Navegando Posts marcados como Fluminense

Fluminense 1 x 0 Santos

Data: 17/06/2021, quinta-feira, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 4ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, em Rio de Janeiro, RJ.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Paulo Roberto Alves Junior (PR)
Auxiliares: Bruno Boschilia (Fifa-PR) e Ivan Carlos Bohn (PR).
VAR: Adriano Milczvski (PR).
Cartões amarelos: Caio Paulista e Yago Felipe (F); Madson, Alison e Lucas Braga (S).
Gol: Nenê (05-2).

FLUMINENSE
Marcos Felipe; Calegari, Luccas Claro, Manoel e Egídio; Martinelli (Wellington), Yago Felipe, Nenê (Paulo Henrique Ganso) e Gabriel Teixeira (Kayky); Fred (Abel Hernández) e Caio Paulista (Luiz Henrique).
Técnico: Roger Machado

SANTOS
John; Pará, Luiz Felipe (Marcos Leonardo), Danilo Boza (Camacho) e Felipe Jonatan (Madson); Alison, Jean Mota (Lucas Braga) e Gabriel Pirani (Vinicius Zanocelo); Marinho, Marcos Guilherme e Kaio Jorge.
Técnico: Fernando Diniz



Santos joga melhor, mas perde para o Fluminense no Maracanã

O Santos jogou melhor, mas perdeu por 1 a 0 para o Fluminense na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro. O gol foi marcado por Nenê no segundo tempo.

O Peixe teve quase 70% de bola e criou mais chances de gol, porém, foi o Tricolor quem abriu o placar em erro individual de Felipe Jonatan.

O Alvinegro foi bem coletivamente, mas perdeu oportunidades e esbarrou em atuações ruins, como as de Pará, Felipe Jonatan, Alison e, principalmente, Marinho. O goleiro Marcos Felipe foi destaque.

Com a vitória, o Fluminense assume a quinta colocação no Brasileirão, com oito pontos. O Santos é só o 13º na tabela, com quatro somados.

O jogo

A primeira chance do jogo foi do Fluminense. Aos oito minutos, Danilo Boza errou na saída de bola e Nenê cruzou para Fred ajeitar e Caio Paulista acertar o travessão de cabeça. Na sobra, Gabriel Teixeira cruzou rasteiro e Boza travou Caio na pequena área.

Aos 13, o Santos respondeu. Danilo Boza achou Kaio Jorge entre os zagueiros e o atacante bateu colocado da entrada da área para Marcos Felipe espalmar. Um minuto depois, Pirani chutou de canhota e o goleiro do Flu desviou para escanteio.

O Peixe continuou melhor e esteve perto de abrir o placar no minuto 29: Pirani cobrou escanteio e a bola sobrou para Pará emendar um bonito voleio de fora da área. Marcos Felipe voou para defender. Aos 34, Marinho recebeu com espaço e chutou fraco – o goleiro tricolor encaixou.

Quando o placar marcava 42 jogados, o Santos criou um ótimo contra-ataque: Danilo Boza, Marinho, Marcos Guilherme e Pará preferiu tentar o pênalti. Chegou caindo e a arbitragem nada marcou.

E quem não faz… toma. Aos cinco minutos da etapa final, Felipe Jonatan cortou mal e deu uma assistência para Nenê bater de primeira e colocar o Fluminense à frente no placar.

O gol do Flu mudou o jogo. O Santos, antes tranquilo, passou a acelerar a partida e oferecer mais espaços. E aos 19, Marinho errou mais uma vez. O camisa 11 recebeu um bolão de Camacho e parou em Marcos Felipe. No minuto 23, Marinho tentou de novo e o goleiro Marcos Felipe espalmou outra vez.

O Santos se lançou ao ataque nos minutos finais e terminou o jogo sem zagueiros, mas não conseguiu empatar. O Fluminense se segurou na defesa e conseguiu a vitória mesmo com atuação abaixo da crítica.

Diniz vê derrota do Santos para o Fluminense como injusta: “Jogo que mais produzimos”

O técnico Fernando Diniz lamentou demais a derrota do Santos para o Fluminense na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe teve quase 70% de posse de bola e criou muito mais chances, mas perdeu. O gol de Nenê foi marcado aos 5 minutos do segundo tempo, após erro de Felipe Jonatan.

“Certamente (foi a derrota mais dolorosa). Time jogou bem, bem melhor que o Fluminense. Eles tiveram a bola na trave em um lance confuso que erramos na saída e o lance do gol. Não lembro de outra jogada perigosa. Foi o jogo que mais produzimos chances claras de gol. Fizemos três gols contra o Ceará, produzimos bastante no Cianorte lá, mas no Campeonato Brasileiro criamos o que fizemos gol no Ceará e hoje fomos mais dominantes, mas saímos com resultado adverso”, disse Diniz, em entrevista coletiva.

“Nós criamos. Nós temos atacantes bons. Marinho de seleção brasileira, o melhor da América há seis meses. Todos os times do Brasil querem ter o Marinho. Hoje errou, mas acreditamos nele e vai fazer. Kaio Jorge é outro grande jogador, que europeus o querem. Temos Marcos Guilherme, Lucas Braga, grandes jogadores, o criativo Pirani, o Jean Mota criativo, o Zanocelo criativo, Felipe Jonatan um lateral de ataque. Temos quem crie e criamos. Não foi isso que faltou, faltou sermos mais felizes nas finalizações”, completou.

Diniz também evitou achar culpados pelo tropeço. Ele foi perguntado sobre o erro técnico de Felipe Jonatan no gol de Nenê. O lateral-esquerdo cortou cruzamento de forma errada e acabou dando uma assistência para o meia.

“Erros técnicos acontecem com todo mundo. Grandes jogadores erraram pênaltis decisivos, grandes zagueiros e goleiros falharam. Acontecem. Não vamos responsabilizar um jogador pela perda de um jogo. Perdeu o Santos. Tivemos muitas chances. Se tivéssemos feito metade das chances, teríamos ganhado o jogo. Não teremos esse tipo de conduta aqui”, concluiu.

Com a segunda derrota em quatro jogos, o Santos ocupa a 13ª colocação, com quatro pontos. A única vitória foi sobre o Ceará, na Vila Belmiro.

O Peixe voltará a campo para enfrentar o São Paulo no domingo, na Vila, pela quinta rodada do Brasileirão.

Diniz vê Santos mais seguro na saída de bola: “Tendência de evolução”

O técnico Fernando Diniz vê o Santos mais seguro na saída de bola. O Peixe “aumentou o risco” na derrota por 1 a 0 para o Fluminense na última quinta-feira, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

O Alvinegro teve 70% de posse de bola e, principalmente no primeiro tempo, trocou diversos passes perto do goleiro John. Em um dos lances, o time se expôs, conseguiu sair jogando e criou contra-ataque perfeito, mas Pará optou por tentar cavar o pênalti após passe de Marcos Guilherme.

De acordo com o treinador, a naturalidade com esse estilo de bola quase sempre no chão virá com a sequência de partidas.

“Conforme o tempo passa, treinos e, principalmente jogos… Porque o jogo acaba sendo o maior treino. Porque às vezes treinamos e não conseguimos ter confiança para reproduzir no jogo pelo receio de perder a bola. Temos melhorado tecnicamente nos treinos e emocionalmente nos jogos, ganhando confiança. Existe tendência de evolução nesse quesito e nos outros também”, explicou Fernando Diniz.

Diniz comenta estreias de Camacho e Zanocelo no Santos: “Perspectiva ótima”

O técnico Fernando Diniz aprovou as estreias de Camacho e Vinicius Zanocelo. A dupla entrou no segundo tempo da derrota do Santos por 1 a 0 para o Fluminense na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

Os reforços do Peixe entraram nos lugares de Danilo Boza e Gabriel Pirani, respectivamente. Diniz elogiou a chegada das contratações para o meio-campo.

“Indiquei porque gosto do jogador. Jogador que faz parte da minha história, do início da carreira no Audax. Fez campeonato brilhante em 2016, foi para o Corinthians. No título brasileiro em 2017, Camacho foi titular quando a equipe cedeu no campeonato e jogou os últimos jogos. Foi para o Athletico-PR, campeão da Copa do Brasil jogando. É uma peça que ajuda o Santos, jogador importante. É muito técnico, comprometido, excelente caráter e hoje fez boa estreia. Santos fez grande contratação. Não sabemos se vai brilhar, mas indiquei com tranquilidade. Grande jogador e grande homem”, disse Diniz, sobre Camacho.

“Jogador muito bem indicado e mapeado pelo Santos. Conheço desde o sub-15 no Juventus. Era amigo do meu filho, jogavam juntos. Se destacou na base, terminou formação na Ponte, fez excelente Série B e excelente Campeonato Paulista pela Ferroviária. Vem com perspectiva ótima, não foi surpresa como entrou hoje. Bem, de fato. Esperamos que consiga se firmar em um cenário maior”, avaliou o treinador, sobre Vinicius Zanocelo.

Polivalente, Vinicius Zanocelo é testado como meia no Santos de Diniz

O técnico Fernando Diniz testou Vinicius Zanocelo como meia do Santos em parte dos treinamentos no CT Rei Pelé nesta semana.

Zanocelo é polivalente: pode atuar como 5, 8 ou 10. Ele é meia de origem, mas como profissional desempenhou mais como segundo homem do meio-campo.

No Campeonato Paulista pela Ferroviária, Vinicius alternou entre 5 e 8 nas oito primeiras rodadas sob o comando de Pintado. Na chegada de Elano, passou a ser o 10.

Com boa chegada na área e facilidade com a canhota mesmo sendo destro, Vinicius Zanocelo foi observado como meia por Diniz. E foi assim que entrou no segundo tempo da derrota para o Fluminense no Maracanã.

No treino da última quarta-feira, Zanocelo formou o meio-campo como meia, à frente de Camacho e Ivonei. Na segunda parte da atividade tática, porém, ele substituiu Jean Mota como o ‘8’.

O Santos voltará a campo para enfrentar o São Paulo, domingo, na Vila Belmiro, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Com Alison suspenso, Camacho deve ser o substituto. A tendência é de Vinicius Zanocelo continuar no banco de reservas no clássico.

Marcos Guilherme lamenta derrota do Santos para o Fluminense: “Indignado”

Marcos Guilherme ficou revoltado com a derrota do Santos por 1 a 0 para o Fluminense nesta quinta-feira, no Maracanã, pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe foi melhor, mas perdeu várias chances e sofreu o gol de Nenê no segundo tempo.

“Difícil de falar. Estou indignado de perder um jogo desse. Fomos melhores, mas não fizemos o gol. É aquilo: quem não faz está sujeito a tomar. Goleiro deles fez grande partida. Jogo estava na nossa mão, mas acabamos perdendo”, disse Marcos Guilherme, ao Premiere.

Santos tem dificuldades longe da Vila e aproveitamento fora de casa na temporada é de 21%

Um dos grandes problemas do Santos na atual temporada é o baixo desempenho quando a equipe joga longe da Vila Belmiro. O aproveitamento do Peixe jogando fora de casa é de 21%, segundo o Footstats.

Até o momento, o Santos disputou 14 jogos fora da Vila e conseguiu apenas duas vitórias, com três empates e nove derrotas. Longe de seus domínios, o Peixe marcou 13 gols e sofreu 27. Com apenas 21% de aproveitamento, esse é o pior número entre todas as equipes da Série A. Além disso, a equipe foi quem mais sofreu gols fora de casa e quem tem a pior média de gols feitos por partida (0,93).

Nesta última quinta-feira, o Santos voltou a decepcionar longe de seu estádio, em derrota por 1 a 0 para o Fluminense, no Maracanã. O Peixe teve volume ofensivo, mas não conseguiu traduzir suas chances em gols. “Time jogou bem, bem melhor que o Fluminense. Eles tiveram a bola na trave em um lance confuso que erramos na saída e o lance do gol. Não lembro de outra jogada perigosa. Foi o jogo que mais produzimos chances claras de gol”, disse o técnico Fernando Diniz após a partida.


Santos 1 x 1 Fluminense

Data: 21/02/2021, domingo, 18h15.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada (penúltima)
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Savio Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Daniel Henrique da Silva Andrade e José Reinaldo Nascimento Junior (ambos do DF).
VAR: Pablo Ramon Gonçalves Pinheiro (RN)
Cartões amarelos: Luiz Felipe, Bruno Marques e Jean Mota (S); Egídio, Yago e Fred (F).
Cartão vermelho: Nino (F).
Gols: Lucca (15-1); Jean Mota (41-2).

SANTOS
João Paulo; Pará, Luiz Felipe (Madson) (Bruno Marques), Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison, Vinicius Balieiro (Jean Mota) e Sandry; Marinho, Lucas Braga (Ângelo) e Marcos Leonardo (Soteldo).
Técnico: Cuca

FLUMINENSE
Marcos Felipe; Calegari, Nino, Luccas Claro e Egídio; Martinelli (Hudson), Yago e Nenê (André); Luiz Henrique (Michel Araújo), Lucca (Yuri) e Fred (John Kennedy).
Técnico: Marcão



Santos empata com o Fluminense e se classifica para a Pré-Libertadores

O Santos empatou em 1 a 1 com o Fluminense neste domingo, na Vila Belmiro, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor das Laranjeiras abriu o placar com Lucca no primeiro tempo. Jean Mota deixou tudo igual na etapa final.

Com o ponto conquistado, o Peixe se classificou para a Pré-Libertadores, já que o Red Bull Bragantino apenas empatou em 0 a 0 com o Goiás, em Goiânia.

O Fluminense segue na quinta colocação e ainda briga por vaga no G-4. Os cariocas, porém, já têm lugar garantido na próxima Libertadores da América.

O jogo

O Fluminense dominou o Santos desde o primeiro minuto. Mais organizado e com velocidade maior no ataque, o Tricolor das Laranjeiras foi ganhando corpo até abrir o placar.

Aos 15 minutos, o Peixe desperdiçou um ataque com Vinicius Balieiro. No contra-ataque, Luiz Henrique acionou Lucca e o atacante bateu bonito, cruzado. 1 a 0 para o Flu.

O Santos seguiu totalmente sem criatividade, enquanto o Fluminense, cômodo em campo, quase ampliou aos 33. Fred, no meio de quatro jogadores, conseguiu finalizar para boa defesa de João Paulo.

O Peixe foi para o intervalo sem ter criado uma chance sequer. O Flu, até sem muito esforço, conseguiu a vantagem parcial de 1 a 0 merecidamente.

O Santos voltou melhor para a etapa final após as substituições de Cuca. O Peixe ficou mais com a bola e empurrou o Fluminense para a defesa, mas teve dificuldade para criar chances claras.

Aos 16 minutos, Luan Peres isolou um rebote em escanteio. Aos 32, Felipe Jonatan finalizou cruzado de fora da área e obrigou Marcos Felipe a fazer a primeira defesa.

No minuto 38, Nino foi expulso e deixou a vida do Santos mais fácil. Segundos depois, Soteldo cobrou falta e Jean Mota, no primeiro toque na bola, deixou tudo igual no placar.

O Peixe se lançou ao ataque nos minutos finais, mas não conseguiu a virada. 1 a 1 na Vila Belmiro.

Bastidores – Santos TV:

Cuca se despede do Santos: “Trabalho árduo, mas muito compensatório”

O técnico Cuca se despediu do Santos neste domingo, após o empate em 1 a 1 com o Fluminense, na Vila Belmiro, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A expectativa do Peixe era tê-lo na despedida do Brasileirão contra o Bahia, na quinta-feira, em Salvador, mas o treinador lida com um problema de saúde na sua família.

Sua mãe, Nice, e a filha mais velha, Maiara, estão internadas com covid-19 em Curitiba. Por esse motivo, o Alvinegro liberou Cuca com uma partida de antecedência. O contrato termina na próxima quinta e o profissional optou por não renovar. Ariel Holan é o substituto.

“Eu saio muito contente com o trabalho. Árduo e difícil, mas ao tempo muito compensatório. As coisas foram feitas com prazer como falei na apresentação. Sentia que era lugar para aparecer o trabalho e apareceu, principalmente aos jogadores, que foram ponta firme em todos os sentidos. Formamos uma família. Brotaram muitos filhos, meninos (risos). Foram amadurecendo dentro das competições, chegando à final da Libertadores perdida em um lance e muito próximo do objetivo que é ficar na próxima Libertadores. Para buscar uma campanha tão bela como a última. Acho que o trabalho foi muito bem feito”, disse Cuca.

“Legado é o ambiente que formamos. Não é fácil formar ambiente dentro desse contexto. Graças a Deus tudo está se equalizando. Esse pessoal abraçou o Santos com amor. Ganhamos jogos importantes e vimos a felicidade no vestiário, cantando hino do clube. Não é legado que eu deixei, mas eles deixam e torcedor deve abraçar sempre. Em cada lugar, um novo aprendizado. Aprendi que temos que valorizar tudo que temos. Mais importante do que valorizar o que não tem. Nunca pudemos contratar e não falamos disso. Trabalhamos com os meninos e essa valorização valeu a pena. Foi um trabalho prazeroso. Ele é muito cansativo em todos os sentidos porque eu me cobro muito. Perdoo todo mundo, mas não me perdoo. Sempre busco motivo por não ter feito isso ou aquilo, ter sido expulso, colocar esse ou aquele. Sou assim e não adianta. Foi um dos melhores trabalhos da minha profissão porque jogamos grande futebol em alguns momentos, como Boca e Grêmio. Isso deixa a gente feliz”, completou.

Com o empate, o Santos ficou perto da vaga na Pré-Libertadores da América.

Veja a nota oficial do Santos abaixo:

O jogo deste domingo (21), na Vila Belmiro, diante do Fluminense, marcou a despedida do técnico Cuca no comando do time. O Santos Futebol Clube agradece o profissionalismo do treinador, que mesmo enfrentando casos de Covid-19 na família, com a mãe, Nilde, e a filha mais velha, Maiara, internadas em Curitiba, decidiu ficar com o elenco para esta importante partida.

Cuca termina essa sua terceira passagem pelo Santos FC com 44 jogos, 18 vitórias, 14 empates e 12 derrotas. No total são 85 partidas à frente do Peixe, com 31 vitórias, 27 empates e 27 derrotas.

Em meio às dificuldades financeiras do Santos FC e no contexto de uma pandemia global, Cuca também conseguiu ajudar a levar o Peixe à final da Libertadores 2020, com uma equipe recheada de Meninos da Vila. Ao acreditar no potencial da base do Clube, Cuca se mostrou parceiro dos atletas e também da direção do clube.

O presidente do Santos, Andres Rueda, enalteceu as qualidades de Cuca, no comando da equipe. “Ele foi mais do que um técnico, foi um gestor de pessoas. Uniu o time em busca dos objetivos. Foi fundamental, abraçou a molecada, deixou de lado os problemas de bastidores do Clube, criou um clima excelente dentro do grupo e isso foi espelhado nos resultados. A sua participação foi um dos motivos, senão o maior, de termos esses feitos. Obrigado Cuca!”, falou o presidente.

Cuca conversa com elenco do Santos sobre ajuda a Holan: “Vai precisar muito de toda a turma”

Cuca conversou com o elenco do Santos sobre a ajuda necessária para Ariel Holan antes da despedida no empate em 1 a 1 com o Fluminense neste domingo, na Vila Belmiro, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Como publicou a Gazeta Esportiva, Holan terá uma comissão técnica pequena e precisará muito de todos os profissionais do Peixe, como o auxiliar Marcelo Fernandes, o preparador de goleiros Arzul e o analista de desempenho Bebeto Sauthier.

“Eu já falei para os jogadores do novo treinador, da ajuda e de como recebê-lo. Da dificuldade no começo. Vai chegar e já tem Santo André, Ferroviária, São Paulo. Antes o Bahia, que importa muito. Pessoal vai ter que aceitar mais o treinador que tudo. Já conversei com o grupo e com os auxiliares, todo o departamento médico. Holan vem com pouca gente, ele e mais dois auxiliares. Vai precisar muito de toda a turma”, disse Cuca.

O Santos será dirigido pelo auxiliar Marcelo Fernandes contra o Bahia na próxima quinta-feira, em Salvador, pelo último jogo do Brasileirão. Ariel Holan deve chegar no Brasil até o fim de semana.

Classificado para a Libertadores, Santos deve enfrentar o Bahia com auxiliar e time reserva

Sem Cuca, à espera de Ariel Holan e classificado para a Pré-Libertadores, o Santos será dirigido pelo auxiliar Marcelo Fernandes contra o Bahia na próxima quinta-feira, em Salvador, pela 38ª e última rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe fechou o contrato de Holan até dezembro de 2023, mas o argentino só deve chegar no Brasil para o fim de semana, com a possibilidade de estrear no primeiro compromisso do Campeonato Paulista, diante do Santo André, no domingo.

Até lá, o Alvinegro terá o comando de Marcelo Fernandes. E o auxiliar deve levar um grupo recheado de Meninos da Vila para a Bahia na despedida do Brasileirão.

O Santos dará folga a vários titulares depois da classificação para a Pré-Libertadores. A temporada foi longa, cheia de problemas e o descanso é visto como merecido antes do Paulistão.

Enquanto isso, o Peixe testará jovens da base, até como forma de iniciar esse laboratório para Ariel Holan. Ainda não está definido se essa estratégia será repetida nos primeiros jogos do Paulista. Na terceira rodada, o adversário serão o São Paulo.

Santos fecha a contratação de Ariel Holan, que deve chegar no Brasil até o fim da semana

O Santos fechou a contratação de Ariel Holan para substituir Cuca. O técnico argentino ex-Universidad Católica (CHI) chega para um vínculo até dezembro de 2023.

À procura de auxiliares para a sua comissão técnica, Ariel Holan deve chegar ao Peixe até o fim dessa semana, com a estreia prevista apenas para o Campeonato Paulista. O contrato até dezembro de 2023 está apalavrado e será anunciado pelo clube nesta segunda-feira.

Holan gostaria de trazer da Universidad Católica o auxiliar Juan Esparis e o preparador físico Facundo Peralta, mas a dupla não deve vir ao Brasil. Esparis por questões pessoais, enquanto Peralta quer continuar no Chile.

Ariel Holan tem uma equipe particular de analistas de desempenho. A princípio, os três devem continuar com o argentino e não na folha salarial do Peixe. Esse tema, porém, ainda será debatido.

Holan estava no topo da lista do Santos desde o início da procura por um técnico, há mais de duas semanas. A pedida inicial foi alta. Na sequência, o clube conseguiu um “desconto” e passou a avançar na negociação. O valor da comissão técnica será de pouco menos de R$ 600 mil.

O Santos analisou outras opções, como Hernán Crespo, Tiago Nunes e Beccacece. No caso de Crespo, o salário de mais de R$ 1 milhão inviabilizou qualquer papo e ele foi para o São Paulo. Com Nunes e Beccacece, a preocupação foi a mesma: o relacionamento com o elenco. Ambos têm histórico de problemas com atletas e colegas.

Com Holan, o Alvinegro fica satisfeito por aliar projeto de futebol e bom convívio. Sair de Cuca, adorado pelos jogadores, para Tiago Nunes ou Beccacece poderia significar uma ruptura no dia a dia do CT Rei Pelé.

Holan tem 60 anos e foi aprovado pelo departamento de futebol e pela análise de desempenho. O argentino começou no Defensa y Justicia em 2015 e passou por Independiente e Universidad Católica. Antes, foi auxiliar e desempenho e técnico de hóquei sobre a grama.

A chegada de um treinador tarimbado dividiu opiniões no Comitê de Gestão. Para alguns, o comandante seria o único reforço possível neste momento e demanda investimento. Para outros, era momento de economizar e diminuir a folha da comissão técnica. O primeiro pensamento “venceu”.

Votação
O Comitê de Gestão deliberou sobre Ariel Holan por alguns dias. Mais do que maioria simples para a aprovação, o presidente Andres Rueda buscou um consenso.

Quem foi a favor ou contra a chegada de Holan expôs seus argumentos em grupo no Whatsapp. A chegada de um treinador tarimbado dividiu opiniões. Para alguns, o comandante é o único reforço possível neste momento e demanda investimento. Para outros, era momento de economizar e diminuir a folha da comissão técnica. O primeiro pensamento “venceu”.

Cuca
O Santos gostaria de ter Cuca para a partida contra o Bahia na próxima quinta-feira, em Salvador, no encerramento do Campeonato Brasileiro, mas o técnico foi liberado para cuidar de sua família. A mãe e uma das filhas estão internadas com covid-19.

Dessa forma, o auxiliar Marcelo Fernandes deve dirigir o Peixe. O Alvinegro empatou com o Fluminense na despedida de Cuca e está perto da classificação para a Pré-Libertadores.

Holan curioso
Enquanto deixou a questão financeira e contratual para seus representantes, Ariel Holan buscou informações sobre o Santos. Ele falou com colegas de profissão e perguntou ao Peixe sobre questões específicas, como quantidade de campos e uso da tecnologia no departamento de análise de desempenho.

Holan tem vontade antiga de trabalhar no Brasil e viu o Santos como ótima porta de entrada por sua história, presença de jogadores de destaque como Marinho e Soteldo e a predisposição a revelar jovens da base.

Ariel Holan está disposto a trabalhar com a realidade do Santos, de não contratar e correr o risco de perder outros atletas. Os reforços podem chegar só no segundo semestre.


Fluminense 3 x 1 Santos

Data: 25/10/2020, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 18ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Anderson Daronco (RJ).
Auxiliares: Rafael da Silva Alves e Michael Stanislau (RJ).
VAR: Daniel Nobre Bins (RJ)
Cartões amarelos: Michel Araújo, Dodi, Wellington Silva, Hudson e Fred (F); Felipe Jonatan, Arthur Gomes, Luan Peres e Jean Mota (S).
Gols: Luccas Claro (28-2) e Marinho (35-1); Nino (10-2) e Marcos Paulo (47-2).

FLUMINENSE
Muriel; Igor Julião, Nino, Luccas Claro e Danilo Barcelos; Hudson, Dodi, Michel Araújo e Nenê (Marcos Paulo); Caio Paulista (Ganso) e Fred (Yuri).
Técnico: Odair Hellmann

SANTOS
João Paulo; Madson, Laércio (Arthur Gomes), Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan (Jean Mota); Jobson (Alison, Marcos Leonardo) e Diego Pituca; Marinho, Soteldo e Lucas Braga (Angelo).
Técnico: Cuca



Santos perde para o Fluminense em confronto direto por uma vaga no G4

O Fluminense venceu o confronto direto por uma vaga no G-4 contra o Santos neste domingo. O Tricolor recebeu o Peixe no Maracanã pela 18ª rodada do Brasileirão e com o placar de 3 a 1, conquistou uma vaga no grupo de equipes que entrarão na fase de grupos da Libertadores. Luccas Claro, Nino e Marcos Paulo marcaram para o Flu, e Marinho descontou.

Com o resultado, o Tricolor ultrapassou o Peixe e o São Paulo, que teve o seu jogo da rodada adiado. O Fluminense assumiu a quarta colocação com 29 pontos, enquanto o Santos cai para sexto, com 27.

O jogo

O Santos surpreendeu ao entrar em campo com um esquema com três zagueiros e apenas dois volantes no meio campo. O vazio na faixa central deu vantagem ao Flu, que dominou as ações e criou as melhores oportunidades de gol no primeiro tempo.

O gol esteve perto aos 8 e aos 17, em chutes de Luccas Claro e Hudson, respectivamente. Aos 22, o goleiro João Paulo errou na saída de bola e deu de presente a Caio Paulista. O atacante foi em direção à área e tentou o chute da meia lua, mas a bola desviou na zaga e foi pela linha de fundo.

Depois de pressionar na primeira metade do primeiro tempo, o Tricolor chegou ao gol aos 28 minutos. Após um escanteio, a bola voltou para a intermediária e Michel Araújo lançou Danilo Barcelos em profundidade pela esquerda. O lateral cruzou na primeira trave e Fred cabeceou para o meio. Luccas Claro entrou de cabeça e da linha da pequena área testou para o fundo da rede.

O Santos resolveu acordar e acelerou os contra-ataques. Aos 35, o Peixe se aproveitou da ausência de Danilo Barcelos, que era atendido fora de campo para atacar pelo lado direito. Madson dominou na ponta e cruzou a meia altura em direção à pequena área. Oportunista, Marinho se antecipou a Nino na primeira trave e tocou para o gol.

O Flu teve uma baixa no final da etapa. Nenê sentiu lesão e foi substituído por Marcos Paulo.

Cuca abriu mão do esquema com três zagueiros na volta do intervalo, e sacou Laércio para a entrada do meia Arthur Gomes. Mas o Fluminense voltou melhor e pressionou pela vitória.

Os comandados de Odair Hellmann ficaram com a posse de bola e cercaram a área do Peixe até conseguirem o segundo gol. E aos 10 minutos, o Flu ficou novamente em vantagem. Danilo Barcelos cobrou falta na área da direita, Luan Peres afastou de cabeça. De fora da área, Michel Araújo pegou o rebote e, de cabeça, devolveu para a área. Nino desviou mandou para a rede.

Com a vantagem, o Flu diminuiu se ímpeto ofensivo. Odair tirou o atacante Caio Paulista para a entrada de Ganso, e o Tricolor perdeu em velocidade.

O Santos tentou pressionar, mas perdeu o contra-ataque com o recuo do Flu. Com dificuldades para penetrar na defesa adversária, o Peixe não conseguiu a igualdade. O Alvinegro teve dois gols anulados por faltas de ataque, ambas sobre o zagueiro Nino.

Nos acréscimos, escanteio da esquerda, Yuri tentou de cabeça e João Paulo rebateu. Ganso pegou o rebote do lado direito e cruzou rasteiro, e Marcos Paulo tocou para a rede.

Cuca critica a arbitragem, mas diz que o Santos não merecia sair com a vitória

Neste domingo, o Santos enfrentou o Fluminense no Maracanã, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro, e saiu derrotado pelo placar de 3 a 1. Em entrevista coletiva, o técnico Cuca criticou duramente a arbitragem de Anderson Daronco. O treinador não gostou dos dois gols alvinegros anulados e da não aplicação do cartão vermelho para Hudson por carrinho em Soteldo.

“Avaliar a arbitragem é ruim, não é função minha. Mas, o lance (do Hudson) era para vermelho. Estava a cinco metros de mim e dele. Não adianta passar essa situação para o VAR. É uma sensação que ele tem que ter no campo, como ele teve ao anular o nosso primeiro gol, que não foi nada. Ele teve uma interpretação de campo de anular e anulou. Então, foi nisso que eu falei que era tudo contra hoje. O segundo gol anulado é interpretativo. Se for buscar o movimento do Arthur, ele para, ele não faz uma carga. O jogo é de disputa de espaço. Se não desse falta em nenhum dos dois gols, passaria. Se desse falta no segundo, está bom. Mas no primeiro, não. Disputa natural de jogo, não tem o que fazer, e era o gol de empate”, declarou o comandante.

“Então, acho que a arbitragem do Daronco hoje foi muito ruim, não deixou o jogo fluir, amarrou o jogo, mas ele é bom árbitro. Esteve em um dia ruim hoje, assim como nós estivemos em um dia ruim e não merecemos vencer, mesmo que que tivessem sido validados os dois gols. São dias ruins que acontecem, como aconteceu para ele, na minha opinião. Não tira nada do que ele significa, que é um excelente árbitro, uma excelente pessoa, que esteve em um dia ruim. E nós não merecemos, jogamos mal e não merecemos vencer”, completou.

Para o duelo contra o Tricolor, Cuca optou por mandar a campo uma formação com três zagueiros de origem, com Felipe Jonatan atuando pelo meio-campo, Luan Peres na lateral esquerda e Laércio formando a dupla de zaga ao lado de Lucas Veríssimo. O treinador santista explicou o esquema.

“Primeiro que com a entrada do Luan, eu ganho a alternativa de diversos movimentos táticos dentro da partida: 3-5-2, 3-4-3 e 4-3-3, que foi geralmente o que se jogou, com o Luan na lateral, ele já fez muitas vezes isso, e com o Felipe Jonatan entrando na meia esquerda, do lado do Jobson e do Pituca. Então, teoricamente, seria um meio-campo forte, com Marinho, Soteldo e Lucas Braga, mas não encaixou. Depois, a gente inverteu logo na metade do primeiro tempo, abrindo o Felipe Jonatan pela esquerda e fazendo duas linhas de quatro, com Soteldo e Marinho soltos. Também não encaixou”, disse.

“Por fim, no segundo tempo, tiramos um zagueiro, passamos o Luan Peres para a zaga e pusemos o Arthur na meia, variando com o Soteldo, o que melhorou um pouco. A equipe ficou muito nervosa durante a partida devido aos erros que tiveram na arbitragem, o jogo que não fluía. Isso enerva muito e, de alguma maneira, afeta o jogador também. Mas eu não transfiro a eles a culpa do resultado”, concluiu.

O técnico do Peixe ainda apontou a semana cheia do Fluminense para treinamentos como decisiva para os adversários, enquanto a equipe paulista teve de jogar na última terça-feira pela Copa Libertadores.

“Sempre tenho falado que precisamos fortalecer o nosso elenco porque as competições são muito duras, e estamos disputando todas elas. O Fluminense teve a semana inteira para trabalhar, joga em casa, faz diferença. E hoje fez. Eles estavam menos desgastados do que nós”, pontuou.

Cuca nega “Marinhodependência”, mas diz que Santos tem “lacunas” no elenco

Neste domingo, o Santos foi derrotado para o Fluminense, pelo placar de 3 a 1, no Maracanã, pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Recuperado de edema na coxa esquerda, lesão que o deixou de fora de três partidas, Marinho marcou o único gol do Peixe.

Perguntado sobre uma possível “Marinhodependência”, em entrevista coletiva após o confronto, Cuca negou. No entanto, o treinador alvinegro apontou que o elenco santista possui “algumas lacunas”.

“Não sei se é uma Marinhodependência, mas a gente tem algumas lacunas. Quando você monta um elenco, você pensa assim: ‘Vou ter duas peças por setor e vou fazer meia dúzia de meninos’. Então, você tem 22 jogadores mais sete ou oito meninos que às vezes ganham o espaço. Eu, quando perco um jogador em alguma posição, me faz muita falta. Um exemplo, o Felipe Jonatan, mesmo ele estando desgastado, eu não tenho essa opção para fazer a troca. O próprio (Wagner) Palha, que é um zagueiro e a gente improvisa na lateral, não pôde vir porque está com suspeita”, declarou o comandante.

“O grupo não é homogêneo. E essa é a minha luta, que eu já fui em reunião com o Conselho Gestor, com todo mundo, para explicar que temos que deixar o nosso grupo homogêneo. Lógico que não podemos contratar, então temos buscado na base esses meninos. Agora tem que ter paciência para que eles tenham uma sequência de minutagem para poder se desenvolver”, completou.

Das 18 partidas disputadas pelo Santos no Campeonato Brasileiro, em três Marinho não esteve presente. Nos confrontos, o Peixe perdeu para o Atlético-GO, empatou com o Corinthians e venceu o Coritiba. Nos outros 15 jogos, com o camisa 11, foram seis vitórias, cinco empates e quatro derrotas.

Na competição nacional, o atacante soma 11 gols marcados e quatro assistências.

Ângelo Gabriel se torna segundo mais jovem a estrear pelo Santos, e Cuca explica escalação

Apesar da derrota do Santos, o duelo deste domingo contra o Fluminense, no Maracanã, pelo Campeonato Brasileiro, foi histórico para o menino Ângelo Gabriel. Aos 15 anos, 10 meses e 4 dias de idade, o atacante se tornou o segundo jogador mais jovem a estrear como profissional pelo Peixe.

O Menino da Vila saiu do banco de reservas aos 15 minutos do segundo tempo para entrar no lugar de Lucas Braga. Em entrevista coletiva após a partida, o técnico Cuca explicou a decisão de colocar o jovem em campo.

“O que me fez trazer o Ângelo foram os jogos que a gente viu dele, os treinamentos e as informações que a gente tem em sincronismo com a base. O que me fez colocar o Ângelo no jogo foi a necessidade que a gente tinha de um jogador de velocidade pelo lado, uma vez que o Marinho estava mais por dentro. Hoje a gente não tinha o Kaio Jorge, depois colocamos o Marcos Leonardo para fazer dupla com o Marinho, então eu precisava da velocidade pelo lado direito. Lógico que ele vai render muito mais no decorrer da carreira dele, foi a primeira vez, e tende a ser bem melhor na segunda, terceira, pela experiência que o menino vai ganhar”, declarou o comandante.

Ângelo Gabriel, inclusive, assinou um pré-contrato profissional com o Peixe na última sexta-feira. O acordo será efetivado em dezembro, quando o atleta completará 16 anos. A ideia do clube é se proteger do assédio ao Menino da Vila enquanto ele já treina com o elenco principal sob o comando do técnico Cuca desde a última quarta-feira.

O atacante superou Pelé por apenas 11 dias no ranking dos mais jovens a estrear pelo Alvinegro Praiano e está atrás apenas de Coutinho.

Veja a ordem:

1. Coutinho
Idade de estreia: 14 anos, 11 meses e 6 dias
Partida: Santos 7×1 Sírio Libanês-GO, dia 17 de maio de 1958

2. Ângelo
Idade da estreia: 15 anos, 10 meses e 4 dias
Partida: Fluminense 3 x 1 Santos, dia 25 de outubro de 2020

3. Pelé
Idade de estreia: 15 anos, 10 meses e 15 dias
Partida: Corinthians de Santo André 1×7 Santos, dia 7 de setembro de 1956

4. Gabriel
Idade de estreia: 16 anos, 4 meses e 17 dias
Partida: Santos 4×0 Barueri, dia 16 de janeiro de 2013

5. Sandry
Idade de estreia: 16 anos, 5 meses e 1 dia
Partida: Bragantino 1×4 Santos, dia 31 de janeiro de 2019


Fluminense 1 x 1 Santos

Data: 26/09/2019, terça-feira, 20h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 21ª rodada
Local: Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, RJ.
Público: 11.032 pagantes
Renda: R$ 141.015,00
Árbitro: Wilton Pereira Sampaoli (GO)
Auxiliares: Fabricio Vilarinho da Silva (GO) e Guilherme Dias Camilo (MG).
VAR: Andre Luiz de Ferreira Castro (GO)
Cartões amarelos: Yuri Lima e Allan (F); Alison, Diego Pituca e Marinho (S).
Cartão vermelho: Digão (F, 26-2), Frazan (F, 47-2) e Marinho (S, 53-2).
Gols: Soteldo (39-1) e Lucas Veríssimo (47-1, contra).

FLUMINENSE
Muriel; Gilberto, Nino, Digão e Caio Henrique; Yuri Lima, Allan, Ganso (Daniel) e Nenê (Frazan); Yony (Wellington Nem) e João Pedro.
Técnico: Oswaldo de Oliveira

SANTOS
Everson; Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar (Victor Ferraz) e Gustavo Henrique; Derlis González (Carlos Sánchez), Alison, Diego Pituca e Felipe Jonatan; Eduardo Sasha, Soteldo e Uribe (Marinho).
Técnico: Jorge Sampaoli



Santos fica com dois a mais no fim, mas só empata com o Fluminense em noite de briga de Oswaldo com Ganso

Fluminense e Santos empataram em 1 a 1 na noite desta quinta-feira, no Maracanã, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Soteldo e Lucas Veríssimo (contra).

O Peixe teve um a mais na segunda metade da etapa final, após a expulsão de Digão, mas não conseguiu desempatar. A noite também contou com discussão áspera entre Oswaldo de Oliveira e Paulo Henrique Ganso. Substituído, o meia chamou o técnico de burro. A resposta foi “vagabundo”. A torcida ficou com o jogador e pediu a saída do treinador.

Com o empate em casa, o Fluminense sai da zona de rebaixamento e é o 16ª, com 19 pontos. O Santos segue em terceiro, com 38, a sete do Palmeiras e a 10 do Flamengo, cada vez mais longe da briga pelo título.

O jogo:

O Santos foi melhor durante a maior parte do primeiro tempo. O Peixe ficou perto de abrir o placar aos 10 minutos, quando Derlis González recebeu de Eduardo Sasha, não viu Uribe sozinho e finalizou em cima de Muriel. Aos 13, Felipe Jonatan invadiu a área, ganhou de Digão e também parou no goleiro do Fluminense.

Após a pressão inicial do Alvinegro, o Tricolor equilibrou as ações e assustou quando o placar marcava 25: Ganso viu Gilberto sozinho e o lateral-direito chutou torto.

E quando tudo parecia caminhar para o empate sem gols no intervalo, Soteldo apareceu. O camisa 10 recebeu pela esquerda, passou por Nino e Gilberto e deslocou Muriel. Um golaço no Maracanã.

O Fluminense sentiu o gol, a torcida passou a protestar e, mesmo assim, os donos da casa empataram. E num acaso. Derlis foi fominha no ataque, puxou o contra-ataque do rival e Nenê cruzou. Lucas Veríssimo cabeceou para trás e balançou as redes de Everson.

A etapa final começou morna e só teve emoção aos 17 minutos – e fora de campo. Ganso foi substituído para a entrada de Daniel e discutiu feio com Oswaldo de Oliveira. O meia chamou o técnico de “burro”. A resposta veio com “vagabundo”.

Aos 19, a primeira chance do Fluminense. Allan arriscou de longe e Everson espalmou para escanteio. E no minuto 26, uma boa notícia para o Santos: Digão deu um chute em Marinho e foi expulso após checagem no VAR.

O Peixe se lançou ao ataque e quase desempatou aos 33: Felipe Jonatan dribla Frazan e para novamente em Muriel, dessa vez com cavadinha na pequena área.

Aos 43, em escapada de Allan, o Tricolor quase virou. No minuto seguinte, Sasha recebeu passe de Sánchez e, livre, bateu por cima. Ainda deu tempo de Veríssimo cabecear para fora aos 46 e Frazan ser expulso aos 47. Marinho recebeu o segundo amarelo no último lance. No fim das contas, porém, o empate no Maracanã persistiu.

Auxiliar de Sampaoli vê ‘posição boa’ do Santos: “Felizes por entregar tudo”

O auxiliar Jorge Desio, responsável por dirigir o Santos contra o Fluminense por causa da suspensão de Jorge Sampaoli, minimizou o empate no Maracanã na noite desta quinta-feira, pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe venceu uma vez nos últimos oito compromissos, é terceiro colocado e está a 10 pontos do Flamengo. O argentino, porém, nega abatimento do elenco.

“Quando íamos primeiro não pensávamos no título, também não pensamos agora. É dia a dia e pensar no próximo rival. Estamos em terceiro, posição relativamente boa, mas temos que melhorar. E fizemos coisas boas que temos que voltar a fazer”, disse Jorge Desio.

“Não há crise. Quando termina o jogo sempre estamos felizes por entregar tudo na parte anímica, física. E depois temos sempre o que corrigir, até na vitória. Equipe está em posição boa, há coisa a melhorar e isso já ocorria quando éramos os primeiros”, completou o auxiliar.

Desio vê a necessidade de equilibrar a ânsia pelo resultado sem perder a organização tática. O auxiliar, porém, vê lado positivo nesse “amor próprio”.

“O resumo é esse. Santos começa bem e depois se desorganiza um pouco. Santos não ganha há alguns jogos, com ansiedade e um pouco de vontade em buscar o resultado, e acabamos um pouco desorganizados. Desorganização é fruto da busca pelo resultado positivo. Função é equilibrar isso. Temos ansiedade e amor próprio para buscar o resultado”, concluiu.

Gustavo Henrique vê falta de frieza e diz que má fase do Santos é “inexplicável”

Capitão do Santos, Gustavo Henrique não encontrou explicações para o empate do Santos em 1 a 1 com o Fluminense, no Maracanã, e a manutenção da má fase do Peixe no Campeonato Brasileiro: uma vitória nos últimos oito jogos.

O Alvinegro segue na terceira colocação, mas agora está a 10 pontos do Flamengo e cada vez mais distante da briga pelo título.

“É inexplicável. Não é o que queremos. Nos cobramos muito para voltar a ser o time das sete vitórias seguidas. Vamos continuar lutando. Explicação no futebol é complicado. Vamos até o final com a filosofia do nosso treinador”, disse Gustavo, ao Premiere.

“Difícil falar porque não entramos em campo para perder ou empatar. Desde a chegada do Sampaoli implantamos a filosofia dele. Tentamos fazer o máximo. Hoje faltou mais frieza para fazer o gol e trabalhar a bola. Soteldo estava bem e direto livre no um contra um, mas forçamos muito”, completou.


Santos 2 x 1 Fluminense

Data: 02/05/2019, quinta-feira, 19h15.
Competição: Campeonato Brasileiro – 2ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 10.564 pagantes
Renda: R$ 294.075,00
Arbitragem: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Auxiliares: Bruno Raphael Pires e Leone Carvalho Rocha (ambos de GO).
VAR: André Luiz de Freitas Castro (GO)
Cartões amarelos: Soteldo, Rodrygo e Diego Pituca (S); Airton e Allan (F).
Gols: Eduardo Sasha (19-2) e Carlos Sánchez (27-2) e Pedro (42-2).

SANTOS
Vanderlei; Lucas Veríssimo, Felipe Aguilar (Victor Ferraz) e Gustavo Henrique; Carlos Sánchez (Cueva), Diego Pituca e Jorge; Rodrygo, Jean Mota (Jean Lucas), Eduardo Sasha e Soteldo.
Técnico: Jorge Sampaoli

FLUMINENSE
Rodolfo; Gilberto, Matheus Ferraz, Nino e Caio Henrique; Airton (Pedro), Bruno Silva e Allan (Pablo Dyego); Everaldo, Luciano e Yony (Léo Artur).
Técnico: Fernando Diniz



Santos leva susto, mas vence o Fluminense na Vila e segue 100% no Brasileirão

O Santos venceu o Fluminense por 2 a 1 na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. O gols foram marcados por Eduardo Sasha e Carlos Sánchez, na etapa final. Pedro descontou no fim.

Com 100% de aproveitamento após dois jogos, o Peixe ocupa a terceira colocação, atrás de São Paulo e Atlético-MG por causa dos critérios de desempate. O Tricolor das Laranjeiras é o penúltimo, depois de duas derrotas.

O jogo

No duelo de duas equipes na busca por um futebol bem jogado e com a posse de bola, faltou o gol no primeiro tempo.

O Santos foi melhor, mas desperdiçou chances e sofreu nos contra-ataques. Tanto o Peixe quanto o Fluminense erraram nas tomadas de decisão e desperdiçaram os espaços encontrados.

Sánchez e Eduardo Sasha tiveram as melhores chances do Alvinegro. Aos 7, o uruguaio recebeu lançamento de Gustavo Henrique e cabeceou torto. No minuto 45, o atacante perdeu tempo de bola após cruzamento de Sánchez.

A melhor oportunidade do Flu veio com Luciano. Gilberto chutou cruzado, mas o atacante chegou atrasado no segundo pau.

O segundo tempo começou morno, mais truncado, com cara de zero a zero. Mas Rodrygo, o melhor do Santos, seguia tentando tirar o zero do placar. E conseguiu, aos 19 minutos.

Depois de boa jogada do camisa 11 pelo lado direito, a bola sobrou para Eduardo Sasha bater de primeira, no ângulo, para fazer o primeiro no jogo e o segundo no Campeonato Brasileiro.

O Peixe não parou de atacar. Aos 26, Jean Lucas acertou a trave de fora da área. No minuto 27, Pituca também acertou a trave, mas Sánchez aproveitou o rebote e fez o segundo.

Insaciável, o Alvinegro quase fez o terceiro com Jorge, em chute colocado para boa defesa de Rodolfo, aos 32, e novamente com Rodrygo, no minuto 37, em outra grande intervenção do goleiro tricolor.

E quando o cenário parecia de uma goleada, Pedro apareceu. O centroavante do Flu voltou a marcar depois de grave lesão no joelho, e colocou fogo no jogo aos 39. Everaldo cruzou, Gustavo Henrique vacilou e o centroavante guardou.

Nos minutos finais, a partida ficou aberta. Aos 43, Jean Lucas chutou para nova defesa de Rodolfo. Na sequência, o Santos administrou o resultado e voltou a conseguir três pontos.

Sampaoli explica rodízio no Santos e elogia Jorge, Rodrygo e Sasha

O técnico Jorge Sampaoli é adepto do rodízio no Santos. A ideia é mudar os jogadores a cada partida para não perder a intensidade.

Na vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, nesta quinta-feira, o argentino deixou Victor Ferraz, Alison e Jean Lucas. no banco de reservas.

“Estamos em formação. Não planejamos nada. Campeonato é exigente, temos viagem de cinco, seis horas. Temos que ver quem estão melhores. Quem estão 100%. Quem não estiver 100% não pode jogar. Verão modificações porque vejo a intensidade”, disse Sampaoli, em entrevista coletiva.

O treinador aproveitou para elogiar três dos titulares: Jorge, Rodrygo e Eduardo Sasha.

Jorge

“Jorge é de seleção, pela carreira, qualidade. Precisamos do seu compromisso, que nos ofereça o que ofereceu hoje. Ir e voltar, pensar no corredor rival e não só no próprio. Jogador que pode nos dar muita coisa nesse talento normal de um lateral do futebol brasileiro”.

Rodrygo

“Rodrygo nos dá muito, mesmo jovem. Teremos que encontrar um substituto, que nos dê essa refrescância no um contra um. Encontrar dentro ou fora um extremo assim”.

Eduardo Sasha

“Sasha teve dois grandes jogos. Vinha treinando bem, custou um pouco no começo a forma de treinar e entender o jogo de posse, mas hoje nos dá muita satisfação. Mais do que o gol, nos coloca de frente, é generoso, pressiona. Nos ajuda muito”.

Sampaoli cita Pelé e Neymar para agradecer apoio dos santistas

A torcida do Santos ovacionou Jorge Sampaoli na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, durante a vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense.

Antes e depois do jogo, os santistas gritaram o nome do treinador. Ele agradeceu em coletiva de imprensa.

“É uma alegria, gosto muito dessa cidade, me sinto muito bem. Torcida do Santos gritar meu nome é ótimo. Gritam Pelé, Neymar e agora gritam a mim. É uma alegria muito grande”, disse Sampaoli.

Sampaoli também falou sobre a vocação ofensiva do time. O Peixe abriu 2 a 0, mas seguiu atacando e acabou levando um susto com o gol do Pedro no fim.

“Futebol tem que ser maneira de viver. Coincidir com que o torcedor quer. Mais do que ganhar ou perder, que saibamos quem somos. Sem modificar essa forma. Com 2 a 0, seguimos atacando, tivemos oito chances e Pedro converteu. E poderia ter sido 2 a 2. Mas é isso o que somos. Nos reconhecemos assim. Não podemos renunciar o que somos”, completou o comandante.

Victor Ferraz fala sobre assumir uma responsabilidade de Renato no Santos: “Termômetro”

Victor Ferraz assumiu uma responsabilidade de Renato, ex-capitão e hoje executivo de futebol afastado no Santos.

O lateral-direito diz que precisa saber quando acalmar o time em campo, assim como ocorreu na vitória por 2 a 1 sobre o Fluminense, nesta quinta-feira, na Vila Belmiro. Ele entrou no intervalo e fez a equipe melhorar.

“Eu, além de jogar, tenho responsabilidade de fazer o que Renatinho fez por muito tempo. Ser um termômetro também. Não precisamos atacar sempre. Procurei fazer isso, rodar a bola. Participei no primeiro gol, acho que foi bom. Sampaoli tem adotado esse rodízio, eu não ficava fora há muito tempo. Acho que 10. Descansei um pouco e entrei na minha melhor forma”, disse Victor Ferraz.

Jorge Sampaoli explicou o rodízio como forma de manter a intensidade no elenco.

“Estamos em formação. Não planejamos nada. Campeonato é exigente, temos viagem de cinco, seis horas (para Maceió, contra o CSA). Temos que ver quem estão melhores. Quem estão 100%. Quem não estiver 100% não pode jogar. Verão modificações porque vejo a intensidade”, explicou Sampaoli.

Pituca revela apoio de Sampaoli para acabar com novela e renovar com o Santos

Diego Pituca, enfim, acertou sua renovação de contrato com o Santos. O polivalente jogador recebeu um reajuste salarial e estendeu seu vínculo até 2023 com o Alvinegro Praiano. As negociações, porém, se arrastaram por cerca de nove meses.

“Fico feliz de poder estar renovando. Eu falei que não me via com outra camisa a não ser do Santos. Tira um peso das costas, jogar mais leve. É continuar nesta pegada e que possamos conquistar coisas boas”, disse, em entrevista coletiva na tarde dessa sexta-feira.

É inegável a influência de Jorge Samapoli para o fim da novela. Titular seja no meio ou na lateral, Pituca recebeu o apoio de seu técnico nos bastidores para convencer o presidente José Carlos Peres.

“Quando ele chegou, a gente teve uma conversa sobre a renovação. Ele falou que ia me apoiar, ia me ajudar. Acho que ele ajudou um pouco, fico feliz por isso”, contou, antes de dar mais detalhes.

“Foi no começo, ele sabia que tinha essa novela. Ele chegou para mim e disse que tentaria me ajudar, que viu meus vídeos e todos estavam comentando sobre isso. Ele disse que me ajudaria o mais rápido possível. Demorou um pouco, mas ainda bem que já acabou isso”, concluiu o jogador, ainda tímido diante das câmeras.