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São Paulo 4 x 0 Santos

Data: 06/03/2021, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Paulista – Grupo D – 3ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Arbitragem: Luiz Flavio de Oliveira
Auxiliares: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa e Alex Ang Ribeiro.
VAR: José Cláudio Rocha Filho
Cartões amarelos: Pablo (SP).
Gols: Gabriel Sara (04-2), Luan Peres (27-2, contra), Pablo (30-2) e Tchê Tchê (41-2).

SÃO PAULO
Tiago Volpi; Arboleda (Rojas), Bruno Alves e Léo; Igor Vinícius, Rodrigo Nestor (Luan), Daniel Alves, Gabriel Sara (Bruno Rodrigues) e Reinaldo; Luciano (Tchê Tchê) e Pablo (Toró).
Técnico: Hernán Crespo

SANTOS
John; Sandro, Luiz Felipe, Luan Peres e Felipe Jonathan; Alison, Sandry e Jean Mota (Marcos Leonardo); Bruno Marques (Pirani) Lucas Braga e Soteldo.
Técnico: Ariel Holan



São Paulo goleia Santos em estreia de Holan e vence primeiro clássico da nova temporada

O São Paulo venceu com autoridade seu primeiro clássico da nova temporada. Recebendo o Santos neste sábado, no Morumbi, pela terceira rodada do Campeonato Paulista, o Tricolor entrou em campo precisando se afirmar contra um adversário da mesma prateleira após a goleada sobre a Inter de Limeira no meio de semana e não decepcionou o técnico Hernán Crespo, garantindo mais uma goleada, pelo mesmo placar, 4 a 0. Gabriel Sara, Luan Peres (contra), Pablo e Tchê Tchê balançaram as redes.

Pela segunda vez consecutiva, o São Paulo saiu de campo sem sofrer gols. Novamente o time foi a campo com três zagueiros, esquema que vem se comprovando eficaz. Além da solidez defensiva, o Tricolor também foi muito bem no ataque mais uma vez, encontrando alternativas e agredindo com diferentes jogadores.

O Santos, por sua vez, segue sem vencer no Campeonato Paulista. Depois de empatar os dois primeiros jogos, desta vez o time acabou derrotado por um placar elástico em plena estreia do argentino Ariel Holan, que ainda busca conhecer melhor o elenco e as possibilidades que ele oferece.

O jogo

O primeiro tempo foi comprometido pela chuva torrencial que caiu na região do Morumbi pouco antes da partida. Com um gramado cheio de poças d’água, Santos e São Paulo travaram uma disputa com poucas emoções nos minutos iniciais, composta quase que exclusivamente por bolas aéreas, desarmes e raras chances claras de gol.

Já que não dava para assustar o adversário com a bola nos pés, o jeito era testar o goleiro chutando de onde era possível. Soteldo entendeu bem isso e logo no primeiro minuto de jogo, após jogada individual pela esquerda e cruzamento rebatido pela zaga, acabou finalizando direto, mas Tiago Volpi não teve dificuldades para fazer a defesa. Pouco depois, em cobrança de falta de longa distância, o goleiro são-paulino novamente interveio sem grande esforço.

A blitz santista continuou no início do jogo e só não foi revertida em gol porque aos nove minutos uma das poças d’água instauradas no gramado do Morumbi jogou a favor dos mandantes. Arboleda vacilou dentro da área e foi desarmado por Soteldo, mas o mau estado do campo impediu a continuação da jogada.

Já o São Paulo chegou com perigo pela primeira vez aos 16 minutos. Pablo recebeu lançamento e, pela esquerda, deixou Luan Peres para trás, invadido a área. Mas, na hora de ajeitar para bater para o gol, a poça d’água desta vez foi a favor do Santos, atrapalhando o ritmo do lance e minando qualquer chance de o camisa 9 tricolor abrir o placar.

Daí em diante a única outra oportunidade mais aguda foi do Santos, aos 26 minutos, quando Soteldo novamente apareceu bem pela esquerda do ataque, fez jogada individual dentro da área e arrumou um mínimo espaço para bater no cantinho de Tiago Volpi, mas mandou para fora.

O São Paulo veio com novidade para a etapa complementar. Arboleda, que sofreu um pisão no primeiro tempo, foi substituído por Rojas. Mas, quem acabou fazendo a diferença foi Gabriel Sara. Após cobrança de escanteio de Daniel Alves, o jovem meio-campista apareceu no meio da área para cabecear para o fundo do gol, sem chances para o goleiro John, abrindo o placar no Morumbi.

Pouco depois, Rojas recebeu na direita, driblou Luan Peres dentro da área, levou para o meio e bateu cruzado, mas pegou mal na bola, desperdiçando uma grande oportunidade para ampliar o marcador.

Embalado com o gol, o São Paulo seguiu pressionando o Santos no campo de ataque. Aos 16 minutos, Gabriel Sara chegou livre pela esquerda e cruzou na área, mas Luciano e Pablo não conseguiram completar para o gol. Depois, aos 23, foi a vez de Léo perder uma chance clara dentro da pequena área ao “furar” a bola e vê-la bater em sua perna de apoio, facilitando a defesa de John.

De tanto insistir, o Tricolor foi premiado aos 27 minutos. Luciano fez ótima jogada individual, limpando a marcação, invadindo a área e batendo pro meio do gol na intenção de algum companheiro completar para o fundo das redes. Mas, quem fez isso foi Luan Peres, que tentou cortar, mas jogou contra o próprio time, ampliando para o São Paulo.

Mal deu tempo de o Santos sacudir a poeira, e o terceiro gol dos donos da casa veio. Igor Vinícius fez grande lançamento direto para Pablo, que saiu sozinho e aproveitou o fato de o goleiro John ainda estar voltando para a sua meta para bater de longe e aumentar ainda mais a vantagem são-paulina no clássico.

Como se não bastasse, antes do apito final Tchê Tchê ainda teve tempo de fechar a conta com um golaço, transformando a elástica vitória em goleada. O volante, que entrou na vaga de Luciano, cortou para o meio e bateu colocado, no ângulo, de fora da área, para encerrar a noite tricolor com chave de ouro.

Alison evita desculpas após goleada do Santos para o São Paulo: “Não podemos admitir”

O capitão Alison evitou dar desculpas após o Santos perder por 4 a 0 para o São Paulo neste sábado, no Morumbi, pela terceira rodada do Campeonato Paulista.

Foi a estreia de Ariel Holan no comando do Peixe.

“Mesmo sendo o início de trabalho e um time recheado de garotos, isso não serve de desculpa. Não podemos admitir uma derrota assim, mesmo com gramado alagado. Não conseguimos colocar em prática o que fizemos nos treinos. Precisamos superar a derrota. Perder jogo assim, ainda mais um clássico, é difícil. Precisamos nos reerguer porque terça temos um jogo importante pela Libertadores”, disse Alison, ao Premiere, antes de não conseguir comentar o motivo dos quatro gols sofridos no segundo tempo.

“É difícil explicar. Não conseguimos colocar em prática o que trabalhamos e acabamos sofrendo”, completou.

Ariel Holan avalia estreia com goleada para o São Paulo: “O Santos não conseguiu encontrar a maneira de jogar”

Estreante no Santos, Ariel Holan avaliou a goleada do São Paulo por 4 a 0 neste sábado, no Morumbi, pela terceira rodada do Campeonato Paulista.

O Peixe fez um bom primeiro tempo no gramado encharcado. No intervalo, o Tricolor tirou Arboleda para a entrada de Rojas e fez quatro gols com o campo em melhor condição.

“Acho que o campo estava muito difícil para os dois times. No primeiro tempo, fizemos boa partida. No segundo tempo, sofremos gols aos três minutos em escanteio. E foi um golpe cedo e nos custou reagir. Tivemos erros individuais que custaram a ampliação do resultado. O Santos não conseguiu encontrar a maneira de jogar. O resultado, para primeiro jogo e clássico, obviamente não é o desejado, mas claramente foi uma partida depois de pouco treinamento e fim de folga necessária. Tivemos três ou quatro treinos praticamente e, realmente, o primeiro tempo nos deixou satisfeitos pela atitude. E no segundo tempo, depois do gol cedo, nos desacomodamos. Não voltamos ao jogo depois do segundo gol. 47 minutos com boa atitude, o Santos que queremos e jogando como se pode num campo assim. E no segundo tempo estranho e São Paulo aproveitou bem”, disse Holan.

“Presidente foi claro quando disse que o primeiro semestre será duro. Temos que trabalhar muito e estamos seguros e convencidos que, trabalhando muito, vamos melhorar para fazermos jogos como o Santos pode e precisa. Começo não é o desejado, mas só começamos. Dói perder assim, mas vamos trabalhar duro para melhorar”, completou.

Holan evita avaliar Luiz Felipe e prevê mudanças no Santos para a Libertadores: “Jogamos na água”

O técnico Ariel Holan evitou avaliar a atuação ruim de Luiz Felipe na derrota do Santos por 4 a 0 para o São Paulo neste sábado, no Morumbi, pela terceira rodada do Campeonato Paulista.

O argentino iniciou a semana com Kaiky, de 17 anos, ao lado de Luan Peres. Na sequência, porém, optou por Luiz nos treinamentos de quinta e sexta-feira. E a experiência “venceu” antes do clássico.

Para enfrentar o Deportivo Lara (VEN) na próxima terça-feira, na Vila Belmiro, Holan prevê mudanças, até pelo cansaço do gramado encharcado no San-São. A partida é válida pelo jogo de ida da Pré-Libertadores da América.

“Vamos fazer uma avaliação completa amanhã. Mais do que o desempenho individual, vamos fazer alterações porque serão poucas horas de descanso e jogamos na água hoje. Tivemos um custo físico e na terça jogarão os que estiverem melhor”, disse Holan.

“Vamos analisar essa partida a partir de amanhã. Primeiro tínhamos o São Paulo, com compromisso muito importante. Amanhã veremos como resolver o Lara. Equipe que mudou jogadores, equipe nova. Veremos como se arma e como nos armaremos nós. Pensando, insisto, na partida dura de hoje, com condição no campo difícil. Teremos que ser inteligentes para a equipe estar dinâmica e rápida. Respeitamos os rivais, mas primeiro pensaremos na nossa recuperação para terça”, completou.

Holan não descarta João Paulo no Santos para a Libertadores e vê possibilidade de revezamento com John

O técnico Ariel Holan admitiu a possibilidade de um revezamento entre John e João Paulo no Santos. O primeiro largou na frente e foi titular na derrota por 4 a 0 para o São Paulo neste sábado, no Morumbi, pela terceira rodada do Campeonato Paulista.

John e João Paulo travaram um bom duelo na última temporada, mas João terminou como titular. E a escolha do novo técnico foi por John neste início de trabalho.

“É uma possibilidade (o revezamento). São muitos jogos. Pode ocorrer isso também em outras posições. Veremos partida a partida como armar a equipe na copa (Libertadores) e também pela recuperação no Paulista”, disse Holan, em entrevista coletiva.


São Paulo 0 x 1 Santos

Data: 10/01/2021, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro 2020 – 29ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Braulio da Silva Machado.
Auxiliares: Kleber Lucio Gil e Alex dos Santos.
VAR: Heber Roberto Lopes.
Cartões amarelos: Alex, Vinicius Balieiro, João Paulo, Alisson (S); Pablo e Hernanes (SP).
Gol: Jobson (01-2).

SÃO PAULO
Volpi; Juanfran, Arboleda, Léo (Vitor Bueno) e Reinaldo; Luan (Hernanes), Daniel Alves, Gabriel Sara (Paulinho Boia) e Igor Gomes (Tréllez); Pablo (Carneiro) e Brenner.
Técnico: Fernando Diniz

SANTOS
João Paulo; Madson, Laércio, Alex e Jean Mota (Luan Peres); Jobson (Alison), Vinicius Balieiro (Diego Pituca) e Sandry; Arthur Gomes (Pará), Bruno Marques (Kaio Jorge) e Lucas Braga.
Técnico: Cuca



Santos vence e dá fim à invencibilidade do São Paulo como mandante no Brasileiro

A invencibilidade do São Paulo como mandante no Campeonato Brasileiro chegou ao fim neste domingo. Recebendo o Santos, com um time reserva por causa da semifinal da Libertadores, na próxima quarta-feira, contra o Boca Juniors, a equipe comandada por Fernando Diniz teve mais uma atuação aquém das expectativas, embora tenha melhorado no segundo tempo, e acabou perdendo por 1 a 0, gol de Jobson, no primeiro minuto da etapa complementar.

Somando sua segunda derrota consecutiva no Brasileirão, o São Paulo segue na liderança, mas pode ver o Internacional diminuir a vantagem para apenas três pontos, caso o time colorado vença o Goiás, daqui a pouco. Vale lembrar que se superasse o Santos neste domingo, o Tricolor abriria dez pontos de vantagem para o Flamengo, outrora seu principal concorrente pelo título nacional.

O Peixe, por sua vez, foi ao Morumbi sem muitas expectativas e acabou somando mais três importantes pontos no Campeonato Brasileiro para se manter na briga pelo G6. De quebra, a equipe comandada por Cuca venceu seu primeiro clássico na atual temporada.

O jogo

No primeiro tempo faltou qualidade no estádio do Morumbi. Enquanto o Santos, com sua equipe reserva, se mantinha firme na defesa, sem dar espaços para o São Paulo, que rodava a bola de um lado para outro, mas errava muitos passes, não encontrava brechas e tinha pouca profundidade. Justamente por isso, o torcedor que acompanhou a partida demorou para ver alguma jogada de perigo.

A primeira chance do jogo aconteceu apenas aos 18 minutos, em cobrança de falta de Daniel Alves, mas o camisa 10, como de costume, mandou por cima do gol, sem perigo para o goleiro João Paulo. O Santos, por sua vez, tratou de responder aos 23 minutos, de forma muito mais aguda. Lucas Braga enfiou para Arthur Gomes, que saiu em velocidade e bateu cruzado, da entrada da área, carimbando a trave de Tiago Volpi. No rebote, Juanfran ficou com a bola, titubeou, mas, no fim, tocou para o goleiro são-paulino, que saiu jogando.

Com o temporal que caiu na Zona Sul da capital paulista durante o primeiro tempo, o ritmo do jogo diminuiu com o tempo. A tônica continuou a mesma: São Paulo com a bola nos pés, mas sem saber o que fazer com ela. Mas, aos 31 minutos, o time de Fernando Diniz, enfim, levou perigo ao goleiro João Paulo. Gabriel Sara chegou na linha de fundo e tocou para Brenner dentro da área, que, por sua vez, acionou Daniel Alves, que chegou batendo de primeira, mandando rente à trave.

Depois, aos 36 minutos, foi a vez de o camisa 10 tricolor dar um passe magistral por elevação, encontrando Juanfran livre na área. O lateral-direito espanhol se esticou todo para alcançar a bola e até conseguiu, mas ela acabou parando nas mãos do goleiro santista. Antes do apito final, o Tricolor ainda teve uma oportunidade derradeira com Gabriel Sara, que já nos acréscimos matou no peito e bateu girando, mas errou a pontaria.

Quem esperava que o São Paulo iria reagir no segundo tempo se decepcionou. O Santos precisou de alguns segundos para abrir o placar e jogar um balde de água fria nos donos da casa. Daniel Alves errou na saída de bola, e Jobson recebeu pela esquerda, avançando aos trancos e barrancos após se atrapalhar tentando fazer o cruzamento e batendo de bico, no cantinho, colocando o Peixe em vantagem no Morumbi.

A partir daí o São Paulo acordou. Aos dez minutos, Juanfran tocou para Pablo, que chegou na linha de fundo e cruzou para Brenner, que bateu mascado, de primeira, facilitando o trabalho do goleiro John. No minuto seguinte, foi a vez de Gabriel Sara bater de trivela, dentro da área, livre, mas mandou para fora na intenção de acertar o ângulo.

Aos 16 minutos, o Tricolor teve uma nova grande chance de gol que surgiu pela direita. Juanfran se livrou da marcação na linha de fundo e cruzou rasteiro para Reinaldo chegar finalizando, mas o lateral-esquerdo isolou. O Santos seguia apostando no contra-ataque. Aos 30, Tiago Volpi teve de sair da meta para afastar o perigo, já que Lucas Braga vinha ganhando na velocidade na disputa com a marcação.

Passando a contar com Tréllez e Carneiro dentro da área, apostando nas bolas aéreas, Fernando Diniz viu o goleiro João Paulo fazer grande intervenção para evitar o empate aos 33 minutos, quando Arboleda cabeceou após cobrança de escanteio, mas o arqueiro santista espalmou para fora.

Antes do apito final, o São Paulo ainda teve a chance derradeira de empatar o jogo com Brenner. Aos 39 minutos, Juanfran novamente chegou na linha de fundo pela direita e cruzou na cabeça do jovem atacante, que testou forte, mas João Paulo realmente estava em um dia iluminado e garantiu a vitória santista no Morumbi.

Bastidores – Santos TV:

Cuca valoriza estratégia do Santos para vencer o São Paulo: “Sem grande desgaste”

O técnico Cuca exaltou a estratégia do Santos para vencer o São Paulo por 1 a 0 neste domingo, no Morumbi, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe entrou com apenas um titular – Lucas Braga -, e cinco entraram no segundo tempo: Kaio Jorge, Diego Pituca, Alison, Pará e Luan Peres.

O Alvinegro poupou seus principais jogadores e ainda deu ritmo para alguns antes de enfrentar o Boca Juniors (ARG) na quarta-feira, na Vila Belmiro, pelo duelo de volta da semifinal da Libertadores da América. Em La Bombonera, empate por 0 a 0.

“A gente está muito feliz com essa vitória em clássico. No último jogo que empatamos (Palmeiras), falamos sobre a chance enorme de vencer um clássico e eu falei do próximo. E vencemos. Dentro da proposta que nós propusemos, fomos muito felizes. Cedemos poucos espaços ao São Paulo, que gosta de transição em toques, de envolver numericamente. Nos precavemos dentro do que foi possível, em cima dos dois treinamentos de sexta e sábado. Fizemos jogo bom dentro da proposta e saímos vencedores. São Paulo teve maior posse, maior finalização, mas fomos efetivos. Fizemos gol, bola na trave e fomos firmes atrás. Soubemos passar pelo momento ruim no jogo. Quando São Paulo colocou Carneiro e Tréllez e foi para a bola aérea, trabalhamos bem também”, disse Cuca.

“Fortalecemos a equipe no decorrer do jogo sem trazer um desgaste. Kaio Jorge e Diego Pituca jogaram 38 minutos, não terão grande desgaste. Teriam se tivessem jogado o dobro. Alison meia hora. Luan e Pará 25. Sandry e Lucas Braga jogaram o tempo todo, mas são jovens e têm recuperação mais rápida”, completou.

Santos quebra jejum de mais de um ano sem vencer clássicos

O Santos quebrou um jejum neste domingo, ao vencer o São Paulo por 1 a 0 no Morumbi, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe não saia vitorioso em um clássico há mais de um ano. Como a temporada se estende até fevereiro em função da pandemia do novo coronavírus, o Alvinegro obteve três pontos pela primeira vez.

O Santos venceu o Palmeiras por 2 a 0 na Vila Belmiro, em outubro de 2019, e passou 2020 “zerado”: três empates e quatro derrotas.

02/02/2020 – Corinthians 2 x 0 Santos – Paulistão
29/02/2020 – Santos 0 x 0 Palmeiras – Paulistão
14/03/2020 – São Paulo 2 x 1 Santos – Paulistão
23/08/2020 – Palmeiras 2 x 1 Santos – Brasileirão
12/09/2020 – Santos 2 x 2 São Paulo – Brasileirão
07/10/2020 – Corinthians 1 x 1 Santos – Brasileirão
05/12/2020 – Santos 2 x 2 Palmeiras – Brasileirão

João Paulo valoriza vitória do Santos sobre o líder e diz: “Não deixei de me dedicar”

João Paulo foi um dos destaques do Santos na vitória por 1 a 0 sobre o São Paulo na tarde deste domingo, no Morumbi, pela 29ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe entrou em campo com apenas um titular: Lucas Braga. No segundo tempo, entraram Kaio Jorge, Alison, Diego Pituca, Luan Peres e Pará.

João deve ser novamente titular no jogo de volta da semifinal da Libertadores da América contra o Boca Juniors em função do teste positivo de John para covid-19.

“Fico feliz, fiquei fora de alguns jogos, mas não deixei de trabalhar, de treinar, de me dedicar. É uma vitória importante para dar moral para quarta-feira. Fazia mais de um ano que não vencíamos um clássico, é importante vencer e vencer o líder do campeonato”, disse João Paulo, à Globo. Ele foi eleito o melhor em campo na transmissão.


Palmeiras 2 x 1 Santos

Data: 23/08/2020, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 5ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Vinícius Gonçalves Dias Araújo
Auxiliares: Danilo Manis e Miguel Cataneo.
VAR: José Cláudio Filho
Cartões amarelos: Bruno Henrique, Gabriel Silva, Luiz Adriano, Rony e Ramires (P); Felipe Jonatan, Alison e Diego Pituca (S).
Cartão vermelho: Alison (S).
Gols: Luiz Adriano (45-1); Ramirez (02-2, contra) e Patrick de Paula (27-2).

PALMEIRAS
Weverton; Marcos Rocha (Mayke), Luan, Gustavo Gomez e Diogo Barbosa; Patrick de Paula, Bruno Henrique (Ramires), Gabriel Menino (Gustavo Scarpa) e Lucas Lima (Gabriel Silva); Rony (Willian) e Luiz Adriano.
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SANTOS
João Paulo; Pará (Madson), Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison, Diego Pituca (Jobson) e Carlos Sánchez (Marcos Leonardo); Marinho (Tailson), Soteldo e Kaio Jorge (Lucas Braga).
Técnico: Cuca



Com golaço de Patrick de Paula, Palmeiras vence o Santos no Morumbi

O Palmeiras venceu o Santos por 2 a 1 na tarde deste domingo, no Morumbi, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Luiz Adriano e Patrick de Paula. O Peixe fez com Ramires (contra).

O Verdão abriu o placar no primeiro tempo com pênalti polêmico de Alison assinalado após consulta ao VAR. O volante tocou com o braço na bola em cobrança de falta de Bruno Henrique. Luiz Adriano converteu.

O Alvinegro empatou logo no segundo minuto da etapa final, com gol contra de Ramires em cruzamento de Carlos Sánchez. O Palmeiras, porém, não sentiu o gol, criou mais chances e desempatou com golaço de Patrick de Paula, aos 27.

O Verdão assume a quarta colocação, com oito pontos. O Peixe caiu para o sexto lugar do Brasileirão, com sete pontos conquistados.

O jogo

O primeiro tempo foi equilibrado no Morumbi, mas o Palmeiras criou as principais chances e deu muito trabalho ao goleiro João Paulo.

O Verdão chegou logo aos quatro minutos, quando Lucas Lima cruzou e Luiz Adriano chutou para a primeira defesa do garoto João.

Quando o placar marcava 18 jogados, Luiz Adriano fez o pivô e Bruno Henrique bateu bonito. João Paulo, novamente, voou para defender. E logo depois, aos 22, o meio-campista palmeirense chutou de novo para outra intervenção decisiva do goleiro.

Aos 29, o Peixe respondeu. Marinho puxou contra-ataque, atravessou quase todo o campo e titubeou entre passar ou finalizar e acabou chutando torto.

E quando o clássico se encaminhava para o empate no intervalo, veio um lance polêmico. Bruno Henrique cobrou falta, Alison mexeu o braço e tocou com o cotovelo na bola. A arbitragem acionou o VAR, marcou pênalti e Luiz Adriano converteu nos acréscimos.

Cuca fez alterações: tirou Diego Pituca e Kaio Jorge para as entradas de Jobson e Lucas Braga. E as mexidas não demoraram a funcionar.

Lucas Braga arrancou e sofreu a falta. Carlos Sánchez bateu, Jobson se antecipou e chegou a comemorar o gol do empate no segundo minuto da etapa final, mas a súmula mostrará gol contra de Ramires.

Aos 8, o Palmeiras reagiu. Patrick de Paula cobrou falta de longe a bola explodiu no travessão. Gabriel Menino, impedido, marcou no rebote. Lance invalidado.

No minuto 17, o Verdão chegou de novo. Lucas Lima lançou Luiz Adriano, que cruzou para Willian chegar de peixinho. A bola passou perto.

E depois de tanto insistir, o Palmeiras desempatou. Jobson errou na saída de bola e armou o ataque do adversário. Willian cruzou e Patrick de Paula fez o gol no minuto 27.

O Santos só ficou perto de empatar aos 35, quando Soteldo cobrou escanteio, Madson cabeceou e o goleiro Weverton salvou em linda defesa. O Palmeiras administrou nos minutos finais e venceu o clássico.

Cuca não entende VAR em Santos x Palmeiras: “Uma pena que interpretação venha de cima”

Novamente incomodado com a arbitragem, o técnico Cuca analisou a derrota do Santos por 2 a 1 para o Palmeiras neste domingo, no Morumbi, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro.

O primeiro gol do Verdão foi de Luiz Adriano, de pênalti, após toque no braço de Alison. A arbitragem consultou o VAR.

“Primeiro tempo do Palmeiras foi um pouco melhor. Jogo muito disputado no meio-campo, tiveram certa vantagem nesse setor. Tem o lance do pênalti. É interpretativo. Essa interpretação… Temos que entender e ainda não consegui. Não é interpretação de campo ao vivo? Dentro de campo, é lance normal. Acontecem diversos. Está subindo no meio da barreira, não ia para o lado. Não usa-se a mão, usa-se o braço, não tem como. Vi o lance, é interpretativo. Quando VAR chama, risco de pênalti é grande. E aí Palmeiras saiu na frente. Não determinou o resultado até porque buscamos o empate. Mas existe desequilíbrio emocional grande em coisa assim. Jogador jovem se perde um pouco, corrigi no intervalo para não irem falar. Se é dado pelo árbitro com convicção, ok, mas árbitro deixou seguir, VAR interpretou e chamou. Uma pena que interpretação venha de cima. VAR precisa corrigir erro do árbitro e não vejo como erro. Vejo como interpretação”, disse Cuca.

“Fizemos duas trocas, começamos segundo tempo fortes, empatamos e tínhamos equilíbrio e em alguns momentos time mais encorpado. Tivemos erro de saída, Palmeiras foi feliz. Eram sete nossos contra quatro, não distribuímos bem e Patrick fez o gol. Meninos tentaram o empate, se jogaram à frente, até goleiro foi para a área. Falta quase pênalti, cabeceio defendido por Weverton. Buscamos, não podemos negar. De maneira geral, Palmeiras foi um pouco melhor. Palmeiras tem time mais pronto, é óbvio. Time treinado há mais tempo. Vanderlei tem controle do esquema, peças deixam time melhor. Ele sabe usar bem isso. Temos que reconhecer isso e a luta do Santos com cinco ou seis meninos. Nunca acharemos culpados em clássico que poderíamos ter empatado. Desgaste não é desculpa, é realidade. Não treinei ontem porque desgaste seria ainda maior. Guardei o time para competir 90 minutos. É minha segunda semana e agora tenho uma cheia para trabalhar e melhorar. Não estou descontente, não. Tristes com a derrota, mas espírito da meninada prevalece”, completou o técnico.

Cuca ainda explicou o objetivo das mexidas no intervalo: Jobson e Lucas Braga por Diego Pituca e Kaio Jorge.

“Fizemos 4-3-3 com meio-campo forte e os atacantes de lado com força e o Kaio Jorge na frente. No intervalo mudamos para 4-4-2 com Soteldo e Sánchez de meia e Pituca e Jobson. Para ter diagonais com dois extremos. Corrigimos erros defensivos pelo lado e tomamos gol por dentro em erro de saída. Mudamos de novo com centroavante, Marcos Leonardo, abrindo Soteldo e Tailson pra dentro. Tentamos mexer para se sentir gostando do jogo e às vezes não conseguimos. Jogamos contra equipe forte taticamente, que defende bem, com pegada forte e contra-ataque”, analisou.

O Santos terá a primeira semana livre sob o comando de Cuca antes de enfrentar o Flamengo no próximo domingo, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

Com a derrota no clássico, o Peixe caiu para a sexta colocação na competição, com sete pontos.

Cuca lamenta erro de Jobson e evita “pressão” sobre Pituca, Sánchez e Soteldo no Santos

Cuca lamentou o erro de Jobson no segundo gol do Palmeiras, de Patrick de Paula, o da vitória por 2 a 1 sobre o Santos neste domingo, no Morumbi.

Mais do que o passe equivocado de Jobson, o técnico questionou o posicionamento da defesa. Com sete contra quatro, Patrick recebeu sozinho na entrada da área.

“Acontece. Não errou porque quis. Forte dele é o passe, vocês sabem disso. Muita gente fala e questiona a titularidade para melhorar o passe e ele errou o passe. Acontece. Nos reorganizamos e depois não tivemos o equilíbrio. Estivemos com mais jogadores, mas mal posicionados em função desse passe. Mas ele não é culpado pela derrota, ninguém é”, disse Cuca.

O treinador santista ainda falou sobre o que fazer para recuperar o melhor nível de Diego Pituca, Carlos Sánchez e Soteldo.

“Eles vão atuar melhor, normal, sem pressão. Não adianta pressionar. É momento. Qualquer jogador vive e temos que ter equilíbrio, sem passar peso maior. Eles sabem que não estão rendendo tudo. Precisam de ajuda. E estou aqui para isso”, afirmou.

João Paulo diz que Vladimir é o titular do Santos: “Precisa ser respeitado”

João Paulo foi bem em três jogos consecutivos – Athletico, Sport e Palmeiras -, mas ainda não se vê como goleiro titular do Santos.

Vladimir se recupera de inflamação no pé direito e pode estar à disposição contra o Flamengo, domingo, na Vila Belmiro, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro.

“Isso aí (disputa) é o que pessoal cria. Titular da posição é o Vladimir até o professor decidir é o contrário. É ídolo, campeão e precisa ser respeitado”, disse João Paulo, à Santos TV.

João Paulo também falou sobre a surpresa em ter sequência no gol santista após 2020 começar com Everson, Vanderlei e Vladimir à frente. Vanderlei foi para o Grêmio e Everson entrou na Justiça do Trabalho contra o Peixe.

“Fico feliz pela sequência. Confesso que quando o ano começou, não esperava tudo isso. Estou preparado, fico feliz de mostrar meu trabalho e tenho certeza que tem muita coisa para vir”, afirmou João.

“Pessoal é fenomenal, Arzul e Juninho (preparadores de goleiros). Muito inteligentes, nosso dia a dia é tranquilo. Eu, Vlad e John somos muito amigos. Vlad sempre me ajudou com conselhos, John foi campeão da Copinha comigo”, concluiu.

Chulapa diz que Sampaoli desviou dele na praia e cita “quadrilha” no Santos

Auxiliar técnico do Santos, Serginho Chulapa voltou a falar sobre a relação ruim com o ex-técnico Jorge Sampaoli em 2019.

De acordo com Chulapa, o atual treinador do Atlético-MG desviou dele na praia e formou uma espécia de “quadrilha” no Peixe.

“No Santos eu perderia a razão. Eu estava andando na praia, ele me viu de longe e entrou numa rua e sumiu…”, disse Serginho Chulapa, em entrevista ao “Mesa Redonda”, da TV Gazeta.

“O que ele fazia com as pessoas, não é pra mim, eu me lixo pra ele, é pros outros. Proibiu ex-jogadores de entrar lá, como o Edu, trouxe cara do Rio de Janeiro (o gerente Gabriel Andreata), funcionário dele e que faz parte da quadrilha. E ele mandava no CT. Não me conhecia… Mandou um monte de gente embora e trouxe sete com ele. Peguei corda com isso. Eu ia armar uma emboscada, mas não tinha jeito. Escaparam, essa que é a verdade (risos)”, completou o ídolo santista.

Após ser escanteado por Sampaoli e também por Jesualdo Ferreira, Chulapa foi reintegrado por Cuca e agora faz parte do dia a dia do CT Rei Pelé.


São Paulo 2 x 1 Santos

Data: 14/03/2020, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 10ª rodada (antepenúltima)
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Luiz Flavio de Oliveira
Auxiliares: Daniel Paulo Ziolli e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa.
Cartões amarelos: Tchê Tchê, Arboleda e Pablo (SP); Jobson e Arthur Gomes (S).
Cartão vermelho: Jobson (S, 45-1).
Gols: Arthur Gomes (29-1); Pablo (07-2) e Pablo (21-2).

SÃO PAULO
Lucas Perri; Juanfran, Bruno Alves (Pablo), Arboleda e Reinaldo; Tchê Tchê, Daniel Alves e Igor Gomes (Hernanes); Antony, Alexandre Pato e Vitor Bueno.
Técnico: Fernando Diniz

SANTOS
Everson; Pará, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan; Jobson, Carlos Sánchez (Evandro) e Diego Pituca; Arthur Gomes, Soteldo (Tailson) e Yuri Alberto (Madson).
Técnico: Jesualdo Ferreira



São Paulo vira em cima do Santos graças a gols de Pablo e expulsão de Jobson

O São Paulo venceu seu primeiro clássico em 2020 na noite deste sábado, pela 10ª rodada do Campeonato Paulista. Com portões fechados para os torcedores devido ao Coronavírus, o Tricolor fez 2 a 1 em cima do Santos, de virada, no Morumbi praticamente vazio e encaminhou a vaga antecipada às quartas de final.

Pablo foi o nome do San-São. O camisa 9, que tinha apenas um gol na temporada, este anotado logo na estreia do time, entrou no segundo tempo e precisou de 21 minutos para ir às redes duas vezes. Primeiro, aproveitou falha de Everson na saída do gol. Depois, completou cruzamento de Pato e marcou, de cabeça, em lance oriundo de uma sobra de bola após batida de escanteio.

O Peixe jogava bem e estava à frente no placar graças a um belo gol de Arthur Gomes ao melhor estilo Fernando Diniz, técnico são-paulino. Antony saiu jogando errado, Felipe Jonatan tomou a bola e Arthur Gomes deu de letra para Sánchez, que serviu Pará. O lateral devolveu de primeira e o atacante completou.

No entanto, no último lance antes do intervalo, Jobson levou um lindo chapéu de Daniel Alves e ergueu demais a perna. A marca das travas da chuteira da coxa do camisa 10 tricolor renderam o cartão vermelho ao volante santista.

Jobson saiu de campo cobrindo o rosto e chegou a sentar na escadaria de acesso ao vestiário, desolado e inconformado. Nada que evitasse a pressão que o Peixe viria a sofrer até tomar a virada.

O Santos termina, assim, a primeira fase do Campeonato Paulista sem vencer clássicos. O time praiano acumulou derrotas para Corinthians e Santos, além de um empate com o Palmeiras. O gol de Arthur Gomes, neste sábado, foi o único anotado pela equipe contra os maiores rivais.

O resultado levou o São Paulo aos 18 pontos, na liderança geral do Grupo C. Se o Ituano não vencer o Corinthians neste domingo, na Arena, o Tricolor garante a vaga antecipada. O Peixe, apesar do revés, também tem a ponta do Grupo A, com 15 pontos.

Caso o Paulistão não seja interrompido por causa do Coronavírus, o São Paulo voltará a campo para pegar o Bragantino no sábado, de novo no Morumbi. No mesmo dia, o Santos receberá o Santo André na Arena Barueri.

Veríssimo responsabiliza “gols bestas” por derrota do Santos para o São Paulo

Depois de sair na frente, mas ficar com um a menos desde o primeiro tempo, o Santos levou a virada para o São Paulo, no Morumbi, neste sábado. Na saída de campo, Lucas Veríssimo não responsabilizou a expulsão de Jobson pela derrota, mas sim os gols sofridos de bola parada.

“Tomamos dois gols bestas, de bola parada. Acredito que a gente tem que corrigir isso porque não é de hoje. Vamos conversar com o professor e corrigir, porque não pode, em um clássico, a gente perder por dois gols de bola parada”, opinou o zagueiro do Peixe aos canais Premiere.

O Santos até abriu o placar, com Arthur Gomes, aos 29 da segunda etapa. Antes do intervalo, aos 45, Jobson deu entrada dura em Daniel Alves e acabou expulso.

Em desvantagem numérica no segundo tempo, o Peixe praticamente só se defendeu e levou dois gols de bola aérea. No primeiro, Everson saiu mal na cobrança de falta e Pablo empatou o jogo. No segundo, o atacante são-paulino recebeu sozinho o cruzamento de Pato para virar.

Com a derrota, o Santos perdeu a chance de se classificar de maneira antecipada para as quartas de final do Campeonato Paulista. O Peixe ainda lidera o Grupo A com 15 pontos.

Arthur Gomes comemora gol, mas lamenta derrota no San-São

O Santos levou a virada para o São Paulo, neste sábado, mas um atleta conseguiu destaque. Substituto de Sasha, que foi desfalque por lesão no músculo posterior da coxa esquerda, Arthur Gomes marcou o gol do Peixe. Depois da partida, o atacante comemorou o tento anotado, que foi o seu primeiro em clássico.

“É uma jogada que a gente treina bastante. Quando eu não jogo, vejo que o Sasha faz essa movimentação por dentro. O professor falou para eu vir de fora para dentro. Não conseguimos a vitória, que era o mais importante, mas estou feliz pelo gol. Meu primeiro gol em clássico, fico feliz por isso e vamos seguir trabalhando para fazer mais para a torcida”, disse o jogador após a partida.

O gol de Arthur Gomes, entretanto, não foi suficiente. Isso porque, ainda no primeiro tempo, Jobson acabou expulso e o Santos jogou a etapa final com um a menos. Em desvantagem numérica, o Peixe viu o São Paulo virar a partida com dois gols de Pablo.

O atacante santista ainda lamentou a derrota, que segundo ele foi decidida nos detalhes e nos erros do Alvinegro Praiano.

“O clássico é decidido em detalhes, e infelizmente a gente acabou perdendo em campo. São coisas do jogo. Eles aproveitaram os nossos erros nas bolas paradas, e acabamos perdendo. Vamos voltar, ver os vídeos que o professor vai passar para que a gente não volte a ter esses erros”.

Derrota no clássico adia classificação antecipada do Santos no Paulistão

Com a derrota de virada para o São Paulo, no último sábado, o Santos perdeu a chance de se tranquilizar no Campeonato Paulista. Sem os três pontos, o Peixe adiou a classificação para as quartas de final da competição.

O Grupo A da competição tem o Peixe na liderança com 15 pontos, seguido de Oeste e Água Santa com 10. A Ponte Preta aparece na lanterna com 7, mas ainda joga na rodada, contra o Guarani, na segunda-feira.

Uma vitória simples poderia garantir a vaga antecipada para o Santos, caso a Ponte não vencesse o clássico campineiro. Com o revés no San-São, entretanto, o Peixe ainda corre atrás de conseguir a classificação na próxima rodada.


São Paulo 3 x 2 Santos

Data: 10/08/2019, sábado, 17h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 14ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 47.277 torcedores
Renda: R$ 3.103.842,00
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Auxiliares: Neuza Ines Back e Daniel Luis Marques (SP).
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Cartões amarelos: Raniel, Everton, Bruno Alves, Tchê Tchê, Raniel (SP); Felipe Aguilar (S).
Gols: Sasha (43-1); Alexandre Pato (03-2), Alexandre Pato (25-2) e Reinaldo (11-2) e Raniel (40-2, contra).

SÃO PAULO
Tiago Volpi; Igor Vinícius, Bruno Alves, Arboleda e Reinaldo; Luan (Hernanes) (Hudson), Tchê Tchê e Everton; Toró, Raniel e Pato (Vitor Bueno).
Técnico: Cuca

SANTOS
Éverson; Lucas Veríssimo, Aguilar, Gustavo Henrique e Jorge; Diego Pituca, Carlos Sánchez (Evandro) e Felipe Jonatan (Jean Mota); Derlis González (Marinho), Eduardo Sasha e Soteldo.
Técnico: Jorge Sampaoli



Com 2 gols de Pato, São Paulo vira sobre o Santos e vence 1º clássico no ano

Missão cumprida. O São recebeu o Santos na tarde deste sábado, no estádio do Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, e não decepcionou os mais de 40 mil torcedores que lotaram as arquibancadas. Tendo pela frente o líder da competição, o Tricolor não se intimidou e venceu o seu primeiro clássico no ano de virada, por 3 a 2, graças aos dois gols de Alexandre Pato e outro de Reinaldo, de pênalti. Sasha e Raniel, contra, balançaram as redes para o Peixe.

O triunfo tricolor foi um presente e tanto não só à torcida, que fez uma bonita festa no Morumbi, mas também a Daniel Alves e Juanfran, que acompanharam o jogo ao lado do presidente Leco. Com o resultado, o São Paulo retomou a quinta colocação, que antes pertencia ao Corinthians, e segue na cola de Flamengo e Atlético-MG.

O Santos, por sua vez, perdeu a oportunidade de assegurar os quatro pontos de vantagem para o vice-líder Palmeiras. O Verdão entra em campo amanhã, contra o Bahia, no Allianz Parque, e pode diminuir a distância para o Peixe para apenas um ponto em caso de vitória.

O jogo

O Santos foi quem chegou pela primeira vez com perigo na partida. Logo aos sete minutos, em contra-ataque, Sasha abriu para Derlis González na direita, que bateu cruzado, mas viu Arboleda aparecer no meio do caminho para interceptar a bola que sobraria livre para Carlos Sánchez no segundo pau. O São Paulo, por sua vez, respondeu aos 12 minutos com Raniel, que se antecipou para completar a cobrança de escanteio de Reinaldo, tirando tinta da trave de Éverson.

A partida era bastante disputada, com ambas equipes propondo o jogo e tentando o gol a todo momento. Aos 19, Felipe Jonatan recebeu sem marcação, de frente para o gol, e arriscou de fora da área, batendo cruzado e assustando o goleiro Tiago Volpi. O Tricolor só voltou a incomodar aos 31 minutos, quando Reinaldo bateu falta na entrada da área e mandou à direita da meta defendida por Éverson.

Na reta final do primeiro tempo, quando o São Paulo subiu de produção e aproveitou a queda de desempenho do Santos para tentar abrir o placar, veio a desilusão dos torcedores que lotaram o Morumbi. Depois de Tiago Volpi salvar a equipe aos 37 minutos fazendo uma defesa à queima-roupa em cruzamento de Sánchez, e Toró desperdiçar uma grande oportunidade em jogada ensaiada aos 40, quando recebeu livre dentro da área, mas mandou por cima do gol, aos 43 não teve jeito. Diego Pituca carimbou a trave com um belo chute de média distância e, no rebote, Sasha apareceu apenas para completar para o fundo do gol e garantir a vantagem ao Peixe antes de as equipes irem para o intervalo.

O São Paulo voltou a campo para a etapa complementar com Hernanes na vaga de Luan e logo no início a pressão dos donos da casa deu certo. Após Éverson defender a cobrança de falta do Profeta e mandar para escanteio, Alexandre Pato aproveitou o cruzamento na área para, depois de um desvio, ficar com a sobra, dominar e bater forte, deixando tudo igual no Morumbi.

Mas a blitz são-paulina não parou por aí. Um pouco depois do empate, aos nove minutos, Hernanes cobrou escanteio pela esquerda, Everton cabeceou, e a bola tocou no braço de Felipe Aguilar dentro da área. Raphael Claus, por sua vez, não titubeou e marcou o pênalti. Reinaldo, que começou a partida como capitão, foi para a cobrança e não desperdiçou, virando o jogo para o Tricolor.

A euforia da torcida deu lugar à tensão aos 15 minutos, quando Hernanes foi ao chão e teve de ser substituído por Hudson. Quatro minutos depois, contudo, os mais de 40 mil são-paulinos que estiveram presentes no Morumbi voltaram a fazer barulho graças a Raniel, que soltou uma bomba de fora da área e viu Éverson voar para fazer grande defesa.

Aos poucos, o Tricolor foi mostrando que a ausência de Hernanes não abalou o time. Aos 25 minutos, Reinaldo fez o desarme pela esquerda e tocou rasteiro para Alexandre Pato, que dominou e bateu forte, mas Éverson novamente salvou o Santos. Entretanto, no minuto seguinte, não deu para o goleiro do Peixe. Pato aproveitou o vacilo do meio-campo adversário, saiu em velocidade, contou com um tombo de Felipe Aguilar no meio do caminho e saiu frente a frente com o arqueiro rival, precisando apenas tocar no alto para fazer o terceiro e praticamente matar a partida no Morumbi.

Só que o jogo, até então tranquilo para os são-paulinos, voltou a ficar dramático com o gol contra de Raniel aos 40 minutos do segundo tempo após o cruzamento de Evandro. Novamente com apenas um gol de vantagem no placar, o Tricolor teve de segurar o ímpeto da equipe comandada por Sampaoli nos instantes finais para somar mais três importantíssimos pontos na tabela.

Sampaoli explica ‘3-2-5’ e lamenta “desconforto” em derrota no San-São

O técnico do Santos, Jorge Sampaoli, lamentou o “desconforto” da equipe na derrota por 3 a 2 para o São Paulo neste domingo, no Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O treinador explicou a opção por Lucas Veríssimo pela direita, com Victor Ferraz no banco, e disse que o time não atuou como está acostumado no clássico.

“Jogamos um jogo de muitas idas e voltas. Treinamos dessa forma, não é a que habitualmente jogamos. Tivemos chances claras, fomos para o intervalo vencendo e depois não encontramos linha de passe e jogo coletivo. Deixamos o jogo cômodo para o São Paulo. Mais do que as intenções, jogo não foi como de costume. Pensamos em transições rápidas, por isso pensamos em três centrais. Ideia era controlar a saída com três centrais e jogar num 3-2-5. Jogo nos levou a que ele (Veríssimo) fosse lateral. Não foi determinante, é coincidência (outras derrotas com três zagueiros). É fácil coincidir pontualmente porque não ganhamos. Não foi por isso, não tocamos muito, não encontramos os livres na pressão, superar o tempo que São Paulo não nos deu para sair com limpeza”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.

“Foram dois gols de bola parada e um erro não forçado. São Paulo não criou tanto além da pressão individual. Tivemos chances no primeiro tempo, Volpi defendeu o cabeceio e tivemos aproximações antes do 3-2. Partida não nos deixa muitas coisas porque não jogamos como estamos acostumados”, completou.

Sampaoli espera que o Santos dê a volta por cima no Brasileirão e saiba pontuar mesmo em jornadas ruins.

“Espero que entendamos nossa maneira de jogar e nossos limites. Seguir trabalhando para fortalecer. Não jogaremos bem sempre e temos que seguir adiante. Não jogaremos sempre bem. Hoje não jogamos. Temos que estar cômodos com o jogo, com a bola, não correndo por 90 minutos”, afirmou.

“Temos que trabalhar muito mais para reverter jogos ruins. Temos que resolver jogando, mais além da pressão do rival. Treinamos sempre o jogo. Hoje tivemos uma queda. Ganhamos os sete e não fomos tão bons. Jogamos melhor que o rival e aproveitamos chances. Das sete chances claras do primeiro tempo, poderíamos ter mudado a história do jogo. Esse é o futebol”, concluiu.

O Santos, ainda líder, voltará a campo para enfrentar o Cruzeiro no domingo (18), no Mineirão, pela 15ª rodada do Nacional.

Felipe Aguilar compromete no San-São, recebe 3º cartão e não enfrenta o Cruzeiro

Felipe Aguilar recebeu o terceiro cartão amarelo durante a derrota do Santos por 3 a 2 para o São Paulo neste sábado, no Morumbi, e desfalcará o Peixe contra o Cruzeiro no dia 18, no Mineirão, pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O colombiano foi um dos piores do Alvinegro. Ele comete o pênalti ao colocar a mão na bola antes de Reinaldo virar o jogo e tropeça no lance do terceiro gol, de Pato.

“Começamos bem, tomamos dois gols e caímos um pouco. Só levantamos depois do terceiro gol. Não fizemos o que trabalhamos”, disse Aguilar, após o apito final.

Sasha lamenta ‘apagão’ do Santos, mas diz: “Essa derrota não tira o que temos feito”

Eduardo Sasha lamentou o “apagão” do Santos na derrota por 3 a 2 para o São Paulo neste sábado, no Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Após gol de Sasha e boa etapa inicial, o Peixe sucumbiu à pressão do rival no segundo tempo e perdeu depois de sete vitórias consecutivas.

“Fiquei feliz pelo gol, mas não jogamos bem no segundo tempo. Essa derrota não vai tirar o que temos feito no campeonato. Temos que trabalhar da mesma forma”, disse Sasha.

“Entramos no segundo tempo não tão ligados como no primeiro. Eles cresceram, em dois lances infelizes… É o futebol, mas estamos no caminho certo. Ninguém pode falar que nosso trabalho não é bem feito”, completou.

Jean Mota desabafa após virar reserva do Santos: “Afeta a confiança”

Jean Mota desabafou no início da noite deste sábado, após a derrota do Santos por 3 a 2 para o São Paulo, no Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O meia disse não entender o motivo de ter virado reserva e criticou a falta de comunicação com a diretoria. O Peixe recusou uma proposta de empréstimo do Al Ahli, dos Emirados Árabes, recentemente.

“Fiz um gol e uma assistência contra o Atlético-MG, depois nem entrei. Eu queria uma resposta. Saem matérias e eu nunca sei de nada. Não sei se a diretoria ou o treinador contam mais comigo, mas afeta a confiança”, disse Jean, na zona mista.

“Presidente manda, mas a gente tem que ter essa conversa. Ele precisa falar o que acontece. Se ele decidiu não me emprestar, não chegou até mim para saber minha intenção. Eu quero estar aqui, tenho contrato”, completou.

Depois de Jean Mota falar, o presidente José Carlos Peres também conversou com os jornalistas e negou qualquer influência da diretoria na decisão de Jorge Sampaoli: “Se chegar proposta, vamos conversar com carinho”.

Melhor jogador do Campeonato Paulista, Jean é atualmente um dos reservas de Sampaoli. O meia tem 25 anos e contrato até 30 de junho de 2022. O Santos detém 80% dos direitos econômicos.

Sampaoli responde a Jean Mota após derrota do Santos: “Colocarei quem está melhor”

O técnico do Santos, Jorge Sampaoli, respondeu ao desabafo de Jean Mota após a derrota por 3 a 2 para o São Paulo neste domingo, no Morumbi, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Jean, atualmente reserva, disse não entender o motivo para ter saído da equipe titular depois de ser o melhor do Paulistão. Sampaoli, de forma sucinta, explicou.

“Porque há quem está melhor. Ganhamos sem ele, assim como ganhamos com ele. Colocarei sempre quem creio que está melhor”, disse o treinador.