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Vídeos: (1) Reportagem Rede Record e (2) copilação com a música Mambo Number Five, de Lou Bega.

Santos 5 x 1 Palmeiras

Data: 03/09/2006.
Competição: Campeonato Brasileiro – 22ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.873 pagantes
Renda: R$ 167.060,00
Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa-RS)
Auxiliares: Altemir Hausmann (RS) e Paulo Ricardo Silva Conceição (RS)
Cartões amarelos: Fábio Costa, Jonas e Manzur (S); Alceu e Marcinho Guerreiro (P).
Gols: Luiz Alberto (13-1), Luiz Alberto (24-1) e Juninho Paulista (23-1); Wellington Paulista (15-2), Wellington Paulista (22-2) e Jonas (25-2).

SANTOS
Fábio Costa; Denis, Luiz Alberto, Ronaldo Guiaro e Kléber; Maldonado, Cléber Santana, André Luiz (Carlinhos) e Rodrigo Tabata; Rodrigo Tiuí (Jonas) e Wellington Paulista (Renatinho)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

PALMEIRAS
Diego, Nen, Daniel e Alceu (Chiquinho), Paulo Baier, Wendel, Francis (Marcinho Guerreiro), Juninho Paulista, Edmundo e Michael (Marcelo Costa); Marcinho
Técnico: Tite



Santos goleia e acaba com a invencibilidade do Palmeiras

O Santos obteve uma goleada por 5 a 1 sobre o Palmeiras, neste domingo, no clássico disputado na Vila Belmiro, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, e, além de acabar com uma longa invencibilidade do rival, manteve-se próximo do atual líder, São Paulo.

Com o triunfo, a equipe santista, que teve a estréia do meia André Luiz, se recuperou da derrota para o Atlético-PR, na última quarta-feira, e manteve a segunda colocação, agora com 38 pontos –o São Paulo tem 39.

O Palmeiras não perdia havia 11 partidas e era até então o único clube do Brasileiro invicto no pós-Copa.

Com 27 pontos, o Palmeiras soma três jogos sem vencer –antes, empates com Ponte Preta e Figueirense– e começa a ficar próximo dos ameaçados. O Flamengo, por exemplo, que perdeu para o Internacional por 2 a 1, no sábado, tem 24 e encerrará a rodada na zona de rebaixamento.

Para piorar, o time do Parque Antarctica não levava quatro ou mais gols desde o dia 24 de maio, quando perdeu para o São Paulo por 4 a 1. O Santos, por outro lado, marcou cinco gols em uma única partida, fato que ainda não tinha ocorrido em 2006.

As duas equipes voltam a jogar pelo Nacional-06 na próximo domingo (10). O Santos duela contra o Fortaleza, no Ceará, enquanto o Palmeiras enfrenta o São Caetano, em casa.

O jogo

Para se manter próximo do líder do São Paulo, o técnico Vanderlei Luxemburgo apostou numa equipe ofensiva desde o início do clássico. Com apenas 3min já havia criado duas chances, com Rodrigo Tiuí e Wellington Paulista.

O Palmeiras, por outro lado, tinha enorme dificuldade no meio-campo. Quando chegou ao ataque, quase marcou. Marcinho, livre, bateu em cima de Fábio Costa, aos 10min. No rebote, Juninho chutou por cima.

Mesmo com esse susto, o Santos era melhor. E não demorou para chegar ao seu primeiro gol. Aos 13min, Diego defendeu parcialmente uma cabeçada de Cléber Santana. A bola, no entanto, sobrou para Luiz Alberto, que completou para as redes.

Até então recuado, o Palmeiras decidiu ir para o ataque. Foi eficiente em uma das primeiras oportunidades. Aos 22min, Edmundo fez boa jogada pela esquerda e cruzou conscientemente para Juninho chutar forte, sem defesa para Fábio Costa.

O técnico palmeirense Tite teve pouco tempo para saber se a sua equipe mudaria de postura. Dois minutos mais tarde, já sofria o segundo gol, novamente com Luiz Alberto, que desviou um cruzamento da esquerda e colocou novamente a equipe da Vila Belmiro à frente do placar.

O segundo tempo foi igual. O Palmeiras esteve totalmente desorganizado e não criou quase nada. Em compensação, o Santos manteve a postura ofensiva em quase toda a etapa final.

Foi recompensado aos 15min, graças a uma falha de Paulo Baier, que recuou errado. Wellington Paulista aproveitou e fez o terceiro. Isso foi o suficiente para acabar com o Palmeiras.

Aos 23min, Wellington Paulista aproveitou cruzamento perfeito de Kléber e anotou o seu segundo, o quarto do Santos. Dois minutos depois, Jonas, que havia começado no banco de reservas, recebeu de Kléber e completou a goleada santista.


Santos 3 x 0 Santo André

Data: 02/02/2006
Competição: Campeonato Paulista – 6ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Kléber José de Melo
Auxiliares: Dante Mesquita Júnior e Maurício Machado Ferronato
Cartões amarelos: Maldonado, Manzur, Kléber, Fabinho e Gilmar (S).
Cartão vermelho: Makelele (SA)
Gols: Léo Lima (25-2), Jonas (35-1) e Magnum (41-2).

SANTOS
Fábio Costa; Fabinho, Julio Manzur, Luiz Alberto e Kléber; Maldonado (Magnum), Rodrigo Tabata, Wendell (Léo Lima) e Cléber Santana; Jonas e Galvão (Gilmar)
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

SANTO ANDRÉ
Júlio César; Diego Padilha, Da Guia (André Luiz) e Gabriel; Túlio, Ramalho, Makelele, Edson Ramalho (Makanaki) e Pará; Leandrinho e Juninho Cearense (Ronaldo)
Técnico: Roberto Fernandes



Santos vence 3ª seguida e encosta no Palmeiras

Três vitórias seguidas, todas com três gols a favor. Com essa seqüência, o Santos vê o topo da tabela do Campeonato Paulista cada vez mais próximo. O time alvinegro bateu o Santo André por 3 a 0 nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, e diminuiu para apenas dois pontos a desvantagem para o líder Palmeiras (que tem um jogo a menos).

O Santos soma agora 13 pontos e ocupa a terceira colocação do Campeonato Paulista. O time dirigido por Vanderlei Luxemburgo está atrás apenas de Palmeiras e Noroeste, ambos com 15 pontos (o time do interior, por ter pior saldo de gols, fica com a segunda colocação).

“Agora estamos chegando no nosso lugar. O professor [Vanderlei] Luxemburgo sempre falou para nós que as outras equipes que precisam correr atrás do Santos e não o Santos que precisa correr atrás dos outros”, comemorou o meia Magnum, que fez seu primeiro gol com a camisa da equipe da Vila Belmiro.

Além de diminuir a desvantagem do Santos para os líderes do Campeonato Paulista, o triunfo desta quinta-feira tem um significado psicológico para o time alvinegro. “Ganhamos moral, é claro. O lado emocional é fundamental. Vencemos a terceira seguida e embalamos”, avisou o goleiro Fábio Costa, que defendeu uma penalidade cobrada por Túlio.

Seguindo o planejamento do técnico Vanderlei Luxemburgo, ainda, o Santos venceu uma decisão nesta quinta-feira. O comandante alvinegro considera fundamentais os confrontos com equipes com remotas chances de conquistar o título, ainda mais quando sua equipe atuar dentro de casa.

Nesta temporada, aliás, o Santos tem 100% de aproveitamento nas partidas que fez como mandante. O time alvinegro recebeu três rivais em sua casa e venceu todos os duelos (2 a 0 sobre o Mogi Mirim, 3 a 2 diante do Marília e 3 a 0 contra o Santo André).

Enquanto o Santos curte fase positiva, o Santo André faz campanha irregular. O time do ABC somou apenas seis pontos no Campeonato Paulista até aqui. Com isso, permanece no 13º posto da tabela de classificação.

No próximo domingo, Santos e Santo André atuarão como visitantes na sétima rodada do Campeonato Paulista. Curiosamente, porém, nenhum deles vai jogar na casa de seu rival. O time alvinegro fará o clássico do litoral contra a Portuguesa Santista, no estádio Anacleto Campanella (em São Caetano do Sul). O Santo André terá pela frente outra Portuguesa, a da capital, mas no Parque Antarctica (o Canindé ainda está em fase final de reforma em seu gramado).

O jogo
“O Santos é um grande time e vamos atuar fora de casa. Por isso, sabemos que precisamos esperar o adversário no nosso campo, defender com qualidade e acertar os contra-golpes”, avisou o atacante Leandrinho, do Santo André, antes do início do confronto desta quinta-feira.

Realmente, o que se viu em campo foi o Santo André com postura extremamente cautelosa. Com forte marcação sobre os homens de criação do Santos e alto número de faltas na intermediária, o time do ABC procurou impedir os avanços da equipe alvinegra e sequer ameaçou nos contra-ataques.

“Eles vieram muito fechados e nós não tivemos paciência. Forçamos demais os passes e acabamos errando demais na criação. A bola chegou pouco aos nossos homens de frente, e assim foi complicado concluir”, admitiu o meia Rodrigo Tabata, do Santos.

Com forte marcação sobre os homens de criação do Santos, o time da casa só ameaçou o gol do Santo André quando seus laterais funcionaram. Foi assim aos 7min da etapa inicial, quando Kléber cruzou na cabeça de Galvão e o camisa 9 desviou no travessão de Júlio César.

Só que os alas santistas foram pouco acionados durante a etapa inicial e deram tom moroso ao confronto com o Santo André. A situação só começou a mudar no segundo tempo, quando Makelele cometeu duas faltas duras (uma sobre Rodrigo Tabata e outra em Jonas) e foi expulso de campo.

“A gente sabia que ia acabar sendo assim. Era só questão de forçar. O juiz estava deixando o jogo rolar no primeiro tempo e ignorou muitas faltas, mas eles [Santo André] pararam o jogo toda hora”, ponderou o goleiro Fábio Costa.

Com um homem a menos, o Santo André não conseguiu manter a forte marcação no meio-campo. E com isso, ofereceu espaço para o Santos abrir o placar. Aos 25min, Kléber cruzou da esquerda e Léo Lima, que havia acabado de entrar, tocou de cabeça para vencer Júlio César.

Aos 30min, porém, o Santos quase jogou sua vantagem fora em um lance confuso. Pará invadiu a área pela direita e chutou cruzado. Fabinho tentou dominar na coxa, se enrolou e tocou com o braço na bola. Túlio cobrou no canto esquerdo de Fábio Costa, que praticou a defesa.

O pênalti perdido acabou com o ímpeto do Santo André. O Santos teve duas oportunidades para marcar, ambas desperdiçadas por Gilmar, e ampliou sua vantagem aos 35min. Jonas recebeu dentro da grande área, girou o corpo e concluiu de esquerda. A bola encobriu Júlio César e entrou.

E aos 41min, quando Gilmar acertou sua primeira jogada, o Santos deu números finais à vitória. O atacante invadiu a área pela direita e rolou para Magnum, que tocou de primeira para sentenciar a vitória alvinegra.

Data: 22/01/2006
Competição: Campeonato Paulista – 4ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Árbitro: Rodrigo Martins Cintra
Auxiliares: Felippe Cirillo Penteado e Nilson de Souza Monção
Cartões amarelos: Fábio Costa (S), Jefferson (M), Sandro Gaúcho (M), Guto (M), Celsinho (M)
Gols: Rodrigo Tabata (06-1), Sandro Gaúcho (35-1) e Jonas (44-1); Sandro Gaúcho (11-2) e Manzur (26-2).

SANTOS
Fábio Costa; Neto, Manzur, Luiz Alberto e Kléber; Fabinho (Galvão), Maldonado, Cléber Santana (Wendel) e Rodrigo Tabata; Geílson (Gilmar) e Jonas
Técnico: Vanderlei Luxemburgo

MARÍLIA
Guto; Téio, Fernando e Gum; João Marcos (Zumbi), Gabriel (Celsinho), Jefferson (Juninho), Danilo e Michael; Sandro Gaúcho e Wellington Amorim
Técnico: Wladimir Araújo



Reforços, enfim, garantem vitória do Santos na Vila

Os reforços do Santos para 2006 começaram a corresponder aos investimentos. Na tarde deste domingo, três dos 15 novos jogadores contratados pelo clube alvinegro fizeram a diferença e garantiram a vitória por 3 a 2 sobre o Marília, na Vila Belmiro, pela quarta rodada do Campeonato Paulista.

Titular pela primeira vez e já ostentando a faixa de capitão, o meia Rodrigo Tabata marcou o primeiro gol dos anfitriões e comandou a armação das jogadas ofensivas. Jonas, autor do segundo, estufou as redes pela primeira vez com a camisa do Santos e acabou com o jejum do ataque, que ainda não havia marcado gols neste ano.

Sandro Gaúcho, do Marília, empatou duas vezes e ameaçou estragar a festa dos reforços, assim como Fábio Costa, que falhou feio na etapa final. No entanto, o paraguaio Julio Manzur aproveitou cobrança de falta de Tabata e garantiu a tarde dos anfitriões, anotando o terceiro gol de cabeça.

Mas para que os reforços brilhassem, um remanescente de 2005 teve participação fundamental. Contestado por parte da torcida alvinegra, o lateral-esquerdo Kléber deu as assistências para os dois primeiros gols santistas em belos cruzamentos.

A vitória sobre o Marília foi a segunda do Santos na Vila Belmiro, onde mantém 100% de aproveitamento. A equipe de Vanderlei Luxemburgo se recupera da derrota na rodada passada, para o Paulista, e chega aos sete pontos na classificação.

O Marília, por sua vez, segue com três pontos na tabela, sofrendo com a série de jogos fora de casa. Esse foi o segundo duelo seguido do time do interior longe de seus domínios. Na partida anterior, caiu diante do Ituano por 2 a 1.

As duas equipes voltam a campo apenas no próximo domingo. O Marília vai até São Paulo enfrentar o Juventus, na Rua Javari, às 16h. O Santos, por sua vez, viaja para São José do Rio Preto, onde encara o América às 18h10, na conclusão da quinta rodada.

O jogo
Vindo de derrota, o Santos começou a partida com uma postura bastante ofensiva. Tanto que, aos 15min, a equipe alvinegra já vencia por 1 a 0 e havia desperdiçado duas grandes chances. O gol saiu com seis minutos de bola rolando, quando Kléber lançou na área e Rodrigo Tabata completou de cabeça, com categoria.

Pouco depois, Cléber Santana assustou em chute perigoso defendido por Guto. Geílson também chegou perto de ampliar a vantagem. Jonas pegou sobra dentro da área, pela direita, e cruzou com força para o meio. Geílson, porém, cabeceou para fora, sobre o travessão.

O Marília não deixou por menos e também levou perigo com Sandro Gaúcho, aos 15min, e Gabriel, após passe de calcanhar de Wellington Amorim. Ele bateu cruzado e Fábio Costa fechou o ângulo para fazer a defesa.

E, de tanto insistir, o Marília alcançou a igualdade. Após cobrança de escanteio da esquerda, Gum desviou de cabeça, Wellington Amorim tocou para o meio e Sandro Gaúcho, oportunista, mandou para o fundo das redes, aos 35min.

O lateral-esquerdo Kléber, no entanto, voltou a desequilibrar. O camisa 3 levantou a bola na área com precisão, mas desta vez para Jonas. O ex-atacante do Guarani escapou da marcação e cabeceou com precisão, recolocando os anfitriões na frente aos 44min.

Na etapa final, o Santos seguiu com bom volume de jogo, mas acabou surpreendido aos 11min. Fábio Costa se esforçou para evitar que a bola saísse pela linha de fundo, mas deixou ela no pé de Sandro Gaúcho. O camisa 9, com o gol vazio, só teve o trabalho de mandar pra o fundo das redes.

O empate fez Luxemburgo colocar sua equipe no ataque. O treinador tirou o volante Fabinho e promoveu a estréia do atacante Galvão, que já atuou pelo Paraná e veio do futebol japonês. Com isso, o jogo ficou ainda mais aberto, com chances para os dois lados.

Aos 23min, Fábio Costa se redimiu da falha no segundo gol e fez grande defesa em chute de Wellington Amorim. Três minutos mais tarde, Manzur foi à área do Marília e, depois de falta cobrada por Rodrigo Tabata, marcou o terceiro gol de cabeça do Santos na partida, fechando a vitória em casa.