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Santos 5 x 0 The Strongest-BOL

Data: 04/05/2021, terça-feira, 19h15.
Competição: Copa Libertadores – Grupo C – 3ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Christian Garay (CHI).
Auxiliares: Raul Orellana e Claudio Rios (ambos do CHI).
Cartões amarelos: Kaiky (S); Arrascaita, Wayar (TS).
Gols: Marinho (01-1), Gabriel Pirani (25-1) e Balieiro (42-1); Lucas Braga (13-2) e Kevin Malthus (37-2).

SANTOS
João Paulo; Pará (Madson), Kaiky, Luan Peres e Felipe Jonatan (Copete); Vinícius Balieiro (Kevin Malthus), Jean Mota e Gabriel Pirani; Marinho, Marcos Leonardo (Kaio Jorge) e Lucas Braga (Ângelo).
Técnico: Marcelo Fernandes (interino)

THE STRONGEST (BOL)
Daniel Vaca; Saúl Torres, Castillo, Valverde e José Sagredo; Wayar, Ramiro Vaca, Arrascaita (Churra); Cardozo (Pastor), Reinoso (Blackburn) e Willie Barbosa.
Técnico: Gustavo Florentín



Santos atropela o The Strongest na Vila e respira na Libertadores

Nesta terça-feira, o Santos recebeu o The Strongest e goleou por 5 a 0, na Vila Belmiro, em partida válida pela terceira rodada do grupo C da Libertadores. Com gols de Marinho, Gabriel Pirani, Balieiro, Lucas Braga e Kevin Malthus, o Peixe somou os seus primeiros pontos na chave, respirando na competição.

O primeiro tempo foi um atropelamento. O The Strongest não viu a cor da bola, e o Santos encontrou muita facilidade para marcar os três primeiros gols. Todos, diga-se de passagem, bonitos. Na segunda etapa, apesar dos visitantes terem acertado a trave duas vezes, o Peixe foi preciso nas chegadas ao ataque e ampliou o placar, sacramentando a vitória.

Com o resultado, o Santos chegou aos três pontos no grupo C, na terceira posição. O próximo compromisso do time pela Libertadores é contra o Boca Juniors, na terça-feira da semana que vem, na Vila Belmiro, às 19h15.

O jogo

O Santos começou fulminante e nem deu tempo do The Strongest respirar. Logo no primeiro minuto, Pirani recebeu pela esquerda e encontrou belo passe para Marinho, que finalizou de direita para abrir o placar. Depois de marcar, o Peixe recuou as suas linhas para sair em contra-ataque, mas sem sofrer defensivamente.

Aos 25 minutos, o Santos chegou ao seu segundo gol em uma bonita jogada. Jean Mota fez um lindo lançamento para Felipe Jonatan, que encontrou Gabriel Pirani dentro da área. O meia chegou batendo de primeira e ampliou para os mandantes.

Sem tirar o pé do freio, o Santos continuou levou perigo, dessa vez com Marcos Leonardo exigindo defesa de Daniel Vaca. Aos 42 minutos, Balieiro pegou a sobra de uma bola dividida na intermediária, avançou e finalizou com precisão de fora da área para marcar o terceiro da equipe.

No retorno do intervalo, Marcelo Fernandes trocou Pará por Madson e Marcos Leonardo por Kaio Jorge. O Peixe manteve a postura e, aos 13 minutos, chegou ao quarto gol. Marinho costurou pelo meio e encontrou Lucas Braga pela esquerda, que ajeitou e, com o pé fraco, mandou no canto do goleiro.

Em seguida, o The Strongest chegou pela primeira vez com perigo no jogo. Castillo desviou de cabeça em cruzamento para a área e acertou a trave. O time boliviano ainda viria a carimbar novamente a trave, em finalização de Pastor da entrada da área.

Apesar dessa pequena pressão, o Santos voltou a balançar as redes aos 37 minutos. Madson desceu pela direita, cruzou para a área, e a defesa afastou. No rebote, Kevin Malthus pegou o rebote e acertou um bonito chute de fora da área para marcar o quinto.

Bastidores – Santos TV:

Marcelo Fernandes explica a opção por ter Jean Mota mais recuado no meio-campo do Santos

Nesta terça-feira, o Santos dominou o The Strongest do começo ao fim e goleou por 5 a 0, na Vila Belmiro. O Peixe começou a construir a vitória logo no primeiro minuto, quando Marinho abriu o placar, dando tranquilidade à equipe. Após o apito final, Marcelo Fernandes destacou a confiança que o time ganha depois da apresentação nesta noite, com os jovens jogadores fazendo parte do processo.

“Fizemos a estratégia para marcar um gol rápido, e veio até com um minuto de jogo. Essa molecada, que vem sofrendo com os resultados ruins, são os que mais sofrem. A gente tem uma rapaziada experiente que, tanto dentro quanto fora do campo, tem dado um alicerce legal para essa molecada”, afirmou Marcelo Fernandes.

“Essa vitória foi importante para que esses meninos entendam que faz parte de um processo, mas que dê confiança. Não dá tempo de comemorar nada, temos que descansar e nos reabilitar, porque quinta-feira tem um jogo muito decisivo”, completou.

Marcelo Fernandes também explicou por que optou por ter Jean Mota mais recuado no meio-campo quando o Santos tinha a bola, liberando Balieiro para apoiar e infiltrar.

“O Jean Mota é um meia de origem, mas nós sempre falamos de recuá-lo para segundo volante. Hoje, como iríamos enfrentar uma equipe que exploraria o contra-ataque, bem fechada, o Jean Mota já mostrou sua qualidade vindo de trás e de frente. Tem um passe longo e entrelinhas muito bom, e esse passe seria importante nesta partida. Acho que ele demonstrou isso, nossa estratégia foi muito bem feita”, finalizou.

Impulsionado pelas críticas, Marinho celebra a atuação coletiva do Santos

O Santos fez a sua primeira boa apresentação na Libertadores nesta terça-feira e goleou o The Strongest por 5 a 0, na Vila Belmiro. Autor de um dos gols da vitória, Marinho destacou a atuação coletiva do Peixe e comentou sobre as críticas que vinha recebendo.

“Na verdade, o mais importante é o resultado. Importante quando a equipe faz um jogo consistente, quando não só eu apareço. A gente tem se dedicado muito, a gente sabe que a situação não é das melhores, mas é só o trabalho que vai mudar isso”, afirmou Marinho à Conmebol TV.

“É como eu falo: as críticas não vêm para te parar, e sim para te impulsionar”, completou.

Marinho reconheceu que o Santos vinha de uma sequência com um futebol ruim, esperando que a goleada desta terça possa dar confiança ao time.

“Na verdade, nos dá a esperança de que a gente pode. Temos uma boa equipe. A gente vinha trabalhando, mas estava muito abaixo do que a gente pode apresentar. Hoje, ganha confiança para os próximos jogos, só tem decisão daqui para a frente”, finalizou.

Malthus celebra o primeiro gol pelo Santos e ainda quer ver o seu nome no muro do CT

O Santos atropelou o The Strongest por 5 a 0 nesta terça-feira, conseguindo respirar na Libertadores. A noite foi especial para Kevin Malthus, que marcou o seu primeiro gol como profissional do Peixe. Depois de sair do banco de reservas, o volante acertou um belo chute de fora da área para sacramentar o triunfo da equipe.

Em entrevista à Gazeta Esportiva, Malthus não escondeu a felicidade por balançar as redes. O jogador nem sequer cogitava que o seu primeiro gol pudesse sair em um jogo de Libertadores.

“Eu imaginava, ficava imaginando desde criança o meu primeiro gol como profissional, mas nunca imaginei que seria em uma Libertadores. Na verdade, nunca imaginei que jogaria uma Libertadores, ainda mais fazer um gol. Foi como eu imaginei, foi um grande gol. De fora da área, como eu costumo fazer, como é a maioria dos meus gols. Fico feliz, foi um grande sonho realizado”, afirmou o volante.

Na última semana, Malthus teve o seu contrato com o Santos renovado até 2026. Nascido em Belém do Pará, o jovem quer seguir os passos de conterrâneos que marcaram os seus nomes na história recente do clube da Vila Belmiro.

“Eu vou ficar aqui por muito tempo, se depender do meu contrato. Vou buscar sempre atingir novas metas e conquistas, trabalhar firme para conquistar o maior número de títulos possível. Fazer uma grande história aqui, assim como grandes ídolos da minha história fizeram, como o Giovanni e o Ganso. Buscar ser ídolo e ter o meu nome no muro do CT, além de dar muita alegria para a nossa nação”

Malthus também comentou sobre a pressão que o elenco tem sofrido neste início de temporada repleto de oscilações. Apesar da instabilidade, o jogador demonstrou que já sabe como lidar com as cobranças.

“Os mais velhos e experientes nos aconselham em muitas situações, principalmente nessa. Estamos passando por uma turbulência no clube. Eles nos aconselham a seguir trabalhando. Assim como você não liga para crítica, você também não pode ligar para elogio. Isso pode te derrubar, como também pode te levantar e te fazer ser ‘o cara’. Levo isso tudo pelo lado bom, para me levantar e me reerguer, melhorando a cada dia”, finalizou Malthus.

Interino pondera o cansaço, mas diz que o Santos vai para o clássico com “o que tem de melhor”

Depois de uma grande vitória sobre o The Strongest, o Santos precisa virar rapidamente a chave, já que, na quinta-feira, enfrenta o Palmeiras, no Allianz Parque, às 21h, pelo Campeonato Paulista. Apesar do curto intervalo de tempo entre os jogos, a tendência é que o Peixe vá para o clássico com uma equipe forte.

Após a goleada desta terça-feira, Marcelo Fernandes revelou que os jogadores adiantaram o processo regenerativo no vestiário. O técnico interino indicou que o Santos deve contar, pelo menos, com parte dos titulares no duelo com o Palmeiras.

“Para o clássico, vamos voltar amanhã de tarde, ver como estão todos. Já começamos o trabalho de reabilitação aqui dentro, todos estão fazendo esse trabalho o mais rápido possível. É um jogo importantíssimo, difícil, contra uma grande equipe. O Santos com certeza vai usar aquilo que tem de melhor”, afirmou Marcelo Fernandes.

“Logicamente, pensando na forma física e de como os jogadores estão, porque também temos outro jogo domingo e não podemos perder ninguém”, completou.

Apesar de estar focado na Libertadores, o Alvinegro vive situação delicada no Paulistão. A duas rodadas do fim da primeira fase do estadual, o Santos ocupa a terceira posição do grupo D, com dez pontos somados, quatro a menos do que o segundo colocado Guarani. Depois de enfrentar o Palmeiras, o time ainda terá pela frente o São Bento, no domingo, na Vila Belmiro.


Boca Juniors 2 x 0 Santos

Data: 27/04/2021, terça-feira, 21h30.
Competição: Copa Libertadores – Grupo C – 2ª rodada
Local: Estádio La Bombonera, em Buenos Aires, Argentina.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Jesus Valenzuela (VEN).
Auxiliares: Carlos Lopez e Lubin Torrealba.
Cartões amarelos: Balieiro, Pará e Marcos Leonardo (S); Sández, Pavón e Medina (BJ).
Gols; Tévez (01-2) e Villa (23-2).

BOCA JUNIORS (ARG)
Rossi; Capaldo, Lisandro López, Izquierdoz, Sández; Almendra (Jara), Varela, Cristian Medina (Buffarini); Sebastián Villa, Pavón e Carlos Tévez.
Técnico: Miguel Angel Russo

SANTOS
João Paulo; Pará (Madson), Kaiky, Luan Peres, Felipe Jonatan; Alison, Vinicius Balieiro (Kaio Jorge), Gabriel Pirani (Lucas Lourenço); Marinho, Lucas Braga (Ângelo) e Marcos Leonardo (Jean Mota).
Técnico: Marcelo Fernandes (interino)



Santos perde para o Boca Juniors na Bombonera no primeiro jogo sem Holan

Nesta terça-feira, o Santos visitou o Boca Juniors e perdeu por 2 a 0, na Bombonera, no segundo jogo do grupo D da Libertadores. Foi a primeira partida do Peixe sem Ariel Holan, que pediu demissão no início da semana. Os gols da vitória dos argentinos foram marcados por Tévez e Villa.

O Santos conseguiu a parte inicial da primeira etapa, sofrendo apenas uma vez na defesa. Apesar da boa marcação, o time não conseguiu levar perigo ao gol dos argentinos. Logo no retorno do intervalo, o Boca Juniors abriu o placar com Tévez, em mais um lance de bola aérea. Sem conseguir reagir, o Alvinegro ainda viu os mandantes ampliarem em um contra-ataque fulminante.

Com a derrota, o Santos permanece sem somar pontos no grupo. Na próxima rodada da Libertadores, o time enfrenta o The Strongest, na Vila Belmiro, na terça-feira da semana que vem, às 19h15.

O jogo

O Santos desde o início pressionou a saída de bola do Boca Juniors, dificultando a saída de bola dos mandantes. Com a marcação encaixada, o Peixe cedeu poucos espaços aos argentinos, dominando o jogo no começo. Apesar do controle, o Alvinegro pouco conseguiu criar, não levando perigo ao gol defendido por Rossi.

Quando recuperava a bola, o Santos mostrou dificuldade para acelerar de maneira precisa, errando muitos passes. A melhor chance da primeira etapa foi do Boca Juniors, com Pavón. O atacante foi lançado em profundidade pela esquerda, cortou a marcação e finalizou para boa defesa de João Paulo.

Com apenas um minuto do segundo tempo, o Boca Juniors abriu o placar na Vila Belmiro. Após cruzamento pela esquerda, Lizandro López desviou a bola na primeira trave, e Tévez apenas teve o trabalho de empurrar para as redes.

Marcelo Fernandes até tentou colocar o Santos para frente, promovendo a entrada de Kaio Jorge no lugar de Balieiro, porém o time continuou com muita dificuldade. Aos 23 minutos, Marinho perdeu a bola no ataque, e o Boca Juniors ampliou em um contra-ataque fatal. Tévez carregou e lançou Villa, que invadiu a área e finalizou na saída de João Paulo.

O Peixe permaneceu tendo a bola, porém seguiu sem efetividade. Sem levar perigo ao gol defendido por Rossi, o Santos não balançou as redes novamente e não conseguiu somar os seus primeiros pontos na fase de grupos da Libertadores.

Marcelo Fernandes diz que Santos seguiu plano de jogo elaborado por Holan

Nesta terça-feira, o Santos foi derrotado por 2 a 0 pelo Boca Juniors, na Bombonera, no segundo jogo do grupo D da Libertadores. Após a partida, o interino Marcelo Fernandes concedeu entrevista coletiva e comentou sobre a preparação do Peixe para o confronto, visto que Ariel Holan pediu demissão no início da semana.

O técnico argentino ainda comandou o seu último treino pela manhã de segunda-feira. Segundo Marcelo Fernandes, o Santos seguiu o plano de jogo elaborado por Holan. Além disso, o auxiliar técnico deixou claro que ficou satisfeito com a entrega dos jogadores em campo.

“Realmente, ontem fomos pegos de surpresa com a notícia do desligamento do professor Holan, que trabalhou logo cedo. A equipe já tinha um plano de jogo, que procuramos seguir da melhor maneira possível. Depois de tudo o que aconteceu, sentamos com os jogadores e colocamos eles para cima. São situações do futebol, essas coisas acontecem”, afirmou Marcelo Fernandes.

“Todos cumpriram muito bem o plano, infelizmente fomos pegos novamente de surpresa no início do segundo tempo com uma bola parada, um escanteio, algo que treinamos muito. Depois disso, a gente tentou, procurou, mas a confiança vai embora, mediante tudo o que tem acontecido. Não estou contente pelo resultado, mas feliz pelo desempenho e pela vontade que os jogadores tiveram hoje aqui”, completou.

Marcelo Fernandes não esconde que o revés na Bombonera é dolorido, mas acredita que o Peixe ainda tem plenas condições de se classificar às oitavas de final da Libertadores.

“Essa derrota é dura, em virtude da nossa derrota em casa para o Barcelona-EQU. Então, já são duas rodadas e duas derrotas, mas ainda temos 12 pontos a disputar. Vamos jogar duas partidas seguidas em casa, na Vila Belmiro. É uma situação muito boa para que a gente possa fazer uma grande apresentação e somar esses primeiros pontos, porque a equipe ainda tem todas as condições de conseguir a classificação”.

Pará diz que Santos buscou “jogar de igual para igual”, mas lamenta queda no 2º tempo

No primeiro jogo sem Ariel Holan, o Santos foi derrotado por 2 a 0 pelo Boca Juniors, na Bombonera. O Peixe até começou bem, porém caiu de rendimento ao longo do jogo e saiu de campo com mais um revés. Na visão de Pará, o time se perdeu depois de sofrer o primeiro gol.

“A gente sabia que seria um jogo difícil, viemos com o intuito de vencer o jogo. Infelizmente não conseguimos, fizemos um belíssimo primeiro tempo e, em uma desatenção nossa na bola parada, eles conseguiram fazer o gol, o que desestabilizou o nosso time. Enquanto tivermos força, vamos procurar classificar”, afirmou Pará.

“A gente procurou jogar de igual para igual, a gente sabia que o jogo seria difícil, como foi. A equipe do Boca é muito forte jogando em seus domínios”, completou.

Alison destaca que o Santos não tem “tempo para lamentar” a saída precoce de Holan

Nesta terça-feira, o Santos foi derrotado por 2 a 0 pelo Boca Juniors, na Bombonera, no segundo jogo do grupo D da Libertadores. Após a partida, o capitão Alison foi o escolhido dentre os jogadores para conceder entrevista, comentando sobre a saída de Ariel Holan.

Alison lamentou o desligamento do técnico argentino, mas ressaltou que o Peixe não tem tempo hábil para lamentar a perda do comandante.

“Foi uma saída precoce. Era um cara que estava se esforçando muito para ajudar na evolução do time e do grupo, mas as coisas no futebol infelizmente acontecem muito rápido. Na realidade, a gente não tem tempo de lamentar. A gente perdeu ele ontem e, hoje, a gente já teve um jogo muito importante. Precisamos seguir batalhando e lutando para nos reerguer”, afirmou o volante.

Alison, como líder do elenco, também falou sobre a importância de blindar os jovens no momento delicado vivido pelo Alvinegro.

“A gente tem muitos meninos no time, mas eles sabem da responsabilidade que é jogar em um clube gigante como o Santos. Em um momento complicado como esse, a gente tem que tirar o máximo da pressão sobre eles. Como um dos líderes e capitão do time, essa responsabilidade é minha, eu assumo, preciso assumir. Quanto menos pressão tiver em cima deles, melhor. Quanto mais se sentirem à vontade para jogar, melhor. A gente está aqui para dar suporte para eles. Eles vêm se esforçando muito para ajudar a gente, todos”, pontuou Alison.

Santos chega ao quarto jogo consecutivo sem marcar gols

No primeiro jogo sem Ariel Holan, o Santos foi derrotado por 2 a 0 pelo Boca Juniors, na Bombonera. Com mais uma atuação sem brilho, o Peixe segue sem pontuar no grupo D da Libertadores. Além disso, o ataque da equipe permanece sendo uma preocupação.

Afinal, o Santos chegou à quarta partida consecutiva sem balançar as redes do adversário. Antes do confronto contra o Boca Juniors, a equipe já havia passado em branco contra o Barcelona-EQU, pela Libertadores, e contra o Novorizontino e o Corinthians, pelo Campeonato Paulista.

Desde o início da temporada, o Peixe já entrou em campo 15 vezes, sendo seis pela Libertadores e nove pelo Paulistão. Em sete desses jogos, o Santos terminou a partida sem marcar gols, escancarando a dificuldade ofensiva do time. No momento, a equipe tem um saldo negativo de nove gols neste recorte.

Jogadores que brilharam na temporada passada ainda não reencontraram a melhor forma. Desde que retornou aos gramados, Marinho ainda não emplacou uma boa atuação pelo Peixe. Da mesma forma, Kaio Jorge ainda não mostrou que merece voltar a ser titular, visto que Marcos Leonardo assumiu o posto no comando do ataque.

Com o resultado desta terça-feira, o Santos segue na lanterna do grupo D da Libertadores.


Santos 0 x 2 Barcelona-EQU

Data: 20/04/2021, terça-feira, 19h15.
Competição: Copa Libertadores – Grupo C – 1ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Andres Matonte (URU).
Auxiliares: Richard Trinidad e Martin Soppi (ambos do URU).
Cartões amarelos: Soteldo (S); Riveros, Emmanuel Martínez e Pineida (B).
Gols: Garcés (07-1); Pará (23-2, contra).

SANTOS
João Paulo; Madson (Balieiro), Kaiky, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison (Lucas Lourenço), Pará e Pirani (Lucas Braga); Marinho, Soteldo e Marcos Leonardo (Kaio Jorge).
Técnico: Ariel Holan

BARCELONA (EQU)
Burrai; Castillo, León, Riveros, Pineida; Molina (López), Piñatares, Hoyos (Quiñonez), Damián Díaz (Oyola), Emmanuel Martínez (Montaño); Carlos Garcés (Mastriani).
Técnico: Fabián Bustos



Santos perde para o Barcelona-EQU na Vila e já se complica na fase de grupos da Libertadores

Nesta terça-feira, o Santos foi derrotado por 2 a 0 pelo Barcelona-EQU, na Vila Belmiro, e iniciou com o pé esquerdo a participação no grupo C da Libertadores. A chave é considerada difícil, com as presenças do Boca Juniors e The Strongest, que conta com a altitude boliviana. Os gols dos equatorianos foram marcados por Garcés e Pará, contra.

O primeiro tempo foi de pouca criatividade por parte do Santos, que foi prejudicado pelo gramado encharcado. As melhores chances foram do Barcelona, com o habilidoso Damián Díaz. Logo no retorno do intervalo, Pará saiu jogando errado, e os visitantes não desperdiçaram a oportunidade, abrindo o placar na Vila. Na segunda etapa, o Peixe não melhorou e viu os equatorianos ampliarem, com um gol contra de Pará, que teve jornada infeliz nesta noite.

O jogo

Mesmo jogando fora de casa, o Barcelona não se acanhou e teve a primeira chance da partida. Após jogada pela esquerda, Damián Díaz recebeu dentro da área e chutou à esquerda do gol. O Santos só finalizou com maior perigo aos 23 minutos, com Marinho pegando uma sobra finalizando forte para defesa do goleiro.

O Barcelona fez uma boa pressão na saída de bola do Peixe, dificultando a criação do time mandante, que também sofreu com o gramado pesado e molhado. Os equatorianos voltaram a assustar em uma saída estranha de João Paulo fora da área. A posse ficou com Damián Díaz, que finalizou e viu a bola parar na poça, que evitou o gol. Ainda deu tempo de Pineida arriscar de média distância, e João Paulo espalmar no meio da meta.

Na segunda etapa, o Santos voltou com a mesma dificuldade para sair jogando. Após passe errado de Pará, Martínez invadiu a área pela esquerda e serviu Garcés, que apenas empurrou para as redes. Em seguida, Martínez quase ampliou, acertando um chute de muito longe no travessão.

Aos 23 minutos, o Barcelona chegou ao seu segundo gol na Vila Belmiro. Hoyos foi acionado pela direita e tocou para Garcés, que finalizou. A bola bateu em Pará e entrou. Mesmo com substituições ofensivas feitas por Holan, o Santos continuou tendo uma atuação pouquíssimo inspirada, não levando perigo ao gol defendido por Burrai em nenhum momento. Ainda deu tempo de Oyolo quase marcar o terceiro para os equatorianos.

Holan acredita que chuva atrapalhou o Santos e diz que o time viveu noite atípica

O Santos estreou com o pé esquerdo na fase de grupos da Libertadores, sendo derrotado por 2 a 0 pelo Barcelona-EQU. Durante o primeiro tempo da partida, uma forte chuva castigou o gramado da Vila Belmiro, encharcando o campo e dificultando a fluidez do jogo.

Na visão de Ariel Holan, o gramado pesado atrapalhou o desempenho do Peixe, que tem como característica construir as jogadas com toques curtos desde trás.

“Hoje foi um jogo em que, até os 20 minutos, era um jogo e, depois, com o campo totalmente encharcado, foi outro jogo. Não conseguimos nos adaptar ao jogo com o campo molhado, tivemos dificuldade para levar a bola de um lado para o outro. O Barcelona se defendeu bem e acumulou muitos jogadores na pressão sobre a bola, e não conseguimos dar fluidez ao jogo. Nós queremos jogar com a bola no chão, tratar de ser vertical”, avaliou Holan.

“Hoje foi muito difícil de fazer esse jogo. Realmente, jogamos muitos jogos e são poucos treinos para que o time possa jogar com mais segurança e eficácia. Essas são as regras do jogo, temos que buscar melhorar. Temos mais cinco jogos na fase de grupos, temos que melhorar muito para passar de fase”, completou.

O técnico argentino também respondeu sobre a dificuldade que o Santos encontrou para ter volume ofensivo. Para Holan, a noite de sua equipe não condiz com a normalidade.

“Na fase anterior da Libertadores, fizemos cinco gols em dois jogos. Esse mesmo time, com praticamente os mesmos jogadores. Então, acho que hoje foi uma ‘noite preta’ (atípica)”, finalizou.

Holan garante que Santos não abandonará a saída de bola pelo chão

O Santos passou longe de fazer uma boa partida e foi derrotado por 2 a 0 pelo Barcelona-EQU na estreia da fase de grupos da Libertadores. Durante os 90 minutos, o Peixe teve muita dificuldade para iniciar as jogadas, sendo facilmente neutralizado pela pressão dos equatorianos.

O primeiro gol do Barcelona teve origem em um erro de passe de Pará no campo de defesa. Após a partida, Ariel Holan foi questionado sobre como fazer para ter uma saída de bola com toques curtos segura em um calendário apertado, com pouco tempo de treinamento.

“É uma boa pergunta. Nós queremos jogar com a bola no chão, e não jogar a bola por cima. Não temos um time com jogadores altos para fazer esse jogo. Temos que tratar de melhorar e seguir crescendo como um time que jogue da maneira como podemos fazer, com os jogadores que temos”, avaliou o técnico.

Holan até modificou o posicionamento dos jogadores do Santos na saída de bola depois do intervalo, porém o time seguiu com dificuldade para iniciar as jogadas. Em vez de ter Alison metros à frente dos dois zagueiros, o técnico argentino orientou o volante a se posicionar entre Kaiky e Luan Peres na segunda etapa, dando mais liberdade para os defensores conduzirem.

Marinho pede respaldo a Holan e diz: “Os caras batem em mim, impossível ficar em pé”

Poucos jogadores do Santos tiveram uma boa atuação na derrota por 2 a 0 para o Barcelona-EQU, no primeiro jogo do Peixe na fase de grupos da Libertadores. Após a partida, Marinho afirmou que a equipe não conseguiu executar o plano preparado por Ariel Holan, pedindo “respaldo” ao técnico argentino.

“A gente não conseguiu fazer aquilo que o professor pediu, o time foi muito abaixo hoje. A gente reconhece que tem que trabalhar, grandes jogos ainda virão pela frente. Precisamos dar um respaldo ao treinador”, pontuou o atacante.

Marinho também comentou sobre as muitas vezes que foi ao chão na Vila Belmiro. O camisa 11 do Santos destacou que é constantemente derrubado pelos adversários, que, segundo o atacante, não conseguem pará-lo na bola.

“Os caras batem em mim, é impossível ficar em pé. Sou um jogador que, na maioria das partidas, sou o cara mais parado, ao lado do Soteldo. Eles não deixam a gente terminar a jogada. No mano a mano, eles não vão segurar. Então, colocam dois, três e fazem muitas faltas. Talvez fique um jogo muito parado. Até porque os caras respeitam a gente e não vão nos deixar passar”, finalizou.

Marinho não acredita que Santos dependa de seu desempenho: “Não jogo sozinho”

Desde que voltou a atuar pelo Santos, Marinho não conseguiu repetir o nível de atuações da temporada passada, quando foi a principal peça da equipe que chegou à final da Libertadores. Nesta terça-feira, o atacante não teve um bom desempenho na derrota do Peixe por 2 a 0 para o Barcelona-EQU.

Após a partida, Marinho foi perguntado sobre as suas últimas atuações, após se recuperar da covid-19 e da lesão no joelho esquerdo. O camisa 11 foi questionado sobre a influência que o seu desempenho tem no nível coletivo apresentado pela equipe.

“Na verdade não é determinante, porque eu não jogo sozinho. Eu jogo com uma equipe, ao lado de 30 jogadores, dentro de campo são 11 que entram. Vou me dedicando ao máximo, fiquei muito tempo parado. Esse é meu terceiro jogo como titular. Depois que tive covid, ainda fiquei um tempo fora por lesão. Então, vou evoluindo a cada jogo, a cada partida”, afirmou o atacante.

Marinho não ficou contente com a pergunta. Depois de dizer: “Isso é uma crítica?” no início de sua resposta, adicionou no final: “Claro que, se a gente tivesse ganhado, a pergunta teria sido diferente, mas vida que segue”.

Desde que voltou a ficar à disposição, Marinho entrou em campo cinco vezes pelo Santos, sendo titular em três jogos. Na partida de ida contra o San Lorenzo, pela terceira fase da Libertadores, o atacante marcou um gol de pênalti.

Santos tem pior início de temporada desde 2008

O início da temporada de 2021 do Santos não tem agradado o torcedor. Oscilando no Campeonato Paulista, o Peixe perdeu para o Barcelona-EQU na estreia da fase de grupos da Libertadores, em jogo realizado na Vila Belmiro na noite de terça-feira.

A partida foi a 12ª do Alvinegro após o fim do Brasileirão de 2020. Ao todo, foram quatro vitórias, cinco empates e três derrotas, aproveitamento de 47,2% dos pontos disputados. Com isso, o Santos tem seu pior começo de temporada desde 2008.

Na ocasião, o Peixe acumulou quatro vitórias, três empates e cinco derrotas, aproveitamento de 41,6%. Desde então, o clube não teve menos que 50% de aproveitamento dos pontos disputados nos 12 primeiros jogos disputados.

O melhor início de temporada no período foi em 2015. Sob o comando de Enderson Moreira e Marcelo Fernandes, a equipe da Vila Belmiro ficou invicta nos primeiros 12 compromissos, triunfando em dez ocasiões e empatando em duas, um aproveitamento de 88,8%.

Para efeito de comparação, o início da última temporada santista contou com seis vitórias, três empates e três derrotas, aproveitamento de 58,3%.

O Santos volta a campo na sexta-feira para enfrentar o Novorizontino, às 22h15 (de Brasília), no Estádio Doutor Jorge Ismael de Biasi, em Novo Horizonte, pela sétima rodada do Campeonato Paulista. O Peixe é o primeiro colocado do Grupo D do Estadual, com nove pontos conquistados em sete partidas.

Confira o desempenho do Santos nos 12 primeiros jogos das últimas 14 temporadas:

2021: 4 vitórias, 5 empates e 3 derrotas – aproveitamento de 47,2%

2020: 6 vitórias, 3 empates e 3 derrotas – aproveitamento de 58,3%

2019: 8 vitórias, 3 empates e 1 derrota – aproveitamento de 75%

2018: 5 vitórias, 3 empates e 4 derrotas – aproveitamento de 50%

2017: 6 vitórias, 2 empates e 4 derrotas – aproveitamento de 55,5%

2016: 6 vitórias, 5 empates e 1 derrota – aproveitamento de 63,8%

2015: 10 vitórias e 2 empates – aproveitamento de 88,8%

2014: 9 vitórias, 2 empates e 1 derrota – aproveitamento de 80,5%

2013: 7 vitórias, 3 empates e 2 derrotas – aproveitamento de 66,6%

2012: 7 vitórias, 3 empates e 2 derrotas – aproveitamento de 66,6%

2011: 5 vitórias, 6 empates e 1 derrota – aproveitamento de 58,3%

2010: 10 vitórias, 1 empate e 1 derrota – aproveitamento de 86,1%

2009: 7 vitórias, 2 empates e 3 derrotas – aproveitamento de 63,8%

2008: 4 vitórias, 3 empates e 5 derrotas – aproveitamento de 41,6%

Santos é o segundo time da Série A que mais sofreu gols na temporada de 2021

Ariel Holan tem menos de dois meses de trabalho no Santos, mas já tem um grande problema para resolver. O Peixe tem apresentado problemas defensivos, sendo o segundo clube da Série A do Campeonato Brasileiro que mais sofreu gols na temporada de 2021.

Em 12 jogos, o Santos foi vazado 19 vezes, uma média de 1,58 tento sofrido por partida. Entre as equipes que estão na elite do futebol brasileiro, apenas o Sport concedeu mais gols na atual temporada: 23 em 16 duelos. No entanto, a média do Rubro Negro (1,43) é melhor que a do Alvinegro.

A média santista é melhor apenas que a do Athletico-PR. O Furacão só disputou quatro jogos pela temporada de 2021, mas sofreu sete gols, média de 1,75. Acontece que a equipe paranaense entrou em campo com jogadores sub-23 em todas as ocasiões que foi vazada.

Além do alto número de tentos concedidos, a defesa do Santos também tem dificuldade para passar em branco em uma partida, sendo vazada em 11 dos 12 jogos realizados na temporada. Somente no empate em 0 a 0 contra o Botafogo-SP, na Vila Belmiro, pelo Campeonato Paulista, o time de Holan não sofreu gol.

Com nove pontos conquistados após sete rodadas, o Santos é o líder do Grupo D do Paulistão, com nove pontos conquistados. Já na fase de grupos da Libertadores, o Peixe estreou com uma derrota em casa para o Barcelona-EQU.


Santos 2 x 2 San Lorenzo

Data: 13/04/2021, terça-feira, 21h30.
Competição: Copa Libertadores – 3ª fase – Jogo de volta
Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília, DF.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Esteban Ostojich (URU).
Auxiliares: Carlos Barreiro Jara e Martin Soppi.
Cartões amarelos: Alison, Marcos Leonardo, João Paulo e Marinho (S); Peruzzi, Di Santo e Diego Rodríguez (SL).
Cartão vermelho: Rojas (SL).
Gols: Marcos Leonardo (21-1); Pará (05-2), Di Santo (13-2) e Angel Romero (32-2).

SANTOS
João Paulo; Madson (Luiz Felipe), Kaiky, Luan Peres e Pará; Alison, Felipe Jonatan e Pirani (Jean Mota); Marinho (Lucas Braga), Soteldo (Copete) e Marcos Leonardo (Kaio Jorge).
Técnico: Ariel Holan

SAN LORENZO (ARG)
Devecchi; Peruzzi, Alejandro Donatti, Gattoni, Rojas; Diego Rodríguez (Elias), Juan Ramírez, Oscar Romero; Angel Romero, Di Santo e Nicolás Fernández (Melano).
Técnico: Diego Dabove



Santos empata com o San Lorenzo e avança à fase de grupos da Libertadores

Nesta terça-feira, o Santos empatou com o San Lorenzo por 2 a 2 e, como havia vencido na Argentina, garantiu a classificação para a fase de grupos da Libertadores. O Peixe abriu dois gols de vantagem, com Marcos Leonardo e Pará, e ainda viu Rojas ser expulso e deixar os argentinos com um a menos. No entanto, os visitantes reagiram e empataram com Di Santo e Angel Romero.

O primeiro tempo foi movimentado em Brasília, com as duas equipes tendo chances para marcar. Quem aproveitou foi o Santos, que abriu o placar com um belo gol de Marcos Leonardo, bancado por Ariel Holan no time titular, mesmo com o retorno de Kaio Jorge.

A situação, em tese, ficou mais tranquila para o Peixe aos cinco minutos do segundo tempo, quando Rojas foi expulso e deixou os argentinos com um a menos. Os comandados de Holan aproveitaram a vantagem e ampliaram logo em seguida, com Pará. O San Lorenzo reagiu rapidamente com Di Santo, de cabeça, e conseguiu empatar com Angel Romero, em chute de fora da área. Mesmo com o susto, o Alvinegro conseguiu se segurar e garantir a classificação.

O Santos fará a sua estreia pelo grupo C da Libertadores na terça-feira da semana que vem, contra o Barcelona-ECU, na Vila Belmiro, às 19h15. Pelo Campeonato Paulista, o próximo compromisso do time é contra a Ponte Preta, na quinta-feira, às 20h, em Campinas.

O jogo

Com a nova formação, o Santos teve Pará pela esquerda como um lateral mais defensivo, enquanto Madson apoiava com mais intensidade pela direita. O Peixe começou tendo o domínio da posse, mas foram os argentinos que chegaram com perigo primeiro. Di Santo completou cruzamento para fora, e Óscar Romero finalizou de longe à direita do gol.

Logo em seguida, Marinho bateu escanteio pela direita e exigiu boa defesa de Devecchi, quase marcando um gol olímpico. Aos 21 minutos, o Santos abriu o placar em Brasília. Pressionado pelo San Lorenzo, o time saiu tocando desde trás e conseguiu sair com liberdade no ataque. Felipe Jonatan avançou com a bola e lançou para Marcos Leonardo, que invadiu a área e, sem ângulo, acertou um chute de rara felicidade para marcar.

Após sofrer o gol, o San Lorenzo levou muito perigo com cabeceio de Donatti, com a bola passando perto da trave. O Santos respondeu com Soteldo, que arrancou com a bola dominada, invadiu a área e parou em defesa de Devecchi. Por fim, os argentinos ainda assustaram com duas finalizações no mesmo lance, porém João Paulo apareceu bem nos dois arremates.

O San Lorenzo voltou ligado no segundo tempo e assustou logo nos dois primeiros minutos. Óscar Romero finalizou de fora da área e exigiu defesa de João Paulo, que espalmou. Na sequência, Nicolás Fernández pegou um rebote dentro da área e desperdiçou uma grande oportunidade.

Aos cinco minutos, o Santos ficou com um homem a mais em campo. Em contra-ataque, Marinho arrancou com a bola e saiu na cara do goleiro, sendo parado por Rojas, que deu um carrinho fora da área e recebeu o cartão vermelho direto. Na cobrança, Soteldo bateu por cima do travessão.

Aos 11 minutos, o Peixe ampliou o marcador. Soteldo avançou pela esquerda com liberdade e viu Pará passar pela esquerda. O lateral recebeu na área e bateu de primeira, com a perna direita para fazer o segundo do time. No lance seguinte, o San Lorenzo diminuiu o placar em mais um lance de bola aérea, o pesadelo do Alvinegro na temporada. Após cruzamento da direita, Di Santo ganhou de Luan Peres por cima e testou firme para marcar.

Aos 32 minutos, o San Lorenzo empatou em Brasília. Romero trouxe a bola para dentro e arriscou chute rasteiro de fora da área. João Paulo até tocou na bola, mas não conseguiu evitar que ela entrasse. O time argentino não diminuiu o ritmo e quase virou com uma testada de Óscar Romero, defendida pelo goleiro do Peixe. O gêmeo do jogador ex-Corinthians ainda voltou a exigir intervenção de João Paulo, na última chance do San Lorenzo na partida.

Bastidores – Santos TV:

Marinho se desculpa por “atitude péssima” e revela que pediu perdão a Holan

Marinho esteve nos holofotes no empate do Santos com o San Lorenzo nesta terça-feira, e não pelo bom desempenho na partida. Após ser substituído, o atacante saiu irritado do campo e não quis cumprimentar o técnico Ariel Holan.

Depois de esfriar a cabeça, o jogador do Peixe utilizou o seu Instagram para se desculpar pela atitude. Marinho escreveu que saiu chateado, mas deixou claro que sabe que não é insubstituível, revelando que já pediu perdão a Holan em frente ao elenco no vestiário.

Marinho teve atuação discreta no empate por 2 a 2, não participando de nenhum dos gols e sendo substituído por Lucas Braga.

Holan diz que Santos poderia ter matado o jogo e julga atitude de Marinho como “normal”

O Santos empatou por 2 a 2 com o San Lorenzo nesta terça-feira e garantiu a classificação para a fase de grupos da Libertadores. Apesar da vaga carimbada, o Peixe decepcionou na partida. Mesmo com um a mais, o time permitiu que os argentinos marcassem dois gols e deixassem tudo igual, sofrendo uma pressão no final.

Após o jogo, Ariel Holan não escondeu o descontentamento com o placar final do confronto. Na visão do técnico, o Santos teve oportunidades para matar a partida antes de sofrer o primeiro gol.

“Foi um jogo que poderia ter terminado muito antes. Tivemos as situações em contra-ataques, quando estava 2 a 0. Quando o San Lorenzo sentiu que ficaria de fora, fez muitos esforços para pressionar com dez e ir à frente. Nós não finalizamos os contra-golpes, e o San Lorenzo fez o primeiro gol, depois o segundo… O jogo complicou um pouco, mas creio que temos muito a aprender com esse jogo, acho que será muito útil para seguir melhorando como time”, analisou o treinador.

Holan também comentou brevemente sobre a atitude de Marinho, que deixou o campo irritado ao ser substituído. O atacante não quis cumprimentar o técnico na beira do gramado.

“É normal, o Marinho é um jogador muito importante para o nosso time e é lógico que não sairia contente do campo. Isso é lógico”, afirmou o comandante.

Após a partida, Marinho utilizou o seu Instagram para se desculpar pela “atitude péssima”. O atacante revelou que já pediu perdão a Holan em frente aos jogadores no vestiário.

Holan explica por que não utilizou Ivonei contra o San Lorenzo

Nesta terça-feira, o Santos empatou por 2 a 2 com o San Lorenzo e garantiu a vaga na fase de grupos da Libertadores. O técnico Ariel Holan fez modificações na equipe em relação ao jogo de ida, escalando Felipe Jonatan no meio-campo e deslocando Pará para a esquerda, enquanto Madson foi o lateral-direito.

Ivonei, que retornou recentemente de uma lesão na coxa esquerda, ficou no banco de reservas e nem sequer entrou no segundo tempo. Na entrevista coletiva, Holan explicou por que não utilizou o meio-campista.

“O Ivonei vem de uma lesão e não jogou depois disso. Trabalhamos com o Felipe (Jonatan) em Atibaia, para que ele pudesse ser uma opção. Com Madson pela direita, ganharíamos altura. Era muito importante para que nós conseguíssemos nos defender melhor contra o San Lorenzo, um time que é muito alto”, afirmou o técnico.

Holan garantiu que a alterativa com Felipe Jonatan no meio-campo não foi um improviso. O treinador vive a expectativa de contar com Ivonei 100% fisicamente o quanto antes, visto que Sandry permanecerá fora dos gramados por, no mínimo, seis meses.

“Não foi uma improvisação, e sim algo que trabalhamos. Com Pirani pela direita e Sandry, que lamentavelmente não está. Balieiro está com um problema no joelho, Ivonei vem de uma lesão, esperamos que ele possa jogar na próxima partida”, finalizou Holan.

João Paulo acredita que Santos irá aprender com o ‘apagão’ contra o San Lorenzo

O Santos garantiu a classificação para a fase de grupos da Libertadores na terça-feira, mas o desempenho da equipe na segunda etapa foi preocupante. Mesmo com um a mais, o Peixe permitiu que os argentinos empatassem a partida e pressionassem o Alvinegro na reta final.

Após o jogo, o goleiro João Paulo afirmou que o Santos irá tirar lições da queda de rendimento abrupta na segunda etapa do jogo disputado em Brasília.

“Muito pela postura do San Lorenzo, precisando do resultado eles atacaram mais. Eles deixaram muitos contra-ataques para a gente, mas não matamos o jogo. A gente vai poder aprender com os nossos erros, para que possamos melhorar e fazermos outros grandes jogos”, disse o goleiro.

João Paulo também comentou sobre o gol de bola aérea sofrido pelo Peixe, algo bastante recorrente na temporada da equipe. O arqueiro deixou claro que o time já sabia que enfrentaria dificuldades em cruzamentos.

“O San Lorenzo tinha como maior perigo a bola aérea, por ser um time muito alto. Somos um time rápido e de posse de bola, mas de baixa estatura. No primeiro jogo, a gente não sofreu tanto, mas sabia que teria mais dificuldade no segundo. Fizeram os gols em falhas nossas, mas o mais importante é aproveitar a nossa classificação”, finalizou.

Pará celebra gol ‘à la Bebeto’ e presta homenagem ao aniversário do Santos

Autor de um dos gols no empate entre Santos e San Lorenzo, Pará celebrou sua atuação e a classificação da equipe para a fase de grupos da Libertadores.

O lateral brincou que seu gol lembrou o de Bebeto pela Seleção Brasileira contra os Estados Unidos na Copa do Mundo de 1994.

“Eu sou um atleta que não tenho costume de fazer tantos gols na minha carreira. E acabou saindo um maravilhoso com a chapada ‘à la Bebeto’, devagar e no cantinho. Mas brincadeiras à parte, fico mais feliz ainda pela nossa classificação, pois a gente precisava muito passar para essa fase de grupos e o gol acabou ajudando”, afirmou em declarações publicadas pelo site do Santos.

O camisa 4 também aproveitou para prestar sua homenagem pelo aniversário de 109 anos do Peixe.

“Quando eu fiz o gol já veio na memória o Peixe completando esses 109 anos de muita glória e muita tradição. Um clube gigante e que já revelou vários craques para o futebol, sendo que eu tive o privilégio de jogar com alguns deles. Tenho a honra de fazer parte dessa história e espero permanecer aqui por muito tempo para seguir brigando sempre por essa camisa”, disse.

Agora, o time de Ariel Holan passa a trabalhar para a maratona de jogos que está por vir, com compromissos do Paulistão e da Libertadores. De acordo com Pará, é momento da equipe mostrar sua força.

“Acredito que é sim a chance de mostrarmos a força do nosso elenco. Fizemos duas semanas muito boas de treinos lá em Atibaia. O professor Ariel é um treinador muito estrategista e bem capacitado para colocar em campo aqueles que estiverem em melhores condições. Estamos preparados para essa maratona e se tiver que jogar de dois em dois dias não terá problema para nós”, finalizou Pará.

Santos comemora o aniversário com classificação, dinheiro nos cofres e uniforme novo

Nesta quarta-feira, o Santos celebra 109 anos de vida. No aniversário do Peixe, o que não falta ao clube é motivo para comemorar: além de carimbar a vaga na fase de grupos da Libertadores, o Alvinegro garantiu a premiação por avançar na competição, valor que servirá de respiro para a saúde financeira da instituição.

Por mais que o time tenha caído abruptamente de rendimento do segundo tempo, mesmo com um a mais, o Santos segurou o empate e, como havia ganhado na Argentina, confirmou a classificação para a fase de grupos. O Peixe entrará no grupo C do torneio, que conta com Boca Juniors-ARG, Barcelona-ECU e The Strongest-BOL.

A estreia do Alvinegro na fase de grupos acontecerá na terça-feira da semana que vem, contra o Barcelona, na Vila Belmiro, às 19h15. Antes do duelo, a equipe ainda terá compromissos contra a Ponte Preta e Inter de Limeira, na quinta-feira e domingo, respectivamente.

Por avançar à fase de grupos da Libertadores, o Santos garantiu uma premiação de 1 milhão de dólares para cada partida como mandante. Assim, o clube embolsará 3 milhões de dólares (cerca de R$ 17 milhões), valor que será importante para a reestruturação financeira do Peixe.

Aproveitando a comemoração do aniversário do clube, a Umbro lançará o novo uniforme que será utilizado pelo time na sequência da temporada. Na terça-feira, a fornecedora esportiva divulgou um teaser, porém sem revelar grandes detalhes da vestimenta.


San Lorenzo 1 x 3 Santos

Data: 06/04/2021, terça-feira, 21h30.
Competição: Copa Libertadores – 3ª fase – Jogo de ida
Local: Estádio El Nuevo Gasometro, em Buenos Aires, Argentina.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Wilmar Roldán (COL).
Auxiliares: Miguel Roldán e Sabastián Vela (ambos da COL).
Cartões amarelos: Diego Rodríguez (SL).
Gols: Lucas Braga (06-1), Ángel Romero (26-2) e Marinho (45-1, de pênalti); Ângelo (49-2).

SAN LORENZO (ARG)
Devecchi; Andrés Herrera, Alejandro Donatti, Braghieri, Bruno Pittón; Palacios (Óscar Romero), Diego Rodríguez (Elías), Juan Ramírez; Angel Romero, Di Santo e Franco Troyansky (Nicolás Fernández).
Técnico: Diego Dabove

SANTOS
João Paulo; Pará, Kaiky, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison, Vinicius Balieiro e Pirani (Soteldo); Marinho (Ângelo), Lucas Braga e Marcos Leonardo (Bruno Marques).
Técnico: Ariel Holan



Santos vence o San Lorenzo na Argentina e abre vantagem por vaga nos grupos da Libertadores

Nesta terça-feira, o Santos jogou bem e venceu o San Lorenzo por 3 a 1, no Estádio El Nuevo Gasometro, na partida de ida da terceira fase da Libertadores. O Peixe marcou dois gols na primeira etapa, com Lucas Braga e Marinho, de pênalti. No segundo tempo, os mandantes diminuiu com Ángel Romero, ex-Corinthians. Na reta final, Ângelo fez o terceiro para os brasileiros.

O time comandado por Ariel Holan teve um excelente início na Argentina, avançando o bloco de marcação e conseguindo abrir o placar logo aos seis minutos. Sendo consistente na defesa, o Santos não passou sufoco na defesa e ainda conseguiu ampliar com Marinho batendo pênalti.

Na etapa final o Santos teve uma queda de rendimento e perdeu o controle do jogo. Além de diminuir a produção ofensiva, os comandados de Holan viram Romero diminuir o placar. Apesar disso, o time mostrou concentração nos minutos finais e segurou o triunfo na Argentina, marcando o terceiro com Ângelo no fim.

As duas equipes voltam a se enfrentar na terça-feira da semana que vem, às 21h30, no Mané Garrincha. O Peixe avança para a fase de grupos com uma vitória, um empate ou uma derrota por um gol de diferença.

O jogo:

Elétrico, o Santos tomou conta das ações ofensivas dos primeiros minutos. Em duas oportunidades, o time recuperou a bola e encontrou Marcos Leonardo, que não conseguiu finalizar as jogadas. Já aos seis minutos, Luan Peres roubou a bola no meio-campo e soltou para Lucas Braga pela esquerda. O jogador balançou para cima da marcação, trouxe para dentro e acertou um belo chute para abrir o placar.

Após marcar o gol, o Peixe diminuiu o ímpeto ofensivo, mas conseguiu segurar a vantagem. A primeira chegada do San Lorenzo veio apenas aos 32 minutos, com Pittón pegando sobra dentro da área e finalizando para fora. Na sequência, Troyansky recebeu cruzamento da direita e testou muito próximo da trave.

Aos 44 minutos, Pirani recebeu na intermediária e fez belo lançamento para Marcos Leonardo. O atacante foi derrubado pelo goleiro do San Lorenzo, e o árbitro assinalou pênalti. Na cobrança, Marinho mandou no canto alto direito e ampliou o placar.

No retorno do vestiário, foi o Santos que teve a primeira oportunidade no ataque. Pará avançou pela direita e cruzou na medida para Lucas Braga, que cabeceou e exigiu defesa de Devecchi. Em seguida, o San Lorenzo respondeu com Pittón de cabeça, parando e João Paulo, e Ramírez finalizando de fora da área à esquerda.

Aos 26 minutos, o time argentino conseguiu diminuir o placar. Fernández avançou pela direita, cruzou e encontrou Ángel Romero na área, após Pará não conseguir cortar a bola. O ex-jogador do Corinthians dominou e finalizou no canto para marcar.

Além de segurar a vitória, o Santos marcou o seu terceiro gol. Primeiro, Soteldo arriscou de fora da área e Devecchi espalmou para o lado. No rebote, Ângelo cortou para dentro, chutou e viu o goleiro do San Lorenzo deixar a bola escapar, passando rente à trave. No último lance, o garoto de 16 anos aproveitou nova rebatida de Devecchi e apenas empurrou para as redes, sacramentando a vitória.

Bastidores – Santos TV:

Holan diz que Santos fez os melhores 45 minutos desde a sua chegada

O Santos deu um grande passou em busca da classificação para a fase de grupos da Libertadores ao vencer o San Lorenzo por 3 a 1, na Argentina. Após o apito final, Ariel Holan analisou o desempenho da equipe e disse que o Peixe fez os melhores 45 minutos desde a sua chegada. No primeiro tempo, o Peixe abriu dois gols de vantagem, com tentos de Lucas Braga e Marinho, de pênalti.

“Eu acho que a equipe fez uma boa partida, mas o San Lorenzo é um bom time. Tem excelentes jogadores e, como mandante, é um time muito complicado. Eu valorizo muito a vitória, mas ainda temos um jogo, espero que possamos repetir em Brasília o bom jogo que fizemos hoje”, afirmou Holan.

“Sim (foram os melhores 45 minutos), mas recém começamos. Creio que, pelo tamanho do San Lorenzo, foram os nossos melhores momentos desde que assumi o time”, completou.

Holan também comentou sobre a confusão no gol marcado pelo San Lorenzo, visto que a defesa do Santos mostrou uma desorganização pontual no lance.

“Foi uma jogada estranha, porque o Felipe Jonatan sentiu uma dor na perna, e pensamos que ele havia falado para fazer a substituição. Neste momento, o árbitro reiniciou rápido e estávamos mal posicionados. Foi uma pena, porque até aquele momento o time estava jogando muito bem. Creio que, com muito amor próprio, o San Lorenzo conseguiu avançar, mas também conseguimos contra-golpear. Por sorte, fizemos diferença desta forma”, analisou o treinador.

No fim da coletiva, Holan pediu a palavra e mandou um recado especial para Sandry, que teve o rompimento do ligamento cruzado do joelho direito constatado nos últimos dias e permanecerá, no mínimo, seis meses longe dos gramados.

“Só queria mandar um abraço ao Sandry. Infelizmente, é muito jovem e teve esta infelicidade da lesão no ligamento cruzado, mando a ele um forte abraço”, finalizou.

Após treinos em Atibaia, Holan vê Santos em evolução e no caminho certo

Jogando um futebol convincente durante considerável parte da partida, o Santos derrotou o San Lorenzo por 3 a 1 e deu um importante passo rumo à fase de grupos da Libertadores. O bom desempenho do time em campo coincide com a primeira apresentação da equipe após um longo período de treinos.

Sem poder treinar na cidade de Santos, o Peixe foi para Atibaia e realizou sua preparação para o duelo da Libertadores no Hotel Bourbon. Durante quase duas semanas, Ariel Holan pôde implementar detalhes do seu modelo de jogo com mais paciência, a partir de muitas repetições nas atividades.

Após o jogo na Argentina, o técnico do Santos avaliou positivamente a atuação da equipe no Estádio El Nuevo Gasometro, elogiando a postura dos jogadores em campo.

“Valorizo muito que o time quis permanentemente jogar, mesmo com a pressão do San Lorenzo. Para mim, isso é muito importante, porque temos que seguir jogando desta maneira, melhorando jogo após jogo”, afirmou o técnico.

Antes da sequência em Atibaia, Holan não havia tido uma semana livre para treinar o Santos. Até o momento, o técnico esteve a beira do campo em cinco partidas da equipe, com três vitórias, um empate e uma derrota.

Lucas Braga corresponde, e Holan ganha boa dor de cabeça no Santos

Marcando três gols no San Lorenzo fora de casa, o Santos deu um importante passo em busca da vaga na fase de grupos da Libertadores. Jogando pela esquerda, Lucas Braga foi a aposta de Ariel Holan para o ataque e não decepcionou, marcando o primeiro gol do Peixe na partida.

Com um Santos postado para recuperar a bola e acelerar, Lucas Braga foi uma importante válvula de escape pelo lado do campo. Correspondendo no jogo decisivo, o atacante plantou uma boa dor de cabeça no treinador argentino.

Isso porque Holan tem diversas opções para montar o setor ofensivo do time para a sequência da temporada. O único titular absoluto é Marinho, que voltou de lesão no joelho esquerdo e atuou contra o San Lorenzo pela primeira vez em mais de dois meses.

Soteldo, que é uma importante peça da equipe, não foi escalado por ter ficado de fora das semanas de treino em Atibaia, devido ao problema logístico na Venezuela. Uma alternativa seria escalar o venezuelano por dentro, como um meia, função essa que já foi exercida pelo camisa 10 anteriormente.

Outro nome que pede cada vez mais espaço é Ângelo. O atacante de 16 anos, que se tornou o jogador mais jovem a marcar um gol na história da Libertadores, pode encontrar dificuldade no início por jogar prioritariamente pela direita, setor ocupado por Marinho.

Caso queira tornar o time mais móvel, Holan pode escalar o Peixe sem uma referência no ataque, como Kaio Jorge e Marcos Leonardo. Nesse cenário, Marinho, Soteldo, Lucas Braga e Ângelo disputariam as três vagas da frente.

Lucas Braga acredita que os dias de treino facilitaram a implantação do modelo de Holan

Autor do primeiro gol da vitória do Santos, Lucas Braga concedeu entrevista coletiva após a vitória sobre o San Lorenzo. O jogador avaliou positivamente as semanas de treino do Peixe em Atibaia, dizendo que foram importantes para que Ariel Holan implementasse de maneira mais efetiva as duas ideias.

“Como a gente teve um tempo bacana para trabalhar, isso nos ajudou bastante a colocar em prática. Claro que ainda falta um pouco de ritmo de jogo para todos nós, mas isso vem naturalmente”, afirmou o atacante.

Lucas Braga ainda comentou sobre os méritos do Santos na importante vitória sobre o San Lorenzo na Argentina.

“A gente colocou em prática aquilo que o professor nos pediu: a calma para jogar e a posse de bola, os gols saíram naturalmente. Quando a gente manteve a postura em campo, facilitou para nós”, disse o jogador.

Ângelo se torna o jogador mais jovem a marcar um gol na história da Libertadores

Nesta terça-feira, Ângelo quebrou um recorde ao balançar as redes na vitória sobre o San Lorenzo: o atacante se tornou o jogador mais jovem a marcar um gol pela Libertadores, com 16 anos, três meses e 16 dias de idade.

Ângelo saiu do banco de reservas já na reta final da partida, substituindo Marinho. Na primeira tentativa, parou em defesa do goleiro do San Lorenzo. No entanto, já nos acréscimos, aproveitou o rebote de Devecchi e marcou o gol histórico.

Ângelo fez o seu primeiro jogo como profissional do Santos quando tinha apenas 15 anos, no Brasileirão do ano passado, contra o Fluminense. Desde então, o jogador disputou 15 partidas, marcando o seu primeiro gol pelo time principal nesta terça.

Ariel Holan parabeniza Ângelo por feito histórico: “Muito orgulho”

A vitória do Santos por 3 a 1 sobre o San Lorenzo, na Argentina, pelo jogo de ida da terceira fase da Libertadores, ficou marcada, principalmente, pelo feito histórico do atacante Ângelo. O garoto se tornou o jogador mais jovem a marcar no torneio, com apenas 16 anos, três meses e 16 dias de idade.

E o acontecimento rendeu elogios do técnico Ariel Holan. Em suas redes sociais, o comandante argentino parabenizou o atleta e afirmou estar muito orgulhoso.

“Parabéns Ângelo, jogador mais jovem a marcar na Libertadores. Muito orgulho!!!”, comentou o treinador.

Ângelo, por sua vez, agradeceu o treinador: “Obrigado professor, vamos por mais!!!”.