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Santos 3 x 1 Ceará

Data: 05/06/2021, sábado, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 2ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Auxiliares: Lucio Beiersdorf Flor e André da Silva Bitencourt (ambos do RS).
VAR: Rodrigo Carvalhães de Miranda (RJ)
Cartões amarelos: Pará, Luan Peres e Alison (S); Gabriel Lacerda (C).
Gols: Jean Mota (18-1) e Vina (51-1, de pênalti); Marinho (17-2) e Kaio Jorge (26-2).

SANTOS
John; Pará, Luiz Felipe, Luan Peres e Felipe Jonatan; Pirani (Ângelo), Alison e Jean Mota (Danilo Boza); Marinho (Madson), Kaio Jorge (Marcos Leonardo) e Marcos Guilherme (Kevin).
Técnico: Fernando Diniz

CEARÁ
Richard; Buiu, Messias, Gabriel Lacerda (Jordan) e Bruno Pacheco; William Oliveira; Fernando Sobral (Charles), Vina (Rick), Jorginho e Saulo Mineiro (Wendson); Felipe Vizeu (Cléber).
Técnico: Guto Ferreira



Santos vence a primeira no Brasileirão em noite infeliz de zagueiro do Ceará

Depois de estrear no Campeonato Brasileiro com derrota para o Bahia, o Santos reagiu na noite deste sábado com uma vitória para cima do Ceará por 3 a 1, na Vila Belmiro.

Jean Mota, Marinho e Kaio Jorge foram à rede pelo Peixe, enquanto Vina descontou para o Vozão, mas o destaque do jogo acabou sendo o zagueiro Messias, que participou de quase todos os lances decisivos do jogo.

O resultado deixou o Santos na oitava colocação, com três pontos, e o Ceará, com o mesmo número de pontos, uma posição acima na tabela de classificação devido ao saldo de gols melhor. Mas, ainda é tudo temporário, pois a rodada será finalizada nesse domingo.

O jogo

A noite trágica de Messias começou cedo. Com cinco minutos de jogo, o beque tentou cabecear uma bola rasteira, se atrapalhou todo e acabou batendo o braço na bola.

Sorte dele e do Ceará que Marinho mandou direto para fora. E sorte de Marinho que pouco depois Jean Mota acertou um petardo no ângulo para abrir o placar para o Peixe. Golaço!

No último lance antes do intervalo, os visitantes conseguiram um escanteio. Dessa vez, Messias foi bem de cabeça e viu a bola sendo cortada por Alison, com o braço. Mais um pênalti. Esse, Vina guardou.

Na etapa final, Santos sobrou, e contou com Messias, que primeiro cortou uma bola de maneira errada e acabou dando uma assistência para Marinho. Depois, o zagueiro viu a cabeçada de Kaio Jorge desviar no seu corpo e ir para o fundo do gol.

Bastidores – Santos TV:

Diniz ressalta gol do Santos após saída de pé em pé: “Tendem a desencorajar”

Fernando Diniz já sofreu muitas críticas por colocar seus times para sair jogando a partir do goleiro, dentro da própria área. Mas, nesse sábado, o Santos venceu o Ceará na Vila Belmiro depois de abrir o placar em uma jogada que, pode-se dizer, teve a assinatura do técnico.

“Que pergunta legal essa que você me faz, porque se a gente fizer 10 gols assim e tomar um, e o placar for 10 a 1, as pessoas tendem a desencorajar esse tipo de modelo de jogo. Isso é uma rotina”, afirmou Diniz durante a entrevista coletiva, logo após o triunfo do Peixe.

“Espero que aqui mais gente comece a enxergar que a jogada começou lá no goleiro, uma forma de atrair, que a gente treinou muito, e culminou no gol do Jean Mota. Tudo na vida, em algum momento, você vai errar. Mas, tenho confiança plena que esse modelo de jogo, esse jeito de jogar, ele oferece muito mais risco para o adversário, que tem que pressionar muito alto e acaba deixando espaço, do que pra gente, que treina para fazer isso de uma maneira constante”, completou.

Diniz também admitiu que o gol de Kaio Jorge, o terceiro do Santos, foi resultado de uma jogada ensaiada no CT Rei Pelé.

“Já tinha feito pela Libertadores. É uma jogada ensaiada, sim”.

Kaio Jorge explica “malandragem” para fazer gol em vitória do Santos

O último gol do Santos na vitória sobre o Ceará, na noite deste sábado, foi de Kaio Jorge. O centroavante do Peixe fingiu que estava amarrando o cadarço para enganar a marcação no lance de escanteio e acabou ficando livre para marcar.

“Tem que ter um pouco de malandragem. Vi que eu estava marcado, o único jeito de ‘tapear’ o adversário foi amarrando o cadarço. Fiz o possível para fazer o gol, o Pirani colocou a bola com carinho ali e eu consegui fazer o gol”, contou o jogador de apenas 19 anos ao Premiere.

“A gente vem fazendo bons jogos, perdemos contra o Bahia, mas recuperamos contra o Cianorte, agora contra o Ceará. É continuar fazendo o que o professor está pedindo, estamos evoluindo”, concluiu o atleta santista.

Marcos Guilherme celebra primeira partida na Vila Belmiro: “Dia muito especial”

Neste sábado, o Santos somou os seus primeiros pontos no Campeonato Brasileiro de 2021 ao derrotar o Ceará, por 3 a 1, em casa. E o resultado teve um gosto ainda mais especial para o meia Marcos Guilherme, que estreou com a camisa do Peixe na Vila Belmiro.

O atleta, que inclusive deu uma assistência no jogo, comemorou o feito e aproveitou para parabenizar todo o grupo pelo triunfo.

“Foi um dia muito especial na minha carreira. Poder estrear na Vila Belmiro, um palco onde vários craques passaram, hoje pelo lado do Santos, com certeza vai ficar marcado na minha história, ainda mais com a vitória. A equipe toda está de parabéns, corremos muitos, lutamos e merecemos o resultado”, disse à Santos TV.

Quem também teve uma noite especial foi Danilo Boza, que realizou a sua primeira partida pelo Alvinegro Praiano. O zagueiro entrou aos 42 minutos do segundo tempo, quando o Santos já vencia por 3 a 1.

“É uma emoção muito grande entrar no meu primeiro jogo. Tenho só a agradecer a todos pela confiança. Vamos comemorar essa vitória”, comentou.


Santo André 2 x 2 Santos

Data: 28/02/2021, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Paulista – Grupo D – 1ª rodada
Local: Estádio do Canindé, em São Paulo, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Douglas Marques das Flores
Auxiliares: Miguel Cataneo Ribeiro da Costa e Humberto José Junior.
Cartões amarelos: Léo Costa e Rone (SA); Kevin Malthus e Sandro (S).
Gols: Vitinho (02-1), Jean Mota (04-1) e Gabriel Pirani (24-1); Ramon (06-2).

SANTO ANDRÉ
Fernando Henrique; Marcos Martins, Rodrigo, Willian Goiano e Giovanni Palmieri; Wesley Fraga (Léo Costa), Vitinho (Rone), Marino (Paulo Roberto) e Gegê (Rafael Vinicius); Minho e Ramon (Tiago Marques).
Técnico: Paulo Roberto Santos

SANTOS
Vladimir; Sandro, Kaiky (Robson), Alex e Wagner Leonardo; Vinícius Balieiro, Kevin Malthus (Tailson), Gabriel Pirani (Ivonei) e Jean Mota (Bruno Marques); Ângelo e Arthur Gomes (Allanzinho).
Técnico: Marcelo Fernandes (interino)



Sob o olhar de Holan e com o time reserva, Santos empata com o Santo André na estreia do Paulistão

O Santos subiu a serra neste domingo para estrear pelo Campeonato Paulista. Jogando no Canindé e com o time reserva, o Peixe enfrentou a equipe do Santo André. Em jogo movimentado e de muitos gols, as duas equipes ficaram no empate por 2 a 2.

Ainda sem Ariel Holan, que acompanhou a partida da arquibancada, Marcelo Fernandes comandou o Peixe e mandou o time reserva ao campo, dando oportunidade para muitos meninos da Vila.

O jogo

O jogo começou quente no Canindé! O Santo André abriu o marcador logo no primeiro ataque, com dois minutos de bola rolando. Após cobrança de escanteio, a bola seguiu viva na grande área e Vitinho aproveitou a sobra para balançar a rede.

A reposta do Peixe foi imediata e, aos quatro minutos, o setor ofensivo rodou a bola até a ponta direita e cruzou para Jean Mota infiltrar e deixar o marcador igualado.

O jogo continuou aberto e movimentado, e foi na velocidade que o Santos conseguiu a virada ainda no primeiro tempo. Aos 24 minutos, o jovem Gabriel Pirani conduziu pelo meio e apenas deslocou o goleiro para anotar seu primeiro gol com a camisa alvinegra.

A vantagem santista durou até o início do segundo tempo, quando o Ramalhão surpreendeu mais uma vez. Com cinco minutos, Marino tocou por cima do goleiro Vladimir e Ramon completou para o fundo da rede.

Após o gol de empate, o Santo André se fechou e apostou no contra-ataque para buscar a vitória. Ramon apareceu mais uma vez no ataque do Ramalhão para marcar, mas a bandeira levantou e o gol foi anulado.

O jogo seguiu aberto. Os mandantes pararam em Vladimir, o Santos não conseguiu ser eficiente e o empate seguiu até o apito final.

Empate na estreia do Paulistão mostra potencial de jovens da base

O torcedor santista talvez tenha estranhado a escalação do Peixe neste domingo. A equipe estreou no Campeonato Paulista diante do Santos André, 2 a 2, e com um time formado em sua maioria por jovens da base. A exceção foi Jean Mota e o goleiro Vladimir.

Mais experientes, coube a Jean Mota e Vladimir liderar os meninos da Vila na estreia do Paulista. Com protagonismo de ambos – gol do meia e grande atuação do goleiro – o Santos reagiu diante do Santo André e ficou no empate por 2 a 2.

Dos 19 jogadores relacionados para a partida, Jean Mota foi o único não formado nas categorias de base da Vila e o meia destacou a atuação dos jovens: “Foi uma boa estreia, se portaram bem. Fizemos gols de bola trabalhada. Pelo todo, o time está de parabéns”.

Destaque também pela dinâmica formada no meio-campo, com Gabriel Pirani, Kevin Malthus e Vinicius Balieiro. Os três participaram diretamente dos gols do Peixe.

O empate serviu para mostrar que o futuro treinador da equipe, Ariel Holan, poderá contar com o pessoal mais novo para a sequência da temporada que se inicia. O argentino, inclusive, acompanhou o confronto nas arquibancadas do Canindé.

Marcelo Fernandes destaca boa apresentação de meninos da Vila

Apesar do empate na estreia do Paulistão, por 2 a 2 contra o Santo André, a equipe do Santos trouxe esperança ao torcedor alvinegro. O Peixe entrou em campo com o time reserva, repleto de jovens, e os meninos da Vila deram conta do recado.

Com Ariel Holan ainda sem assumir e acompanhando o jogo da arquibancada, Marcelo Fernandes comandou o time da baixada e gostou do que viu.

“Muito feliz com o que a rapaziada apresentou hoje. A equipe que entrou em campo tinha uma média de 20 anos de idade, mesmo com Vladimir e Jean Mota. Eles tomaram um gol com dois minutos e tiveram personalidade para empatar e virar ainda no primeiro tempo”, disse o treinador.

“Sabíamos que o segundo tempo seria difícil por conta do condicionamento físico. Mas acho que o Santos está muito bem servido pelo sua base, são jogadores que vão agregar muito no trabalho do Ariel Holan”, completou Marcelo Fernandes.

Futuro treinador do Santos, mas ainda sem previsão para assumir a equipe, Ariel Holan visitou neste domingo a Vila Belmiro e se reuniu com o presidente Andres Rueda. Em seguida, subiu até São Paulo para acompanhar a partida diante do Santo André.

“Após a saída do Cuca, já comecei o contato com o Ariel Holan imediatamente. Ele se mostrou uma pessoa muito participativa, muito humilde, que quer agregar com aqueles que já estão aqui. Nosso papel é dar munição para ele, contar o que está acontecendo. Temos conversado bastante, um excelente treinador”, disse Marcelo Fernandes sobre o argentino.

Marcelo Fernandes explica transição de trabalho e participação de Ariel Holan

Após o empate na estreia do Paulistão, diante do Santo André, o comandante da noite Marcelo Fernandes falou sobre a transição de trabalho que vem acontecendo para que Ariel Holan assuma o cargo.

Marcelo Fernandes mostrou entusiasmo e confiança no trabalho do argentino. Ariel Holan ainda não assumiu o trabalho, mas tem participado internamente.

“Ariel tem conversado com a gente desde que viajamos para a Bahia. Trocamos ideia, ele pergunta o que a gente acha, explicamos a situação e ele deixa a gente sempre muito a vontade”, disse o auxiliar fixo.

Ariel Holan visitou neste domingo a Vila Belmiro e se reuniu com o presidente Andres Rueda. Mais tarde, o argentino subiu para São Paulo e acompanhou a estreia no Peixe no Canindé.

“Ele tem um grupo de análise e desempenho que trabalha junto e já tem todos os perfis traçados dos jogadores. Ele conversou com a gente de querer ver esse jogador ou aquele em tal posição. Cabe a gente fazer o que ele pediu durante o jogo, mas conseguimos atender todos os pedidos – escalação ou situações durante o jogo. Acho muito importante a participação dele, querendo trabalhar e agregar, quem ganha com isso é o Santos”, concluiu.

A estreia de Ariel Holan na beira do campo ainda não tem previsão, mas o Santos volta a campo na próxima quarta-feira, às 17h, na Vila Belmiro, quando recebe a Ferroviária pela segunda rodada do Paulistão.

Jean Mota destaca postura de jovens na estreia do Paulistão: “Se portaram bem”

Neste domingo, o Santos estreou no Campeonato Paulista empatando com o Santo André, por 2 a 2. O jogo serviu de oportunidade para alguns meninos da Vila – foi o caso de Gabriel Pirani, autor do segundo gol alvinegro.

Com o time reserva e recheado de jovens, coube aos mais experientes liderarem o Peixe em campo. Jean Mota comprou a briga e foi o autor do primeiro gol. O meia comentou após o jogo a postura dos mais novos dentro de campo.

“A molecada não vinha jogando, falta um pouco de ritmo. Mas foi uma boa estreia, se portaram bem. Fizemos gols de bola trabalhada. Pelo todo, o time está de parabéns. Agora é acertar o que a gente errou para não sermos surpreendidos”, comentou Jean Mota.

Ainda na saída para o intervalo, Gabriel Pirani também falou sobre a emoção de ter balançado a rede pelo primeira vez com a camisa do Santos: “Fico feliz de fazer gol. Trabalhei a vida inteira. São 10 anos no clube. O trabalho que está sendo realizado é bem feito”.

Jean Mota recusa folga e começa Paulistão com gol no Santos: “Decidi ficar para ajudar”

Jean Mota começou bem o Campeonato Paulista. Na função de falso 9, o meia fez o primeiro gol do Santos no empate em 2 a 2 com o Santo André no último domingo, no Canindé.

Jean optou por não folgar para ajudar o Peixe neste início de competição. João Paulo, John, Pará, Luiz Felipe, Luan Peres, Felipe Jonatan, Alison, Sandry, Soteldo e Lucas Braga ganharam um recesso e voltam nesta terça-feira. Marinho está com covid-19 e Kaio Jorge, Laércio, Madson, Jobson, Carlos Sánchez e Raniel se recuperam no departamento médico. Marcos Leonardo e Renyer estão com a seleção brasileira sub-18.

“Pelas circunstâncias, foi uma estreia proveitosa. Um time muito jovem, que não costuma jogar junto, e que mesmo assim soube se portar dentro de campo. Queríamos ter saído com a vitória, mas empatar fora de casa numa estreia não só do campeonato, mas de muitos pelo profissional também, não foi um resultado ruim, por todas as circunstâncias envolvidas. Fico feliz de ter jogado, de ter passado um pouco da minha experiência e acredito que todos têm potencial para dar alegrias ao torcedor santista num futuro próximo”, disse Jean.

“Foi uma escolha minha. O Marcelo Fernandes me deu essa opção e, conversando com a minha esposa, decidi ficar para ajudar o Santos. Essa sempre foi a minha prioridade, ajudar este clube dentro ou fora do campo, seja treinando ou seja jogando”, completou.

Jean Mota deve continuar no “comando” do jovem time do Santos contra a Ferroviária na próxima quarta-feira, na Vila Belmiro, pela 2ª rodada do Paulistão.

Polivalente, Pirani se surpreende com ascensão no Santos: “Sensação incrível”

Gabriel Pirani está surpreso com a própria ascensão no Santos. O meia-atacante de 18 anos estreou como profissional no intervalo do jogo contra o Bahia e foi titular diante do Santo André, quando fez seu primeiro gol.

Em alta, o Menino da Vila é polivalente: pode atuar como meia, pelas pontas ou até como falso 9.

“Uma sensação incrível balançar as redes pela primeira vez com essa camisa gigante, e fazer isso logo no meu segundo jogo foi inesquecível. Não esperava acontecer tudo isso tão rápido, mas eu sempre trabalhei muito para chegar aqui e fico feliz desse gol ter acontecido no momento certo. Foi ótimo saber que o professor estava na arquibancada assistindo o jogo de perto. Quero abraçar essa oportunidade. Fico feliz não só por ele ter visto o meu trabalho, mas sim o de todo o grupo. Muitos meninos subiram e estamos fazendo de tudo para agradar. Tenho certeza que o Holan terá um excelente grupo nas mãos”, disse Pirani.

“Claro que o jogo contra a Ferroviária será muito importante, já que os titulares ainda não estarão à disposição. Mas acho que temos que mostrar qualidade diariamente. Precisamos ir bem contra a Ferroviária e também nos treinos do dia a dia para seguir recebendo oportunidades da temporada. Estou pronto para jogar onde a comissão preferir”, completou o meia.

Gabriel Pirani deve ser titular mais uma vez contra a Ferroviária na próxima quarta-feira, às 17h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Campeonato Paulista. O Peixe terá os reservas e o comando do auxiliar Marcelo Fernandes.

Os titulares retornam da folga nesta terça, no primeiro treinamento de Ariel Holan. A estreia do técnico deve ocorrer apenas no domingo, diante do São Paulo, no Morumbi.

João Paulo, John, Pará, Luiz Felipe, Luan Peres, Felipe Jonatan, Alison, Sandry, Soteldo e Lucas Braga ganharam o recesso. Marinho está com covid-19 e Kaio Jorge, Laércio, Madson, Jobson, Carlos Sánchez e Raniel se recuperam no departamento médico. Marcos Leonardo e Renyer estão com a seleção brasileira sub-18.


Santos 1 x 1 Fluminense

Data: 21/02/2021, domingo, 18h15.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada (penúltima)
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Daniel Henrique da Silva Andrade e José Reinaldo Nascimento Junior (ambos do DF).
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN)
Cartões amarelos: Luiz Felipe, Bruno Marques e Jean Mota (S); Egídio, Yago e Fred (F).
Cartão vermelho: Nino (F).
Gols: Lucca (15-1); Jean Mota (41-2).

SANTOS
João Paulo; Pará, Luiz Felipe (Madson) (Bruno Marques), Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison, Vinicius Balieiro (Jean Mota) e Sandry; Marinho, Lucas Braga (Ângelo) e Marcos Leonardo (Soteldo).
Técnico: Cuca

FLUMINENSE
Marcos Felipe; Calegari, Nino, Luccas Claro e Egídio; Martinelli (Hudson), Yago e Nenê (André); Luiz Henrique (Michel Araújo), Lucca (Yuri) e Fred (John Kennedy).
Técnico: Marcão



Santos empata com o Fluminense e se classifica para a Pré-Libertadores

O Santos empatou em 1 a 1 com o Fluminense neste domingo, na Vila Belmiro, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor das Laranjeiras abriu o placar com Lucca no primeiro tempo. Jean Mota deixou tudo igual na etapa final.

Com o ponto conquistado, o Peixe se classificou para a Pré-Libertadores, já que o Red Bull Bragantino apenas empatou em 0 a 0 com o Goiás, em Goiânia.

O Fluminense segue na quinta colocação e ainda briga por vaga no G-4. Os cariocas, porém, já têm lugar garantido na próxima Libertadores da América.

O jogo

O Fluminense dominou o Santos desde o primeiro minuto. Mais organizado e com velocidade maior no ataque, o Tricolor das Laranjeiras foi ganhando corpo até abrir o placar.

Aos 15 minutos, o Peixe desperdiçou um ataque com Vinicius Balieiro. No contra-ataque, Luiz Henrique acionou Lucca e o atacante bateu bonito, cruzado. 1 a 0 para o Flu.

O Santos seguiu totalmente sem criatividade, enquanto o Fluminense, cômodo em campo, quase ampliou aos 33. Fred, no meio de quatro jogadores, conseguiu finalizar para boa defesa de João Paulo.

O Peixe foi para o intervalo sem ter criado uma chance sequer. O Flu, até sem muito esforço, conseguiu a vantagem parcial de 1 a 0 merecidamente.

O Santos voltou melhor para a etapa final após as substituições de Cuca. O Peixe ficou mais com a bola e empurrou o Fluminense para a defesa, mas teve dificuldade para criar chances claras.

Aos 16 minutos, Luan Peres isolou um rebote em escanteio. Aos 32, Felipe Jonatan finalizou cruzado de fora da área e obrigou Marcos Felipe a fazer a primeira defesa.

No minuto 38, Nino foi expulso e deixou a vida do Santos mais fácil. Segundos depois, Soteldo cobrou falta e Jean Mota, no primeiro toque na bola, deixou tudo igual no placar.

O Peixe se lançou ao ataque nos minutos finais, mas não conseguiu a virada. 1 a 1 na Vila Belmiro.

Bastidores – Santos TV:

Cuca se despede do Santos: “Trabalho árduo, mas muito compensatório”

O técnico Cuca se despediu do Santos neste domingo, após o empate em 1 a 1 com o Fluminense, na Vila Belmiro, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A expectativa do Peixe era tê-lo na despedida do Brasileirão contra o Bahia, na quinta-feira, em Salvador, mas o treinador lida com um problema de saúde na sua família.

Sua mãe, Nice, e a filha mais velha, Maiara, estão internadas com covid-19 em Curitiba. Por esse motivo, o Alvinegro liberou Cuca com uma partida de antecedência. O contrato termina na próxima quinta e o profissional optou por não renovar. Ariel Holan é o substituto.

“Eu saio muito contente com o trabalho. Árduo e difícil, mas ao tempo muito compensatório. As coisas foram feitas com prazer como falei na apresentação. Sentia que era lugar para aparecer o trabalho e apareceu, principalmente aos jogadores, que foram ponta firme em todos os sentidos. Formamos uma família. Brotaram muitos filhos, meninos (risos). Foram amadurecendo dentro das competições, chegando à final da Libertadores perdida em um lance e muito próximo do objetivo que é ficar na próxima Libertadores. Para buscar uma campanha tão bela como a última. Acho que o trabalho foi muito bem feito”, disse Cuca.

“Legado é o ambiente que formamos. Não é fácil formar ambiente dentro desse contexto. Graças a Deus tudo está se equalizando. Esse pessoal abraçou o Santos com amor. Ganhamos jogos importantes e vimos a felicidade no vestiário, cantando hino do clube. Não é legado que eu deixei, mas eles deixam e torcedor deve abraçar sempre. Em cada lugar, um novo aprendizado. Aprendi que temos que valorizar tudo que temos. Mais importante do que valorizar o que não tem. Nunca pudemos contratar e não falamos disso. Trabalhamos com os meninos e essa valorização valeu a pena. Foi um trabalho prazeroso. Ele é muito cansativo em todos os sentidos porque eu me cobro muito. Perdoo todo mundo, mas não me perdoo. Sempre busco motivo por não ter feito isso ou aquilo, ter sido expulso, colocar esse ou aquele. Sou assim e não adianta. Foi um dos melhores trabalhos da minha profissão porque jogamos grande futebol em alguns momentos, como Boca e Grêmio. Isso deixa a gente feliz”, completou.

Com o empate, o Santos ficou perto da vaga na Pré-Libertadores da América.

Veja a nota oficial do Santos abaixo:

O jogo deste domingo (21), na Vila Belmiro, diante do Fluminense, marcou a despedida do técnico Cuca no comando do time. O Santos Futebol Clube agradece o profissionalismo do treinador, que mesmo enfrentando casos de Covid-19 na família, com a mãe, Nilde, e a filha mais velha, Maiara, internadas em Curitiba, decidiu ficar com o elenco para esta importante partida.

Cuca termina essa sua terceira passagem pelo Santos FC com 44 jogos, 18 vitórias, 14 empates e 12 derrotas. No total são 85 partidas à frente do Peixe, com 31 vitórias, 27 empates e 27 derrotas.

Em meio às dificuldades financeiras do Santos FC e no contexto de uma pandemia global, Cuca também conseguiu ajudar a levar o Peixe à final da Libertadores 2020, com uma equipe recheada de Meninos da Vila. Ao acreditar no potencial da base do Clube, Cuca se mostrou parceiro dos atletas e também da direção do clube.

O presidente do Santos, Andres Rueda, enalteceu as qualidades de Cuca, no comando da equipe. “Ele foi mais do que um técnico, foi um gestor de pessoas. Uniu o time em busca dos objetivos. Foi fundamental, abraçou a molecada, deixou de lado os problemas de bastidores do Clube, criou um clima excelente dentro do grupo e isso foi espelhado nos resultados. A sua participação foi um dos motivos, senão o maior, de termos esses feitos. Obrigado Cuca!”, falou o presidente.

Cuca conversa com elenco do Santos sobre ajuda a Holan: “Vai precisar muito de toda a turma”

Cuca conversou com o elenco do Santos sobre a ajuda necessária para Ariel Holan antes da despedida no empate em 1 a 1 com o Fluminense neste domingo, na Vila Belmiro, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Como publicou a Gazeta Esportiva, Holan terá uma comissão técnica pequena e precisará muito de todos os profissionais do Peixe, como o auxiliar Marcelo Fernandes, o preparador de goleiros Arzul e o analista de desempenho Bebeto Sauthier.

“Eu já falei para os jogadores do novo treinador, da ajuda e de como recebê-lo. Da dificuldade no começo. Vai chegar e já tem Santo André, Ferroviária, São Paulo. Antes o Bahia, que importa muito. Pessoal vai ter que aceitar mais o treinador que tudo. Já conversei com o grupo e com os auxiliares, todo o departamento médico. Holan vem com pouca gente, ele e mais dois auxiliares. Vai precisar muito de toda a turma”, disse Cuca.

O Santos será dirigido pelo auxiliar Marcelo Fernandes contra o Bahia na próxima quinta-feira, em Salvador, pelo último jogo do Brasileirão. Ariel Holan deve chegar no Brasil até o fim de semana.

Classificado para a Libertadores, Santos deve enfrentar o Bahia com auxiliar e time reserva

Sem Cuca, à espera de Ariel Holan e classificado para a Pré-Libertadores, o Santos será dirigido pelo auxiliar Marcelo Fernandes contra o Bahia na próxima quinta-feira, em Salvador, pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe fechou o contrato de Holan até dezembro de 2023, mas o argentino só deve chegar no Brasil para o fim de semana, com a possibilidade de estrear no primeiro compromisso do Campeonato Paulista, diante do Santo André, no domingo.

Até lá, o Alvinegro terá o comando de Marcelo Fernandes. E o auxiliar deve levar um grupo recheado de Meninos da Vila para a Bahia na despedida do Brasileirão.

O Santos dará folga a vários titulares depois da classificação para a Pré-Libertadores. A temporada foi longa, cheia de problemas e o descanso é visto como merecido antes do Paulistão.

Enquanto isso, o Peixe testará jovens da base, até como forma de iniciar esse laboratório para Ariel Holan. Ainda não está definido se essa estratégia será repetida nos primeiros jogos do Paulista. Na terceira rodada, o adversário serão o São Paulo.

Santos fecha a contratação de Ariel Holan, que deve chegar no Brasil até o fim da semana

O Santos fechou a contratação de Ariel Holan para substituir Cuca. O técnico argentino ex-Universidad Católica (CHI) chega para um vínculo até dezembro de 2023.

À procura de auxiliares para a sua comissão técnica, Ariel Holan deve chegar ao Peixe até o fim dessa semana, com a estreia prevista apenas para o Campeonato Paulista. O contrato até dezembro de 2023 está apalavrado e será anunciado pelo clube nesta segunda-feira.

Holan gostaria de trazer da Universidad Católica o auxiliar Juan Esparis e o preparador físico Facundo Peralta, mas a dupla não deve vir ao Brasil. Esparis por questões pessoais, enquanto Peralta quer continuar no Chile.

Ariel Holan tem uma equipe particular de analistas de desempenho. A princípio, os três devem continuar com o argentino e não na folha salarial do Peixe. Esse tema, porém, ainda será debatido.

Holan estava no topo da lista do Santos desde o início da procura por um técnico, há mais de duas semanas. A pedida inicial foi alta. Na sequência, o clube conseguiu um “desconto” e passou a avançar na negociação. O valor da comissão técnica será de pouco menos de R$ 600 mil.

O Santos analisou outras opções, como Hernán Crespo, Tiago Nunes e Beccacece. No caso de Crespo, o salário de mais de R$ 1 milhão inviabilizou qualquer papo e ele foi para o São Paulo. Com Nunes e Beccacece, a preocupação foi a mesma: o relacionamento com o elenco. Ambos têm histórico de problemas com atletas e colegas.

Com Holan, o Alvinegro fica satisfeito por aliar projeto de futebol e bom convívio. Sair de Cuca, adorado pelos jogadores, para Tiago Nunes ou Beccacece poderia significar uma ruptura no dia a dia do CT Rei Pelé.

Holan tem 60 anos e foi aprovado pelo departamento de futebol e pela análise de desempenho. O argentino começou no Defensa y Justicia em 2015 e passou por Independiente e Universidad Católica. Antes, foi auxiliar e desempenho e técnico de hóquei sobre a grama.

A chegada de um treinador tarimbado dividiu opiniões no Comitê de Gestão. Para alguns, o comandante seria o único reforço possível neste momento e demanda investimento. Para outros, era momento de economizar e diminuir a folha da comissão técnica. O primeiro pensamento “venceu”.

Votação
O Comitê de Gestão deliberou sobre Ariel Holan por alguns dias. Mais do que maioria simples para a aprovação, o presidente Andres Rueda buscou um consenso.

Quem foi a favor ou contra a chegada de Holan expôs seus argumentos em grupo no Whatsapp. A chegada de um treinador tarimbado dividiu opiniões. Para alguns, o comandante é o único reforço possível neste momento e demanda investimento. Para outros, era momento de economizar e diminuir a folha da comissão técnica. O primeiro pensamento “venceu”.

Cuca
O Santos gostaria de ter Cuca para a partida contra o Bahia na próxima quinta-feira, em Salvador, no encerramento do Campeonato Brasileiro, mas o técnico foi liberado para cuidar de sua família. A mãe e uma das filhas estão internadas com covid-19.

Dessa forma, o auxiliar Marcelo Fernandes deve dirigir o Peixe. O Alvinegro empatou com o Fluminense na despedida de Cuca e está perto da classificação para a Pré-Libertadores.

Holan curioso
Enquanto deixou a questão financeira e contratual para seus representantes, Ariel Holan buscou informações sobre o Santos. Ele falou com colegas de profissão e perguntou ao Peixe sobre questões específicas, como quantidade de campos e uso da tecnologia no departamento de análise de desempenho.

Holan tem vontade antiga de trabalhar no Brasil e viu o Santos como ótima porta de entrada por sua história, presença de jogadores de destaque como Marinho e Soteldo e a predisposição a revelar jovens da base.

Ariel Holan está disposto a trabalhar com a realidade do Santos, de não contratar e correr o risco de perder outros atletas. Os reforços podem chegar só no segundo semestre.


Delfín-EQU 1 x 2 Santos

Data: 24/09/2020, quinta-feira, 23h00.
Competição: Copa Libertadores – Grupo G – 4ª rodada
Local: Estádio Jocay, em Manta, Equador.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Kevin Ortega (PER).
Auxiliares: Michael Orue e Jonny Bossio (ambos do PER).
Cartões amarelos: Cangá e Nazareno Valencia (D); Lucas Veríssimo e Marinho (S).
Cartão vermelho: Rodríguez (D).
Gols: Marinho (18-1); Rojas (29-2) e Jean Mota (36-2).

DELFÍN SC (EQU)
Corozo; Jonathan Gonzalez (Cifuente), Cangá, Carlos Rodriguez e Geovanny Nazareno; Charles Velez, João Ortiz, Villalva (Rojas) e Corozo; Garcés e Valencia (Benítez).
Técnico: Miguel Ángel Zahzú

SANTOS
João Paulo; Pará, Lucas Veríssimo (Alex Nascimento), Luan Peres e Felipe Jonatan; Diego Pituca, Carlos Sánchez (Lucas Lourenço) e Arthur Gomes (Raniel); Marinho, Kaio Jorge (Jean Mota) e Soteldo.
Técnico: Cuca



Santos vence o Delfín e encaminha vaga nas oitavas da Libertadores

Com um a mais desde o primeiro tempo, o Santos venceu o Delfín por 2 a 1 na noite desta quinta-feira, no Equador, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O Peixe abriu o placar com Marinho, não aproveitou as chances criadas e sofreu na etapa final, quando o Delfín empatou com o Rojas. Só que o Alvinegro reagiu rápido e desempatou com Jean Mota.

O Santos segue líder do Grupo G, agora com 10 pontos e com vaga encaminhada nas oitavas de final, dependendo de um empate. O Defensa y Justicia tem seis, o Olimpia cinco e o Delfin segue na lanterna com um.

O jogo

O Santos dominou a etapa inicial do início ao fim. Teve 63% de posse de bola, criou as principais chances e só sofreu um pouco em contra-ataques.

Soteldo, que havia tentado duas vezes, conseguiu a assistência na terceira boa jogada pela esquerda. Ele cruzou na cabeça de Marinho no segundo pau. 1 a 0 para o Peixe aos 18 minutos.

O Alvinegro seguiu em cima, mas o goleiro Corozo pouco trabalhou. A situação ficou mais tranquila quando Rodríguez recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso com 40 jogados.

O Santos quase ampliou aos cinco minutos. Felipe Jonatan cruzou, a bola passou por todo mundo e chegou em Marinho. O camisa 11, sozinho, exagerou na força.

Aos 10, o Delfín respondeu. Valencia cruzou na segunda trave, Corozo cabeceou no segundo pau. A bola passou perto da trave direita do goleiro João Paulo.

O Santos não aproveitou os espaços, diminuiu o ritmo e levou o empate de uma equipe inferior tecnicamente e com um a menos em campo.

No minuto 29, Corozo fez jogada individual, ganhou o bate-rebate e a bola sobrou limpa para Rojas empurrar para o fundo das redes. 1 a 1 em Manta.

O Peixe acordou e conseguiu o desempate aos 36 minutos jogados, quando Raniel fez boa jogada pela direita e Jean Mota, segundos depois de entrar, finalizou no segundo pau. 2 a 1.

Nos minutos finais, o Alvinegro administrou a vitória e agora tem vaga encaminhada nas oitavas de final da Libertadores da América.

Bastidores – Santos TV:

Cuca valoriza vitória do Santos no Equador, mas diz: “Não precisávamos sofrer”

Cuca valorizou a vitória do Santos sobre o Delfín no Equador, mas lamentou o susto no segundo tempo da partida válida pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O Peixe controlou o jogo desde o primeiro minuto, abriu o placar com Marinho e ficou com um a menos ainda na etapa inicial. Nos 45 minutos finais, porém, não aproveitou as chances, sofreu o empate com Rojas e reagiu depois do susto. Jean Mota desempatou.

“Importante de hoje é a vitória. Jogo muito bem jogado dentro do possível, mas poderíamos ter aproveitado as chances. Não precisávamos sofrer”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Tivemos que mexer, coloquei dois meias, Jean Mota e Lucas Lourenço. Entraram bem. Jean no primeiro toque fez o gol da vitória”, completou.

O Santos segue líder do Grupo G, agora com 10 pontos e com vaga encaminhada nas oitavas de final, dependendo de um empate. O Defensa y Justicia tem seis, o Olimpia cinco e o Delfin segue na lanterna com um.

Na próxima rodada, o Peixe visitará o Olimpia, quinta, no Paraguai. O Delfin, eliminado, jogará novamente em casa contra o Defensa y Justicia.

Marinho valoriza “família” do Santos após vitória no Equador: “Feliz por tudo”

Um dos destaques do jogo, Marinho valorizou a vitória do Santos por 2 a 1 sobre o Delfín na noite desta quinta-feira, no Equador, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O camisa 11 fez o primeiro gol. Jean Mota desempatou após o susto do Delfín. Com os três pontos, o Peixe lidera o Grupo G, com 10, e fica a um empate da classificação às oitavas de final. O Alvinegro ainda enfrentará Olímpia (no Paraguai) e Defensa y Justicia (na Vila Belmiro).

“É uma família incrível, um grupo fantástico. Glória a Deus pela grande partida. Feliz por tudo”, disse Marinho, em entrevista para a Conmebol.

“Grande jogada do Soteldo. Eu, como oportunista, estava no lugar certo e pude fazer o gol. Agora teremos mais um jogo difícil (Olimpia). Temos que desfrutar essa vitória de hoje e pensar jogo a jogo”, completou o atacante.

Jean Mota, do Santos, faz um gol após 15 meses e diz: “Me dá confiança para prosseguir”

Jean Mota foi o herói da vitória do Santos por 2 a 1 sobre o Delfín na última quinta-feira, no Equador, pela quarta rodada da fase de grupos da Libertadores da América.

O meia entrou aos 35 minutos do segundo tempo e, segundos depois, apareceu no segundo pau para aproveitar cruzamento de Raniel e desempatar.

“Sabíamos que seria difícil. Tínhamos que igualar na vontade. Tivemos chances, não matamos, mas não deixamos de nos doar. Ponto forte dessa equipe é a vontade e união de todos. Por isso conquistamos esses três pontos”, disse Jean.

“Todos são importantes. Elenco forte, eu busco meu espaço em todos os jogos. É um gol que me dá confiança para prosseguir. Temos muitos jogos e terei outras oportunidades. Campeonato é longo, mais de uma competição”, completou.

Jean Mota foi alvo do Bahia, mas a negociação não avançou.

“Sempre declarei que queria ficar. Tenho mais dois anos de contrato. Sempre há especulações, mas sou jogador do Santos e vou honrar a camisa. Se não contarem mais comigo, vou seguir meu caminho. Mas enquanto tiver contrato, vou honrar”, concluiu.

Cuca vê Kaio Jorge polivalente no Santos: “Sabe fazer um 8 ou 10”

Cuca vê Kaio Jorge capaz de desempenhar mais de uma função no Santos. O jogador de 18 anos é centroavante desde as categorias de base.

Kaio foi titular na vitória por 2 a 1 sobre o Delfín, no Equador, e no segundo tempo recuou para Raniel atuar como camisa 9.

“Eu sinto que ele não é um centroavante centroavante, sabe fazer um 8 ou 10, vir de trás, às vezes precisa de centroavante para jogar e ter a qualidade técnica aflorada. Por isso coloquei Raniel, para matar o jogo e deixei o Kaio Jorge”, explicou Cuca.

Kaio Jorge treinou e atuou como ponta sob o comando de Jesualdo Ferreira. Com Cuca, tem sido incentivado a jogar também mais recuado, no meio-campo.


Santos 3 x 1 Atlético-MG

Data: 09/06/2019, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 8ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.794 pagantes
Renda: R$ 199.730,00
Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA).
Assistentes: Eduardo Goncalves da Cruz (MS) e (PA).
VAR: Rafael Traci (SC)
Cartões amarelos: Jorge Sampaoli e Lucas Veríssimo (S); Fábio Santos e José Welison (A).
Gols: Eduardo Sasha (38-1), Jean Mota (49-1, de pênalti); Alerrandro (25-2) e Carlos Sánchez (36-2).

SANTOS
Everson; Victor Ferraz, Aguilar, Lucas Veríssimo e Jorge; Diego Pituca, Jean Lucas e Jean Mota (Felipe Jonatan); Marinho (Carlos Sánchez), Soteldo e Eduardo Sasha (Uribe).
Técnico: Jorge Sampaoli

ATLÉTICO-MG
Victor; Patric, Réver, Igor Rabello e Fábio Santos; José Welison (Nathan), Elias, Cazares e Luan; Chará (Geuvânio) e Ricardo Oliveira (Alerrandro).
Técnico: Rodrigo Santana



Após protesto, Santos bate Atlético e assume vice-liderança do Brasileiro

A torcida cobrou, e o time atendeu. Após protesto na Vila Belmiro e a exigência pelo título do Campeonato Brasileiro, o Santos tratou de dominar e vencer o Atlético-MG por 3 a 1, na noite deste domingo, em duelo válido pela oitava rodada da competição nacional. Eduardo Sasha, Jean Mota e Carlos Sánchez marcaram para o Peixe, enquanto Alerrandro descontou para o Galo.

Com a vitória, além de dar o troco ao Atlético pela eliminação na Copa do Brasil, o Santos assume a vice-liderança do Brasileirão, com 17 pontos, dois a menos que o Palmeiras – que ainda tem o triunfo sobre o Botafogo em julgamento. O clube mineiro, por sua vez, cai para o terceiro lugar, com 15 pontos.

O jogo

O primeiro tempo foi de um time só. Empurrado e cobrado por sua torcida, o Santos começou ligado desde o primeiro minuto, quando Jorge cruzou na área para Jean Lucas bater forte e exigir boa defesa de Victor. No rebote, Soteldo mandou para fora.

O time de Sampaoli não deixava o rival jogar. Após boa triangulação entre Marinho, Sasha e Victor Ferraz, o mais novo reforço soltou a bomba de longe e acertou o poste de Victor. Aos 17, Jean Mota bateu falta e quase encobriu o goleiro atleticano, que se recuperou a tempo de mandar para escanteio.

Justamente quando havia diminuído seu ritmo, o Peixe abriu o placar. Aos 38, Jean Mota cobrou falta na área do Galo, e Sasha, de costas para o gol, desviou de cabeça. A bola foi no canto direito de Victor, que não alcançou. Havia tempo para mais um antes do intervalo. Aos 49, Jean Mota converteu pênalti flagrado pelo VAR, após Fábio Santos tocar a bola com o braço dentro da área.

Após não finalizar nem uma vez sequer no gol de Everson na primeira etapa, o Atlético enfim levou perigo o Peixe. Aos cinco minutos do segundo tempo, Luan avançou pela esquerda e cruzou rasteiro para Patric, que viu Soteldo fazer o corte. O Santos respondeu de imediato: Sasha recebeu do venezuelano e ficou frente a frente com Victor, mas mandou para fora.

Aos 13, Éverton operou um milagre para evitar a lei do ex: após cruzamento da esquerda, Ricardo Oliveira subiu livre na área do Santos e testou firme para ótima defesa do arqueiro. O Santos quase ampliou aos 24 minutos, quando Jean Lucas tocou de cavadinha para Jean Mota invadir a área, tirar de Victor e chutar na trave.

Como quem não faz toma, o Atlético tratou de diminuir o seu prejuízo. No lance seguinte ao gol perdido por Jean Mota, Alerrandro entrou nas costas de Lucas Veríssimo e bateu cruzado, sem chances para Everson. Mas, quando o Galo mais pressionava em busca do empate, Carlos Sánchez marcou um golaço em cobrança de falta frontal, dando números finais à partida e amenizando a bronca da torcida.

Ferraz celebra vitória após eliminação e avisa: “A casa do Santos é a Vila”

O Santos conseguiu uma breve recuperação da eliminação da Copa do Brasil na noite deste domingo, pelo Campeonato Brasileiro, na Vila Belmiro. Diante do mesmo Atlético-MG, que três dias antes ganhara a partida no Pacaembu, o Peixe, do lateral direito Victor Ferraz, conseguiu uma vitória por 3 a 1. O triunfo foi motivo de celebração e exaltação do local do jogo, uma das mudanças com relação ao meio da semana.

“Acho que somos os vice-líderes momentâneos, temos mais uma partida em casa para seguir. Muitas das vezes as coisas que eu falo viram um “mimimi” muito grande. Essa é uma opinião minha. Mas eu adoro jogar na Vila, a casa do Santos é a Vila Belmiro”, comentou o defensor.

O tema rendeu certa polêmica após mais uma eliminação do Peixe jogando na capital paulista, dessa vez no mata-mata nacional. Antes de sucumbir diante do Galo, o Santos já havia sido eliminado pelo River-URU, na primeira fase da Copa Sul-Americana, e pelo rival Corinthians, na semifinal do Campeonato Paulista.

O técnico Jorge Sampaoli foi um defensor de jogar mais em Santos, enquanto o presidente José Carlos Peres defendeu a medida de mais jogos no Pacaembu. “A gente conseguiu recuperar rápido, nós somos profissionais e nós temos que nos acostumar tanto com críticas quanto com elogio. Merecemos as críticas porque fomos eliminados mais uma vez não dentro da nossa casa, mas dentro do nosso domínio”, observou Ferraz, antes de sentenciar.

“Gosto de jogar no Pacaembu, a nossa torcida vai em massa lá. Mas a casa do Santos é a Vila”, concluiu o atleta, um dos grandes líderes do elenco santista.

Com a vitória, além de dar o troco ao Atlético pela eliminação na Copa do Brasil, o Santos assume a vice-liderança do Brasileirão, com 17 pontos, dois a menos que o Palmeiras – que ainda tem o triunfo sobre o Botafogo em julgamento.

“Vai ser difícil de alcançar o Palmeiras”, diz Sampaoli, do Santos

Mesmo com a boa vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, o técnico Jorge Sampaoli admitiu que será muito difícil para o Santos alcançar o Palmeiras na liderança do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado da noite deste domingo, conquistado na Vila Belmiro, o Santos assumiu o segundo lugar do Brasileirão, com 17 pontos, dois a menos que o rival alviverde – que ainda tem os três pontos da vitória sobre o Botafogo em julgamento.

“Muito difícil. Não é impossível porque há ainda muito tempo. Cruzeiro e Grêmio não estão em bom momento, mas vão se recuperar. Palmeiras vem em um bom ritmo e vai ser muito difícil de alcançar”, avaliou o argentino, em entrevista coletiva.

“Estamos muito atrás. Lamento dizer que não vejo facilidade. Aguentar um torneio tão longo e exigente tem que ter um plantel convencido da ideia”, concluiu.

Sampaoli critica protesto da torcida do Santos: “Parece injusto”

Apesar da vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, o técnico do Santos, Jorge Sampaoli, foi de semblante fechado para a entrevista coletiva após o duelo deste domingo, na Vila Belmiro. O que fez o treinador sair do sério foi comentar os protestos realizados pela torcida do Peixe antes, durante e após o confronto válido pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

“Eu vim aqui ao futebol brasileiro para tentar mostrar minha forma de jogar. Não se pode jogar com pressão ou trocar a realidade estabelecida. Temos uma equipe extremamente jovem. Se as pessoas não têm paciência, que se termine”, esbravejou o argentino.

Após o apito final, a Torcida Jovem exigiu a vitória no clássico contra o Corinthians: “Se quarta-feira não ganhar, olê olê olá, o pau vai quebrar”. O tom da cobrança não agradou Sampaoli, ciente das críticas que a equipe sofreu após a eliminação para o Galo na Copa do Brasil.

“Não sei como ganhar de qualquer jeito. Só sei ganhar jogando, como foi hoje. No Pacaembu, nós quisemos passar de qualquer jeito. Lamentavelmente a necessidade e a ansiedade atentam contra o jogo. Simples”, disse.

“Se vamos tentar ganhar de qualquer jeito, viremos com revólveres e mataremos os rivais. Santos vai jogar com a mesma dignidade que jogou no Pacaembu, hoje. Tentando jogar com a bola, sem pressão, e com esse caminho vamos. Se a proposta se instala dessa forma (de pressão), não tem sentido eu estar aqui”, acrescentou.

Além de jogar pressão sobre os jogadores, a torcida também fez cobranças à diretoria, especialmente ao presidente José Carlos Peres. Na entrevista, Sampaoli disse não concordar com os protestos, que exigiram a conquista do Brasileirão, e citou a influência política por trás deles.

“O protesto pela falta de empenho dos jogadores me parece injusto. Totalmente. Eles jogam o que podem. O que mais gera entusiasmo nas pessoas é a polêmica. E por esse caminho vamos. Há muita mescla da política no futebol através de grupos políticos dentro de cada clube. Assim fica difícil instalar uma ideia”, lamentou.

Ferraz entende protestos no Santos e aposta em pausa por evolução

Um dos líderes do elenco do Santos, Victor Ferraz disse entender os protestos realizados pela torcida antes, durante e após a vitória por 3 a 1 sobre o Atlético-MG, no último domingo, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Brasileiro.

A torcida, além de criticar a gestão do presidente José Carlos Peres, tratou o título brasileiro como obrigação para o time que foi eliminado das outras competições na temporada – Copa Sul-Americana, Campeonato Paulista e Copa do Brasil.

“Jogamos numa equipe gigante, e quando somos eliminados temos que ser criticados mesmo. Quem não quiser isso, tem que procurar outro clube. Fico muito feliz de jogar com essa camisa, voltar a vencer e ser vice-líder”, afirmou o lateral direito, na saída de campo.

Como disse Ferraz, o Santos assumiu a segunda colocação do Brasileiro após o triunfo sobre o Galo. Agora, o time de Jorge Sampaoli soma 17 pontos, dois a menos que o Palmeiras – que ainda tem a vitória sobre o Botafogo em julgamento.

“Sobre buscar o Palmeiras, temos que fazer nossa parte. Estamos fazendo um grande campeonato. Eles que estão num nível anormal”, explicou o jogador, que vê a pausa para a Copa América como oportunidade de o time se entrosar mais.

“O Santos tem que chegar nas finais de todas as competições, mas temos uma nova filosofia, novos jogadores. No último jogo [derrota para o Atlético na Copa do Brasil], jogamos com Marinho e Uribe, que são caras que mal conheço”, disse.

“Não sei se o Uribe gosta de uma bola em profundidade, se o Marinho bate de perna direita… E jogamos uma decisão dessa forma. Vamos ter a parada da Copa América para conhecer os novos jogadores, para eles conhecerem o estilo do Sampaoli e brigarmos pelo título do Brasileiro”, concluiu.