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Ariel Holan não é mais o técnico do Santos. Após mais uma derrota pelo Campeonato Paulista, o argentino pediu para ser desligado do Peixe, em um diálogo transparente com a diretoria. Andres Rueda, presidente do clube, detalhou o processo em entrevista nesta segunda.

“Ontem, conversando com o treinador após o jogo, de uma maneira muito transparente, ele nos solicitou que o jogo contra o Boca fosse o último à frente do time”, afirmou o presidente, que completou: “Agora de manhã, estamos vendo se ele realmente será o nosso técnico contra o Boca. Eu lembro que nós temos uma comissão permanente no clube”.

Rueda deixou claro que não tinha o objetivo de perder o técnico neste momento, mas revelou que a situação já estava bastante desgastada.

“Ponderamos, não era o que eu queria. O pessoal confunde projeto de três anos com contrato de três anos com o treinador. Existe uma quebra de contrato de qualquer parte. Ponderamos e de comum acordo aceitamos essa situação. Tentei reverter, não teve jeito. Houve até caso de fogos no apartamento dele. Soltaram rojão. Isso o deixou de uma maneira pouco confortável. Agora de manhã estamos vendo se realmente vai ser nosso técnico com o Boca ou se não vai ser nosso técnico com o Boca. Neste sentido, o clube tem uma coisa boa, uma comissão permanente”, disse o mandatário.

Por fim, Rueda garantiu que o Santos buscará trazer um treinador que tenha um perfil semelhante ao de Holan, sem que haja uma ruptura de projetos esportivos.

“O perfil não muda. Queremos um treinador que goste de jogar com a base, que jogue para a frente, que agregue tecnologia. Vamos fazer o possível para trazer o treinador mais rapidamente. A nossa comissão permanente existe para isso: suprir essas lacunas entre um técnico e outro”, pontuou Rueda.

“Eu lembro que quando escolhemos o Ariel para ser o treinador, a aceitação da torcida foi de praticamente 100%. A torcida entendeu, gostou da contratação. Era um nome bem cotado. De novo, ele tem um perfil que se encaixa no Santos. Simplesmente, as coisas não aconteceram como planejado”, finalizou.

Holan deixa o Santos após 12 partidas no comando da equipe, com quatro vitórias, três empates e cinco derrotas.




O Santos confirmou neste sábado a venda de Yeferson Soteldo ao Toronto FC, do Canadá. A negociação faz com que o Peixe seja liberado do transfer ban imposto pela Fifa. A punição era justamente por conta da dívida do clube com o Huachipato pela compra do venezuelano.

O Alvinegro repassou sua parcela da venda ao Huachipato. Para quitar o valor final, os brasileiros ainda irão pagar 500 mil dólares (cerca de R$ 2,7 milhões na cotação atual), divididos em parcelas a partir de junho.

O acordo ainda prevê que o Santos receba 12,5% de uma venda futura de Soteldo, caso o meia-atacante seja transferido para fora da MLS (Liga Norte-americana).

De acordo com o presidente Andres Rueda, a venda foi importante para o Peixe ser liberado da punição que impedia a chegada de novos reforços.

“Foi uma proposta que o Huachipato também aceitou e, principalmente, que o atleta queria. Não podíamos segurar o Soteldo, diante desse cenário. Na verdade, o Santos comprou, mas nunca pagou”, explicou o mandatário.

“Com este Transfer Ban resolvido, abrimos uma janela para podermos considerar a contratações pontuais, dentro da responsabilidade financeira que assumimos no Clube, de atletas para encorpar o elenco, dada a participação em muitas competições de forma simultânea”, completou.

Soteldo chegou ao Santos no início de 2019 e teve um total de 104 partidas, com 20 gols. Em sua mensagem de despedida ao jogador, Rueda agradeceu pelos serviços e desejou sucesso na nova etapa da carreira.

“Temos de agradecer ao Soteldo por esse período no Santos, que tanto nos trouxe alegrias e por sua combatividade em campo. Certamente gostaríamos que ficasse mais e fizesse história com a nossa camisa. Desejamos sorte em seu novo clube”, concluiu o presidente.



Soteldo publica carta e se despede do Santos ( Em 27/04/2021 )

Nesta terça-feira, o venezuelano Yeferson Soteldo utilizou as redes sociais para publicar um vídeo se despedindo do Santos. No post, aparecem algumas imagens da passagem do atacante pelo clube, enquanto lê uma carta e mostra a tatuagem que fez em homenagem ao alvinegro praiano.

O camisa 10 segue rumo ao Toronto, do Canadá. Entre outras razões, o que o motivou foi a questão financeira do Peixe, que estava impedido de contratar por não ter conseguido pagar seu passe. Entretanto, o carinho do atleta com o clube e a torcida é enorme, e foi eternizado em sua pele.

Ao todo, Soteldo disputou 104 jogos com a camisa do Santos, tendo marcado 20 gols. Ao lado de Marinho, era considerado o principal jogador do atual elenco e um dos grandes responsáveis pela grande campanha na Libertadores de 2020, da qual o time da Vila foi vice-campeão.

Confira a carta de despedida de Soteldo:

“Foram dois anos e meio. Mais precisamente 830 dias desde que a camisa do Santos passou a ser minha segunda pele. Como já sabem, hoje faz parte da minha primeira. Antes de chegar e assinar meu contrato, sabia exatamente do que o clube precisava. Não é tão difícil assim, não é mesmo? Quem conhece o time de Neymar, Pelé e tantos outros que fizeram história? Quem não sabe que esse é o maior time brasileiro do mundo? Para mim foi uma honra e um desafio.

Cheguei e fui apresentado com a 10. Por Deus, a 10 do Rei. Ninguém acreditava que fosse dar certo. Você lembra? Falavam da minha altura, do meu país, de tudo. Só não falavam que eu tinha confiança total em mim mesmo. Hoje saio com a certeza de que deixei tudo nas 104 vezes que vesti essa camisa como se fosse minha pele.

Mas você sabe melhor do que ninguém que nesse tempo não foi só de alegrias. O clube não vive seu melhor momento. Mas eu sei que é só uma fase, e logo virão as vitórias e títulos que você merece. E quando isso acontece, eu estarei entre vocês. Orgulhoso de toda a dedicação que tive com o Santos. E no meu novo papel de torcedor. O que está na pele é para sempre.

Uma vez ouvi uma frase mais ou menos assim: Quando você luta para se agarrar a alguém, essa pessoa se vai. Quando você decide deixar ela partir, ela fica. Deixo o Santos, mas sei que ele nunca me deixará. Ele estará gravado sempre na minha carreira, na minha vida e na minha pele”.


O Santos fechou a contratação de Ariel Holan para substituir Cuca. O técnico argentino ex-Universidad Católica (CHI) chega para um vínculo até dezembro de 2023.

À procura de auxiliares para a sua comissão técnica, Ariel Holan deve chegar ao Peixe até o fim dessa semana, com a estreia prevista apenas para o Campeonato Paulista. O contrato até dezembro de 2023 está apalavrado e será anunciado pelo clube nesta segunda-feira.

Holan gostaria de trazer da Universidad Católica o auxiliar Juan Esparis e o preparador físico Facundo Peralta, mas a dupla não deve vir ao Brasil. Esparis por questões pessoais, enquanto Peralta quer continuar no Chile.

Ariel Holan tem uma equipe particular de analistas de desempenho. A princípio, os três devem continuar com o argentino e não na folha salarial do Peixe. Esse tema, porém, ainda será debatido.

Holan estava no topo da lista do Santos desde o início da procura por um técnico, há mais de duas semanas. A pedida inicial foi alta. Na sequência, o clube conseguiu um “desconto” e passou a avançar na negociação. O valor da comissão técnica será de pouco menos de R$ 600 mil.

O Santos analisou outras opções, como Hernán Crespo, Tiago Nunes e Beccacece. No caso de Crespo, o salário de mais de R$ 1 milhão inviabilizou qualquer papo e ele foi para o São Paulo. Com Nunes e Beccacece, a preocupação foi a mesma: o relacionamento com o elenco. Ambos têm histórico de problemas com atletas e colegas.

Com Holan, o Alvinegro fica satisfeito por aliar projeto de futebol e bom convívio. Sair de Cuca, adorado pelos jogadores, para Tiago Nunes ou Beccacece poderia significar uma ruptura no dia a dia do CT Rei Pelé.

Holan tem 60 anos e foi aprovado pelo departamento de futebol e pela análise de desempenho. O argentino começou no Defensa y Justicia em 2015 e passou por Independiente e Universidad Católica. Antes, foi auxiliar e desempenho e técnico de hóquei sobre a grama.

A chegada de um treinador tarimbado dividiu opiniões no Comitê de Gestão. Para alguns, o comandante seria o único reforço possível neste momento e demanda investimento. Para outros, era momento de economizar e diminuir a folha da comissão técnica. O primeiro pensamento “venceu”.

Votação
O Comitê de Gestão deliberou sobre Ariel Holan por alguns dias. Mais do que maioria simples para a aprovação, o presidente Andres Rueda buscou um consenso.

Quem foi a favor ou contra a chegada de Holan expôs seus argumentos em grupo no Whatsapp. A chegada de um treinador tarimbado dividiu opiniões. Para alguns, o comandante é o único reforço possível neste momento e demanda investimento. Para outros, era momento de economizar e diminuir a folha da comissão técnica. O primeiro pensamento “venceu”.

Cuca
O Santos gostaria de ter Cuca para a partida contra o Bahia na próxima quinta-feira, em Salvador, no encerramento do Campeonato Brasileiro, mas o técnico foi liberado para cuidar de sua família. A mãe e uma das filhas estão internadas com covid-19.

Dessa forma, o auxiliar Marcelo Fernandes deve dirigir o Peixe. O Alvinegro empatou com o Fluminense na despedida de Cuca e está perto da classificação para a Pré-Libertadores.

Holan curioso
Enquanto deixou a questão financeira e contratual para seus representantes, Ariel Holan buscou informações sobre o Santos. Ele falou com colegas de profissão e perguntou ao Peixe sobre questões específicas, como quantidade de campos e uso da tecnologia no departamento de análise de desempenho.

Holan tem vontade antiga de trabalhar no Brasil e viu o Santos como ótima porta de entrada por sua história, presença de jogadores de destaque como Marinho e Soteldo e a predisposição a revelar jovens da base.

Ariel Holan está disposto a trabalhar com a realidade do Santos, de não contratar e correr o risco de perder outros atletas. Os reforços podem chegar só no segundo semestre.

Ariel Holan define auxiliar e preparador físico antes de chegar ao Santos

Ariel Holan definiu seu auxiliar técnico para o trabalho no Santos: Víctor Bernay, de 50 anos e também argentino, será o braço direito do novo comandante do Peixe.

Bernay foi auxiliar de Pedro Troglio em clubes como Gimnasia e Argentinos Juniors e, mais recentemente, dirigiu as categorias de base do Cerro Porteño (PAR) e chegou a assumir o time principal por alguns jogos após a saída de Miguel Angel Russo em 2019.

O preparador físico deve ser Diego Giacchino, argentino de 47 anos. Ele tem passagens por Independiente, Banfield e seleções do Irã e da Colômbia. A princípio, o treinador virá com apenas dois profissionais.

Ariel Holan gostaria de trazer da Universidad Católica o auxiliar Juan Esparis e o preparador Facundo Peralta, mas a dupla não virá ao Brasil. Esparis por questões pessoais, enquanto Peralta quis continuar no Chile.

E Holan tem uma equipe particular de analistas de desempenho. Em um primeiro momento, os três devem continuar com o argentino e não na folha salarial do Alvinegro.

Ariel Holan assinou com o Santos até dezembro de 2023. À espera da confirmação do voo para sexta ou sábado, ele deve ficar nas tribunas do Canindé diante do Santo André, no domingo, pela primeira rodada do Campeonato Paulista. A estreia pode ocorrer na Vila Belmiro contra a Ferroviária, no dia 3.

Com o auxiliar Marcelo Fernandes, o Peixe enfrentará o Bahia nesta quinta-feira, em Salvador, pelo encerramento do Brasileirão, e depois o Santo André. Pará, Luan Peres, Felipe Jonatan, Alison, Soteldo e Lucas Braga ganharam folga e voltam na próxima terça-feira.

Ariel Holan é o 17º técnico estrangeiro da história do Santos

O Santos oficializou nesta segunda-feira a contratação do técnico Ariel Holan, que assinou um contrato válido até dezembro de 2023. Aos 60 anos, ele se torna o 17º comandante estrangeiro a assumir o Peixe na história e o quarto argentino.

O primeiro nome da lista foi Harold Cross, da Irlanda, ainda na era amadora do time, em 1912. Já os mais recentes foram Jorge Sampaoli, em 2019, e Jesualdo Ferreira, no início de 2020. O primeiro fez sucesso na Vila Belmiro, levando o clube a vice-liderança do Brasileirão. Já o português não correspondeu com as expectativas e foi demitido depois de apenas 15 jogos.

Já o treinador estrangeiro que mais durou no comando técnico santista foi Abel Picabéa. O argentino realizou 71 partidas, com 38 vitórias, 15 empates e 18 derrotas. Na sequência, aparece Dario Letona, com 64 compromissos. Fechando o top 3 está Sampaoli, com 61 embates.

Confira a lista completa de todos os estrangeiros que já dirigiram o Santos:

Era amadora
1912 – Harold Cross (Irlanda)
1916/1919 – Juan Bertone (Uruguai)
1919 – Ramón Platero (Uruguai)

Era profissional:
1934 – Pedro Mazullo (Uruguai)
1934/1935 e 1950 – Caêtano di Domenica (Itália)
1937 – Franz Gaspar (Hungria)
1939/1940 – Isaac Goldenberg (Áustria)
1940/1941 – Dario Letona (Peru)
1944 – Ricardo Diez (Uruguai)
1946/1947 – Abel Picabéa (Argentina)
1948 – Diego Ayala (Paraguai)
1951 – Luiz Comitante (Uruguai)
1954 – Giuseppe Ottina (Itália)
1977/1978 – Ramos Delgado (Argentina)
2019 – Jorge Sampaoli (Argentina)
2020 – Jesualdo Ferreira (Portugal)
2021 – Ariel Holan (Argentina)



Ariel Holan é apresentado no Santos e assume compromisso: “Equipe protagonista em todos os campos” ( Em 01/03/2021 )

Ariel Holan foi apresentado oficialmente nesta segunda-feira como novo técnico do Santos. O argentino concedeu a entrevista coletiva ao lado do presidente Andres Rueda.

Com contrato até dezembro de 2023, Holan está entusiasmado com o desafio. Ele chegou ao Brasil na noite de sábado e, no domingo, esteve no Canindé para assistir ao empate em 2 a 2 com o Santo André, pela primeira rodada do Campeonato Paulista.

“Agradeço ao presidente pela confiança por me darem a honra de ser treinador do Santos. Santos para mim é um grande desafio. Ontem, quando andava pelo campo de jogo, pensava que ali jogou Pelé, Neymar e tantos outros. De uma história tão rica, bicampeão do mundo e tricampeão da América. E, sobretudo, com uma marca mundial. Estou muito feliz. É um compromisso com todos os torcedores sobre ter uma equipe protagonista em todos os campos. Uma equipe de acordo com a história do futebol brasileiro”, disse Holan, antes de fazer outra promessa.

“Meu compromisso também é de falar português ou portunhol. Terei meu professor nessa semana para me comunicar melhor com vocês”, completou.

O presidente Andres Rueda comentou sobre a escolha de Ariel Holan.

“Mais do que um técnico, trazemos ao Santos um parceiro. Sempre procuramos, dentro do perfil imaginado, um parceiro que nos ajude a implementar os processos falados na campanha. Metodologia e tudo que esperamos implementar especificamente no futebol. Teve muita especulação, o que é normal, mas só divulgamos os fatos concretizados. Até pela falta disso, muito se falou de nomes, notícias fakes, mas o processo andou como deveria. E hoje estamos aqui para apresentar a vocês. Processo foi normal como qualquer outro de seleção. Nossa ideia não era discutir nomes, mas perfis. Jogo ofensivo, pelo DNA do Santos, entendendo e gostando de trabalhar com a base. Terceiro que fosse um parceiro. Quarto, e fundamental, que entendesse a situação momentânea que o clube atravessa. Trazemos o Ariel com transparência. Conhece a situação e, quando tem transparência, evita-se qualquer choque no futuro”, avaliou.

“Outro ponto é que Ariel gosta muito de tecnologia. É moderno. Ele não quer esconder o jogo para ele, faz questão que o Santos coloque seus profissionais na comissão para formar novas gerações. Pessoal vai acompanhar, aprender e que no futuro possamos dar continuidade ao trabalho. Chega de sair um treinador e a gente começar do zero. Mais um ponto é que estava dentro da possibilidade financeira, obviamente. Não faremos loucuras e nem promessas que não serão cumpridas. É questão de honra”, emendou o presidente.

O primeiro treinamento de Ariel Holan ocorrerá nesta terça-feira, no CT Rei Pelé.


O Santos pediu à Federação Paulista de Futebol (FPF) a transferência de seus jogos para o Pacaembu por dois meses a partir da estreia no Campeonato Paulista contra a Ferroviária, no dia 19, confirmada para a Vila Belmiro.

O Peixe não conseguiu fazer toda a reforma durante as férias do elenco e quer tempo para viabilizar outras mudanças. Veja a nota oficial abaixo.

“O Santos Futebol Clube está solicitando à Federação Paulista de Futebol (FPF) a transferência de seus jogos como mandante para o Pacaembu por período de 60 dias após a estreia contra a Ferroviária, marcada para o dia 19 de janeiro. A solicitação ocorre por conta de haver a necessidade da realização de manutenções de maior porte em determinados setores da Vila Belmiro, como a cobertura dos camarotes e revestimento da marquise, bem como algumas melhorias no entorno do gramado, especialmente atrás do gol da arquibancada do placar”.

Se a FPF aprovar, o Santos jogará quase toda a primeira fase do Paulistão e o início da Sul-Americana no Pacaembu. O presidente José Carlos Peres disse que o Peixe atuaria 60% dos seus compromissos na capital paulista.




Derrota por 2 a 1 para o Sport foi a última partida do treinador à frente do Peixe, que termina o Brasileirão na décima colocação, com 50 pontos; confira a coletiva de Cuca

Cuca se despediu do comando do Santos com uma derrota para o Sport por 2 a 1, na Ilha do Retiro, pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2018. Após a partida, o treinador se demonstrou aliviado com a campanha do Peixe, avaliou sua passagem como ‘positiva’ e desejou sorte ao futuro comandante do clube.

– Chegar na última rodada como hoje, é positivo. Se tivéssemos hoje como Fluminense, Chapecoense e Sport, é difícil. Dois anos, um para lutar e outro para voltar em uma partida. Em geral, foi trabalho bom e desejo toda sorte a quem vier no meu lugar – disse o treinador.

Em Recife, o Santos teve mais um desempenho ruim nesta reta final de Brasileirão e viu uma clara superioridade dos anfitriões durante os 90 minutos. Para Cuca, o resultado mais justo teria sido um empate.

– Controlamos bem o jogo, com posse de bola e seis conclusões a um no primeiro tempo. Perdemos a chance do gol, e o jogo é assim, uma bola, torcida pressionando, e aconteceu aos 40 pela nossa lateral, quando demoramos para fazer a cobertura e um belo gol do Rogério. Gol que decretou o início da vitória. De repente, o empate era mais justo – relatou Cuca, acrescentando:

– Não foi o resultado esperado, mas agora é para o Santos se preparar e fazer um 2019 melhor. Para o Sport, fica o desejo de boa sorte e que volte ainda mais fortalecido em 2020.

Cuca assumiu o Peixe no fim de julho, com o clube beirando a zona de rebaixamento. Desde então, sua equipe engatou uma ótima sequência na competição e brigou por uma vaga na Libertadores até as últimas rodadas, momento em que o Santos caiu de rendimento e acabou terminando o Brasileirão na décima colocação, com 50 pontos. Ao todo, foram 27 jogos, com dez vitórias, nove empates e oito derrotas.