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Santos 0 x 2 Barcelona-EQU

Data: 20/04/2021, terça-feira, 19h15.
Competição: Copa Libertadores – Grupo C – 1ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Andres Matonte (URU).
Auxiliares: Richard Trinidad e Martin Soppi (ambos do URU).
Cartões amarelos: Soteldo (S); Riveros, Emmanuel Martínez e Pineida (B).
Gols: Garcés (07-1); Pará (23-2, contra).

SANTOS
João Paulo; Madson (Balieiro), Kaiky, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison (Lucas Lourenço), Pará e Pirani (Lucas Braga); Marinho, Soteldo e Marcos Leonardo (Kaio Jorge).
Técnico: Ariel Holan

BARCELONA (EQU)
Burrai; Castillo, León, Riveros, Pineida; Molina (López), Piñatares, Hoyos (Quiñonez), Damián Díaz (Oyola), Emmanuel Martínez (Montaño); Carlos Garcés (Mastriani).
Técnico: Fabián Bustos



Santos perde para o Barcelona-EQU na Vila e já se complica na fase de grupos da Libertadores

Nesta terça-feira, o Santos foi derrotado por 2 a 0 pelo Barcelona-EQU, na Vila Belmiro, e iniciou com o pé esquerdo a participação no grupo C da Libertadores. A chave é considerada difícil, com as presenças do Boca Juniors e The Strongest, que conta com a altitude boliviana. Os gols dos equatorianos foram marcados por Garcés e Pará, contra.

O primeiro tempo foi de pouca criatividade por parte do Santos, que foi prejudicado pelo gramado encharcado. As melhores chances foram do Barcelona, com o habilidoso Damián Díaz. Logo no retorno do intervalo, Pará saiu jogando errado, e os visitantes não desperdiçaram a oportunidade, abrindo o placar na Vila. Na segunda etapa, o Peixe não melhorou e viu os equatorianos ampliarem, com um gol contra de Pará, que teve jornada infeliz nesta noite.

O jogo

Mesmo jogando fora de casa, o Barcelona não se acanhou e teve a primeira chance da partida. Após jogada pela esquerda, Damián Díaz recebeu dentro da área e chutou à esquerda do gol. O Santos só finalizou com maior perigo aos 23 minutos, com Marinho pegando uma sobra finalizando forte para defesa do goleiro.

O Barcelona fez uma boa pressão na saída de bola do Peixe, dificultando a criação do time mandante, que também sofreu com o gramado pesado e molhado. Os equatorianos voltaram a assustar em uma saída estranha de João Paulo fora da área. A posse ficou com Damián Díaz, que finalizou e viu a bola parar na poça, que evitou o gol. Ainda deu tempo de Pineida arriscar de média distância, e João Paulo espalmar no meio da meta.

Na segunda etapa, o Santos voltou com a mesma dificuldade para sair jogando. Após passe errado de Pará, Martínez invadiu a área pela esquerda e serviu Garcés, que apenas empurrou para as redes. Em seguida, Martínez quase ampliou, acertando um chute de muito longe no travessão.

Aos 23 minutos, o Barcelona chegou ao seu segundo gol na Vila Belmiro. Hoyos foi acionado pela direita e tocou para Garcés, que finalizou. A bola bateu em Pará e entrou. Mesmo com substituições ofensivas feitas por Holan, o Santos continuou tendo uma atuação pouquíssimo inspirada, não levando perigo ao gol defendido por Burrai em nenhum momento. Ainda deu tempo de Oyolo quase marcar o terceiro para os equatorianos.

Holan acredita que chuva atrapalhou o Santos e diz que o time viveu noite atípica

O Santos estreou com o pé esquerdo na fase de grupos da Libertadores, sendo derrotado por 2 a 0 pelo Barcelona-EQU. Durante o primeiro tempo da partida, uma forte chuva castigou o gramado da Vila Belmiro, encharcando o campo e dificultando a fluidez do jogo.

Na visão de Ariel Holan, o gramado pesado atrapalhou o desempenho do Peixe, que tem como característica construir as jogadas com toques curtos desde trás.

“Hoje foi um jogo em que, até os 20 minutos, era um jogo e, depois, com o campo totalmente encharcado, foi outro jogo. Não conseguimos nos adaptar ao jogo com o campo molhado, tivemos dificuldade para levar a bola de um lado para o outro. O Barcelona se defendeu bem e acumulou muitos jogadores na pressão sobre a bola, e não conseguimos dar fluidez ao jogo. Nós queremos jogar com a bola no chão, tratar de ser vertical”, avaliou Holan.

“Hoje foi muito difícil de fazer esse jogo. Realmente, jogamos muitos jogos e são poucos treinos para que o time possa jogar com mais segurança e eficácia. Essas são as regras do jogo, temos que buscar melhorar. Temos mais cinco jogos na fase de grupos, temos que melhorar muito para passar de fase”, completou.

O técnico argentino também respondeu sobre a dificuldade que o Santos encontrou para ter volume ofensivo. Para Holan, a noite de sua equipe não condiz com a normalidade.

“Na fase anterior da Libertadores, fizemos cinco gols em dois jogos. Esse mesmo time, com praticamente os mesmos jogadores. Então, acho que hoje foi uma ‘noite preta’ (atípica)”, finalizou.

Holan garante que Santos não abandonará a saída de bola pelo chão

O Santos passou longe de fazer uma boa partida e foi derrotado por 2 a 0 pelo Barcelona-EQU na estreia da fase de grupos da Libertadores. Durante os 90 minutos, o Peixe teve muita dificuldade para iniciar as jogadas, sendo facilmente neutralizado pela pressão dos equatorianos.

O primeiro gol do Barcelona teve origem em um erro de passe de Pará no campo de defesa. Após a partida, Ariel Holan foi questionado sobre como fazer para ter uma saída de bola com toques curtos segura em um calendário apertado, com pouco tempo de treinamento.

“É uma boa pergunta. Nós queremos jogar com a bola no chão, e não jogar a bola por cima. Não temos um time com jogadores altos para fazer esse jogo. Temos que tratar de melhorar e seguir crescendo como um time que jogue da maneira como podemos fazer, com os jogadores que temos”, avaliou o técnico.

Holan até modificou o posicionamento dos jogadores do Santos na saída de bola depois do intervalo, porém o time seguiu com dificuldade para iniciar as jogadas. Em vez de ter Alison metros à frente dos dois zagueiros, o técnico argentino orientou o volante a se posicionar entre Kaiky e Luan Peres na segunda etapa, dando mais liberdade para os defensores conduzirem.

Marinho pede respaldo a Holan e diz: “Os caras batem em mim, impossível ficar em pé”

Poucos jogadores do Santos tiveram uma boa atuação na derrota por 2 a 0 para o Barcelona-EQU, no primeiro jogo do Peixe na fase de grupos da Libertadores. Após a partida, Marinho afirmou que a equipe não conseguiu executar o plano preparado por Ariel Holan, pedindo “respaldo” ao técnico argentino.

“A gente não conseguiu fazer aquilo que o professor pediu, o time foi muito abaixo hoje. A gente reconhece que tem que trabalhar, grandes jogos ainda virão pela frente. Precisamos dar um respaldo ao treinador”, pontuou o atacante.

Marinho também comentou sobre as muitas vezes que foi ao chão na Vila Belmiro. O camisa 11 do Santos destacou que é constantemente derrubado pelos adversários, que, segundo o atacante, não conseguem pará-lo na bola.

“Os caras batem em mim, é impossível ficar em pé. Sou um jogador que, na maioria das partidas, sou o cara mais parado, ao lado do Soteldo. Eles não deixam a gente terminar a jogada. No mano a mano, eles não vão segurar. Então, colocam dois, três e fazem muitas faltas. Talvez fique um jogo muito parado. Até porque os caras respeitam a gente e não vão nos deixar passar”, finalizou.

Marinho não acredita que Santos dependa de seu desempenho: “Não jogo sozinho”

Desde que voltou a atuar pelo Santos, Marinho não conseguiu repetir o nível de atuações da temporada passada, quando foi a principal peça da equipe que chegou à final da Libertadores. Nesta terça-feira, o atacante não teve um bom desempenho na derrota do Peixe por 2 a 0 para o Barcelona-EQU.

Após a partida, Marinho foi perguntado sobre as suas últimas atuações, após se recuperar da covid-19 e da lesão no joelho esquerdo. O camisa 11 foi questionado sobre a influência que o seu desempenho tem no nível coletivo apresentado pela equipe.

“Na verdade não é determinante, porque eu não jogo sozinho. Eu jogo com uma equipe, ao lado de 30 jogadores, dentro de campo são 11 que entram. Vou me dedicando ao máximo, fiquei muito tempo parado. Esse é meu terceiro jogo como titular. Depois que tive covid, ainda fiquei um tempo fora por lesão. Então, vou evoluindo a cada jogo, a cada partida”, afirmou o atacante.

Marinho não ficou contente com a pergunta. Depois de dizer: “Isso é uma crítica?” no início de sua resposta, adicionou no final: “Claro que, se a gente tivesse ganhado, a pergunta teria sido diferente, mas vida que segue”.

Desde que voltou a ficar à disposição, Marinho entrou em campo cinco vezes pelo Santos, sendo titular em três jogos. Na partida de ida contra o San Lorenzo, pela terceira fase da Libertadores, o atacante marcou um gol de pênalti.

Santos tem pior início de temporada desde 2008

O início da temporada de 2021 do Santos não tem agradado o torcedor. Oscilando no Campeonato Paulista, o Peixe perdeu para o Barcelona-EQU na estreia da fase de grupos da Libertadores, em jogo realizado na Vila Belmiro na noite de terça-feira.

A partida foi a 12ª do Alvinegro após o fim do Brasileirão de 2020. Ao todo, foram quatro vitórias, cinco empates e três derrotas, aproveitamento de 47,2% dos pontos disputados. Com isso, o Santos tem seu pior começo de temporada desde 2008.

Na ocasião, o Peixe acumulou quatro vitórias, três empates e cinco derrotas, aproveitamento de 41,6%. Desde então, o clube não teve menos que 50% de aproveitamento dos pontos disputados nos 12 primeiros jogos disputados.

O melhor início de temporada no período foi em 2015. Sob o comando de Enderson Moreira e Marcelo Fernandes, a equipe da Vila Belmiro ficou invicta nos primeiros 12 compromissos, triunfando em dez ocasiões e empatando em duas, um aproveitamento de 88,8%.

Para efeito de comparação, o início da última temporada santista contou com seis vitórias, três empates e três derrotas, aproveitamento de 58,3%.

O Santos volta a campo na sexta-feira para enfrentar o Novorizontino, às 22h15 (de Brasília), no Estádio Doutor Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte, pela sétima rodada do Campeonato Paulista. O Peixe é o primeiro colocado do Grupo D do Estadual, com nove pontos conquistados em sete partidas.

Confira o desempenho do Santos nos 12 primeiros jogos das últimas 14 temporadas:

2021: 4 vitórias, 5 empates e 3 derrotas – aproveitamento de 47,2%

2020: 6 vitórias, 3 empates e 3 derrotas – aproveitamento de 58,3%

2019: 8 vitórias, 3 empates e 1 derrota – aproveitamento de 75%

2018: 5 vitórias, 3 empates e 4 derrotas – aproveitamento de 50%

2017: 6 vitórias, 2 empates e 4 derrotas – aproveitamento de 55,5%

2016: 6 vitórias, 5 empates e 1 derrota – aproveitamento de 63,8%

2015: 10 vitórias e 2 empates – aproveitamento de 88,8%

2014: 9 vitórias, 2 empates e 1 derrota – aproveitamento de 80,5%

2013: 7 vitórias, 3 empates e 2 derrotas – aproveitamento de 66,6%

2012: 7 vitórias, 3 empates e 2 derrotas – aproveitamento de 66,6%

2011: 5 vitórias, 6 empates e 1 derrota – aproveitamento de 58,3%

2010: 10 vitórias, 1 empate e 1 derrota – aproveitamento de 86,1%

2009: 7 vitórias, 2 empates e 3 derrotas – aproveitamento de 63,8%

2008: 4 vitórias, 3 empates e 5 derrotas – aproveitamento de 41,6%

Santos é o segundo time da Série A que mais sofreu gols na temporada de 2021

Ariel Holan tem menos de dois meses de trabalho no Santos, mas já tem um grande problema para resolver. O Peixe tem apresentado problemas defensivos, sendo o segundo clube da Série A do Campeonato Brasileiro que mais sofreu gols na temporada de 2021.

Em 12 jogos, o Santos foi vazado 19 vezes, uma média de 1,58 tento sofrido por partida. Entre as equipes que estão na elite do futebol brasileiro, apenas o Sport concedeu mais gols na atual temporada: 23 em 16 duelos. No entanto, a média do Rubro Negro (1,43) é melhor que a do Alvinegro.

A média santista é melhor apenas que a do Athletico-PR. O Furacão só disputou quatro jogos pela temporada de 2021, mas sofreu sete gols, média de 1,75. Acontece que a equipe paranaense entrou em campo com jogadores sub-23 em todas as ocasiões que foi vazada.

Além do alto número de tentos concedidos, a defesa do Santos também tem dificuldade para passar em branco em uma partida, sendo vazada em 11 dos 12 jogos realizados na temporada. Somente no empate em 0 a 0 contra o Botafogo-SP, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Paulista, o time de Holan não sofreu gol.

Com nove pontos conquistados após sete rodadas, o Santos é o líder do Grupo D do Paulistão, com nove pontos conquistados. Já na fase de grupos da Libertadores, o Peixe estreou com uma derrota em casa para o Barcelona-EQU.


Santos 0 x 1 Barcelona de Guayaquil

Data: 20/09/2017, quarta-feira, 21h45.
Competição: Copa Libertadores – Quartas de final – Jogo de volta
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 12.730 pagantes
Renda: R$ 766.160,00,00
Árbitro: Victor Carrillo (PER)
Auxiliares: Raul Lopez Cruz e Victor Raez (ambos do PER).
Cartões amarelos: Daniel Guedes e Bruno Henrique (S); Beder Caicedo, Marcos Caicedo e Jonatan Álvez (B).
Cartões vermelhos: Jonatan Álvez e Gabriel Marques (B); Bruno Henrique (S).
Gol: Jonatan Álvez (21-2).

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Alison (Fabián Noguera), Leandro Donizete (Kayke) e Vecchio (Jean Mota); Copete, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira.
Técnico: Levir Culpi

BARCELONA DE GUAYAQUIL
Banguera; Pedro Velasco, Aimar, Arreaga e Beder Caicedo; Gabriel Marques, Matías Oyola e Damián Díaz (Castillo); Esterilla (Ayovi), Marcos Caicedo (Erick) e Jonatan Álvez.
Técnico: Guillermo Almada



Santos perde para o Barcelona-EQU dentro da Vila e dá adeus à Libertadores

No dia 10 de agosto, o Santos foi pressionado desde o início pelo Atlético-PR em plena Vila Belmiro, mas conseguiu ‘achar’ um tento no fim e avançou na Libertadores. Na noite desta quarta-feira, a história se repetiu. Mesmo jogando em casa e com a vantagem do empate sem gols, o Peixe foi amplamente dominado pelo Barcelona de Guaiaquil. Desta vez, porém, o desfecho foi triste para os mais de 12 mil presentes em Urbano Caldeira. Aos 22 minutos do segundo tempo, Jonatan Álvez fez 1 a 0 para o time equatoriano, que saiu da Baixada Santista com a classificação.

Fora da competição continental, os santistas concentram-se apenas no Campeonato Brasileiro no restante da temporada.

O jogo:

Como é típico de Libertadores, o jogo começou bastante truncado e cheio de contato físico na Vila Belmiro. Explorando a velocidade de Daniel Guedes, o Peixe chegou duas vezes pelo lado direito antes dos 5 minutos, mas não conseguiu concluir em gol.

O Barcelona, por sua vez, chegou pela primeira vez aos 11, quando Esterilla desviou cruzamento de Velasco. A cabeçada, porém, passou longe do gol de Vanderlei.

Com Alison e Leandro Donizete no meio de campo, o Santos optou por fazer um jogo mais de marcação, ‘deixando a bola’ nos pés do time equatoriano, que pressionou muito. Aos 14, Oyola arriscou de longe e Vanderlei salvou. Na cobrança de escanteio, a redonda passou dentro da pequena área e ninguém desviou.

Mesmo acuado, Peixe quase abriu o placar aos 18 minutos, quando David Braz desviou cobrança de falta e cabeceou no travessão.

Apesar do susto santista, quem seguiu dominando as ações foi o Barcelona. Aos 28, Caicedo recebeu bola na área e soltou uma bomba por cima do gol.

Nos minutos seguintes, porém, o time equatoriano não conseguiu fazer o domínio se transformar em boas chances e a partida foi para o intervalo no 0 a 0.

A partida seguiu na mesma toada após o intervalo, com o Peixe recuado e o Barcelona pressionando. Porém, a equipe equatoriana não conseguia furar a forte marcação santista e acabava arriscando de longe.

Mesmo assim, aos 12 minutos, o Barcelona arrancou suspiros da torcida na Vila. Após cruzamento rasteiro de Ayovi, Caicedo apareceu livre na área e bateu forte. A bola, porém, explodiu na zaga. No rebote, Oyola mandou por cima do gol.

A pressão equatoriana surtiu efeito aos 22 minutos, quando Castillo cruzou na área e Jonatan Álvez apareceu livre entre os zagueiros para desviar de cabeça e abrir o placar na Vila.

Após o tento, os papeis se inverteram dentro de campo. Vencendo, o Barcelona se posicionou totalmente atrás, enquanto o Peixe foi em busca do empate.

Porém, a pressão santista não foi tão grande como o esperado. Mesmo com um a mais dentro de campo, já que Jonatan Álvez foi expulso, de forma injusta aos 25, a equipe comandada por Levir Culpi não conseguiu assustar o goleiro Banguera.

Os minutos foram passando, o time equatoriano ‘esfriou’ o jogo e a torcida, e o Santos não conseguiu fazer o gol que levaria a decisão para os pênaltis. Ainda teve tempo para Bruno Henrique e Gabriel Marques serem expulsos, além de uma chance clara perdida pelo time da Vila Belmiro no último lance.

Santistas temem pressão após eliminação na Libertadores: “Pau vai cantar”

A derrota por 1 a 0 para o Barcelona de Guaiaquil, na Vila Belmiro, que culminou com a eliminação do Santos nas quartas de final da Libertadores, trouxe consequências imediatas na noite desta quarta-feira.

Logo após o apito final, alguns torcedores tentaram invadir os vestiários e ainda apedrejaram o ônibus que trouxe a delegação do Peixe ao estádio. E além disso, o técnico Levir Culpi sabe que a pressão aumentará bastante nas próximas semanas.

“Vai pesar muito (a derrota). É um ano político. Podem esperar que o pau vai cantar. Vamos tentar segurar as pontas e dar o nosso melhor. Senão, o técnico vai embora”, resumiu Levir em entrevista coletiva, citando as eleições presidenciais do alvinegro, que acontecem em dezembro.

Eliminado na Copa Libertadores da América, o Santos disputa agora somente o Campeonato Brasileiro. Na próxima rodada, a equipe santista encara o Atlético-PR, neste sábado, às 21h (de Brasília), em jogo válido pela 25ª rodada.

Mesmo ocupando a terceira colocação, com 41 pontos, Levir sabe que será difícil elevar o ânimo da equipe para a sequência da temporada.

“Vou ter que tirar alguma coisa da cartola. Tudo que você pode pensar sobre o Santos agora é depressivo. Teremos que ser fortes. Não existe alguém que perdoe o Santos depois de uma situação dessas. É questão de convicção. Entrar com o time e recuperar essa derrota”, concluiu.



Barcelona 1 x 1 Santos

Data: 13/09/2017, quarta-feira, 21h45.
Competicao: Copa Libertadores – Quartas de final – Jogo de ida
Local: Estádio Monumental Isidro Romero Carbo, em Guaiaquil, Equador.
Público: 30.747 pagantes
Árbitro: Daniel Fedorczuk (URU)
Auxiliares: Richard Trinidad e Gabriel Popovits (ambos do URU).
Cartões amarelos: Ely Esterilla, Gabriel Marques e Aimar (B); Kayke(S).
Gols: Bruno Henrique (01-2) e Jonatan Álvez (33-2).

BARCELONA DE GUAYAQUIL
Banguera; Pedro Velasco, Darío Aimar, Arreaga e Beder Caicedo; Gabriel Marques, Oyola (Vera), Marcos Caicedo (Erick Castillo) e Damian Diaz; Ely Esterilla (Ayovi) e Jonatan Álvez.
Técnico: Guillermo Almada

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Renato, Alison e Lucas Lima (Jean Mota); Thiago Ribeiro (Kayke), Bruno Henrique (Vladimir Hernández) e Ricardo Oliveira.
Técnico: Levir Culpi



Santos segura pressão e arranca empate contra o Barcelona-EQU na Libertadores

O Santos passou por mais uma prova de fogo na noite desta quarta-feira. Em um típico jogo de Libertadores, os santistas encararam estádio lotado, muita pressão e ainda foram caçados pelos jogadores do Barcelona de Guaiaquil. Mesmo assim, a equipe comandada por Levir Culpi mostrou mais uma vez que está ‘cascuda’, segurou o ímpeto do rival e arrancou empate por 1 a 1, em partida válida pela ida das quartas de final do torneio continental.

A igualdade deixa aberto o confronto de volta, que acontece na próxima quarta-feira, às 21h45 (de Brasília), na Vila Belmiro. Uma vitória simples ou um empate em 0 a 0 garantem o alvinegro na semifinal. Caso a partida termine em 1 a 1, a decisão será nos pênaltis.

O jogo

Contando com o apoio do estádio Monumental Isidro completamente lotado, o Barcelona de Guaiaquil começou a partida pressionando o Santos. Logo aos seis minutos, David Braz errou feio na hora de afastar o perigo e a bola sobrou para Jonatan Álvez na pequena área. O atacante bateu firme, mas Vanderlei, com uma mão, fez um milagre e salvou o Peixe.

Aos 11, foi a vez de Damián Díaz receber na entrada da área e finalizar com força. A redonda, porém, subiu muito e passou longe da trave santista.

Com dificuldades para manter a posse de bola, o alvinegro assustou apenas aos 15 minutos, quando Zeca puxou contra-ataque rápido, mas demorou na hora de tocar para Ricardo Oliveira e a defesa equatoriana afastou.

Após a chance desperdiçada, o Santos conseguiu segurar o ímpeto do Barcelona e ‘esfriou’ o jogo em Guayaquil. Porém, time de Levir Culpi sofria para sair em jogadas ofensivas, deixando a partida bastante truncada.

Nos minutos finais da primeira etapa, os equatorianos pressionaram a saída de bola do Peixe, que não conseguia afastar o perigo. Porém, o placar foi para o intervalo mesmo no 0 a 0.

Se existe maneira perfeita de começar um segundo tempo, o Santos seguiu à risca no Equador. Logo no primeiro lance após o intervalo, Lucas Lima sofreu falta na intermediária. O próprio camisa 10 mandou dentro da área, Ricardo Oliveira chutou e a bola sobrou para David Braz. A zaga do Barcelona parou na jogada, reclamando de impedimento. O zagueiro, porém, estava em posição legal e escorou para Bruno Henrique, que teve apenas o trabalho de empurrar para o fundo das redes e colocar o Peixe na frente.

O tento deixou os equatorianos nervosos na partida. Nos minutos seguintes, o Barcelona passou a caçar os atletas do Peixe em campo. Após entrada dura, Lucas Lima colocou a mão na coxa esquerda e precisou ser substituído por Jean Mota.

Com a vantagem embaixo do braço, o Santos deixou o time de Guaiaquil propor o jogo, enquanto esperava um contra-ataque para ‘matar’ o confronto.

De tanto pressionar, porém, o Barcelona chegou ao empate. Aos 33 minutos, Jonatan Álvez aproveitou escanteio e testou firme para bater Vanderlei e deixar tudo igual no Equador.

Após o gol, a pressão dos equatorianos cresceu ainda mais. Aos 40, Castillo antecipou cruzamento na pequena área e entrou completamente sozinho dentro da pequena área. Porém, Vanderlei operou um verdadeiro milagre. Aos 46 minutos, Ayovi ganhou no alto, mas foi travado por David Braz, que garantiu o empate que deixa o Peixe em vantagem para o duelo de volta.





Santos 1 x 0 Barcelona

Data: 11/03/2004
Competição: Copa Toyota Libertadores
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 16.296 pagantes
Renda: R$ 197.275,00
Árbitro: Horacio Eliozondo (ARG)
Cartões amarelos: Léo e Róbson (S); Fleitas, Chatruc e Fricson George (B).
Cartão vermelho: Robinho (S).
Gol: Robinho (24-2).

SANTOS
Doni; Paulo César (Marco Aurélio), André Luís, Alex e Léo; Claiton, Renato, Elano (Basílio) e Diego (Preto); Robinho e Robson.
Técnico: Emerson Leão.

BARCELONA DE GUAYAQUIL
Cevallos; Fleitas, Coronel, Caicedo e George; Soledispa, Tenorio, Chatruc e Escobar (Vera depois Hurtado); Kaviedes e Rodrigo Teixeira (Gavica).
Técnico: Victor Luna.



Santos vence o Barcelona e fica perto da vaga nas oitavas da Libertadores

Com um gol de Robinho, o Santos conseguiu na noite desta quinta-feira sua primeira vitória, em casa, na Libertadores da América. Apesar do resultado positivo, equipe da Baixada Santista teve dificuldades para superar o Barcelona do Equador por 1 a 0, na Vila Belmiro.

O resultado isolou ainda mais o Santos na liderança do Grupo 7 da Libertadores. O time de Emerson Leão tem dez pontos, contra quatro do Barcelona, que segue em segundo. Desse modo, a vaga para as oitavas-de-final do torneio ficou mais próxima.

O time da Vila Belmiro partiu para cima do Barcelona e teve boa chance logo no primeiro minuto de jogo. Léo avançou pela esquerda, driblou seu marcador e chutou forte. O goleiro Cevallos defendeu e mandou a bola para o escanteio.

Depois disso, o jogo ficou muito concentrado no meio-campo e os times não criaram boas chances até o final da etapa. Aos 32min, Kaviedes recebeu na entrada da área santista, girou e chutou forte, para grande defesa de Doni.

O zagueiro Alex teve duas boas oportunidades em chutes da direita, uma em cobrança de falta e outra com a bola rolando. O goleiro do Barcelona fez duas boas intervenções. Aos 43min, Robinho chegou a fazer um gol, anulado por impedimento.

Na segunda etapa, as chances continuaram raras, mas o Santos conseguiu aproveitar a melhor delas para conseguir a vitória. Aos 24min, Marco Aurélio fez boa jogada pela direita e cruzou na área do Barcelona. Robinho subiu bem e cabeceou no chão, vencendo o goleiro Cevallos e abrindo o marcador.

O time equatoriano não conseguiu ameaçar a vantagem do Santos até os 40min, quando Robinho fez uma falta no ataque. O juiz argentino Horacio Elizondo mostrou o segundo cartão amarelo para o atacante, que acabou sendo expulso.

O Santos quase ampliou nos acréscimos. O volante Preto, que havia entrado no lugar de Diego, recebeu de Basílio na entrada da área e chutou forte, mandando a bola no travessão.

Barcelona 1 x 3 Santos

Data: 03/03/2004
Competição: Copa Libertadores
Local: Estádio Monumental Isidro Romero Carbo, em Guayaquil, Equador.
Árbitro: Claudio Martin (ARG)
Cartões amarelos: Villegas, Fleitas, Kaviedes (B); Basílio, Alex e Diego (S)
Gols: Renato (44-1); Basílio (04-2), Teixeira (19-2) e Robinho (38-2).

BARCELONA DE GUAYAQUIL
Cevallos; Carabali, Fleitas e Caicedo; Chatruc (Escobar), Tenorio, Soledispa (Garrido), Villegas (Gavica) e F. George; Teixeira e Kaviedes
Técnico: Victor Luna

SANTOS
Doni; Paulo César, Alex, A. Luís e Léo; Claiton, Renato, Diego (Paulo Almeida) e Elano (Lopes); Robinho e Basílio
Técnico: Emerson Leão



Santos vence Barcelona no Equador e assume liderança isolada

O Santos venceu o Barcelona por 3 a 1, na noite desta quarta-feira, em Guayaquil (Equador), e assumiu a liderança isolada do Grupo 7 da Taça Libertadores.

Com o resultado, o time brasileiro chegou a sete pontos, contra quatro dos equatorianos. O Guaraní (PAR), que hoje empatou por 0 a 0 com o Jorge Wilstermann, é o terceiro, com três. O time da Bolívia tem apenas um ponto.

A vitória serviu ainda para reabilitar a equipe da goleada de 4 a 0 para o Paulista, no Campeonato Estadual, na semana passada.

Apesar do discurso de que a prioridade na partida desta quarta seria a marcação, o Santos começou a partida atacando mais que o rival, mesmo jogando fora de casa.

Logo aos 5min, o atacante Robinho teve boa chance, em um chute de fora da área defendido pelo goleiro Cevallos.

Aos 11min, Basílio desperdiçou outra oportunidade em um chute cruzado da direita. A bola foi para fora, rente à trave.

A resposta do Barcelona veio aos 28min. O lateral Fricson George, que teve passagem pelo Santos, cruzou da esquerda para Kaviedes, de frente para o gol, mas o goleiro Doni saiu bem e fez grande defesa no chute do atacante.

O lance acordou o time da casa, que cresceu na partida. Aos 36min, os jogadores pediram pênalti de Doni em cima de Chatruc, mas o juiz marcou falta de ataque, corretamente.

No melhor momento do Barcelona, foi o Santos quem marcou. Aos 44min, o volante Renato acertou um belo chute de fora da área e acertou o ângulo direito de Cevallos para fazer 1 a 0. Dois minutos depois, Elano ainda acertou o travessão, em mais um chute de longa distância.

Na volta para o segundo tempo, o Santos ampliou logo aos 4min. Lopes, que havia entrado no lugar de Elano, deu passe para Basílio, que bateu cruzado da direita, da entrada da área, e venceu o goleiro.

Após o gol, o time equatoriano voltou a equilibrar a partida e conseguiu diminuir aos 19min. Kaviedes cruzou rasteiro da direita e a bola chegou até o brasileiro Teixeira, livre para empurrar para o gol.

Mas, apesar de sofrer alguma pressão do Barcelona, o Santos chegou ao gols mais uma vez aos 38min. Após lançamento, Leo colocou na área de cabeça e Robinho tocou por baixo do goleiro. Apesar de o chute ter saído fraco, a bola entrou.

O próximo jogo do Santos pela Libertadores é contra o próprio Barcelona, no dia 11, na Vila Belmiro.