Navegando Posts marcados como Meninos da Vila

São Paulo 1 x 2 Santos

Data: 20/06/1979, quarta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Paulista 1978 – Final – 1º jogo
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 88.316 total (81.788 pagantes e 6.528 menores).
Renda: Cr$ 5.941.170,00
Árbitro: João Leopoldo Ayeta.
Cartões amarelos: João Paulo e Zé Carlos (S); Tecão (SP).
Gols: Serginho Chulapa (18-1) e Juary (26-1); Pita (09-2).

SÃO PAULO
Waldir Peres; Getúlio, Marião, Tecão e Aírton; Chicão, Teodoro (Vílson Tadei) e Darío Pereyra; Edu, Serginho Chulapa e Zé Sérgio.
Técnico: Rubens Minelli

SANTOS
Flávio; Nelsinho Baptista, Joãozinho, Antônio Carlos e Gilberto Sorriso; Zé Carlos, Toninho Vieira e Pita; Claudinho, Juary e João Paulo.
Técnico: Chico Formiga



Uma emocionante virada do Santos

Com 2 a 1, Santos sai na frente da decisão do Campeonato Paulista de 78

Sem cinco titulares o Santos venceu a primeira partida da final contra o atual campeão brasileiro. Para a segunda partida da final o Santos perdeu ainda João Paulo e Zé Carlos, ambos suspensos por levar o terceiro cartão amarelo, ficando sem sete de seus titulares, enquanto o São Paulo pode escalar o que tinha de melhor.

Fonte: Jornal Folha de SP

Santos 3 x 1 Guarani

Data: 16/06/1979, sábado, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista 1978 – Semifinal
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 44.208 total (41.352 pagantes e 2.856 menores).
Renda: Cr$ 1.983.340,00
Árbitro: Helio Cosso (MG).
Auxiliares: Joel Teixeira Caires e Rubens Vera Fuzaro (ambos de SP).
Gols: João Paulo (13-1), Juary (24-1), Zenon (19-2, de pênalti) e Juary (36-2).

SANTOS
Flávio; Nelsinho Baptista, Joãozinho, Antonio Carlos e Gilberto Sorriso; Zé Carlos, Toninho Vieira e Pita; Claudinho (Célio), Juary e João Paulo.
Técnico: Chico Formiga

GUARANI
Neneca; Mauro, Gomes, Edson e Odair; Zé Carlos, Renato e Zenon; Capitão, Careca (João Carlos) e Bozó.
Técnico: Carlos Alberto Silva



No aniversário de Juary, a festa do Santos

Fonte: Jornal Folha de SP

Santos 4 x 0 Portuguesa

Data: 17/09/1978, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Paulista 1978 – 1º turno – 7ª rodada
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo, SP.
Público: 37.039 pagantes
Renda: Cr$ 1.160.220,00
Árbitro: Marcio Campos Sales.
Auxiliares: Ezequiel Pedroso e Antonio Ribeiro.
Gols: João Paulo (16-1) e Juary (26-1); João Paulo (16-2) e Pita (28-2).

SANTOS
Vitor; Nelsinho Baptista, Joãozinho, Neto e Fernando; Clodoaldo (Zé Carlos), Aílton Lira e Pita; Nilton Batata, Juary e João Paulo.
Técnico: Chico Formiga

PORTUGUESA
Elias; Marinho, Arouca (Esquerdinha), Pradera e Isidoro; Beto Lima e Wilson Carrasco; Eudes, Tatá, Alcino e Elói.
Técnico: Urubatão Nunes



Santos arrasou a Portuguesa: 4 a 0

Quatro a zero na Portuguesa de Desportos no clássico do Morumbi ontem à tarde. O Santos não poderia dar uma melhor resposta aos seus críticos. Principalmente aqueles que já mostravam claramente não acreditar tanto na eficiência do rápido e jovem ataque, depois dos empates sem gols diante do Paulista e do Marília nos últimos jogos. Juary, Pita e João Paulo mostraram ontem que basta os homens de meio campo, principalmente Ailton Lira e Clodoaldo, encostarem mais nos atacantes, buscarem mais as tramas e criação de jogadas nas proximidades da área dos adversários que os gols passam a acontecer. Até em grande número, como aconteceu ontem contra a Portuguesa.

E foi assim que, já aos 16 minutos do primeiro tempo, Ailton Lira buscou o jogo pela esquerda, com João Paulo e, depois de uma troca de passes, deixou o ponta esquerda em ótima posição diante de Arouca. O zagueiro central da Portuguesa tentou interceptar o lançamento mas errou ridiculamente, deixando a bola passar sob seu pé direito. Rapidamente João Paulo alcançou e atirou forte, no canto direito de Elias, que nada pôde fazer.

Mesmo antes do gol, o ataque do Santos já deixava a defesa da Portuguesa em pânico constante. As deslocações rápidas e inteligentes, acompanhados ora de Pita, ora de Ailton Lira, confundiam completamente os lentos e desorientados Arouca e Pradera. Pelas pontas, João Paulo e Nilton Batata passavam como queriam por Isidoro e Marinho. Desta maneira não é exagero afirmar que o primeiro gol do Santos até demorou demais para acontecer.

O segundo veio aos 28 minutos: Juary tabelou com Pita, tocou entre Arouca e Pradera, venceu os dois na corrida e bateu forte e bem colocado na saída de Elias, que novamente nada podia fazer. Os jogadores da Portuguesa já não sabiam mais o que fazer para impedir os constantes ataques santistas. Além de ver os seus zagueiros serem constantemente envolvidos pelo atacantes adversários, não conseguiam impor o jogo no meio campo, onde principalmente Wilson Carrasco não acertava as jogadas mais elementares. Desta maneira foi com um grande alívio que ouviram o apito do juiz encerrando o primeiro tempo.

Convencido de que a principal falha de seu time estava no meio de campo, o técnico Urubatão Nunes resolveu reforçar mais o setor e partir para as jogadas em contra-ataque, acreditando que assim, através de lançamentos em profundidade para Tatá e Alcino, conseguiria, senão a vitória, pelo menos igualar o marcador. Enganou-se.

Para que esta tática fosse executada com maior eficiência, tirou de campo Arouca, que falhava seguidamente, recuou Beto Lima que jogava de volante improvisado, e colocou em campo um meia esquerda lançador: Esquerdinha. Mas nem jogando com quatro armadores (Eudes, Carrasco, Elói e Esquerdinha), a Portuguesa conseguiu evitar o pior, ou seja, a goleada, que passou a tornar-se mais real a partir dos 17 minutos finais, depois do gol de João Paulo, o segundo do ponta e o terceiro do Santos.

Novamente tramando bem com Ailton Lira, o ponta esquerda recebeu na entrada da área, tocou rápido para Juary no meio, deslocou Pradera, e recebeu um ótimo passe, batendo de primeira para vencer Elias, mais uma vez. Coincidente mente aos 28 minutos, mesma marca do gol de Juary no primeiro tempo, Pita teve a recompensa pelo ótimo futebol que demonstrou, marcando o quarto gol e determinando a goleada.

Nos vestiários, após o ótimo resultado, o ambiente não poderia ser outro senão de muita alegria e otimismo. Mas o técnico Formiga ponderava que seu time só não pode cometer um pecado, o de excessivo otimismo, para evitar problemas futuros.

“É claro que esse resultado foi muito importante, pois não é sempre que se consegue uma goleada em um clássico. Foi bom para levantar o moral da garotada que estava meio baixo depois dos dois últimos empates. Só não podemos agora perder a humildade. Se isso acontecer todo o trabalho que vem sendo feito cai por terra.”

Meninos da Vila conquistam Campeonato Paulista de 1978

Formação que jogou a final contra o São Paulo. Em pé: Gilberto Sorriso, Flávio, Antônio Carlos, Zé Carlos, Neto e Nelsinho Baptista. Agachados: Nílton Batata, Toninho Vieira, Juary, Pita e Claudinho.

























O título do Campeonato Paulista de 1978, definido apenas em junho do ano seguinte, entrou para a história do Santos Futebol Clube não apenas por ser o 14º da história da equipe da Vila Belmiro. Mais importante do que isso, aquela conquista foi a primeira após a “Era Pelé”, encerrada em 1974 e que rendeu ao Peixe mais de duas dezenas de títulos.

No Paulistão de 1978, o Santos atuou mais de 50 vezes e levou a taça em cima do São Paulo. O Tricolor era um timaço, comandado dentro de campo por nomes como Waldir Peres, Dario Pereyra, Serginho Chulapa e Zé Sérgio. Rubens Minelli era o técnico. Treinado por Formiga, o Peixe apostou em jovens promessas e criou craques como Pita, Toninho Vieira, Nilton Batata, Juary e João Paulo.

A grande decisão aconteceu no dia 28 de junho, quando a equipe santista jogava por um simples empate para ficar com a taça. Ao Tricolor, só a vitória interessava, tanto no tempo regulamentar quanto na prorrogação. Após 90 minutos de jogo, o São Paulo venceu por 2 a 0, gols de Zé Sérgio e Neca. Na prorrogação, um empate sofrido por 0 a 0 garantiu ao Peixe a conquista do título devido ao maior número de gols marcados no terceiro turno (18 contra 14).

“Já que não temos dinheiro para contratações, mande subir os garotos”. A frase dita por Chico Formiga ao presidente Vasco José Faé deu início a uma nova fase no Santos Futebol Clube. Nascia ali, em 1978, os Meninos da Vila. Qualquer outro técnico poderia se assustar com essa situação e não aceitar o desafio, mas não foi o caso de Formiga. O treinador foi determinante na conquista, seja ponderando o natural entusiasmo que ameaçava tomar conta dos mais jovens ou dando apoio nos momentos de irregularidade onde foram alvo de críticas. Mas o maior mérito do treinador foi implantar o sistema que priorizava o ataque, a vocação santista pela ofensividade, jogando com um volante, dois meias armadores e três atacantes, sendo dois pontas. O Santos ia para cima qualquer que fosse o adversário.

O Campeonato Paulista de 1978 foi disputado por 20 equipes e teve três turnos distintos antes da grande decisão. Para ficar com a taça, o Peixe disputou 55 jogos, venceu 25, empatou 16 e perdeu 14. No total, marcou 81 gols e sofreu 45.

A estréia do Santos na competição aconteceu no dia 20 de agosto, no Morumbi, contra o Corinthians em um jogo cheio de peculiaridades. Esta partida entrou para a história das duas equipes porque marcou a estréia do futuro “Doutor Sócrates”, então com 24 anos, na equipe do Parque São Jorge. Apesar de ser apenas o primeiro jogo de uma competição que teve mais de cinquenta, o público pagante foi de 111.103 pagantes. Era a primeira partida de defesa do título paulista do atual campeão, o Corinthians, que em 1977 saira de uma fila de 23 anos. Embora existissem todos esses atrativos para a maior presença dos corintianos no estádio, não foi o que se viu nas arquibancadas. Também neste jogo, saiu o primeiro gol do futuro campeão na competição, marcado por Pita aos 22 minutos do primeiro tempo. Rui Rei marcou no final e o clássico terminou empatado por 1 a 1. Neste dia o ônibus que trazia a delegação do Santos ao estádio foi apedrejado por corintianos. Clodoaldo, que estava no primeiro banco, sofreu cortes nos pés e teve seu olho atingido por estilhaços.

Neste primeiro turno do Paulistão, também chamado Taça Cidade de São Paulo, o Santos disputou 19 jogos, venceu sete, empatou nove e perdeu apenas três vezes. O ataque anotou 27 gols, enquanto a defesa sofreu 15. Classificado à fase final do 1º Turno, o Peixe venceu a Ponte Preta por 1 a 0 e eliminou a equipe de Campinas. Nas semifinais, o Santos passou pelo São Paulo, mas acabou perdendo o título para o Corinthians, que venceu por 1 a 0, gol marcado por Palhinha aos 35 minutos do segundo tempo.

No segundo turno, chamado Taça Governador do Estado de São Paulo, o Santos fez 19 jogos novamente, adquirindo desta vez dez vitórias, quatro empates e cinco derrotas. O Peixe ainda chegou à fase final, mas o título ficou com a Ponte Preta.

Apenas dez equipes participaram do terceiro Turno, o que realmente valia o título do campeonato. Em nove jogos, o Santos venceu cinco e perdeu quatro. Na fase final, eliminou o Guarani por 3 a 1 e se classificou para a decisão contra o São Paulo, que eliminou o Palmeiras na outra semi.

O primeiro jogo da decisão foi disputado numa quarta-feira, 20 de junho de 1979, no Morumbi com quase 90 mil pessoas. O Santos começou jogando no ataque, mas Serginho Chulapa, após cruzamento de Dario Pereyra aos 18 minutos de jogo, abriu o placar para o Tricolor. Aos 26, Zé Carlos deixou Juary na cara do gol e o atacante não desperdiçou a chance de empatar a partida. No segundo tempo, logo aos nove minutos, Pita fez incrível jogada individual, definiu a vitória de virada do Peixe e deixou a equipe da Vila Belmiro a uma vitória do título.

Título que poderia ter sido conquistado no dia 24, novamente no Morumbi, desta vez com 115 mil pessoas. O jogo foi emocionante do início ao fim. Logo aos 20 minutos, Pita foi derrubado por Tecão na área e o árbitro marcou pênalti. Antônio Carlos cobrou e Waldir Peres praticou a defesa. Aos 43 minutos, depois de dois gols de Serginho Chulapa anulados, o Peixe saiu na frente através de Célio. Já aos 23 minutos do segundo tempo, a polícia começou a fazer um cordão de isolamento para impedir a invasão da torcida santista, que estava a pouco mais de 20 minutos do grito de “campeão”. A torcida e os jogadores do Peixe já estavam sentindo o gosto do título quando Zé Sérgio, aos 43 minutos da etapa final, empatou o jogo e adiou a festa santista.

O terceiro e decisivo jogo foi disputado em 28 de junho, uma quinta-feira à noite. Para conquistar o título, o São Paulo precisava vencer tanto no tempo normal quanto na prorrogação. Mas a equipe de Rubens Minelli cumpriu apenas metade do objetivo.

Após pressionar a defesa santista, o Tricolor saiu na frente com o gol de Zé Sérgio aos 26 minutos do primeiro tempo. Na etapa complementar, logo aos cinco minutos, Getúlio cobrou falta na cabeça de Neca, que ampliou para 2 a 0. Após o segundo gol do São Paulo, as duas equipes visivelmente pararam de buscar a meta adversária para conservar energia para a prorrogação. E quando ela chegou, o Tricolor se mandou para o ataque, uma vez que só a vitória interessava. Mesmo sendo formado em sua maioria por atletas jovens, o Peixe foi forte, bravo e não tremeu. Após 120 minutos, o árbitro João Leopoldo Ayeta apitou o fim da partida e levou a torcida santista à loucura: era o primeiro título após a “Era Pelé”, e o 14º da história da equipe da Vila Belmiro.

Elenco:

Clique aqui e conheça o elenco que conquistou o Campeonato Paulista de 1978.

Artilharia:
29 gols – Juary (Santos)
25 gols – Ataliba (Juventus)
24 gols – Jorge Mendonça (Palmeiras)
20 gols – Sócrates (Corinthians)

Artilheiros do Santos FC:
29 gols – Juary
16 gols – João Paulo
07 gols – Aílton Lira
05 gols – Pita
04 gols – Nelsinho Baptista e Nílton Batata
03 gols – Célio e Claudinho
02 gols – Zé Roberto
01 gol – Joãozinho, Dé e Antônio Carlos
05 gols contra

Campanha:

1º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
1 20/08/1978 Santos 1 x 1 Corinthians Morumbi
2 26/08/1978 Port. Santista 1 x 2 Santos Vila Belmiro
N/D
3 30/08/1978 Santos 5 x 0 Comercial RP Vila Belmiro
N/D
4 03/09/1978 Ponte Preta 2 x 2 Santos Moisés Lucarelli
5 07/09/1978 Santos 0 x 0 Paulista Vila Belmiro
N/D
6 10/09/1978 Marília 0 x 0 Santos Abreuzão
N/D
7 17/09/1978 Santos 4 x 0 Portuguesa Morumbi
8 20/09/1978 Santos 2 x 0 Noroeste Vila Belmiro
N/D
9 24/09/1978 Botafogo-SP 0 x 0 Santos Santa Cruz
N/D
10 28/09/1978 Santos 1 x 0 Francana Vila Belmiro
N/D
11 01/10/1978 São Paulo 1 x 3 Santos Morumbi
12 04/10/1978 Santos 3 x 1 Ferroviária Vila Belmiro
N/D
13 08/10/1978 Santos 0 x 0 São Bento Vila Belmiro
N/D
14 15/10/1978 Palmeiras 2 x 0 Santos Morumbi
15 18/10/1978 Santos 0 x 2 Guarani Vila Belmiro
N/D
16 22/10/1978 XV de Piracicaba 2 x 2 Santos Barão
N/D
17 25/10/1978 Santos 1 x 1 Juventus Vila Belmiro
N/D
18 29/10/1978 XV de Jaú 1 x 1 Santos Jauzão
N/D
19 05/11/1978 América 1 x 0 Santos Caldeirão
N/D

Após o 1º turno os dois primeiros de cada grupo classificavam-se para as Quartas de Finais.



Grupo A1º Turno
 
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 Ponte Preta
24
19
8
8
3
17
10
7
2 Santos
23
19
7
9
3
27
15
12
3 Paulista
17
19
4
9
6
12
15
-3
4 Noroeste
16
19
6
4
9
12
22
-10
5 Portuguesa Santista
7
19
2
3
14
11
34
-23


Grupo B1º Turno
 
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 São Paulo
28
19
12
4
3
18
12
6
2 Portuguesa
19
19
6
7
6
27
28
-1
3 Juventus
17
19
7
3
9
32
33
-1
4 Francana
17
19
5
7
7
19
17
2
5 XV de Piracicaba
16
19
4
8
7
15
19
-4


Grupo C1º Turno
 
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 Guarani
28
19
11
6
2
33
14
19
2 Corinthians
26
19
9
8
2
24
17
7
3 Comercial
21
19
8
5
6
23
22
1
4 São Bento
17
19
6
5
8
14
23
-9
5 Marília
15
19
5
5
9
23
27
-4


Grupo D1º Turno
 
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 Palmeiras
24
19
9
6
4
26
15
11
2 XV de Jaú
20
19
7
6
6
22
21
1
3 Botafogo-SP
19
19
5
9
5
16
13
3
4 América
16
19
6
4
9
18
20
-2
5 Ferroviária
10
19
1
8
10
12
24
-12


Quartas de Finais1º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
20 11/11/1978 São Paulo 0x0 Santos (0x0) Morumbi
N/D
  11/11/1978 Guarani 1×1 XV de Jaú (0x0)  
N/D
  12/11/1978 Palmeiras 0 x 3 Corinthians  
N/D
  19/11/1978 Ponte Preta 1 x 0 Portuguesa  
N/D

Santos e Guarani se classificaram por terem feito mais gols na 1º Turno.

Semifinais1º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
  19/11/1978 Corinthians 2×2 Guarani (1×0)  
N/D
21 22/11/1978 Santos 1 x 0 Ponte Preta Morumbi

Corinthians e Santos se classificaram para o 3º Turno.

Final1º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
22 26/11/1978 Corinthians 1 x 0 Santos Morumbi

Corinthians é campeão do 1º turno conquistando a Taça Cidade de São Paulo.

Campanha:

2º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
23 29/11/1978 Francana 2 x 0 Santos Lanchão
N/D
24 03/12/1978 Santos 2 x 1 Port. Santista Vila Belmiro
N/D
25 09/12/1978 Juventus 2 x 3 Santos Pacaembu
26 16/12/1978 Santos 0 x 0 Marília Vila Belmiro
N/D
27 28/01/1979 Santos 4 x 1 São Paulo Morumbi
28 04/02/1979 Comercial RP 0 x 1 Santos P. Travassos
N/D
29 11/02/1979 Corinthians 2 x 1 Santos Morumbi
N/D
30 14/02/1979 Santos 1 x 0 XV de Piracicaba Vila Belmiro
N/D
31 17/02/1979 Santos 1 x 0 XV de Jaú Vila Belmiro
32 21/02/1979 Noroeste 0 x 0 Santos Alfredão
N/D
33 24/02/1979 Paulista 0 x 0 Santos Jaime Cintra
N/D
34 04/03/1979 Santos 1 x 2 Palmeiras Morumbi
N/D
35 07/03/1979 São Bento 2 x 0 Santos W. Ribeiro
N/D
36 11/03/1979 Portuguesa 2 x 3 Santos Pacaembu
N/D
37 14/03/1979 Santos 4 x 0 América Vila Belmiro
N/D
38 18/03/1979 Guarani 0 x 1 Santos Brinco de Ouro
N/D
39 25/03/1979 Santos 3 x 0 Botafogo-SP Vila Belmiro
40 28/03/1979 Ferroviária 0 x 0 Santos Fonte Luminosa
N/D
41 01/04/1979 Santos 0 x 1 Ponte Preta Vila Belmiro
N/D

Após o 2º turno os dois primeiros de cada grupo classificavam-se para as Quartas de Finais.



Classificação após o 2º turno:

Grupo A2º Turno
 
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 Guarani
22
19
7
8
4
24
16
8
2 Juventus
21
19
8
5
6
33
27
6
3 Port. Santista
21
19
8
5
6
13
14
-1
4 Palmeiras
20
19
8
4
7
23
18
5
5 Paulista
14
19
3
8
8
10
20
-10


Grupo B2º Turno
 
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 Corinthians
22
19
7
8
4
25
20
5
2 Botafogo-SP
22
19
7
8
4
23
19
4
3 Comercial
17
19
5
7
7
10
19
-9
4 Noroeste
15
19
4
7
8
13
22
-9
5 América
15
19
3
9
7
19
29
-10


Grupo C2º Turno
 
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 Ponte Preta
29
19
12
5
2
39
16
23
2 Francana
19
19
5
9
5
22
27
-5
3 São Paulo
16
19
6
4
9
24
27
-3
4 Marília
16
19
4
8
7
22
27
-5
5 São Bento
14
19
5
4
10
23
30
-7


Grupo D2º Turno
 
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 Santos
24
19
10
4
5
25
15
10
2 Ferroviária
22
19
7
8
4
18
14
4
3 XV de Piracicaba
20
19
6
8
5
16
16
0
4 XV de Jaú
16
19
6
4
9
18
19
-1
5 Portuguesa
15
19
5
5
9
19
24
-5


Quartas de Finais2º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
  08/04/1979 Ponte Preta 3 x 0 Ferroviária  
N/D
42 14/04/1979 Santos 2 x 1 Francana Vila Belmiro
  19/04/1979 Guarani 2 x 1 Botafogo-SP  
N/D
  19/04/1979 Corinthians 0x0 Juventus (0x1)  
N/D


Semifinais2º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
43 19/04/1979 Santos 1×1 Ponte Preta (0x1) Morumbi
  25/04/1979 Juventus 0 x 2 Guarani  
N/D

Ponte Preta e Guarani classificaram-se para o 3º turno.


Final2º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
  27/06/1979 Ponte Preta 1×1 Guarani (0x0)  
N/D

O empate persistiu na prorrogação e a Ponte Preta foi campeã do 2º turno por ter melhor campanha.


Campanha:

3º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
44 02/05/1979 Santos 5 x 1 Botafogo-SP Vila Belmiro
45 06/05/1979 Santos 1 x 0 Francana Vila Belmiro
46 09/05/1979 Santos 5 x 1 Portuguesa Vila Belmiro
47 12/05/1979 São Paulo 2 x 1 Santos Morumbi
48 20/05/1979 Santos 0 x 1 Juventus Vila Belmiro
N/D
49 27/05/1979 Palmeiras 2 x 1 Santos Morumbi
50 30/05/1979 Santos 3 x 1 Guarani Pacaembu
N/D
51 07/06/1979 Santos 2 x 0 Ponte Preta Pacaembu
52 10/06/1979 Corinthians 1 x 0 Santos Morumbi


Grupo A3º Turno
 
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 Guarani
13
9
5
3
1
19
7
12
2 Sao Paulo
13
9
4
5
0
14
6
8
3 Corinthians
12
9
5
2
2
16
11
5
4 Francana
5
9
1
3
5
9
14
-5
5 Botafogo-SP
2
9
1
0
8
7
24
-17


Grupo B3º Turno
 
PG
J
V
E
D
GP
GC
SG
%
1 Palmeiras
14
9
6
2
1
17
6
11
2 Santos
10
9
5
0
4
18
9
9
3 Ponte Preta
10
9
4
2
3
11
10
1
4 Juventus
9
9
3
3
3
11
16
-5
5 Portuguesa
2
9
0
2
7
3
22
-19


Semifinais3º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
53 16/06/1979 Santos 3 x 1 Guarani Morumbi
  17/06/1979 Palmeiras 0 x 0 São Paulo (0x1) Morumbi
N/D

Santos e São Paulo classificaram-se para a grande final.

A decisão seria em melhor de 4 pontos, como o São Paulo empatou o segundo jogo forçou a terceira partida. Em caso de empate em 3 pontos seria disputada a prorrogação onde a melhor campanha jogaria pelo empate.

Finais3º Turno
#
Data
Ficha Técnica
Local
Vídeo
54 20/06/1979 São Paulo 1 x 2 Santos Morumbi
55 24/06/1979 Santos 1 x 1 São Paulo Morumbi
56 28/06/1979 Santos 0 x 2 São Paulo (0x0) Morumbi

Santos FC conquista o Campeonato Paulista de 1978, seu 14° título estadual.

Campanha final:

J
V
E
D
GP
GC
SG
A
56
26
16
14
77
47
30
60,7%



Galeria de fotos:





Créditos:
Imagens: TV Cultura
Fotos: Revista Placar (diversas), Que Fim Levou? (Site do Milton Neves), Álbum de Figurinhas do Campeonato Paulista 1978 – Placar/Editora Abril.
Fontes: Memória, Federação Paulista de Futebol, jornal Folha de São Paulo, jornal A Tribuna, jornal Cidade de Santos.

De 20/Agosto/78 a 28/Junho/79

Goleiros:
Vitor
Willians
Ricardo
Flávio
Paulinho


Laterais:
Nelsinho Baptista
Gilberto Sorriso
Fausto
Valdemir
Dé


Zagueiros:
Joãozinho
Fernando
Neto
Antônio Carlos
Bianchi


Volantes:
Clodoaldo
Zé Carlos
Toninho Vieira
Carlos Roberto
Gilberto Costa


Meias:
Pita
Ailton Lira
Nélson Borges
Rubens Feijão
Zé Roberto
Cardim


Atacantes:
Juary
João Paulo
Nilton Batata
Claudinho
Célio
Lino



Técnico:
Chico Formiga



Santos Futebol Clube

– Presidente: Rubens Quintas Ovalle (1978-1981)
– Diretor de Futebol: Zito / José Rubens Marino
– Fornecedor: Rainha

Elenco:

G – Vitor de Paula Oliveira Braga
G – Willians de Jesus
G – Ricardo Barnabé Romera
G – Flávio Edmundo Martins Lima
G – Paulo Sérgio Kuslevicius (Paulinho)

LD – Nelson Baptista Júnior (Nelsinho Baptista ou Nelson)
LE – Gilberto Ferreira da Silva (Gilberto Sorriso)
LD, Z, V – Fausto Luiz Pereira Filho
LE – Valdemir do Carmo Porfírio
LD – Luciomar Campos Ferreira (Dé)

ZC – João Rosa de Souza Filho (Joãozinho)
Z, LE – Fernando Guisini Neto
QZ – Luiz Antonio Neto
QZ – Antônio Carlos Marques
Z – Carlos Bianque da Silva (Bianchi)

MV – Clodoaldo Tavares Santana
MV – José Carlos do Nascimento (Zé Carlos)
MV – Antonio Carlos Pires Vieira (Toninho Vieira)
MV – Carlos Roberto
MV – Gilberto da Costa (Gilberto Costa)

MD – Edivaldo Oliveira Chaves (Pita)
ME – Aílton Lira Silva
MA – Nelson Borges de Freitas
MA, A – Rubens de Jesus (Rubens Feijão)
M, A – José Roberto Januário (Zé Roberto)
M – Luiz Carlos de Mello (Cardim)

CA – Juary Jorge dos Santos Filho
PE – João Paulo de Lima Filho
PD – Nilton Pinheiro da Silva (Nilton Batata)
A – Cláudio José Agnello (Claudinho)
PD – Marcelo Carlos Monteiro da Silva (Célio)
PD – Antônio Lino de Souza
CA – Reinaldo Francisco de Oliveira

Giba

T – Francisco Ferreira Aguiar (Chico Formiga)

Comissão técnica: Celso Diniz (Preparador físico), Lalá (Treinador de goleiros), Carlos Braga (Médico), Beraldo (Massagista)



Quem chegou: Dé (LD, Villa Nova-MG), Valdemir (LE, Caldense-MG), Vitor (G, Cruzeiro), Lino (PD, Vila Nova-GO)

Quem saiu: Toinzinho (PL, Fluminense).

Time-base: Vitor; Nelsinho Baptista, Joãozinho, Neto e Gilberto Sorriso; Clodoaldo (Toninho Vieira), Aílton Lira e Pita; Nílton Batata, Juary e João Paulo.

Destaques: Clodoaldo, Aílton Lira e Juary



Das cinzas, o novo Santos

Velhos craques como Zito, Formiga e Mengálvio voltam para dirigir jovens esperanças

Zito, diretor de futebol. Formiga, técnico. Mengálvio, técnico dos juvenis. Grandes nomes que tentam reerguer o passado de glórias do clube.

O propósito da nova direção é a renovação. O clube, sem dinheiro, recorre aos juvenis. E o futuro do Santos está no futebol de Juary, Pita, Joãozinho, Rubens Feijão, Fausto, Nílton Batata e outros. A maioria deles, mora na concentração, o que os torna mais unidos.

Para a defesa, o Santos trouxe dois laterais de Minas Gerais. Dé, do Vila Nova, veio para a lateral direita. Já para a esquerda, o Santos contratou Valdemir, que foi vice-campeão brasileiro pelo Atlético-MG em 77.

Os juvenis Claudinho e Toninho Vieira foram profissionalizados em janeiro de 1979.