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Red Bull Bragantino 2 x 2 Santos

Data: 18/07/2021, domingo, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 12ª rodada
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Alex Ang Ribeiro e Fabrini Bevilaqua Costa (ambos de SP).
VAR: Vinicius Furlan (SP)
Cartões amarelos: Weverson, Barbieri, Weverson e Léo Ortiz (B); Marinho, Fernando Diniz, Felipe Jonatan, Luiz Felipe, Sánchez, Zanocelo (S).
Gols: Alerrando (09-1); Marcos Guilherme (24-2), Ytalo (37-2) e Marcos Leonardo (49-2).

RED BULL BRAGANTINO
Cleiton; Aderlan, Natan, Léo Ortiz e Weverson (Edimar); Raul (Fabrício Bruno), Lucas Evangelista, Praxedes; Alerrando (Ytalo). Helinho e Cuello.
Técnico: Mauricio Barbieri

SANTOS
João Paulo; Pará (Madson), Luiz Felipe (Marcos Leonardo), Kaiky e Moraes (Felipe Jonatan); Camacho, Carlos Sánchez (Zanocelo) e Gabriel Pirani (Lucas Braga); Marinho, Marcos Guilherme e Kaio Jorge.
Técnico: Fernando Diniz



Santos marca no fim e arranca empate contra o Bragantino fora de casa pelo Brasileirão

Santos e Red Bull Bragantino protagonizaram um grande jogo na noite deste domingo. Pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, as equipes empataram por 2 a 2, no estádio Nabi Abi Chedid, pela 12ª rodada do torneio.

Com o resultado, o Alvinegro Praiano foi a 16 pontos, mas se manteve na 10ª colocação. Já o Massa Bruta despencou da vice-liderança para o quarto lugar, com 24 pontos, oito a menos que o líder Palmeiras.

O jogo

Os anfitriões iniciaram o primeiro tempo ligados. Com o relógio marcando apenas nove minutos, Kaiky vacilou e perdeu a bola para Aderlan, que partiu em disparada pela direita e cruzou rasteiro para Alerrando. Livre, o atacante só teve o trabalho de completar para o fundo da rede para abrir o placar.

No lance seguinte, quase saiu mais um. Cuello recebeu pela esquerda, cortou para o meio e emendou uma bomba no travessão de João Paulo.

Do outro lado, os visitantes responderam com Marinho, aos 13. O atacante encheu o pé em cobrança de falta, a bola desviou na barreira e tirou tinta do poste direito de Cleiton. Depois disso, no entanto, o Peixe não conseguiu produzir mais nada. O Massa Bruta, por sua vez, apenas controlou a vitória parcial.

Já na volta do intervalo, o Santos melhorou e passou a tomar conta das ações ofensivas. Aos nove, Sánchez aproveitou a sobra de bola na entrada da área e emendou um lindo voleio de primeira, mas por cima. Na sequência, após cobrança de escanteio, Kaio Jorge finalizou rasteiro e obrigou Cleiton a espalmar. No rebote, Marinho chutou em cima do goleiro.

Com 24 minutos, enfim saiu o empate. Felipe Jonatan cruzou na medida para Marcos Guilherme, que, apesar da baixa estatura, subiu mais que os defensores e testou firme. Atento, Cleiton fez linda intervenção. A bola, entretanto, voltou nos pés do meia, que não perdoou.

O Bragantino respondeu aos 33. Cuello foi acionado pela esquerda, cortou para o meio e bateu colocado, obrigando João Paulo a se esticar todo para realizar difícil defesa. Já aos 37, os anfitriões voltaram a ficar em vantagem. Artur cruzou com veneno, a defesa do Peixe apenas olhou e Ytalo aproveitou para estufar as redes.

Nos minutos finais, o Santos se atirou no ataque em busca de um tento salvador, que saiu aos 49, com Marcos Leonardo. Depois de cruzamento de Felipe Jonatan, Madson cabeceou na trave e a bola voltou na medida para o atacante, que empatou no apagar das luzes.

Bastidores – Santos TV:

Diniz vê dois tempos distintos em empate do Santos e explica manutenção do Pará como titular

Na noite deste domingo, Santos e Bragantino protagonizaram um grande jogo de futebol. Pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, as duas equipes empataram por 2 a 2, no estádio Nabi Abi Chedid. O Peixe perdia até os 49 minutos do segundo tempo, quando Marcos Leonardo decretou a igualdade.

Na visão do técnico Fernando Diniz, o Alvinegro Praiano não obteve um resultado melhor por conta da má atuação do seu time no primeiro tempo e devido a um erro da arbitragem no segundo gol do Massa Bruta. O comandante alega que a bola bateu no braço do Lucas Evangelista na origem da jogada do tento.

“Entramos em um ritmo desacelerado no primeiro tempo. No segundo fomos mais agressivos, dinâmicos e tivemos mais interesse em vencer o jogo. O time ganhou um pouco mais de mobilidade e intensidade, mas não apenas pelas mudanças, como também pela postura dos jogadores”, comentou em coletiva

“Também posso citar o lance que a arbitragem não deu falta. Eu não sei porque tem o VAR. Contra o América não foi marcado um pênalti. Hoje o Evangelista falou dentro de campo que a bola bateu na mão dele e foi um lance fácil de se marcar. Não tem como o VAR não parar. Foi a origem do gol. O VAR está lá para não marcar. A arbitragem foi decisiva mais uma vez contra o Santos”, completou.

O treinador também aproveitou para explicar porque mantém Pará como titular na lateral direita. O experiente defensor vem acumulando falhas e irritando a torcida santista. Enquanto isso, Madson corresponde bem quando é acionado, mas tem poucas chances de iniciar as partidas jogando.

“O Madson é um grande jogador, mas eu tenho que ter um olhar técnico, não posso ter um olhar só de torcedor. O Pará, contra o Independiente fez um jogo muito bom, falhou naquele lance em que sofremos o gol que estava impedido, mas fez uma partida muito segura. Eu não posso agir com emoção. Faz 15 anos que o Pará joga em times grandes, quase sempre como titular. Eu entendo o torcedor, ele está aí para criticar e torcer, e eu estou aqui para escalar e fazer o que é melhor para o Santos”, disse.

“Eu estou escalando o Pará porque acho que nesse momento ele foi o que era melhor para o Santos, eu tenho que seguir minha intuição. Não podemos montar um time só olhando o torcedor, embora ele seja muito importante. Mas na condição de treinador eu preciso ver o que está acontecendo internamente para escalar os melhores, que é o que eu estou fazendo”, acrescentou.

Com o resultado desta noite, o Santos foi a 16 pontos no Brasileirão, mas se manteve na 10ª colocação. Agora, o foco do grupo muda para a Copa Sul-Americana. Isso porque, na próxima quinta-feira, o Peixe visita o Independiente, pela partida de volta das oitavas de final.

Com a vitória de 1 a 0 na ida, na Vila Belmiro, o Alvinegro precisa de apenas um empate em Avellaneda para garantir a classificação à próxima fase.

“Vamos descansar o time, temos uma viagem bem difícil por conta da logística, mas vamos busca descansar os jogadores da melhor forma possível para recuperá-los e treinar aquilo que dá para esse jogo tão importante para nós”, finalizou Diniz.

Diniz celebra gol ao seu estilo e critica falta de paciência no futebol brasileiro

O Santos segue com dificuldades para pontuar longe de casa. Neste domingo, no entanto, o um ponto conquistado em Bragança Paulista diante do Bragantino foi motivo de comemoração para o Peixe, já que o time perdia até os acréscimos, quando Marcos Leonardo decretou o 2 a 2.

O primeiro gol alvinegro do embate, aliás, também foi especial para Fernando Diniz. Isso porque a jogada começou nos pés o goleiro João Paulo que, ao invés de rifar a bola, optou por sair jogando curto, algo muito apreciado pelo comandante. Depois de uma longa troca de passes, Felipe Jonatan cruzou na cabeça de Marcos Guilherme, que precisou de duas tentativas para vazar o goleiro Cleiton.

“Acho que isso é fruto de um trabalho. Não é o primeiro gol que a gente faz que saiu do goleiro. O grande problema que tem aqui no Brasil é que no dia que acontecer um erro vão fazer como fizeram no São Paulo. A postura de saída com o goleiro sempre foi a mesma, desde o Audax. Nunca foi uma coisa para o jogador correr risco exagerado. Aqui os jogadores estão sabendo tomar boas decisões, tem hora que dá para jogar, mas não é sempre. Nós criamos situações para fazer gols como esse”, disse o treinador em coletiva.

Diniz também aproveitou para criticar a falta de paciência no futebol brasileiro. Segundo ele, é preciso dar mais incentivos aos atletas, assim como é feito com os jogadores de ligas europeias.

“Quando o João Paulo saiu jogando, alguém poderia ter errado o passe. E aí, se o passe dá errado e toma o gol, a gente fica rotulando e desencorajando as outras pessoas que fazem isso. E lá na Europa a gente fica batendo palma para o City, que também erra saída. No ano passado, por exemplo, todo mundo lembra do Varane, que foi sair jogando e tomou um gol no Real Madrid. Aqui, quando erra, a gente vai desencorajando as pessoas a praticarem um jogo que, além de eficiente, é plástico”, comentou.

“Você precisa ter coragem e sincronia de movimentos. Se as pessoas soubessem o quanto a gente repete e do quanto a gente treina. Aqui no Santos a gente conseguiu fazer gol assim. E espero que a gente tenha cada vez mais senso de saber a hora de sair jogando e a hora de fazer bola longa”, finalizou.

Diniz defende Pará, mas números pesam a favor de Madson no Santos

O técnico Fernando Diniz defende Pará e tenta ajudá-lo a recuperar o bom futebol da última temporada, mas os números pesam a favor de Madson no Santos.

O SofaScore levantou as estatísticas recentes dos dois laterais-direitos no Campeonato Brasileiro. Ofensivamente, não há comparação. E Madson leva a melhor em alguns critérios defensivos também.

Com 38 jogos para cada, Madson tem cinco gols e seis assistências, enquanto Pará não criou nenhuma grande chance. Madson ainda acerta mais cruzamentos (23 x 21%), dá mais passes decisivos (23 x 19), sofre menos dribles por jogos (0,2 x 0,6) e ganha mais duelos (59% x 49%).

“O Madson é um grande jogador, mas eu tenho que ter um olhar técnico, não posso ter um olhar só de torcedor. O Pará contra o Independiente fez um jogo muito bom, falhou naquele lance em que sofremos o gol que estava impedido, mas fez uma partida muito segura. Eu não posso agir com emoção. Faz 15 anos que o Pará joga em times grandes, quase sempre como titular. Eu entendo o torcedor, ele está aí para criticar e torcer, e eu estou aqui para escalar e fazer o que é melhor para o Santos”, disse o técnico Fernando Diniz, em entrevista coletiva.

No 2 a 2 com o Red Bull Bragantino no último domingo, Pará errou no posicionamento do primeiro gol do adversário, não ajudou no ataque e saiu no intervalo. Madson entrou e cabeceou a bola na trave antes do gol de Marcos Leonardo.

Santos é o pior visitante do Campeonato Brasileiro

No último domingo, o Santos empatou com o Bragantino em 2 a 2, fora de casa, em jogo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar de estar na décima colocação, o Peixe é o pior visitante da competição.

Até agora, o Santos disputou seis partidas longe de seus domínios, empatou duas e perdeu quatro. Segundo dados do Footstats, o Peixe é a pior defesa jogando fora de casa, com 13 gols sofridos, e possui o menor saldo (-7).

Santos como visitante no Brasileirão:

🔻 20° em pontos (2)
🔻 20° em aproveitamento (11,1%)
🔻 20° em gols sofridos (13)
🔻 20° em saldo de gols (-7)

Fora da Vila o Peixe tem problemas!

A equipe de Fernando Diniz visita o Independiente, nesta quinta-feira, pela partida de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana. O Santos volta a focar no Brasileiro no próximo domingo, quando irá receber o Atlético-GO.

Confira os resultados do Santos atuando fora de casa no Campeonato Brasileiro:

Bahia 3 x 0 Santos
Fluminense 1 x 0 Santos
Grêmio 2 x 2 Santos
América-MG 2 x 0 Santos
Palmeiras 3 x 2 Santos
Bragantino 2 x 2 Santos



Red Bull Bragantino 1 x 1 Santos

Data: 01/04/2021, sábado, 20h00.
Competição: Campeonato Paulista – Grupo D – 10ª rodada (antepenúltima)
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Douglas Marques das Flores
Auxiliares: Danilo Ricardo Simon e Fabrini Bevilaqua Costa
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral.
Cartões amarelos: Ricardo Ryller, Aderlan (B); Lucas Braga e Pará (S).
Gols: Claudinho (26-1) e Lucas Braga (01-2)

RED BULL BRAGANTINO
Cleiton; Aderlan, Fabrício Bruno, Léo Ortiz, Edimar; Ricardo Ryller (Ramires), Lucas Evangelista, Claudinho; Artur, Pedrinho (Cuello) e Ytalo.
Técnico: Maurício Barbieri

SANTOS
João Paulo; Pará, Kaiky, Luan Peres, Felipe Jonatan; Alison, Jean Mota, Gabriel Pirani (Lucas Lourenço); Marinho, Lucas Braga e Marcos Leonardo (Allanzinho).
Técnico: Marcelo Fernandes (interino)



Santos busca o empate contra o RB Bragantino, mas segue em situação delicada no Paulista

Neste sábado, o Santos saiu atrás do placar, mas buscou o empate por 1 a 1 com o Red Bull Bragantino, no Nabi Abi Chedid, pela décima rodada do Campeonato Paulista. Os mandantes abriram o placar com Claudinho, enquanto o Peixe deixou tudo igual com Lucas Braga.

Apesar de ter enfrentado uma equipe qualificada, o empate ainda deixa o Santos em uma situação delicada no Paulistão. O time tem um ponto a menos do que o Guarani, segundo colocado do grupo D, que ainda joga nesta rodada. Além disso, tem quatro pontos a mais do que o vice-lanterna São Bento, que também tem uma partida a menos.

O primeiro tempo foi dominado pelo RB Bragantino. Os mandantes marcaram alto e recuperaram diversas bolas no campo de ataque, inclusive na origem do gol que abriu o placar. Logo no primeiro minuto da etapa final, o Santos deixou tudo igual, com um bonito chute de Lucas Braga. O Peixe até chegou a balançar novamente as redes, mas o gol de Jean Mota foi anulado.

Com o resultado, o Santos foi a dez pontos, na terceira posição de sua chave.

O jogo

O jogo começou bastante intenso em Bragança Paulista, com as duas equipes tentando chegar ao ataque. A primeira oportunidade real foi do RB Bragantino, com Ytalo finalizando em cima de João Paulo e, no rebote, Pedrinho chutando fraco para o goleiro pegar novamente.

Depois de um período mais morno da partida, o Massa Bruta conseguiu abrir o placar aos 26 minutos. Pará saiu jogando errado, Pedrinho recuperou e passou para Claudinho. O camisa 10 arriscou de fora da área e contou com um desvio para marcar o gol.

Após sofrer o gol, o Peixe até tentou se lançar ao ataque, porém sem grande sucesso. Pará recebeu cruzamento na segunda trave e testou por cima do travessão. O RB Bragantino respondeu com Pedrinho, invadindo a área e parando em defesa de João Paulo.

Logo no primeiro minuto do segundo tempo, o Peixe deixou tudo igual. Marinho recebeu pela direita e enxergou Lucas Braga livre pela esquerda, fazendo a inversão. O atacante dominou e finalizou forte, de esquerda, para fazer um belo gol. Bem melhor depois do intervalo, o Alvinegro seguiu pressionando no ataque.

Aos 16 minutos, o Santos chegou a balançar as redes pela segunda vez, com um lindo chute de Jean Mota de fora da área. No entanto, o VAR anulou o gol por Marinho ter recebido em condição irregular no início do lance. O próprio Jean Mota voltou a levar perigo, em cobrança de falta defendida por Cleiton.

Marcelo Fernandes valoriza o empate do Santos e diz: “Aqui não tem ninguém de corpo mole”

Neste sábado, o Santos ficou no empate por 1 a 1 com o Red Bull Bragantino, permanecendo fora da zona de classificação para as quartas de final do Campeonato Paulista. Apesar disso, o interino Marcelo Fernandes valorizou o resultado conquistado em Bragança Paulista.

Na entrevista coletiva depois do jogo, o auxiliar fixo exaltou a postura dos jogadores do Peixe e lamentou a anulação do que seria o gol da virada da equipe na segunda etapa.

“Valorizar não só o ponto conquistado, porque jogamos contra uma equipe dificílima, que é de Série A e de Sul-Americana, e o Santos mostrou a que veio aqui em Bragança. Tentamos fazer o resultado, chegamos à virada com um segundo gol, que não é conclusivo o impedimento. Eu já vi o lance, realmente é complicado, até pela nossa situação, mas só tenho a dignificar os nossos jogadores. Fomos para o intervalo e voltamos com uma atitude completamente diferente, mesmo tomando um gol no primeiro tempo, a equipe se mostrou muito coesa, digna do Santos Futebol Clube. Estou muito feliz”, afirmou.

Perguntado sobre a perspectiva da chegada de um novo técnico, Marcelo Fernandes deixou claro que não quer ficar pensando sobre o assunto e mandou um recado sobre a postura dos jogadores em campo.

“Eu sou funcionário do clube, sou o auxiliar fixo da casa. Não é a primeira vez que isso acontece comigo, e, graças a Deus, a gente tem um domínio no grupo em todas as vezes que aconteceram. Haja visto o jogo de hoje, com o que esses jogadores fizeram. Não só por mim, mas pelo Santos, que é o mais importante. O importante é frisar que aqui não tem ninguém de corpo mole, é realmente uma má fase, que com certeza vai passar, hoje os jogadores deram um importante passo para isso”, disse Marcelo Fernandes.

“Quanto à chegada de um treinador e minha permanência, não fui comunicado e não quero nem pensar nisso. Meu pensamento é de trabalhar todos os dias, já que temos pouco tempo para treinar”, finalizou.

Lucas Braga destaca “poder de reação” do Santos e lamenta gol anulado

O Santos saiu atrás do placar, mas buscou o empate com o Red Bull Bragantino neste sábado. O Peixe fez um primeiro tempo muito ruim, porém voltou melhor do intervalo e mostrou poder de recuperação, deixando tudo igual com um belo gol de Lucas Braga.

O atacante destacou a postura da equipe na etapa final e comentou sobre o gol anulado do Santos, que seria o da virada. Na origem da jogada, Marinho recebeu em posição irregular, de acordo com o VAR.

“É importante, porque a gente vinha de uma sequência muito ruim, em que não marcávamos gols, ainda que não seja o resultado que a gente queria. A gente buscou a vitória até o final, inclusive teve um lance ali que acho que não estava impedido. Mas vale o poder de reação que a gente teve”, afirmou Lucas Braga ao Premiere.

“Não fizemos um bom primeiro tempo, mas conseguimos construir boas jogadas no segundo. É crescer nos próximos jogos”, completou.


Red Bull Bragantino 1 x 1 Santos

Data: 08/11/2020, domingo, 18h15.
Competição: Campeonato Brasileiro – 20ª rodada
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Vinicius Furlan (SP)
Auxiliares: Neuza Ines Back e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (ambos de SP).
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral
Cartões amarelos: Lucas Evangelista (B); Jean Mota, Jobson, Soteldo e Sandry (S).
Gols: Léo Ortiz (18-2, contra) e Léo Ortiz (50-2).

RED BULL BRAGANTINO
Cleiton; Aderlan (Weverton), Léo Ortiz, Ligger e Weverson (Luan Cândido); Raul, Lucas Evangelista e Cuello (Morato); Artur (Luis Phelipe), Ytalo (Thonny Anderson) e Hurtado.
Técnico: Maurício Barbieri

SANTOS
João Paulo; Madson (Pará), Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan; Diego Pituca, Jobson (Sandry) e Jean Mota (Lucas Lourenço); Arthur Gomes (Lucas Braga), Soteldo (Taílson) e Kaio Jorge.
Técnico: Cuquinha (aux. técnico)



Santos leva gol no minuto final e fica apenas no empate com o Bragantino

Neste domingo, pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, RB Bragantino e Santos ficaram no empate por 1 a 1 em Bragança Paulista, no interior de São Paulo. Os tentos foram de Soteldo e Léo Ortiz.

O resultado não foi bom para nenhuma das equipes. Com o um ponto somado, o Peixe foi a 31, descendo para a sétima colocação, já que o Palmeiras venceu na rodada e chegou a mesma pontuação. Já o Massa Bruta até subiu para 16º, com 20 pontos, mas perdeu a oportunidade de abrir vantagem para os times da zona do rebaixamento.

O jogo

A partida começou em um ritmo lento em Bragança Paulista, com as duas equipes errando muitos passes, principalmente no meio de campo. Com isso, a primeira chegada mais perigosa aconteceu apenas aos 15 minutos, quando Madson recebeu livre na ponta direita e bateu cruzado, parando em defesa de Cleiton.

A resposta dos anfitriões saiu aos 25. Em rápido contra-ataque, Cuello foi acionado na esquerda, cortou para o meio e soltou o pé. O chute do meia até passou pelo goleiro, mas acabou explodindo no travessão. Na sobra, Artur foi travado na hora da finalização.

Cinco minutos depois, João Paulo foi obrigado a fazer duas defesas em sequência. Após ótimo lançamento de Aderlan, Cuello recebeu livre na área a chutou a queima roupa para a difícil intervenção do arqueiro. No lance seguinte, foi a vez de Artur receber bom cruzamento. Sem marcação, o atacante testou firme, mas no meio do gol, facilitando a vida do goleiro.

Na segunda etapa, o tento enfim saiu. Depois de 18 minutos sem muitas emoções, Soteldo recebeu lançamento pela esquerda, invadiu a área e bateu cruzado. A bola desviou no braço de Léo Ortiz e morreu no fundo das redes.

O Braga teve uma grande chance de empatar logo na sequência. Morato foi acionado por trás da defesa e cruzou na pequena área, encontrando Hurtado livre, até mesmo sem goleiro, mas o venezuelano mandou por cima. Já aos 31, quem impediu o gol foi a trave. Após cruzamento de Evangelista, Artur subiu bem para cabecear no canto oposto de João Paulo, porém carimbou o poste.

Já aos 50, quando tudo parecia encaminhado para a vitória santista, Léo Ortiz aproveitou cobrança de escanteio para deixar tudo igual no último lance de jogo.

Bastidores – Santos TV:

Cuquinha critica primeiro tempo do Santos, mas vê evolução no segundo contra o Red Bull Bragantino

Auxiliar técnico do Santos e responsável por comandar o time na beirada do campo no empate em 1 a 1 contra o Red Bull Bragantino, neste domingo (08), pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro, no estádio Nabi Abi Chedid, por conta do diagnóstico positivo do treinador Cuca para a Covid-19, Cuquinha criticou o desempenho santista no primeiro tempo.

O profissional confessou que ‘não via a hora do primeiro tempo acabar para ajustar a equipe’. No intervalo, o Alvinegro voltou com três alterações.

– O primeiro tempo foi horrível, muito abaixo, até os próprios jogadores no intervalo estavam se cobrando porque não é normal fazer um primeiro tempo tão ruim como foi feito – disse o assistente em entrevista coletiva virtual concedida após o jogo.

– Apatia quando começa o jogo e não da certo, erra uma, duas, três vezes. Teve 76% de acerto dos passes. A gente fica cobrando o jogador, mas parece que piora, porque eles vão errando cada vez mais. A gente só torcia para terminar o primeiro tempo para poder corrigir – acrescentou.

Cuquinha, no entanto, viu evolução do time na etapa final e lamentou o gol de empate sofrido nos acréscimos. Os santistas reclamam que o tento teria saído após o tempo extra.

– Segundo tempo melhorou um pouco, teve o controle do jogo, não que tivesse feito um segundo tempo, mas teve o controle do jogo e foi penalizado no final. O raio caiu duas vezes no mesmo lugar, no primeiro e no segundo turno. Um gol depois do tempo normal, mas faz parte – pontuou o irmão de Cuca.

Com o empate, o Peixe perdeu a oportunidade de chegar a 33 pontos, três a menos que o líder Internacional. Na próxima rodada, o Alvinegro encarará justamente o Colorado, e caso vencesse o Red Bull Bragantino, poderia chegar ao duelo diante dos gaúchos com a possibilidade até de ultrapassá-los.

Cuquinha afirma que Cuca fez “muita falta” ao Santos e projeta duelo contra o líder do Brasileirão

Após uma má atuação do Santos no empate por 1 a 1 com o Red Bull Bragantino, principalmente nos primeiros 45 minutos de jogo, o auxiliar Cuquinha afirmou que o técnico Cuca fez “muita falta” ao Peixe.

O comandante alvinegro testou positivo para a covid-19 no último sábado, logo antes do último treino da equipe para o confronto deste domingo, e foi internado em um hospital na capital paulistana por precaução, devido ao seu histórico de problemas cardíacos.

“Não sei se teve influência, mas com certeza fez muita falta. No sábado, estava tudo pronto para o treino, mas ele sentiu os sintomas e a gente acabou não treinando. A gente vem em uma maratona muito grande, não é desculpa, mas jogo toda quarta e domingo… Agora nós vamos ter uma semana cheia para treinar, voltar a jogar na Vila Belmiro e voltar a fazer um grande jogo”, disse em coletiva.

Sobre o próximo compromisso do Peixe, que será no sábado, contra o líder Internacional, o auxiliar destacou que esse é um ótimo jogo para o time recuperar a confiança e o psicológico, abalado após um gol sofrido no último lance diante do Bragantino neste domingo.

“Trabalhando no dia a dia (se recupera o psicológico), você está em um time grande. Quando você está no Santos sempre vai ter cobrança e a melhor coisa que tem é se recuperar em cima do líder, em um jogo em casa. Então, agora é se recuperar bem para conseguir um bom resultado no sábado”, analisou.

O Santos é o sétimo colocado do Brasileirão, com 31 pontos, cinco a menos que os colorados.


Santos 1 x 1 Red Bull Bragantino

Data: 09/08/2020, domingo, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 1ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro (MG).
Auxiliares: Felipe Alan Costa de Oliveira e Ricardo Junio de Souza (ambos de MG).
VAR: Emerson de Almeida Ferreira (MG).
Cartão amarelo: Ricardo Ryller (B).
Gols: Marinho (19-2) e Claudinho (47-2).

SANTOS
Vladimir; Pará, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison, Diego Pituca e Carlos Sánchez; Marinho (Jean Mota), Soteldo e Kaio Jorge (Uribe).
Técnico: Cuca

RED BULL BRAGANTINO
Cleiton; Aderlan, Léo Ortiz, Fabrício Bruno e Edimar; Ricardo Ryller (Claudinho), Matheus Jesus e Weverson (Robinho); Morato (Bruno Tubarão), Artur e Alerrandro (Ytalo).
Técnico: Felipe Conceição



Na reestreia de Cuca, Santos sofre empate do Red Bull Bragantino no fim

Na reestreia do técnico Cuca, o Santos empatou em 1 a 1 com o Red Bull Bragantino neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

O gol do Peixe foi marcado por Marinho, em mais um “míssil aleatório”, como ele mesmo define suas finalizações de fora da área. O goleiro Cleiton aceitou o chute de longe aos 19 minutos do segundo tempo.

O Bragantino empatou com Claudinho, cria do Alvinegro, aos 47, nos acréscimos, após Luan Peres afastar mal uma cobrança de escanteio. Vladimir, destaque até os minutos finais, não conseguiu evitar.

A partida foi muito equilibrada e com chances para os dois lados. Jean Mota e Fernando Uribe entraram na etapa final e perderam oportunidades de matar o jogo para o Santos, assim como Soteldo.

O jogo

O Red Bull Bragantino começou melhor e obrigou Vladimir a fazer duas boas defesas em sete minutos, após finalizações de Alerrandro e Weverson.

Após o susto, o Santos equilibrou as ações e passou a criar mais. No minuto 11, Soteldo cruzou e Kaio Jorge não alcançou. E aos 16, Kaio roubou de Fabricio Bruno e sofreu pênalti. Carlos Sánchez bateu para fora.

O Peixe seguiu no ataque e finalizou de fora da área com Marinho, aos 20, para defesa segura de Cleiton. No minuto 22, a resposta: Ryller chutou, a bola desviou e quase entrou.

Aos 39, o Alvinegro esteve perto novamente. Soteldo cruzou e Kaio Jorge, de ombro, finalizou muito perto da trave direita de Cleiton.

Assim como na etapa inicial, o Bragantino chegou primeiro. Artur recebeu na direita e e chutou forte para nova intervenção importante de Vladimir.

Aos 13, Arthur acionou Alerrando e Vladimir salvou novamente. O lance, porém, foi invalidado por impedimento do centroavante. E aí veio a surpresa.

Marinho arriscou de longe, a bola bate na grama e engana o goleiro Cleiton. Santos na frente aos 19 minutos do segundo tempo na Vila Belmiro.

O gol fez o Bragantino se expor e o Peixe passou a criar diversas chances. Novidade logo depois do 1 a 0 sair, Fernando Uribe vacilou.

No minuto 22, Sánchez cruzou e Uribe cabeceou de raspão. Aos 25, Pará cruzou, Cleiton desviou e Uribe, com o gol livre na frente, não conseguiu dominar. Soteldo, sem goleiro, chutou para fora na sequência.

Quando o placar marcava 27 jogados, os visitantes assustaram. Alerrando bateu de primeira e Vladimir, de novo ele, salvou. Árbitro havia marcado impedimento. Dois minutos depois, Matheus Jesus apareceu livre na entrada da área e isolou.

Nos minutos finais, o Santos tentou controlar o jogo e administrar a vitória, mas não conseguiu. O Red Bull empatou aos 47 minutos, com Claudinho, cria do Peixe, em chute de fora da área. Empate na reestreia de Cuca.

Bastidores – Santos TV:

Santistas reclamam da arbitragem após empate: “Palhaçada”

Na reestreia de Cuca, o Santos empatou em 1 a 1 com o Red Bull Bragantino neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro. E o time reclamou depois da arbitragem.

O gol do Bragantino saiu aos 47 minutos do segundo tempo. De acordo com o Peixe, o árbitro não autorizou as substituições e a equipe ficou sem todos na área. Madson e Jobson estavam prontos para entrar.

Cuca e vários atletas foram conversar com Ricardo Marques Ribeiro após o apito final. Luiz Felipe falou assim: “Ele precisa admitir o erro. Isso compromete o campeonato”.

Luan Peres deu entrevista ao Premiere e também repercutiu o lance.

“A gente treina bola parada a semana toda, conseguimos tirar todas… Cuca fez uma estratégia de 90 minutos, quisemos colocar um homem mais alto para tirar a bola, e o árbitro não autorizou, e por que? Era estratégia do time para ajudar na bola parada. Foram dois lances capitais, ele não deixou substituir, e aí o 4º árbitro levantou a placa, e o nosso homem do rebote tava saindo já”, disse Luan.

“Acabou saindo o gol nessa palhaçada da arbitragem”, completou o zagueiro.

Cuca explica ‘fatalidade’ com árbitro em empate do Santos: “Como dói”

O técnico Cuca explicou o desentendimento com o árbitro Ricardo Marques Ribeiro no empate do Santos em 1 a 1 com o Red Bull Bragantino neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

O gol de Claudinho saiu aos 47 minutos do segundo tempo, após rebote de escanteio. Madson e Jobson estavam posicionados para entrar.

“Eu estava colocando Madson e Jobson, dois altos. Instruí os dois para irem ao primeiro pau. Juiz não autorizou a entrada. Houve um desentendimento de informação, de gestual. Eu fiz que ia trocar e ele entendeu que era para o próximo lance. Isso acontece, não vamos por a culpa. É um lance fatídico, dói, como dói. Se fosse há 20 anos, falaria besteira. Hoje faço diferente. Se reparar bem, Sánchez é homem do rebote pelo lado direito. E onde caiu a bola? Bem ali. E quando ele (Sánchez) vê que vai sair, vem correndo. Eu disse que trocaria, juiz entendeu que seria depois”, disse Cuca.

“Não é culpa do árbitro. Ricardo é integro, do bem, foi uma fatalidade”, completou o treinador.

Cuca vê falta de “moral” no elenco do Santos e visa “conexão” no ataque

Cuca falou sobre a falta de “moral” no elenco do Santos após o empate em 1 a 1 com o Red Bull Bragantino neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe criou as melhores chances, mas não matou o jogo e sofreu o gol nos acréscimos.

“1 a 0 até o fim abre o risco. Me queixo mais de não ter feito dois, três, quatro do que de termos tomado. Temos que saber administrar. Empate em cima da hora é horrível, mas faz parte. Um jogo em que sabíamos do conjunto forte do Bragantino. Não é equipe de destaques individuais. Estão bem treinados. Tiveram início melhor, 10/15 minutos, tomaram conta. Entendemos, tivemos posicionamento melhor, mais adaptado na marcação e posse de bola. Acabamos primeiro tempo melhor, perdemos o pênalti, Tem um baquezinho, principalmente para quem perde o pênalti, por mais experiente que seja (Carlos Sánchez). Comandamos as ações no segundo tempo, fizemos 1 a 0 e tivemos situações muito claras de matar o jogo”, avaliou Cuca.

“Jogamos com muita determinação, força de vontade, aplicação. Taticamente fez grande parte do jogo bom. Infelizmente, não estamos com moral elevado a ponto das coisas darem certo. Com moral, se faz resultado antes, não leva o jogo para o perigo como estava”, completou.

O treinador ainda avaliou o posicionamento de Sánchez mais próximo do jogo adversário e falou sobre “conectar” melhor o ataque.

“Sánchez jogou mais adiantado, um pouco mais à frente. Quero melhorar a participação dos extremos (Marinho e Soteldo). Quando tivermos a bola em um lado, que participem também, não fiquem do outro sem participar. Atacante precisa dessa companhia. Temos que trabalhar bastante esse posicionamento”, afirmou.

“Eu trabalhei dois dias apenas. Se você tem jogadores de velocidade, dificilmente vamos chegar com toques curtos. São velocistas. Temos que ter bola longa também, é uma saída, um desafogo”, completou.

Elogiado por Cuca, Kaio Jorge retribui: “Santos foi mais agressivo”

Cuca gostou do desempenho de Kaio Jorge no empate do Santos em 1 a 1 com o Red Bull Bragantino neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

O atacante teve uma chance clara para marcar de cabeça no primeiro tempo, mas a bola passou perto da trave.

“Kaio Jorge fez bom jogo. Foi infeliz no cabeceio, bola passou à frente dele em outra hora. Tem evoluído bem. Vamos administrar o resultado e que tenhamos sorte melhor na quinta-feira (contra o Internacional)”, disse Cuca, antes de evitar comparação com Gabigol.

“Gabigol era um cara rodado, tinha jogado na Europa, diversos campeonatos. Kaio é o primeiro (ele estreou no Brasileirão de 2018), mas jogou bem. Não podemos deixar de enaltecer. Não teve a fortuna de fazer o gol, mas jogou bem e temos que valorizar o menino”, completou o treinador.

Animado com o retorno de Cuca, Kaio Jorge retribuiu o elogio e viu o time melhor contra o Bragantino.

“Professor Cuca é experiente, de grupo, sabe lidar com muitos tipos de situação. Modo de jogar já foi um pouco diferente, fomos mais agressivos. Ele me conhece, foi quem me subiu para o profissional. Agora é trabalhar bem para ter sequência”, afirmou Kaio, ansioso pelo gol.

“Está a mil. Centroavante tem que marcar sempre, independentemente de qualquer coisa. Estou trabalhando bem, forte, e espero marcar em breve”, concluiu.

Cuca dá conselho a Uribe no Santos e diz: “Confiança é tudo”

Cuca avaliou a má atuação de Fernando Uribe no empate do Santos em 1 a 1 com o Red Bull Bragantino neste domingo, na Vila Belmiro, pela primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

O colombiano entrou no lugar de Kaio Jorge no segundo tempo e perdeu uma chance claríssima. Em outra oportunidade, furou um cabeceio.

O técnico deu um conselho para o centroavante e falou em ajudá-lo a readquirir a confiança.

“Hoje ele teve (chance), né? Bola para fazer o gol, sobrou para ele. Goleiro deu um tapinha. Pelo posicionamento, achei que faria gol de peito ou de coxa, do jeito que fosse. Sobrou para o Soteldo e também perdeu. Temos que recuperar confiança. Confiança é tudo”, disse Cuca.

“Confiança se faz com trabalho, merecimento. Se a técnica não está dando certo, vai com o coração. Aprendi isso na vida. Técnica já se tem”, completou.

Contratado há mais de um ano, Uribe ainda não fez gol pelo Santos. O vínculo termina em 2022 e ele recebe o segundo maior salário do elenco.


Santos 0 x 0 Red Bull Bragantino

Data: 23/01/2020, quinta-feira, 19h15.
Competição: Campeonato Paulista – 1ª fase – 1ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 12.412 pagantes
Renda: R$ 511.705,00
Árbitro: Raphael Claus
Auxiliares: Risser Jarussi Corrêa e Evandro de Melo Lima.
Cartões amarelos: Carlos Sánchez (S); Ligger, Edimar, Barreto e Artur (B).

SANTOS
Everson; Felipe Jonatan, Luan Peres, Luiz Felipe e Pará; Alison, Carlos Sánchez e Diego Pituca; Marinho (Derlis González), Kaio Jorge (Raniel) e Eduardo Sasha (Arthur Gomes).
Técnico: Jesualdo Ferreira

RED BULL BRAGANTINO
Júlio César; Aderlan, Léo Ortiz, Ligger e Edimar; Barreto (Vitinho), Bruno Tubarão (Thonny Anderson), Uillian Correa e Claudinho (Morato); Artur e Ytalo.
Técnico Vinicius Munhoz



Santos joga mal e só empata com o Red Bull Bragantino na estreia do Paulistão

O Santos não estreou bem no Campeonato Paulista. Na noite desta quinta-feira, o Alvinegro Praiano recebeu o Red Bull Bragantino na Vila Belmiro. Após um primeiro tempo com poucas chances para os dois lados, o Braga foi melhor na segunda etapa, mas o Peixe conseguiu segurar o 0 a 0.

Como o Guarani venceu na estreia e a Ferroviária empatou, o Massa Bruta está na terceira colocação do Grupo D. O Peixe, por sua vez, foi a única equipe que somou pontos no Grupo A.

O jogo

O Red Bull Bragantino começou o jogo com muita intensidade, atacando principalmente pela direita, com Artur. Do outro lado, as duas linhas de quatro do Santos mostraram muita solidez defensiva. Quando tinha a bola, a equipe de Jesualdo Ferreira tentava, mas não conseguia furar ao bloqueio do Massa Bruta.

Aos poucos, o Braga começou a esperar o Santos, que valorizava mais a posse de bola, porém, pecava muito na criação. A válvula de escape era Marinho, atleta responsável pela maioria das jogadas de perigo do Peixe. Apesar do apoio de Carlos Sánchez, o atacante não teve muito sucesso pelo lado direito.

Depois de 25 minutos sem qualquer chute na direção do gol, o Bragantino saiu em um rápido contra-ataque e a bola chegou em Claudinho. O meio-campista encheu o pé da entrada da área e obrigou uma bela defesa do goleiro Everson.

A resposta do Santos veio faltando sete minutos para o fim do primeiro tempo, com Sánchez. De três dedos, o uruguaio tentou vencer o Júlio César, que só olhou a finalização passar perto do gol.

Na volta do vestiário, Jesualdo promoveu a entrada de Raniel no lugar de Kaio Jorge, pouco acionado no jogo. Enquanto o Peixe se preocupava em arrumar o sistema ofensivo, o Red Bull Bragantino continuou com a mesma intensidade e criou a primeira oportunidade.

Em uma das suas primeiras participações, Ytalo recebeu dentro da área, girou para cima do zagueiro e chutou firme, mas só bateu na rede pelo lado de fora. Após a chance de Pará, que completou 200 jogos com a camiseta do Santos, exigir boa defesa de Júlio César, o camiseta 9 desperdiçou uma chance cara a cara com Everson.

Aos 24 minutos, Ytalo, sempre ele, quase inaugurou o marcador. Thonny Anderson, substituto de Bruno Tubarão, encontrou o companheiro livre de marcação. O atacante invadiu a grande área e, de cavadinha, mandou a bola no travessão.

Nos momentos finais da partida, o Santos foi ao ataque. No entanto, a boa defesa do Bragantino garantiu o placar zerado no confronto.

Bastidores – Santos TV:

Jesualdo explica estratégia e analisa postura do Santos na estreia

Após 12 dias de preparação, o Santos sofreu para empatar com Red Bull Bragantino, em partida válida pelo Campeonato Paulista. Depois da estreia no comando do Peixe, Jesualdo Ferreira concedeu entrevista coletiva na Vila Belmiro e passou suas primeiras impressões sobre o elenco.

“Vocês conhecem os jogadores melhores que eu. Jogamos em casa, primeiro jogo. Eles ainda têm muitas coisas na cabeça. No entanto, em grande parte do jogo, eles foram capazes de jogar da forma que eu quero. O intuito é dar pouco espaço para o adversário, ser rápido na troca de passes e explorar a velocidade dos atacantes. A segunda fase do jogo, que é chegar ao gol adversário, manter a bola, em alguns momentos fizemos”, analisou.

O treinador português também explicou a opção por escalar Alison, capitão do time na noite desta quarta-feira, como primeiro volante. Sob a visão dele, o camiseta 5 tem mais vigor físico em comparação com Diego Pituca, jogador com características mais ofensivas.

“Eu gosto mais do Alison nessa posição do que o Pituca. O Pituca tem uma capacidade importante que é de entrar em zonas ofensivas. Isso é mais importante. O Alison tem mais poder físico, capacidade de poder, quando a equipe abaixa, fazer um tampão. Não se esqueça que do lado direito tem o Carlos”, completou.

Por fim, Jesualdo destacou mais um defeito do Santos contra o Bragantino.

“Ainda falta intensidade para jogar no ritmo que eu quero”, finalizou.

Jesualdo Ferreira destaca defesa e elege o maior defeito do Santos

Apesar do Red Bull Bragantino ter criado as melhores oportunidades na partida desta quarta-feira, pelo Campeonato Paulista, Jesualdo Ferreira vê pontos positivos na estreia, uma vez que o Santos teve pouco tempo de preparação. No entanto, o técnico também destacou o principal defeito do Peixe, em entrevista concedida após o duelo.

“Depois de doze dias, estava pronto, não tinha outra alternativa, tinha que jogar. A equipe foi capaz, durante algum tempo, de deixar o adversário com pouco espaço. Não foi fácil para o Red Bull ganhar espaços para atacar. Mas não conseguimos fazer aquilo que acho importante, que é ter clareza no momento de decidir. A equipe jogou muito depressa. Acho que esse foi nosso problema maior. Agora temos que trabalhar”, analisou.

O comandante ainda destacou a presença do público na Vila Belmiro. Segundo o português, a torcida pode ser o trunfo do Santos em 2020.

“Quando torcedores vieram? 12 mil? Fantástico. Vou agradecer aos torcedores do Santos por terem comparecidos por essa capacidade de apoiar durante os 90 minutos. Se conseguirmos ter sempre uma presença dessa, dentro dos 12 ou 15 mil, vamos ter um ambiente muito bom ao nosso favor. Emocionou um pouco, me tocou, por isso o agradecimento”, completou.

Jesualdo elogia base do Santos e pede calma: “Ver como encaram o jogo”

Logo na sua partida de estreia pelo Campeonato Paulista, o Santos contou com a ausência de Yeferson Soteldo, que foi convocado pela seleção da Venezuela para a disputa do Pré-Olímpico. No lugar de uma das principais peças da temporada passada, Jesualdo Ferreira promoveu a escalação de Kaio Jorge. Já na segunda etapa, o comandante colocou outra joia da casa em campo, Arthur Gomes.

Em entrevista coletiva concedida após o duelo na Vila Belmiro, o técnico português elogiou a base do Peixe e pediu calma com os jovens.

“O elenco do Santos tem muitos jovens. É uma riqueza do clube. No entanto, como são jovens, nem sempre as coisas acontecem como o esperado. Nós, como vocês viram em termos defensivos, conseguimos resolver os problemas em alguns momentos. Mas eles puderam marcar em duas oportunidades. O mais importante era ver como encaram o jogo”, comentou.

Questionado sobre o motivo pelo qual Kaio Jorge foi substituído, Jesualdo revelou que o atacante sentiu um desconforto no tornozelo esquerdo. Sem o jogador da Seleção Brasileira Sub-20 em campo, o treinador explicou como armou o time.

“O Kaio Jorge jogou mais pelo corredor. O Marinho ficou mais aberto. São dois jogadores que tem essa característica. O Kaio teve uma entorse no pé e acabou saindo por isso. A tentativa de colocar um central não funcionou. Por conta disso, voltamos ao 4-3-3, que garantiu mais consistência”, finalizou.

Após empate, Alison fala sobre ritmo de jogo do Santos e exalta Bragantino

O Santos teve uma atuação abaixo das expectativas na estreia do Campeonato Paulista. Na noite desta quinta-feira, o Peixe recebeu o Red Bull Bragantino e viu o adversário criar as melhores chances de gol na Vila Belmiro. Após o duelo, o volante Alison, capitão do Alvinegro Praiano, falou sobre o ritmo do elenco.

“Claro que ainda nos falta um pouco de ritmo. Na minha visão, isso é natural. Vamos adquirindo ao longo do campeonato. Temos que continuar trabalhando forte para chegar no nosso auge o mais rápido possível”, destacou.

O camiseta 5 ainda elogiou o adversário e, apesar do Santos ter chutado apenas duas vezes na direção da meta do Bragantino, viu uma melhora na segunda etapa.

“Queríamos a vitória, pois sabíamos o quanto isso seria importante. Tentamos, lutamos e até melhoramos no segundo tempo. Infelizmente, não conseguimos o resultado positivo. Acho que o Red Bull Bragantino também teve méritos”, completou.

Santos confirma lesão no tornozelo esquerdo de dois atletas

Um dos jogadores mais acionados do Santos no empate diante do Red Bull Bragantino, pela estreia do Campeonato Paulista, Marinho sentiu um desconforto e foi substituído ainda no segundo tempo. Momentos depois do apito final, o clube confirmou que o atacante sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo. Kaio Jorge, de 18 anos, também foi diagnosticado com o mesmo problema.

A informação é que os atletas já iniciaram o tratamento e serão reavaliados na reapresentação do elenco, prevista para a tarde desta sexta-feira.

Na temporada passada, Marinho foi uma das principais peças do setor ofensivo santista. Em parceria com Eduardo Sasha e Soteldo, o atacante atuou em 40 partidas e mandou 12 bolas para a rede, média de 0,30 gol por jogo.

Com ou sem os jogadores à disposição, o Santos, líder do Grupo A, volta a campo já nesta segunda-feira. Em busca de primeira vitória sob o comando de Jesualdo Ferreira, o Peixe enfrenta o Guarani, às 20 horas (de Brasília), no Estádio Brinco de Ouro da Princesa.