. Dentre eles, está Pará.

O lateral-direito não tem mais oferecido a solidez defensiva da temporada passada, deixando muitos espaços em suas costas. Tem sido frequente ver Pará sendo vencido em velocidade ou não conseguindo fazer a cobertura em cruzamentos. Além disso, não tem sido efetivo no apoio, cometendo erros técnicos.

O problema é que a comissão técnica do Santos não tem uma alternativa para a posição no Campeonato Paulista. Afinal, Madson não foi inscrito no estadual e, quando o clube percebeu o erro, já era tarde demais, visto que a lista A já estava preenchida por completo.

Em abril, o presidente Andres Rueda concedeu entrevista e assumiu a responsabilidade pelo deslize na não inscrição do jogador.

“Quem foi o responsável pela não inscrição do Madson no Paulista? O responsável e quem errou foi o presidente, o Rueda. No clube, quem é responsável por tudo de bom e tudo de errado é o presidente. É muito fácil quando acontecer algo bom dizer ‘fui eu’, e quando acontecer algo de errado dizer ‘foi o estagiário’. Eu cometi esse erro, coloco nas costas sem problema nenhum”, afirmou Rueda.

Nos jogos em que o Santos utilizou uma equipe alternativa, Sandro Perpetuo foi escalado na lateral direita. O jovem jogador, no entanto, ainda não tem a ‘casca’ necessária para atuar com maior frequência. No início da temporada, volante Vinicius Balieiro também foi testado na posição.

Frágil pelo alto, Santos tem a pior defesa do Campeonato Paulista

A situação do Santos é delicada no Campeonato Paulista. Com a derrota no clássico para o Palmeiras, o Peixe chega à última rodada da fase inicial com chance de ser rebaixado. A má fase da equipe passa pela fragilidade defensiva do Alvinegro na competição.

Com 11 jogos disputados pelo Paulista, o Santos já sofreu 19 gols. O time tem os piores números defensivos da competição, empatado apenas com o São Caetano, que também foi vazado 19 vezes. O Azulão, vale destacar, já está rebaixado, com apenas três pontos somados.

O Santos deixou o campo sem sofrer gol apenas uma vez no Campeonato Paulista, contra o Botafogo-SP, em um empate por 0 a 0. Uma grande dificuldade da equipe na temporada tem sido defender as bolas cruzadas na área. No clássico contra o Palmeiras, o Peixe voltou a sofrer dois gols de cabeça.

Vale lembrar que o Santos perdeu Lucas Veríssimo, que era o pilar do sistema defensivo e uma das lideranças técnicas da equipe. Sem poder contratar, por conta do transfer ban, o Santos teve que se virar com o elenco atual.

Com 11 jogos disputados pelo Paulistão, o Santos está na terceira colocação do grupo D, com dez pontos somados. Neste domingo, o time fará um jogo decisivo contra o São Bento, que é o concorrente direto na luta contra o rebaixamento. Caso perca para o time do interior, o Peixe cairá para a Série A2. O Alvinegro apenas escaparia do descenso se o Santo André também perdesse e visse o saldo de gols ficar pior do que o do Santos. No momento, o time do ABC leva a melhor: menos cinco a menos nove.


Palmeiras 1 x 0 Santos

Data: 30/01/2021, sábado, 17h00.
Competição: Copa Libertadores – Final – Jogo único
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: N/D
Árbitro: Patricio Loustau (ARG)
Auxiliares: Ezequiel Brailovsky e Diego Bonfa (ambos da ARG).
VAR: Mauro Vigliano (ARG).
Cartões amarelos: Gustavo Gómez, Viña e Marcos Rocha (P); Lucas Veríssimo, Diego Pituca, Soteldo e Alison (S).
Gol: Breno Lopes (54-2).

PALMEIRAS
Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Matías Viña; Danilo, Zé Rafael (Patrick de Paula), Gabriel Menino (Breno Lopes) e Raphael Veiga (Empereur); Rony (Felipe Melo) e Luiz Adriano.
Técnico: Abel Ferreira

SANTOS
John; Pará (Bruno Marques), Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan (Wellington Tim); Alison, Diego Pituca e Sandry (Lucas Braga); Marinho, Soteldo e Kaio Jorge (Madson).
Técnico: Cuca



Palmeiras vence o Santos com gol nos acréscimos e é campeão da Libertadores

O Palmeiras é bicampeão da Libertadores da América. O Verdão venceu o Santos por 1 a 0 neste sábado, no Maracanã. O gol de Breno Lopes foi marcado aos 53 minutos do segundo tempo.

O jogo foi truncado, nervoso, cheio de faltas fortes e contou com a expulsão de Cuca após confusão com Marcos Rocha. O técnico foi para a arquibancada e viu o gol do Palmeiras minutos depois.

O Santos perdeu a chance de ser o primeiro tetracampeão da Libertadores no Brasil. O Palmeiras volta a erguer a taça após 22 anos e vai para o Mundial. Vitória de quem acreditou até o fim e não esperou pela prorrogação ou pênaltis.

O jogo

O primeiro tempo da final da Libertadores da América foi decepcionante. Sobrou suor, mas faltou futebol. Nenhuma chance clara foi criada por Palmeiras e Santos.

Pilhadas, as equipes fizeram muitas faltas e disputaram cada pedaço do gramado. O mais caçado foi Marinho, principalmente no duelo com Viña travado desde o início. Lucas Braga chegou a aquecer, mas o camisa 11 pediu para voltar.

Esse equilíbrio também tem a ver com uma novidade de Cuca na escalação do Peixe: o técnico colocou Sandry no meio-campo e espelhou o esquema tático do Verdão. Os dois times tiveram três meio-campistas móveis e três atacantes.

O único momento de maior perigo foi aos 35 minutos, quando Raphael Veiga invadiu a área pela direita e bateu cruzado. A bola passou perto do goleiro John.

O cenário pouco mudou para a etapa final. Os primeiros minutos foram de esboço de mudança tática e alguma pressão, mas logo os times se anulavam em campo.

Aos 13, o Santos assustou o Palmeiras. Marinho cobrou falta e Lucas Veríssimo não alcançou de peixinho na pequena área. No minuto 18, Raphael Veiga bateu falta com perigo e a bola bateu na rede por cima de John.

Quando o placar marcava 31 jogados, o Peixe teve o momento de maior emoção até então. Diego Pituca chutou de fora da área para Weverton espalmar. No rebote, Felipe Jonatan bateu forte e a bola passou perto.

A partida caminhava para a prorrogação quando o clássico finalmente ganhou em emoção. Cuca escondeu a bola, foi derrubado por Marcos Rocha e acabou expulso. O técnico viu da arquibancada o gol de Breno Lopes aos 53 minutos do segundo tempo.

Rony recebeu com liberdade, cruzou no segundo pau e Breno Lopes subiu mais que Pará, aproveitou a indecisão de John e colocou a bola no ângulo. Palmeiras campeão.

Alison admite dor, mas “tira o chapéu” para o elenco do Santos

O Santos não conseguiu o quarto título da Copa Libertadores da América. Na tarde deste sábado, o Peixe sucumbiu diante do Palmeiras no Maracanã. Mesmo assim, Alison, o capitão alvinegro, não poupou elogios aos seus companheiros.

“Ninguém acreditou que a gente chegaria até aqui. Tem que tirar o chapéu. Fomos guerreiros pra caramba, uma responsabilidade absurda, uma final de campeonato. É dolorido, mas a gente precisa seguir”, comentou o camisa 5 ao SBT.

“A gente sabia que ia ser difícil, equilibrado e quem errasse menos ia acabar vencendo. Acabamos tomando um gol no final, ficou difícil, não tinha mais tempo. Lutamos até o fim e tem de tirar o chapéu pra essa rapaziada”, concluiu.

Marinho, do Santos, é eleito o melhor jogador da Libertadores de 2020

Apesar do Santos ter perdido a final da Copa Libertadores da América de 2020, o atacante Marinho recebeu o prêmio de melhor jogador da competição. O anúncio foi feito logo após a derrota do Peixe por 1 a 0 para o Palmeiras.

O camisa 11 foi peça fundamental para a campanha do Alvinegro Praiano no torneio continental. Ao todo, ele esteve presente em nove dos 13 jogos do clube, com quatro gols marcados e uma assistência.

O ‘Rei da América’ recebeu um anel personalizado da Conmebol. A joia, que foi inspirada no estádio do Maracanã, palco da decisão, conta com 30 gramas de ouro e 131 diamantes, além de uma safra e uma esmeralda.

Para conquistar o prêmio, o craque santista superou o seu companheiro de equipe Soteldo e os palmeirenses Weverton e Rony.

Marinho desabafa após derrota na final da Libertadores e diz que “trocaria prêmio individual pelo título”

O Santos perdeu a final da Libertadores neste sábado diante do Palmeiras, por 1 a 0. Um dos pilares da equipe da Vila, Marinho levou o prêmio de melhor jogador da competição. O atacante desabafou após a derrota e valorizou o trabalho da equipe santista.

“Trabalho em equipe, sem eles eu não desfrutaria de um prêmio individual. Eu trocaria pelo título. Eu também tenho que valorizar o trabalho. Eu me preparei muito, mas não consegui ser o Marinho que vinha sendo. Peço desculpa a quem confiou em mim para ser o diferencial do time. Cabeça erguida porque ninguém tira da gente que somos vencedores”, disse o atacante.

“Eu queria dedicar esse prêmio com o título, mas dedico a quem trabalhou junto. Do estafe à tia da cozinha. A torcida que confiou em nós. É um prêmio de todo mundo”, concluiu Marinho.

Diego Pituca pede desculpa por não cumprir promessa antes de sair do Santos

Diego Pituca pediu desculpa à torcida do Santos por não cumprir uma promessa: ser campeão antes de sair do Peixe. O meio-campista jogará pelo Kashima Antlers, do Japão.

O Peixe perdeu a final da Libertadores da América para o Palmeiras neste sábado, no Maracanã. O gol de Breno Lopes foi marcado aos 53 minutos do segundo tempo.

“Eu tinha uma promessa que não cumpri. Peço desculpa para a nação santista porque falei que ia sair com título. Lutamos, agora é levantar a cabeça. Parabéns ao Palmeiras”, disse Pituca, no SBT.

O jogador de 28 anos viajará ao Japão nos próximos dias. A proposta aceita foi de 1,6 milhão de dólares (R$ 8,1 mi) por 50%¨dos direitos econômicos que o Santos tem direito.

Luan Peres lamenta vice-campeonato, mas exalta o Santos: “Estamos muito orgulhosos”

O desfecho da Libertadores não foi como os torcedores santistas desejavam. Neste sábado, o Santos perdeu por 1 a 0 para o Palmeiras e ficou com o vice-campeonato. Logo após a final, o zagueiro Luan Peres lamentou a derrota, mas exaltou o Peixe e afirmou que o grupo está orgulhoso.

“Estamos muito orgulhosos. Queríamos ser campeões, mas só um vence. Estamos orgulhos pela campanha, ganhando da LDU na altitude, Grêmio, Boca Juniors. Muito feliz mesmo com a segunda colocação. Queríamos a primeira, mas é cabeça em pé. Ninguém imaginou que estaríamos aqui, mas o Santos é grande e precisa ser respeitado”, disse.

O gol da vitória palmeirense saiu apenas aos 53 minutos do segundo tempo, quando o embate já parecia se encaminhar para a prorrogação. E segundo o defensor do Alvinegro, o principal erro do time da baixada foi justamente a falta de atenção até o apito final do árbitro.

“Final se ganha, não se joga. Jogo truncado. Faltou atenção até o fim, mais finalizações. Não jogamos pior que o Palmeiras, no mínimo igual. Os dois tinham 50%. Infelizmente a bola deles entrou e a gente não. Um detalhe definiu a partida”, finalizou.

John diz que Santos sai do Maracanã de cabeça erguida

John não conseguiu defender a bola cabeceada por Breno Lopes nos acréscimos da final da Copa Libertadores da América, neste sábado, contra o Palmeiras. Mesmo assim, o goleiro do Peixe não se deixou abater.

“Um grupo jovem, que aprendeu muito hoje. Sofremos muito durante o torneio, passamos por muita coisa. Saímos de cabeça erguida, porque fizemos um grande trabalho”.

“A gente leva a família, esse grupo jovem, cheio de talentos. Time coletivo, que joga para ganhar. Hoje as coisas não aconteceram, mas saímos de cabeça erguida porque fizemos nosso melhor”.

Cuquinha diz que Cuca pode ter sido expulso por Santos ter eliminado o Boca

Pouco antes do gol palmeirense que decretou a derrota do Santos na final da Copa Libertadores da América, o técnico Cuca foi expulso para não permitir Marcos Rocha pegar a bola para cobrar um lateral.

Após o jogo deste sábado, Cuquinha, que é irmão e auxiliar de Cuca, contestou a decisão do árbitro argentino Patricio Loustau e lembrou que o Peixe eliminou o Boca Juniors na semifinal.

“Por que não olhou o VAR? A não ser que ficou chateado porque tiramos o clube de coração dele. Não estou afirmando…”.

“São cínicos no olhar, dá desgosto. Não respondem. Isso desestabilizou o time. Naquele momento, ele (Cuca) fez falta. Estávamos discutindo o lance e quase não vimos o gol. Quarto árbitro está na nossa frente querendo explicar não sei o quê. Mas já passou, parabéns ao Palmeiras. Nossa dor é imensa”.

O fato do lance ter tido o envolvimento de Marcos Rocha também deixou a comissão técnica santista bastante chateada, pois o lateral chegou ao Palmeiras por meio de Cuca e Cuquinha, quando ambos estavam no clube alviverde.

“Sentimento do Cuca é de tristeza. Ele não fez nada. Em outras ocasiões foi expulso merecidamente. Agora está triste porque não fez nada. Vimos as imagens e fica provado”.

“Dá certa dor porque foi o Marcos Rocha. Fomos buscar ele no América, ele estava emprestado e trouxemos antes do empréstimo. Não fez por querer, acho, mas fez. Ele poderia dizer que não fez, mas ali quem vai pensar no outro?”.

Cuca foi campeão Brasileiro com Marcos Rocha no Palmeiras antes de voltar a comandar o Santos.



Conmebol divulga seleção da Libertadores 2020 e brasileiros dominam lista ( Em 01/02/2021 )

A Conmebol divulgou nesta segunda-feira os jogadores eleitos para a seleção da Libertadores 2020. A lista conta com 11 atletas dos quatro times que disputaram as semifinais da competição.

Sem surpresas, o campeão Palmeiras é o time mais representado na lista, com seis jogadores: Weverton, Matías Viña, Gustavo Gómez, Gabriel Menino, Rony e Luiz Adriano.

Logo depois em número de jogadores, está o vice-campeão Santos, com três: Lucas Veríssimo, Soteldo e Marinho, que também foi eleito o melhor jogador da competição.

Eliminados nas semifinais pelos brasileiros, River Plate e Boca Juniors também são representados na lista. O lateral direito do River Plate, Gonzalo Montiel, e o atacante do Boca, Carlos Tevez, são os nomes escolhidos pela competição.

Desta forma, a seleção completa é a seguinte: Weverton; Montiel, Lucas Veríssimo, Gustavo Gómez e Viña; Gabriel Menino, Soteldo, Marinho e Rony; Tevez e Luiz Adriano.

Santos perde dois titulares e tenta manter Soteldo para a próxima temporada

O Santos se despediu de Lucas Veríssimo e Diego Pituca no último sábado, na derrota por 1 a 0 para o Palmeiras na final da Libertadores da América no Maracanã.

O zagueiro e o meio-campista titulares foram negociados com o Benfica (POR) e Kashima Antlers (JAP), respectivamente. Ambos jogaram a decisão sabendo do futuro no exterior.

Veríssimo foi vendido por 6,5 milhões de euros (R$ 43,1 mi), enquanto Pituca foi negociado por 1,6 milhões de dólares (R$ 8,75 mi).

O objetivo agora é evitar a perda de mais titulares, a exemplo de Soteldo. O Santos precisa de um acordo com o Huachipato (CHI) para pagar cerca de 11 milhões de dólares (R$ 60 mi) entre débito na compra, na recompra e juros mais multa. O Peixe não pagou nada na gestão de José Carlos Peres/Orlando Rollo e precisa de alguma solução com Andres Rueda.

No acordo anterior encaminhado por Rollo, o Santos devolveria Soteldo e o Huachipato retiraria da Fifa uma primeira cobrança de 7,2 milhões de dólares (R$ 40 mi) diante do calote do clube brasileiro. A equipe ainda pagaria 200 mil dólares (R$ 1,1 milhão) diretamente ao camisa 10 para quitar dívidas em luvas, premiação e direitos de imagem.

Por fim, o Santos ficaria com 10% do valor que exceder uma venda de Soteldo pelo Huachipato por no mínimo 8 milhões de dólares (R$ 45 mi). Essas condições foram aprovadas pelo Conselho Deliberativo em outubro, mas a negociação não avançou pois o camisa 10 não quer voltar para o Chile e prefere continuar no Brasil até definir seu futuro.

“Toda a parte comercial foi feita, mas o estafe do jogador não quer voltar para lá e colocamos ponto final. Ele não gostaria de voltar para lá, tem a condição financeira dele. Não confia no clube e não quer voltar nessas condições. Exige garantias que pelo jeito não estão dando”, disse Rueda, em entrevista recente.

“E podemos pensar nele ficar, por que não? Interessa, claro, é excelente jogador, técnica refinada, enturmada. Tudo pode acontecer”, completou.



Cuca analisa derrota do Santos para o Palmeiras e não vê relação com expulsão: “Coincidência horrível” ( Em 03/02/2021 )

Cuca analisou apenas nesta quarta-feira a derrota do Santos por 1 a 0 para o Palmeiras no último sábado, no Maracanã, pela final da Libertadores da América.

Como foi expulso durante a decisão, o técnico não foi autorizado pela Conmebol a conceder entrevista coletiva e foi substituído pelo auxiliar Cuquinha.

“Eu tenho muito orgulho desses meninos. É difícil assimilar ainda a dor do sábado, não pude dar entrevista pela expulsão. Perdemos Libertadores num jogo que nosso goleiro não fez uma defesa. Na história do Libertadores, difícil encontrar uma final sem o goleiro fazer uma defesa. Faz parte do amadurecimento, por mais duro que seja o golpe. Não tem coitadinho, é trabalhar e provar todo dia como hoje. Estávamos de ânimos retomados mesmo com desfalques e jogamos igual, buscando 3 a 3 com um a menos. Meninos estão de parabéns. Torcedor santista deve ter orgulho desses meninos”, disse Cuca, após o empate em 3 a 3 com o Grêmio, em Porto Alegre.

Cuca foi expulso instantes antes de Breno Lopes fazer o gol do Palmeiras aos 53 minutos do segundo tempo. O treinador, porém, não vê relação entre os fatos.

“Acho que não. Treinador sair expulso, da maneira injusta que eu saí, e se eu fizesse eu falaria… Não fiz nada. Dominei uma bola como sempre faço e quando me abaixei o jogador (Marcos Rocha) estava em cima e eu caí. Ele não fez o suficiente também para essa celeuma que o árbitro criou. E eu fui expulso. Não tomamos gol porque treinador foi expulso, foi coincidência horrível. Nada a ver com desestabilizar time”, avaliou.


Santos 2 x 2 Palmeiras

Data: 05/12/2020, sábado, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 24ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza (SP)
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Neuza Ines Back (ambos de SP).
VAR: Jose Claudio Rocha Filho (SP)
Cartões amarelos: Soteldo, Lucas Veríssimo e Diego Pituca (S); Lucas Lima, Mayke e Emerson Santos (P).
Cartão vermelho: Zé Rafael (P).
Gols: Diego Pituca (37-1); Raphael Veiga (10-2, de pênalti), Willian (17-2) e Marinho (25-2).

SANTOS
John; Pará, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan (Laércio); Alison (Vinícius Balieiro), Diego Pituca e Soteldo; Marinho, Lucas Braga (Bruninho) e Kaio Jorge.
Técnico: Cuca

PALMEIRAS
Weverton; Mayke, Luan, Alan Empereur (Benjamin Kuscevic) e Matias Viña; Emerson Santos, Zé Rafael e Raphael Veiga; Gabriel Veron, Lucas Lima (Breno Lopes) e Willian (Gabriel Silva).
Técnico: Vitor Castanheira



Em clássico com quatro gols, Santos e Palmeiras terminam empatados na Vila Belmiro

Santos e Palmeiras disputaram um clássico movimentado na noite deste sábado, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. No Estádio da Vila Belmiro, o time da casa saiu na frente, tomou a virada da equipe alviverde e buscou o empate por 2 a 2.

Os tradicionais adversários contabilizam os mesmos 38 pontos ganhos no Campeonato Brasileiro. O Palmeiras tem uma partida a menos, mas leva vantagem no saldo de gols e, portanto, aparece no quinto lugar da tabela de classificação, logo à frente do Santos.

Os dois times voltam a campo pelas quartas de final da Copa Libertadores. Às 21h30 (de Brasília) desta terça-feira, o Palmeiras encara o paraguaio Libertad, no Estádio Defensores del Chaco. Às 19h15 do dia seguinte, o Santos pega o Grêmio, na Arena do Grêmio.

O jogo

O Santos explorou bastante Marinho pelo lado direito e criou a primeira chance de gol na Vila Belmiro. Em cobrança de escanteio pelo setor, o camisa 11 bateu direto e tentou fazer um gol olímpico. Atento, o goleiro Weverton defendeu com um soco.

O Palmeiras também teve uma boa oportunidade para marcar na etapa inicial. Após dividida de Willian com Pará pela esquerda, a bola ficou com Gabriel Veron. Willian recebeu do garoto e, na cara do goleiro John, tentou marcar por cobertura, mas acabou desperdiçando.

O Santos conseguiu inaugurar o marcador aos 37 minutos do primeiro tempo. Após falha do lateral esquerdo Viña, Marinho avançou com a bola dominada e, em jogada de ultrapassagem, passou para Kaio Jorge. O jovem cruzou da direita e Pituca apenas completou para o gol.

O Palmeiras empatou logo aos 10 minutos do segundo tempo. Com ajuda do VAR, o árbitro Flavio Rodrigues de Souza marcou pênalti por toque de mão de Lucas Veríssimo após escanteio batido por Lucas Lima pela esquerda. Na cobrança, Raphael Veiga marcou para o time visitante.

A equipe alviverde soube como aproveitar o momento favorável e virou o marcador aos 17 minutos da etapa complementar. Após mais uma cobrança de escanteio de Lucas Lima pela esquerda, Zé Rafael desviou de cabeça e Willian apareceu para completar diante de John.

O Santos empatou aos 25 minutos do segundo tempo. Em sobra pela direita, Balieiro tocou para dentro da área, Marinho passou por Alan Empereur com habilidade e finalizou de forma precisa. Nos acréscimos, com ajuda do VAR, Zé Rafael foi expulso por entrada em Felipe Jonatan, mas o time alvinegro não teve tempo de pressionar.

Bastidores – Santos TV:

Cuca reclama da arbitragem por pênalti dado para o Palmeiras: “Lance inconclusivo”

Santos e Palmeiras ficaram no empate em 2 a 2 na tarde deste sábado, na Vila Belmiro, pela 24ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na entrevista coletiva após a partida, o técnico Cuca reclamou do pênalti dado ao Verdão no segundo tempo, que gerou o primeiro gol do adversário. A penalidade foi marcada por toque de mão de Lucas Veríssimo, com auxílio do VAR.

“Eu tomo muito cuidado em analisar os erros para não cometer equívoco nenhum e, por mais que eu tenha buscado alguma coisa, não consegui encontrar. É um lance inconclusivo. Esperei o Veríssimo e perguntei se a bola havia batido na mão dele: ‘Não senti, professor’. Então continua sendo um lance inconclusivo. Eu olhei trezentas vezes. É um pênalti que o José Cláudio da Rocha Filho, o juiz do VAR, deu. Coincidentemente é o mesmo árbitro de VAR que apitou nosso jogo contra o Palmeiras no Morumbi (pelo primeiro turno) e deu aquele pênalti, em outro lance interpretativo. Nada que venha a falar da honestidade dele, mas é uma coincidência bastante dura para nós. Mudou o jogo”, declarou o comandante alvinegro, que ainda ressaltou que “não é choro”.

Sobre o jogo em si, Cuca reconheceu que o começo do Palmeiras foi superior, mas disse que depois o Santos “tomou conta da partida”. O treinador ainda afirmou que fica com um “gosto amargo” pelo empate.

“No comecinho do jogo, o Palmeiras foi melhor, tocou melhor a bola, ocupou o campo de ataque mais tempo do que nós. Demoramos uns 15 minutos para nos adaptar ao jogo, mas depois tomamos conta da partida. Dominamos, criamos as chances, fizemos o gol que nos levou para o intervalo com uma vantagem no placar. Veio o segundo tempo e, antes do gol de empate, tivemos três chances para fazer o segundo. Nós cedemos ao Palmeiras um escanteio, e na batida veio a penalidade”, analisou.

“Um a um, mais três minutos vem a segunda bola, e eles fazem de novo. Nós buscamos o empate e tivemos outras chances ainda. Fomos melhores durante 70% da partida. Não sou muito de falar de números, mas no geral fomos superiores ao Palmeiras. Por isso, entendo que fica um gosto amargo, apesar de termos buscado o empate. Fica a satisfação de ver um time lutando, buscando o gol até o final. Infelizmente, não conseguimos vencer. Acabamos empatando um clássico, o que não é demérito nenhum, mas era um jogo para termos vencido”, acrescentou.

O técnico do Santos também explicou a decisão de colocar o time titular em campo, tendo em vista que a equipe alvinegra tem um jogo importante pela Copa Libertadores no meio da semana. Às 19h15 (de Brasília) de quarta-feira (9), o Peixe encara o Grêmio, na Arena, pelo duelo de ida das quartas de final.

“Nós tínhamos 37 pontos, ganhando íamos para o terceiro lugar. Temos domingo, segunda e terça para recuperar o jogador. Não temos uma certeza de que deixando os caras oito ou nove dias parados vão render mais ou menos. Tem momentos que a melhor coisa é jogar, quando não tem desgaste físico, treinaram o suficiente, não tiveram nada com viagem, então estavam prontos para o jogo. Graças a Deus não perdemos ninguém por lesão, agora a recuperação vem até quarta-feira”, concluiu.


Palmeiras 2 x 1 Santos

Data: 23/08/2020, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 5ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araújo
Auxiliares: Danilo Manis e Miguel Cataneo.
VAR: José Cláudio Filho
Cartões amarelos: Bruno Henrique, Gabriel Silva, Luiz Adriano, Rony e Ramires (P); Felipe Jonatan, Alison e Diego Pituca (S).
Cartão vermelho: Alison (S).
Gols: Luiz Adriano (45-1); Ramirez (02-2, contra) e Patrick de Paula (27-2).

PALMEIRAS
Weverton; Marcos Rocha (Mayke), Luan, Gustavo Gomez e Diogo Barbosa; Patrick de Paula, Bruno Henrique (Ramires), Gabriel Menino (Gustavo Scarpa) e Lucas Lima (Gabriel Silva); Rony (Willian) e Luiz Adriano.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SANTOS
João Paulo; Pará (Madson), Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison, Diego Pituca (Jobson) e Carlos Sánchez (Marcos Leonardo); Marinho (Tailson), Soteldo e Kaio Jorge (Lucas Braga).
Técnico: Cuca



Com golaço de Patrick de Paula, Palmeiras vence o Santos no Morumbi

O Palmeiras venceu o Santos por 2 a 1 na tarde deste domingo, no Morumbi, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Luiz Adriano e Patrick de Paula. O Peixe fez com Ramires (contra).

O Verdão abriu o placar no primeiro tempo com pênalti polêmico de Alison assinalado após consulta ao VAR. O volante tocou com o braço na bola em cobrança de falta de Bruno Henrique. Luiz Adriano converteu.

O Alvinegro empatou logo no segundo minuto da etapa final, com gol contra de Ramires em cruzamento de Carlos Sánchez. O Palmeiras, porém, não sentiu o gol, criou mais chances e desempatou com golaço de Patrick de Paula, aos 27.

O Verdão assume a quarta colocação, com oito pontos. O Peixe caiu para o sexto lugar do Brasileirão, com sete pontos conquistados.

O jogo

O primeiro tempo foi equilibrado no Morumbi, mas o Palmeiras criou as principais chances e deu muito trabalho ao goleiro João Paulo.

O Verdão chegou logo aos quatro minutos, quando Lucas Lima cruzou e Luiz Adriano chutou para a primeira defesa do garoto João.

Quando o placar marcava 18 jogados, Luiz Adriano fez o pivô e Bruno Henrique bateu bonito. João Paulo, novamente, voou para defender. E logo depois, aos 22, o meio-campista palmeirense chutou de novo para outra intervenção decisiva do goleiro.

Aos 29, o Peixe respondeu. Marinho puxou contra-ataque, atravessou quase todo o campo e titubeou entre passar ou finalizar e acabou chutando torto.

E quando o clássico se encaminhava para o empate no intervalo, veio um lance polêmico. Bruno Henrique cobrou falta, Alison mexeu o braço e tocou com o cotovelo na bola. A arbitragem acionou o VAR, marcou pênalti e Luiz Adriano converteu nos acréscimos.

Cuca fez alterações: tirou Diego Pituca e Kaio Jorge para as entradas de Jobson e Lucas Braga. E as mexidas não demoraram a funcionar.

Lucas Braga arrancou e sofreu a falta. Carlos Sánchez bateu, Jobson se antecipou e chegou a comemorar o gol do empate no segundo minuto da etapa final, mas a súmula mostrará gol contra de Ramires.

Aos 8, o Palmeiras reagiu. Patrick de Paula cobrou falta de longe a bola explodiu no travessão. Gabriel Menino, impedido, marcou no rebote. Lance invalidado.

No minuto 17, o Verdão chegou de novo. Lucas Lima lançou Luiz Adriano, que cruzou para Willian chegar de peixinho. A bola passou perto.

E depois de tanto insistir, o Palmeiras desempatou. Jobson errou na saída de bola e armou o ataque do adversário. Willian cruzou e Patrick de Paula fez o gol no minuto 27.

O Santos só ficou perto de empatar aos 35, quando Soteldo cobrou escanteio, Madson cabeceou e o goleiro Weverton salvou em linda defesa. O Palmeiras administrou nos minutos finais e venceu o clássico.

Cuca não entende VAR em Santos x Palmeiras: “Uma pena que interpretação venha de cima”

Novamente incomodado com a arbitragem, o técnico Cuca analisou a derrota do Santos por 2 a 1 para o Palmeiras neste domingo, no Morumbi, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.

O primeiro gol do Verdão foi de Luiz Adriano, de pênalti, após toque no braço de Alison. A arbitragem consultou o VAR.

“Primeiro tempo do Palmeiras foi um pouco melhor. Jogo muito disputado no meio-campo, tiveram certa vantagem nesse setor. Tem o lance do pênalti. É interpretativo. Essa interpretação… Temos que entender e ainda não consegui. Não é interpretação de campo ao vivo? Dentro de campo, é lance normal. Acontecem diversos. Está subindo no meio da barreira, não ia para o lado. Não usa-se a mão, usa-se o braço, não tem como. Vi o lance, é interpretativo. Quando VAR chama, risco de pênalti é grande. E aí Palmeiras saiu na frente. Não determinou o resultado até porque buscamos o empate. Mas existe desequilíbrio emocional grande em coisa assim. Jogador jovem se perde um pouco, corrigi no intervalo para não irem falar. Se é dado pelo árbitro com convicção, ok, mas árbitro deixou seguir, VAR interpretou e chamou. Uma pena que interpretação venha de cima. VAR precisa corrigir erro do árbitro e não vejo como erro. Vejo como interpretação”, disse Cuca.

“Fizemos duas trocas, começamos segundo tempo fortes, empatamos e tínhamos equilíbrio e em alguns momentos time mais encorpado. Tivemos erro de saída, Palmeiras foi feliz. Eram sete nossos contra quatro, não distribuímos bem e Patrick fez o gol. Meninos tentaram o empate, se jogaram à frente, até goleiro foi para a área. Falta quase pênalti, cabeceio defendido por Weverton. Buscamos, não podemos negar. De maneira geral, Palmeiras foi um pouco melhor. Palmeiras tem time mais pronto, é óbvio. Time treinado há mais tempo. Vanderlei tem controle do esquema, peças deixam time melhor. Ele sabe usar bem isso. Temos que reconhecer isso e a luta do Santos com cinco ou seis meninos. Nunca acharemos culpados em clássico que poderíamos ter empatado. Desgaste não é desculpa, é realidade. Não treinei ontem porque desgaste seria ainda maior. Guardei o time para competir 90 minutos. É minha segunda semana e agora tenho uma cheia para trabalhar e melhorar. Não estou descontente, não. Tristes com a derrota, mas espírito da meninada prevalece”, completou o técnico.

Cuca ainda explicou o objetivo das mexidas no intervalo: Jobson e Lucas Braga por Diego Pituca e Kaio Jorge.

“Fizemos 4-3-3 com meio-campo forte e os atacantes de lado com força e o Kaio Jorge na frente. No intervalo mudamos para 4-4-2 com Soteldo e Sánchez de meia e Pituca e Jobson. Para ter diagonais com dois extremos. Corrigimos erros defensivos pelo lado e tomamos gol por dentro em erro de saída. Mudamos de novo com centroavante, Marcos Leonardo, abrindo Soteldo e Tailson pra dentro. Tentamos mexer para se sentir gostando do jogo e às vezes não conseguimos. Jogamos contra equipe forte taticamente, que defende bem, com pegada forte e contra-ataque”, analisou.

O Santos terá a primeira semana livre sob o comando de Cuca antes de enfrentar o Flamengo no próximo domingo, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

Com a derrota no clássico, o Peixe caiu para a sexta colocação na competição, com sete pontos.

Cuca lamenta erro de Jobson e evita “pressão” sobre Pituca, Sánchez e Soteldo no Santos

Cuca lamentou o erro de Jobson no segundo gol do Palmeiras, de Patrick de Paula, o da vitória por 2 a 1 sobre o Santos neste domingo, no Morumbi.

Mais do que o passe equivocado de Jobson, o técnico questionou o posicionamento da defesa. Com sete contra quatro, Patrick recebeu sozinho na entrada da área.

“Acontece. Não errou porque quis. Forte dele é o passe, vocês sabem disso. Muita gente fala e questiona a titularidade para melhorar o passe e ele errou o passe. Acontece. Nos reorganizamos e depois não tivemos o equilíbrio. Estivemos com mais jogadores, mas mal posicionados em função desse passe. Mas ele não é culpado pela derrota, ninguém é”, disse Cuca.

O treinador santista ainda falou sobre o que fazer para recuperar o melhor nível de Diego Pituca, Carlos Sánchez e Soteldo.

“Eles vão atuar melhor, normal, sem pressão. Não adianta pressionar. É momento. Qualquer jogador vive e temos que ter equilíbrio, sem passar peso maior. Eles sabem que não estão rendendo tudo. Precisam de ajuda. E estou aqui para isso”, afirmou.

João Paulo diz que Vladimir é o titular do Santos: “Precisa ser respeitado”

João Paulo foi bem em três jogos consecutivos – Athletico, Sport e Palmeiras -, mas ainda não se vê como goleiro titular do Santos.

Vladimir se recupera de inflamação no pé direito e pode estar à disposição contra o Flamengo, domingo, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

“Isso aí (disputa) é o que pessoal cria. Titular da posição é o Vladimir até o professor decidir é o contrário. É ídolo, campeão e precisa ser respeitado”, disse João Paulo, à Santos TV.

João Paulo também falou sobre a surpresa em ter sequência no gol santista após 2020 começar com Everson, Vanderlei e Vladimir à frente. Vanderlei foi para o Grêmio e Everson entrou na Justiça do Trabalho contra o Peixe.

“Fico feliz pela sequência. Confesso que quando o ano começou, não esperava tudo isso. Estou preparado, fico feliz de mostrar meu trabalho e tenho certeza que tem muita coisa para vir”, afirmou João.

“Pessoal é fenomenal, Arzul e Juninho (preparadores de goleiros). Muito inteligentes, nosso dia a dia é tranquilo. Eu, Vlad e John somos muito amigos. Vlad sempre me ajudou com conselhos, John foi campeão da Copinha comigo”, concluiu.

Chulapa diz que Sampaoli desviou dele na praia e cita “quadrilha” no Santos

Auxiliar técnico do Santos, Serginho Chulapa voltou a falar sobre a relação ruim com o ex-técnico Jorge Sampaoli em 2019.

De acordo com Chulapa, o atual treinador do Atlético-MG desviou dele na praia e formou uma espécia de “quadrilha” no Peixe.

“No Santos eu perderia a razão. Eu estava andando na praia, ele me viu de longe e entrou numa rua e sumiu…”, disse Serginho Chulapa, em entrevista ao “Mesa Redonda”, da TV Gazeta.

“O que ele fazia com as pessoas, não é pra mim, eu me lixo pra ele, é pros outros. Proibiu ex-jogadores de entrar lá, como o Edu, trouxe cara do Rio de Janeiro (o gerente Gabriel Andreata), funcionário dele e que faz parte da quadrilha. E ele mandava no CT. Não me conhecia… Mandou um monte de gente embora e trouxe sete com ele. Peguei corda com isso. Eu ia armar uma emboscada, mas não tinha jeito. Escaparam, essa que é a verdade (risos)”, completou o ídolo santista.

Após ser escanteado por Sampaoli e também por Jesualdo Ferreira, Chulapa foi reintegrado por Cuca e agora faz parte do dia a dia do CT Rei Pelé.


Santos 0 x 0 Palmeiras

Data: 29/02/2020, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 8ª rodada
Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo, SP.
Público: 20.371 presentes (18.662 pagantes e 1.709 não pagantes)
Renda: R$ 752.580,00
Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza
Auxiliares: Daniel Paulo Ziolli e Alex Ang Ribeiro.
Cartões amarelos: Felipe Jonatan, Lucas Veríssimo e Sanchez (S); Felipe Melo (P).

SANTOS
Everson; Pará, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan (Luiz Felipe); Alison (Jobson), Carlos Sánchez e Diego Pituca (Arthur Gomes); Yuri Alberto, Soteldo e Eduardo Sasha.
Técnico: Jesualdo Ferreira

PALMEIRAS
Weverton; Gabriel Menino, Felipe Melo, Gustavo Gomez e Viña (Diogo Barbosa); Bruno Henrique, Zé Rafael e Raphael Veiga (Gabriel Veron); Dudu, Willian e Luiz Adriano (Rony).
Técnico: Vanderlei Luxemburgo



Santos e Palmeiras fazem jogo franco no final, mas ficam no empate

O Estádio do Pacaembu recebeu um clássico com poucas emoções até o final do segundo tempo na tarde deste sábado, pelo Campeonato Paulista. Santos e Palmeiras fizeram uma disputa franca nos últimos minutos, mas o duelo que marcou a esperada estreia de Rony terminou com empate por 0 a 0.

Com 12 pontos, três a mais do que o Água Santa, o Santos permanece na liderança do Grupo A do torneio estadual. Já o Palmeiras desperdiçou a chance de estabelecer a melhor campanha e, com 17 pontos, fica no segundo posto do Grupo B, dois atrás do Santo André.

O jogo:

Palmeiras e Santos fizeram um primeiro tempo sem grandes oportunidades de gol no Estádio do Pacaembu. Após vacilo de Felipe Jonatan na saída de bola, Zé Rafael poderia ter acionado Luiz Adriano livre pela direita, mas preferiu chutar em cima da marcação.

Pouco depois, foi Bruno Henrique quem falhou na saída de bola e proporcionou um momento de perigo ao Santos. Soteldo recebeu de Yuri Alberto e, de frente para o gol, chutou de fora da área. A bola, porém, não saiu muito forte e passou à direita de Weverton.

Em mais uma chegada do Santos, Yuri Alberto sofreu falta de Felipe Melo na entrada da área. Sanchez bateu direto e Weverton defendeu. O time alvinegro dominou durante a maior parte do primeiro tempo, mas o Palmeiras conseguiu equilibrar nos minutos finais.

Colocado no lugar de Luiz Adriano, o estreante Rony recebeu lançamento longo de Weverton logo no começo do segundo tempo e tentou dominar. A bola bateu no braço de Pará dentro da área e o árbitro pensou em marcar pênalti, mas o assistente apontou impedimento do atacante palmeirense de forma equivocada.

O Santos contou com vacilo de Diogo Barbosa para responder. Ao cortar lançamento de Sanchez para Soteldo, o lateral esquerdo, colocado no lugar de Viña, acabou ajeitando na entrada da área. Atento, Sasha completou e a viu a bola passar à direita do gol defendido por Weverton.

Com Dudu como articulador desde a entrada de Gabriel no Veron no lugar de Raphael Veiga, o Palmeiras cresceu. Na melhor chance da partida, Willian recebeu do camisa 7 pela esquerda e bateu cruzado, com muito perigo. O clássico foi aberto nos minutos finais, mas não teve gols.

Soteldo se vê mais protagonista em 2020 e diz que Santos ganhou confiança no clássico

O Santos ficou apenas no empate com o Palmeiras neste sábado, porém a avaliação da comissão técnica e do elenco foi positiva. Além de Jesualdo ter elogiado a performance da equipe, Soteldo destacou a confiança que o Peixe ganhou após o clássico e ressaltou que não ficou surpreso pelo Alvinegro ter encarado o Alviverde de igual para igual.

“Não surpreendeu. Gostei, porque a gente conseguiu um pouco do ano passado. Para mim foi bom, apesar do 0 a 0, o que o time mais precisava era ganhar confiança”, afirmou o atacante.

Neste sábado, Soteldo atuou aberto pela direita. O atacante fez questão de demonstrar que está disposto a jogar em posições diferentes, além de dizer que ganhou um maior protagonismo em 2020.

“Estou pegando mais na bola. Agora sou mais protagonista do que no ano passado, quando jogava mais aberto. Tenho que me adaptar às posições de cada jogo”, completou.

Com o resultado deste sábado, o Santos chegou aos 12 pontos, ainda na liderança do grupo A do Paulistão.

Sánchez enxerga mudanças após semana de trabalho e vê Santos no caminho certo

Com uma semana inteira livre para se preparar após a derrota para o Ituano, o Santos apresentou uma melhora no desempenho neste sábado, no clássico com o Palmeiras. Para Carlos Sánchez, o Peixe teve uma postura diferente durante os dias que antecederam a partida e essas mudanças tiveram impacto na performance contra o Alviverde.

“Nessa semana, já tivemos uma mudança muito grande em relação ao que vínhamos fazenda. Trabalhamos muito ligados, com todos concentrados, sabendo do que queríamos. Acho que hoje foram vistas as mudanças da semana”, afirmou o uruguaio.

Sánchez lamentou o fato do Santos não ter saído do Pacaembu com os três pontos, porém acredita que a equipe está evoluindo.

“Fizemos um grande clássico. Não conseguimos chegar à vitória, que era muito importante, mas sabemos que temos coisas importantes pela frente. Temos que manter a tranquilidade, porque estamos no caminho correto”, finalizou.

Jesualdo rebate críticas recebidas no Santos: “Atingem os jogadores”

Desde que chegou ao Santos, Jesualdo Ferreira ainda não conseguiu tornar o Santos regular em campo e, por conta do desempenho abaixo do esperado, já recebeu diversas críticas. Apesar de ser o grande alvo das reclamações, o treinador prefere mostrar preocupação com o impacto delas nos jogadores.

Na entrevista concedida após o empate com o Palmeiras, destacou que as críticas atrapalham o desenvolvimento técnico do elenco, que acaba perdendo confiança.

“Eu tenho que ficar com aquilo que a gente faz e com aquilo que os jogadores fazem. Porque essas críticas não me atingem, atingem os jogadores. Eles sofrem com as críticas e acabam tendo menos tranquilidade para jogarem no nível em que são capazes”, afirmou o treinador.

Jesualdo avaliou positivamente seu trabalho à frente do Santos até o momento. Além disso, o técnico condenou a avaliação feita apenas focada nos resultados obtidos pela sua equipe.

“Só tenho que olhar para o meu trabalho. Estou feliz, acho que fizemos um grande trabalho até agora, com boa capacidade de adaptação. Estamos trabalhando com jogadores que não conhecíamos, assim como não conheciam a gente”, pontuou Jesualdo.

“Pouca gente se lembra das dificuldades que enfrentamos desde o início do ano, das ausências dos jogadores. Fico feliz quando fazemos o jogo que fizemos hoje, apesar de analisarem apenas os resultados. Já percebi que ganhar, empatar ou perder gera sempre críticas negativas”, completou.