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Chapecoense 0 x 1 Santos

Data: 01/08/2021, domingo, 18h15.
Competição: Campeonato Brasileiro
Local: Arena Condá, em Chapecó, SC.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (Fifa-PR)
Auxiliares: Ivan Carlos Bohn e Jefferson Cleiton Piva da Silva (ambos do PR).
VAR: Pathrice Wallace Corrêa Maia (RJ)
Cartão amarelo: Jair Ventura (C).
Gol: Carlos Sánchez (42-1).

CHAPECOENSE
João Paulo; Matheus Ribeiro, Kadu, Derlan e Busanello; Moisés Ribeiro, Anderson Leite, Léo Gomes (Foguinho) e Felipe Baxola (Ravanelli); Fabinho (Geuvânio), Fernandinho (Mike) e Anselmo Ramon (Perotti).
Técnico: Jair Ventura

SANTOS
João Paulo; Madson, Luiz Felipe (Wagner Palha), Kaiky e Felipe Jonatan; Camacho, Jean Mota e Carlos Sánchez (Vinicius Zanocelo); Marcos Guilherme (Gabriel Pirani), Lucas Braga (Bruno Marques) e Marcos Leonardo.
Técnico: Fernando Diniz


Santos 0 x 1 Atlético-GO

Data: 25/07/2021, domingo, 18h15.
Competição: Campeonato Brasileiro – 13ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Jorge Eduardo Bernardi e José Eduardo Calza (ambos do RS).
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Cartões amarelos: Marinho (S); Zé Roberto e Fernando Miguel (A).
Gol: Zé Roberto (19-1, de pênalti).

SANTOS
João Paulo; Madson (Ângelo), Luiz Felipe (Lucas Braga), Kaiky e Felipe Jonatan (Marcos Leonardo); Camacho, Jean Mota e Carlos Sánchez (Gabriel Pirani); Marinho, Marcos Guilherme e Kaio Jorge.
Técnico: Fernando Diniz

ATLÉTICO-GO
Fernando Miguel; Dudu, Wanderson, Oliveira e Natanael; André Lima, Baralhas (Arthur Gomes) e Marlon Freitas; Janderson (Toró), Ronald (Arnaldo) e Zé Roberto (André Luís).
Técnico: Eduardo Barroca



Santos desperdiça muitas chances e perde para o Atlético-GO na Vila

O Santos martelo, martelou, martelou… E perdeu para o Atlético-GO por 1 a 0 neste domingo, na Vila Belmiro, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol foi marcado por Zé Roberto, de pênalti.

O Peixe desperdiçou inúmeras chances, principalmente no segundo tempo, mas a bola teimou em não entrar. Foram 29 finalizações a seis. E o Alvinegro terminou a partida com seis atacantes.

Com a derrota, o Santos foi ultrapassado pelo próprio Atlético-GO e é o 11º, com 16 pontos. O Dragão agora é o sétimo, com 18 na tabela.

O jogo

A partida começou bem morna na Vila Belmiro. Tanto é que a primeira emoção só rolou aos 17 minutos, já na origem do primeiro gol do jogo.

Zé Roberto, desmarcado no meio-campo, lançou para Baralhas: Luiz Felipe cortou mal, João Paulo saiu atabalhoado do gol e cometeu pênalti. Zé converteu para abrir o placar.

O Santos só respondeu de fato aos 30, quando Kaiky cruzou da intermediária e Madson cabeceou para bonita defesa de Fernando Miguel. No minuto 39, Marinho cruzou, a bola atravessou a área e Felipe Jonatan acertou uma bomba no travessão.

Fernando Diniz foi para o tudo ou nada na etapa final. Sacou o zagueiro Luiz Felipe para a entrada do atacante Lucas Braga e descolou o meia Jean Mota para atuar com Kaiky na defesa.

Logo aos dois minutos, Braga cruzou e Marcos Guilherme bateu fraco. Aos 3, Lucas Braga cabeceou e Fernando Miguel pegou. No minuto 5, Braga finalizou por cima após rebote.

E a pressão continuou, assim como as chances desperdiçadas. Aos 10, Camacho lançou, Lucas Braga ajeitou e Marcos Guilherme chutou mal outra vez. No minuto 12, Sánchez cobrou escanteio e Kaiky cabeceou com perigo.

O massacre continuou, mas a bola teimou em não entrar. Aos 17, Madson cabeceou novo escanteio de Sánchez para fora. Aos 19, Kaio Jorge recebeu na pequena área, cortou e o zagueiro Wanderson salvou. Aos 20, Marinho acertou o travessão, a bola bateu nas costas de Fernando Miguel e sobrou limpa para Sánchez. O uruguaio, porém, estava impedido.

Quando o placar marcava 24 jogados, o Atlético-GO finalmente conseguiu sair da defesa: Ronald recebeu sozinho na área, mas acertou o travessão de João Paulo. Aos 27, o Santos pediu pênalti em Kaio Jorge na pequena área, mas o árbitro Leandro Pedro Vuaden mandou seguir.

Aos 35 minutos, Arthur Gomes, emprestado pelo Peixe ao Dragão, recebeu sozinho pela direita em novo contra-ataque e parou em grande defesa de João Paulo.

O Santos terminou o jogo com seis atacantes, mas mesmo assim não conseguiu furar a retranca do Atlético-GO. Derrota dolorida na Vila Belmiro.

Fernando Diniz avalia derrota do Santos para o Atlético-GO: “Às vezes não conseguimos explicar o futebol”

O técnico Fernando Diniz lamentou demais a derrota do Santos por 1 a 0 para o Atlético-GO neste domingo, na Vila Belmiro, pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe criou inúmeras chances contra o Dragão, mas esbarrou na falta de pontaria. Foram 29 finalizações e apenas duas na direção do gol.

“Partida muito boa hoje. Boa mesmo. Cedemos poucas chances ao Atlético-GO, bem no final tiveram dois lances perigosos. Time foi incisivo, contundente, contra um time que tinha proposta de jogar atrás. Equipe tentou o tempo todo, mas às vezes não conseguimos explicar o futebol… Criamos muitas chances, cedemos poucas e perdemos por 1 a 0. Sobre o impacto do resultado, só saberemos na frente. Perdemos pontos para Sport e Juventude, perder pontos em casa sempre é ruim. Tivemos mais chances ainda e não conseguimos fazer o gol. Temos que fazer sempre o que fizemos hoje, mas sermos mais eficazes”, avaliou Diniz.

“Tivemos mais dificuldades contra o Juventude. Quem joga com linhas baixas dificulta para todo mundo. Desde o começo da partida marcaram baixo, fomos até surpreendidos. No segundo tempo criamos mais chances, a gente melhorou e tentou até o fim do jogo. Dos três (jogos) dessa característica (Juventude, Sport e Atlético-GO), foi nosso melhor. Tivemos ações, escanteios, chances, de 15 escanteios tivemos seis ou sete chances. Mas o futebol, como a vida, tem coisa que não conseguimos entender. Temos que aumentar a possibilidade de ganhar, porque nunca temos certeza no futebol. Futebol dá para criar, criar, criar e não conseguir vencer como hoje”, completou.

Lucas Braga elogia volume de jogo do Santos, mas alerta: “Não adianta nada se não for convertido em gols”

Lucas Braga elogiou o volume de jogo do Santos na derrota por 1 a 0 para o Atlético-GO neste domingo, na Vila Belmiro, mas alertou para a ineficiência.

O Peixe dominou o Dragão, principalmente no segundo tempo, mas perdeu no duelo pela 13ª rodada do Campeonato Brasileiro.

“(Faltaram) Os gols… A gente criou muitas chances, faltou criatividade na finalização para a gente sair com a vitória. (O torcedor deve estar) Triste pelo resultado, tivemos um bom desempenho pelo que criamos, mas se não for convertido em gols não adianta nada”, disse Braga, ao Premiere.


Red Bull Bragantino 2 x 2 Santos

Data: 18/07/2021, domingo, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 12ª rodada
Local: Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Alex Ang Ribeiro e Fabrini Bevilaqua Costa (ambos de SP).
VAR: Vinicius Furlan (SP)
Cartões amarelos: Weverson, Barbieri, Weverson e Léo Ortiz (B); Marinho, Fernando Diniz, Felipe Jonatan, Luiz Felipe, Sánchez, Zanocelo (S).
Gols: Alerrando (09-1); Marcos Guilherme (24-2), Ytalo (37-2) e Marcos Leonardo (49-2).

RED BULL BRAGANTINO
Cleiton; Aderlan, Natan, Léo Ortiz e Weverson (Edimar); Raul (Fabrício Bruno), Lucas Evangelista, Praxedes; Alerrando (Ytalo). Helinho e Cuello.
Técnico: Mauricio Barbieri

SANTOS
João Paulo; Pará (Madson), Luiz Felipe (Marcos Leonardo), Kaiky e Moraes (Felipe Jonatan); Camacho, Carlos Sánchez (Zanocelo) e Gabriel Pirani (Lucas Braga); Marinho, Marcos Guilherme e Kaio Jorge.
Técnico: Fernando Diniz



Santos marca no fim e arranca empate contra o Bragantino fora de casa pelo Brasileirão

Santos e Red Bull Bragantino protagonizaram um grande jogo na noite deste domingo. Pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, as equipes empataram por 2 a 2, no estádio Nabi Abi Chedid, pela 12ª rodada do torneio.

Com o resultado, o Alvinegro Praiano foi a 16 pontos, mas se manteve na 10ª colocação. Já o Massa Bruta despencou da vice-liderança para o quarto lugar, com 24 pontos, oito a menos que o líder Palmeiras.

O jogo

Os anfitriões iniciaram o primeiro tempo ligados. Com o relógio marcando apenas nove minutos, Kaiky vacilou e perdeu a bola para Aderlan, que partiu em disparada pela direita e cruzou rasteiro para Alerrando. Livre, o atacante só teve o trabalho de completar para o fundo da rede para abrir o placar.

No lance seguinte, quase saiu mais um. Cuello recebeu pela esquerda, cortou para o meio e emendou uma bomba no travessão de João Paulo.

Do outro lado, os visitantes responderam com Marinho, aos 13. O atacante encheu o pé em cobrança de falta, a bola desviou na barreira e tirou tinta do poste direito de Cleiton. Depois disso, no entanto, o Peixe não conseguiu produzir mais nada. O Massa Bruta, por sua vez, apenas controlou a vitória parcial.

Já na volta do intervalo, o Santos melhorou e passou a tomar conta das ações ofensivas. Aos nove, Sánchez aproveitou a sobra de bola na entrada da área e emendou um lindo voleio de primeira, mas por cima. Na sequência, após cobrança de escanteio, Kaio Jorge finalizou rasteiro e obrigou Cleiton a espalmar. No rebote, Marinho chutou em cima do goleiro.

Com 24 minutos, enfim saiu o empate. Felipe Jonatan cruzou na medida para Marcos Guilherme, que, apesar da baixa estatura, subiu mais que os defensores e testou firme. Atento, Cleiton fez linda intervenção. A bola, entretanto, voltou nos pés do meia, que não perdoou.

O Bragantino respondeu aos 33. Cuello foi acionado pela esquerda, cortou para o meio e bateu colocado, obrigando João Paulo a se esticar todo para realizar difícil defesa. Já aos 37, os anfitriões voltaram a ficar em vantagem. Artur cruzou com veneno, a defesa do Peixe apenas olhou e Ytalo aproveitou para estufar as redes.

Nos minutos finais, o Santos se atirou no ataque em busca de um tento salvador, que saiu aos 49, com Marcos Leonardo. Depois de cruzamento de Felipe Jonatan, Madson cabeceou na trave e a bola voltou na medida para o atacante, que empatou no apagar das luzes.

Bastidores – Santos TV:

Diniz vê dois tempos distintos em empate do Santos e explica manutenção do Pará como titular

Na noite deste domingo, Santos e Bragantino protagonizaram um grande jogo de futebol. Pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, as duas equipes empataram por 2 a 2, no estádio Nabi Abi Chedid. O Peixe perdia até os 49 minutos do segundo tempo, quando Marcos Leonardo decretou a igualdade.

Na visão do técnico Fernando Diniz, o Alvinegro Praiano não obteve um resultado melhor por conta da má atuação do seu time no primeiro tempo e devido a um erro da arbitragem no segundo gol do Massa Bruta. O comandante alega que a bola bateu no braço do Lucas Evangelista na origem da jogada do tento.

“Entramos em um ritmo desacelerado no primeiro tempo. No segundo fomos mais agressivos, dinâmicos e tivemos mais interesse em vencer o jogo. O time ganhou um pouco mais de mobilidade e intensidade, mas não apenas pelas mudanças, como também pela postura dos jogadores”, comentou em coletiva

“Também posso citar o lance que a arbitragem não deu falta. Eu não sei porque tem o VAR. Contra o América não foi marcado um pênalti. Hoje o Evangelista falou dentro de campo que a bola bateu na mão dele e foi um lance fácil de se marcar. Não tem como o VAR não parar. Foi a origem do gol. O VAR está lá para não marcar. A arbitragem foi decisiva mais uma vez contra o Santos”, completou.

O treinador também aproveitou para explicar porque mantém Pará como titular na lateral direita. O experiente defensor vem acumulando falhas e irritando a torcida santista. Enquanto isso, Madson corresponde bem quando é acionado, mas tem poucas chances de iniciar as partidas jogando.

“O Madson é um grande jogador, mas eu tenho que ter um olhar técnico, não posso ter um olhar só de torcedor. O Pará, contra o Independiente fez um jogo muito bom, falhou naquele lance em que sofremos o gol que estava impedido, mas fez uma partida muito segura. Eu não posso agir com emoção. Faz 15 anos que o Pará joga em times grandes, quase sempre como titular. Eu entendo o torcedor, ele está aí para criticar e torcer, e eu estou aqui para escalar e fazer o que é melhor para o Santos”, disse.

“Eu estou escalando o Pará porque acho que nesse momento ele foi o que era melhor para o Santos, eu tenho que seguir minha intuição. Não podemos montar um time só olhando o torcedor, embora ele seja muito importante. Mas na condição de treinador eu preciso ver o que está acontecendo internamente para escalar os melhores, que é o que eu estou fazendo”, acrescentou.

Com o resultado desta noite, o Santos foi a 16 pontos no Brasileirão, mas se manteve na 10ª colocação. Agora, o foco do grupo muda para a Copa Sul-Americana. Isso porque, na próxima quinta-feira, o Peixe visita o Independiente, pela partida de volta das oitavas de final.

Com a vitória de 1 a 0 na ida, na Vila Belmiro, o Alvinegro precisa de apenas um empate em Avellaneda para garantir a classificação à próxima fase.

“Vamos descansar o time, temos uma viagem bem difícil por conta da logística, mas vamos busca descansar os jogadores da melhor forma possível para recuperá-los e treinar aquilo que dá para esse jogo tão importante para nós”, finalizou Diniz.

Diniz celebra gol ao seu estilo e critica falta de paciência no futebol brasileiro

O Santos segue com dificuldades para pontuar longe de casa. Neste domingo, no entanto, o um ponto conquistado em Bragança Paulista diante do Bragantino foi motivo de comemoração para o Peixe, já que o time perdia até os acréscimos, quando Marcos Leonardo decretou o 2 a 2.

O primeiro gol alvinegro do embate, aliás, também foi especial para Fernando Diniz. Isso porque a jogada começou nos pés o goleiro João Paulo que, ao invés de rifar a bola, optou por sair jogando curto, algo muito apreciado pelo comandante. Depois de uma longa troca de passes, Felipe Jonatan cruzou na cabeça de Marcos Guilherme, que precisou de duas tentativas para vazar o goleiro Cleiton.

“Acho que isso é fruto de um trabalho. Não é o primeiro gol que a gente faz que saiu do goleiro. O grande problema que tem aqui no Brasil é que no dia que acontecer um erro vão fazer como fizeram no São Paulo. A postura de saída com o goleiro sempre foi a mesma, desde o Audax. Nunca foi uma coisa para o jogador correr risco exagerado. Aqui os jogadores estão sabendo tomar boas decisões, tem hora que dá para jogar, mas não é sempre. Nós criamos situações para fazer gols como esse”, disse o treinador em coletiva.

Diniz também aproveitou para criticar a falta de paciência no futebol brasileiro. Segundo ele, é preciso dar mais incentivos aos atletas, assim como é feito com os jogadores de ligas europeias.

“Quando o João Paulo saiu jogando, alguém poderia ter errado o passe. E aí, se o passe dá errado e toma o gol, a gente fica rotulando e desencorajando as outras pessoas que fazem isso. E lá na Europa a gente fica batendo palma para o City, que também erra saída. No ano passado, por exemplo, todo mundo lembra do Varane, que foi sair jogando e tomou um gol no Real Madrid. Aqui, quando erra, a gente vai desencorajando as pessoas a praticarem um jogo que, além de eficiente, é plástico”, comentou.

“Você precisa ter coragem e sincronia de movimentos. Se as pessoas soubessem o quanto a gente repete e do quanto a gente treina. Aqui no Santos a gente conseguiu fazer gol assim. E espero que a gente tenha cada vez mais senso de saber a hora de sair jogando e a hora de fazer bola longa”, finalizou.

Diniz defende Pará, mas números pesam a favor de Madson no Santos

O técnico Fernando Diniz defende Pará e tenta ajudá-lo a recuperar o bom futebol da última temporada, mas os números pesam a favor de Madson no Santos.

O SofaScore levantou as estatísticas recentes dos dois laterais-direitos no Campeonato Brasileiro. Ofensivamente, não há comparação. E Madson leva a melhor em alguns critérios defensivos também.

Com 38 jogos para cada, Madson tem cinco gols e seis assistências, enquanto Pará não criou nenhuma grande chance. Madson ainda acerta mais cruzamentos (23 x 21%), dá mais passes decisivos (23 x 19), sofre menos dribles por jogos (0,2 x 0,6) e ganha mais duelos (59% x 49%).

“O Madson é um grande jogador, mas eu tenho que ter um olhar técnico, não posso ter um olhar só de torcedor. O Pará contra o Independiente fez um jogo muito bom, falhou naquele lance em que sofremos o gol que estava impedido, mas fez uma partida muito segura. Eu não posso agir com emoção. Faz 15 anos que o Pará joga em times grandes, quase sempre como titular. Eu entendo o torcedor, ele está aí para criticar e torcer, e eu estou aqui para escalar e fazer o que é melhor para o Santos”, disse o técnico Fernando Diniz, em entrevista coletiva.

No 2 a 2 com o Red Bull Bragantino no último domingo, Pará errou no posicionamento do primeiro gol do adversário, não ajudou no ataque e saiu no intervalo. Madson entrou e cabeceou a bola na trave antes do gol de Marcos Leonardo.

Santos é o pior visitante do Campeonato Brasileiro

No último domingo, o Santos empatou com o Bragantino em 2 a 2, fora de casa, em jogo válido pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Apesar de estar na décima colocação, o Peixe é o pior visitante da competição.

Até agora, o Santos disputou seis partidas longe de seus domínios, empatou duas e perdeu quatro. Segundo dados do Footstats, o Peixe é a pior defesa jogando fora de casa, com 13 gols sofridos, e possui o menor saldo (-7).

Santos como visitante no Brasileirão:

🔻 20° em pontos (2)
🔻 20° em aproveitamento (11,1%)
🔻 20° em gols sofridos (13)
🔻 20° em saldo de gols (-7)

Fora da Vila o Peixe tem problemas!

A equipe de Fernando Diniz visita o Independiente, nesta quinta-feira, pela partida de volta das oitavas de final da Copa Sul-Americana. O Santos volta a focar no Brasileiro no próximo domingo, quando irá receber o Atlético-GO.

Confira os resultados do Santos atuando fora de casa no Campeonato Brasileiro:

Bahia 3 x 0 Santos
Fluminense 1 x 0 Santos
Grêmio 2 x 2 Santos
América-MG 2 x 0 Santos
Palmeiras 3 x 2 Santos
Bragantino 2 x 2 Santos



Palmeiras 3 x 2 Santos

Data: 10/07/2021, sexta-feira, 16h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 11ª rodada
Local: Allianz Parque, em São Paulo, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC-FIFA)
Auxiliares: Kleber Lucio Gil (SC-FIFA) e Thiaggo Americano Labes (SC).
VAR: Rodrigo Dalonso Ferreira (MG)
Cartões amarelos: Jailson (P); Camacho, Jean Mota, Fernando Diniz, Marinho, Kaiky, Moraes e Marcos Guilherme (S).
Gols: Gustavo Gómez (18-1) e Breno Lopes (21-1); Carlos Sánchez (23-2, de pênalti), Willian (38-2) e Marinho (46-2, de pênalti).

PALMEIRAS
Jailson; Marcos Rocha (Mayke), Felipe Melo, Gustavo Gómez e Viña; Danilo, Zé Rafael e Gustavo Scarpa (Patrick de Paula), Raphael Veiga (Wesley); Breno Lopes (Willian) e Deyverson (Dudu).
Técnico: Abel Ferreira

SANTOS
João Paulo; Pará (Madson), Danilo Boza (Alison), Kaiky e Moraes; Camacho (Vinicius Zanocelo), Jean Mota (Carlos Sánchez) e Gabriel Pirani; Marinho, Lucas Braga (Raniel) e Marcos Guilherme.
Técnico: Fernando Diniz



Palmeiras vence o Santos em clássico movimentado e segue líder

O Palmeiras venceu o Santos por 3 a 2 na tarde deste sábado, no Allianz Parque, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Gustavo Gómez e Breno Lopes no primeiro tempo e por Willian na etapa final. O Peixe fez com Carlos Sánchez e Marinho, ambos em cobranças de pênalti.

Os primeiros 18 minutos foram equilibrados, mas o Verdão abriu o placar após erro do goleiro João Paulo e a partir daí o Peixe caiu de rendimento. No segundo tempo, Carlos Sánchez diminuiu e esboçou uma reação, porém, os donos da casa logo ampliaram. Ainda deu tempo para Marinho converter penalidade máxima nos acréscimos.

Com os três pontos, o Palmeiras segue líder do Brasileirão, agora com 25 pontos. O Santos segue em sétimo, com 17, e pode perder posições até o término da rodada.

O jogo

Palmeiras e Santos faziam clássico equilibrado, com muita movimentação e duas propostas ofensivas, até que o primeiro gol saiu.

No minuto 18, Gustavo Scarpa bateu escanteio, o goleiro João Paulo saiu errado e Gustavo Gómez abriu o placar. A partir daí, só o Verdão jogou.

O segundo gol saiu rapidamente, aos 21: Deyverson ganhou no alto, Zé Rafael lançou Breno Lopes e o atacante recebeu sozinho para bater cruzado e marcar o segundo.

Na segunda metade do primeiro tempo, o Santos só chutou de longe e cruzou errado. O Palmeiras, tranquilo em campo, recuou um pouco as linhas e não sofreu.

O Palmeiras seguiu melhor na etapa final e quase ampliou logo aos 12 minutos, quando Breno Lopes driblou Alison com facilidade e Kaiky salvou na recuperação. Na sequência, Danilo deu um elástico e cruzou com perigo.

Aos 23 minutos, o Santos voltou para o clássico. Carlos Sánchez sofreu pênalti cometido por Marcos Rocha e converteu. Uruguaio chegou ao 26º gol pelo Peixe e igualou Jonathan Copete como maior artilheiro estrangeiro da história do Peixe.

A reação santista, porém, não se concretizou. Aos 38 minutos, Marcos Rocha cruzou, Deyverson desviou de cabeça e Willian completou no segundo pau. O lance foi invalidado, mas corrigido com o auxílio do VAR e o terceiro gol do Palmeiras foi confirmado.

Ainda deu tempo para Marinho fazer o segundo do Santos, em novo pênalti, agora sofrido e convertido pelo camisa 11 nos acréscimos. Mas foi só. 3 a 2 para o Palmeiras no Allianz.

Diniz avalia derrota do Santos para o Palmeiras e detona arbitragem: “Dá falta se encostar a unha”

O técnico Fernando Diniz evitou críticas ao Santos após a derrota por 3 a 2 para o Palmeiras neste sábado, no Allianz Parque, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe levou 2 a 0 no início, desempatou, sofreu o terceiro gol e esboçou reação, mas não conseguiu o empate.

“Fizemos um bom jogo. Os dois times com propostas antagônicas, é normal. Palmeiras tem por característica um jogo de transição muito forte. Estávamos conseguindo jogar entrelinhas, mas sem finalizar com efetividade, só que com domínio. Eles nas transições e bolas paradas, que treinamos e alertamos, mas sofremos o gol. Voltamos ainda mais agressivos, nos expomos, levamos dois gols e sofremos um. Poderíamos ter vencido, empatado ou perdido”, disse Diniz, em entrevista coletiva.

O treinador aproveitou para detonar a arbitragem de Braulio da Silva Machado (SC).

“Não posso deixar de falar da arbitragem. Palmeiras fez três e a gente dois, claro, e esse é o resultado, mas não teve critério para dar cartões e isso atrapalha. Quanto mais parado o jogo, para ele melhor. Quem não quer jogar com ele é uma beleza. Dá falta se encostar a unha do dedo. Palmeiras fez gol rápido e retardou tiros de meta, laterais e faltas e ele não fez menção de acelerar. Jogo parou 3:30 no pênalti e ele deu 6:00 de acréscimo. Ou seja, deu 2:30 de acréscimo. A rigor, deu um minuto de acréscimo porque jogo parou de novo. Não é um dos melhores, longe disso, e é de Santa Catarina. Temos vários bons árbitros aqui (em São Paulo) para um clássico desse. Conhecem os times e jogadores por causa do Regional”, afirmou.

“Santos quase nunca pega um juiz top. Em Santos e São Paulo na Vila Belmiro, juiz colocou mais três como no futebol de salão com cronômetro quando John se machucou, hoje deu seis (de acréscimos) e era muito mais. Não estou justificando o resultado do jogo, mas juiz tem que gostar que o futebol aconteça. Não interferiu, mas quer o jogo parado. Em nenhum momento mandou acelerar o jogo. Tivemos sete cartões amarelos querendo acelerar o jogo e o Palmeiras teve três”, emendou.

Por fim, Diniz tentou explicar os motivos para o Santos ainda não ter vencido como visitante após quatro partidas.

“É uma pergunta fácil de fazer e difícil de responder. Ninguém tem essa resposta, eu também não. Muitos podem conjecturar. Jogar em casa é importante, mas não determinante. Hoje poderíamos ter empatado pelo menos, por exemplo. Contra o Fluminense estivemos mais perto de vencer, assim como contra o América-MG. Estamos produzindo e tendência é vencer fora, mas é difícil precisar. Estamos trabalhando, aumentando a chance de vencer fora como vencemos em casa”, concluiu.

Diniz valoriza Pirani e incentiva “autoconfiança” do meia no Santos

Fernando Diniz fez “elogios gratuitos” a Gabriel Pirani após a derrota do Santos por 3 a 2 para o Palmeiras no último sábado, no Allianz Parque, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Em uma resposta sobre Kaio Jorge, o técnico aproveitou para falar do meia titular do Peixe aos 19 anos.

“Gabriel Pirani fez outro grande jogo, assim como na última partida (Athletico-PR), quando eu não estava no banco (suspenso). Tem relação muito especial com o grupo e aprende cada vez mais a confiar no potencial que ele tem”, disse Diniz.

Sánchez comemora recorde no Santos: “Não consigo explicar o quanto me sinto honrado”

Carlos Sánchez igualou Jonathan Copete como maior artilheiro estrangeiro da história do Santos. O uruguaio marcou o 26º gol pelo Peixe na derrota para o Palmeiras no clássico do último sábado, no Allianz Parque, pela 11ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Sánchez lembrou do amigo colombiano e comemorou o feito nas redes sociais.

“Com o gol de ontem, me tornei o maior artilheiro estrangeiro do Santos ao lado do meu amigo Jonathan Copete. Não consigo explicar o quanto me sinto honrado em realizar este sonho. Só posso agradecer a toda a nação santista, pelo carinho e pela torcida para que esse momento chegasse, e a todos os meus parceiros de clube que tornaram isso possível. Minha eterna gratidão. É um orgulho que nem todos podem ter”, disse Carlos Sánchez.

O meia entrou mais uma vez no segundo tempo e sofreu e converteu um pênalti no clássico. Foi o primeiro gol de Carlos Sánchez após a cirurgia no joelho esquerdo.

Wagner Leonardo recebe propostas, mas volta ao Santos a pedido de Diniz

Wagner Leonardo recebeu propostas e contou com o apoio de Fernando Diniz para voltar ao Santos após empréstimo ao Náutico.

O zagueiro estava emprestado até dezembro, mas o Peixe ativou a cláusula de retorno depois de um pedido de Diniz motivado pela saída de Luan Peres para o Olympique de Marselha (FRA).

Com a sinalização do Peixe, Wagner desistiu de ser negociado e se reapresenta ao CT Rei Pelé na segunda-feira. Atlético-GO, Ceará e mais uma equipe da Série A demonstraram interesse no jogador de 21 anos.

“Muito bem avaliado internamente. Acompanhei alguns jogos da Série B e estava muito bem, muito querido pelo Náutico. Com a saída do Luan Peres, abrimos espaço. É característica minha avaliar o que temos internamente e sou assertivo e cuidadoso para contratar. É bom para o time e para instituição. Wagner volta muito bem referendado e, pelo que vi da Série B, tenho muita confiança que vai nos ajudar bastante”, disse Fernando Diniz, em entrevista coletiva.

Wagner Leonardo disputou 16 jogos pelo Náutico, com dois gols marcados e o título pernambucano conquistado. Foi capitão duas vezes e se destacou nas estatísticas da Série B: o atleta com mais ações defensivas na competição (70), de acordo com o Sofascore.


Santos 2 x 1 Athletico-PR

Data: 06/07/2021, terça-feira, 19h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 10ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Vinicius Gomes do Amaral (RS)
Auxiliares: Jorge Eduardo Bernardi e André da Silva Bitencourt (ambos do RS).
VAR: Jean Pierre Gonçalves Lima (RS)
Cartões amarelos: Kaiky (S); Thiago Heleno e Renato Kayzer (A).
Gols: Marcos Guilherme (30-1) e Fernando Canesin (45-1); Zé Ivaldo (04-2, contra).

SANTOS
João Paulo; Madson, Luiz Felipe, Kaiky e Moraes; Camacho, Jean Mota (Vinicius Balieiro) e Gabriel Pirani (Carlos Sánchez); Marinho (Ângelo), Lucas Braga (Vinicius Zanocelo) e Marcos Guilherme (Marcos Leonardo).
Técnico: Eduardo Zuma (interino)

ATHLETICO-PR
Santos; Thiago Heleno, Pedro Henrique e Zé Ivaldo (David Terans); Marcinho (Khellven) Richard, Christian (Léo Cittadini) e Abner; Vitinho, Fernando Canesin (Nikão) e Matheus Babi (Renato Kayzer).
Técnico: António Oliveira



Santos conta com a Lei do Ex e vence o Athletico na Vila Belmiro

O Santos venceu o Athletico-PR por 2 a 1 na noite desta terça-feira, na Vila Belmiro, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram de Marcos Guilherme, com assistência de Madson (dois ex-CAP), e Zé Ivaldo (contra). Fernando Canesin marcou para o Furacão.

Dirigido pelo auxiliar Eduardo Zuma por causa da suspensão de Fernando Diniz, o Peixe saiu na frente e levou o empate no último lance do primeiro tempo. Na etapa final, a vantagem foi recuperada rapidamente e o Alvinegro soube administrar o jogo para sair com os três pontos.

Com a vitória, o Santos sobe para o sexto lugar e volta ao G-6, com 15 pontos. O Athletico, até então vice-líder, pode ser ultrapassado por Palmeiras e Atlético Mineiro.

O jogo

O Santos começou pior a partida, mas se encontrou após os 10 minutos iniciais e criou as principais chances no primeiro tempo.

Gabriel Pirani e Marcos Guilherme pararam em grandes defesas do goleiro Santos, mas aos 30 minutos o Athletico não conseguiu mais resistir na Vila Belmiro.

Marinho bateu de longe, Santos espalmou, Madson acreditou e cruzou para Marcos Guilherme só empurrar na pequena área. 1 a 0 merecido para o Peixe. Assistência e gol de dois ex-CAP e Lei do Ex na Vila.

O Santos parecia à vontade em campo, mas uma desconcentração nos instantes finais custou caro. Marinho levou uma entrada de Zé Ivaldo, precisou de atendimento médico e, enquanto o Peixe esteve com um a menos, o Athletico empatou. Madson saiu para marcar Abner, Luiz Felipe não conseguiu cobrir Vitinho e Fernando Canesin se antecipou a Jean Mota no primeiro pau para superar João Paulo. 1 a 1.

O Santos recuperou a vantagem logo cedo: melhor em campo, Gabriel Pirani fez boa jogada individual e bateu cruzado antes de Zé Ivaldo desviar para a própria rede. Gol contra do Athletico e 2 a 1 no placar.

À frente, o Peixe mudou um pouco a estratégia e chamou o Athletico para sua defesa em busca do contra-ataque. O técnico António Oliveira colocou os titulares Nikão e Terans em campo, mas não adiantou.

Nos minutos finais, o Santos soube administrar o resultado e conseguiu mais uma vitória em casa no Campeonato Brasileiro. O Peixe ainda teve um pênalti marcado nos acréscimos, mas anulado após checagem do VAR. No último lance, Vitinho isolou na pequena área.

Bastidores – Santos TV:

Auxiliar do Santos avalia vitória sobre o Athletico: “Soubemos jogar e depois sofrer”

O auxiliar Eduardo Zuma aprovou o desempenho do Santos na vitória por 2 a 1 sobre o Athletico na noite desta terça-feira, na Vila Belmiro, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Zuma substituiu o técnico Fernando Diniz, que esteve suspenso. Márcio Araújo, outro auxiliar de Diniz, pediu demissão nesta terça.

“Vitória importante. Ganhar em casa sempre é importante. Jogamos bem os últimos jogos, mas não vencemos. Hoje enfrentamos um dos líderes, time organizado, contra-ataque forte e grande trabalho. Soubemos jogar e depois sofrer no momento final do jogo. Sinceramente, hoje é um dia de desfrutar um pouco a vitória para amanhã pela manhã voltar a pensar no clássico do fim de semana e a sequência da Sul-Americana. Nos preparamos para todos os jogos, mas hoje é momento de baixar a poeira. Vamos jogo a jogo”, disse Zuma.

“Santos tem uma magia aqui dentro, um ambiente maravilhoso, clima contagiante. Só quem vive isso para entender essa energia daqui. O que a gente sente é um grupo trabalhador. É natural que vamos perder atletas por cartão ou desgaste, algum imprevisto, mas o grupo é muito bom e o ambiente maravilhoso. Funcionários, direção, comissão. Essa sinergia contribui para o bom trabalho”, completou.

Madson aproveita oportunidade e vira opção ofensiva para Diniz no Santos

O lateral-direito Madson foi um dos titulares do Santos na vitória sobre o Athletico-PR. O jogador atuou no lugar de Pará, suspenso, e participou uma partida desde o início pela primeira vez sob o comando do técnico Fernando Diniz.

Dentro de campo, o defensor conseguiu aproveitar a oportunidade com uma boa presença no campo de ataque. No primeiro gol alvinegro, Madson fez a leitura correta da jogada, acreditou no lance e fez o cruzamento para Marcos Guilherme aparecer livre na área e mandar para as redes.

O desempenho do lateral o coloca como uma boa opção ofensiva para o treinador, ainda mais diante das atuações de Pará, que não vive seu melhor momento na temporada. Diniz pode utilizar o jogador para aumentar o volume de ataque pelo lado direito ou aproveitar sua velocidade para chegar ao gol adversário nas transições.

Madson ainda apresenta bons números de ataque pelo Santos no Campeonato Brasileiro. O defensor possui cinco gols marcados e seis assistências com a camisa alvinegra em 36 jogos no torneio.

Moraes celebra estreia como titular com vitória na Vila: “Melhor coisa que poderia acontecer”

A vitória sobre o Athletico-PR na última terça foi bastante especial para o lateral-esquerdo Moraes. O jogador atuou no lugar de Felipe Jonatan, machucado, e fez sua primeira partida como titular do Santos na Vila Belmiro.

Após a confirmação do resultado, Moraes celebrou a oportunidade e destacou a vitória logo em seu estreia no estádio entre os titulares.

“Estou muito feliz de ter ajudado a equipe. Foi meu primeiro jogo como titular aqui, e estou muito feliz de ter sido pé quente e a gente ter saído com a vitória”, declarou à Santos TV.

“A estreia na Vila Belmiro foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, e vencer nesse lugar, que é sagrado, foi realmente muito bom. Quero dedicar essa vitória a minha esposa e minha filha, que estão sempre comigo. Minha filha nasceu há pouco tempo, tem 3 meses, então dedico esse resultado a ela”, completou o jogador.

Titular da posição, Felipe Jonatan foi desfalque na partida por conta de uma lesão na coxa e segue em fase de recuperação. Com isso, Moraes pode receber mais uma chance entre os 11 iniciais no próximo jogo, contra o Palmeiras, no sábado.

Santos volta a sofrer gol na Vila Belmiro depois de cinco partidas

A vitória sobre o Athletico-PR na última terça foi bastante especial para o lateral-esquerdo Moraes. O jogador atuou no lugar de Felipe Jonatan, machucado, e fez sua primeira partida como titular do Santos na Vila Belmiro.

Após a confirmação do resultado, Moraes celebrou a oportunidade e destacou a vitória logo em seu estreia no estádio entre os titulares.

“Estou muito feliz de ter ajudado a equipe. Foi meu primeiro jogo como titular aqui, e estou muito feliz de ter sido pé quente e a gente ter saído com a vitória”, declarou à Santos TV.

“A estreia na Vila Belmiro foi a melhor coisa que poderia ter acontecido, e vencer nesse lugar, que é sagrado, foi realmente muito bom. Quero dedicar essa vitória a minha esposa e minha filha, que estão sempre comigo. Minha filha nasceu há pouco tempo, tem 3 meses, então dedico esse resultado a ela”, completou o jogador.

Titular da posição, Felipe Jonatan foi desfalque na partida por conta de uma lesão na coxa e segue em fase de recuperação. Com isso, Moraes pode receber mais uma chance entre os 11 iniciais no próximo jogo, contra o Palmeiras, no sábado.

Superação de Raniel é comemorada no Santos: “É um vencedor”

Raniel ficou à disposição do Santos pela primeira vez em nove meses na vitória por 2 a 1 sobre o Athletico na última terça-feira, na Vila Belmiro, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O atacante não entrou em campo, mas mesmo assim foi elogiado pelo auxiliar Eduardo Zuma em entrevista coletiva. O técnico Fernando Diniz esteve suspenso.

“Raniel é um vencedor. Se conhecerem ele de perto, verão que é um cara do bem, que retorna, ficou um tempo fora e vai fortalecer nossa equipe. É uma opção e estamos muito felizes pelo retorno. Espero que tenha sequência positiva e colha os frutos do trabalho e do que faz no dia a dia”, disse Zuma.

Raniel não atua desde 1º de outubro, na vitória do Peixe sobre o Olimpia (PAR), pela Libertadores da América. O atacante superou covid-19, trombose e duas cirurgias na perna direita, além de problemas pessoais, para ser mais uma opção de Diniz.

Raniel tem 14 jogos pelo Santos, com dois gols marcados. O contrato termina em 31 de dezembro de 2023.