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Santos 0 x 0 Real Garcilaso-PER

Data: 24/05/2018, quinta-feira, 19h15.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 6 – 6ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: 5.016 pagantes
Renda: R$ 119.075,00
Árbitro: Alexis Herrera (VEN)
Auxiliares: Luiz Murillo e Jorge Urrego (ambos da VEN).
Cartões amarelos: Daniel Guedes e Lucas Veríssimo (S); Morales, Cóssio e Arismendi (RG).

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Diego Pituca (Copete), Jean Mota (Renato) e Vitor Bueno (Yuri Alberto); Gabriel, Rodrygo e Eduardo Sasha.
Técnico: Jair Ventura

REAL GARCILASO
Morales; Arismendi, Dulanto, Lojas e Cóssio; Kontogiannis, Tragodara (Mendoza), Archimbaud, Ramúa (Pérez) e Landauri (Santillán); Vidales.
Técnico: Tabaré Silva



Santos decepciona, só empata com o Garcilaso, mas avança como líder

Em dia de greve dos caminhoneiros e de filas quilométricas nos postos de gasolina, faltou combustível ao Santos na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, no empate em 0 a 0 com o Real Garcilaso-PER.

Diante de uma equipe fraca e já eliminada, o Peixe penou. Sem inspiração, abusou dos cruzamentos e ouviu vaias ao apito final. A única boa notícia foi a classificação como líder do Grupo 6 e a vantagem de decidir as oitavas de final da Libertadores da América em casa. O Estudiantes-ARG venceu o Nacional-URU e avançou como segundo.

Em baixa e longe do futebol ofensivo pregado pelo técnico Jair Ventura, o Santos voltará a campo no domingo para enfrentar o Cruzeiro, no Pacaembu, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro.

O jogo

O Santos teve 75% da posse de bola no primeiro tempo, girou o jogo de um lado para o outro a todo tempo, mas não criou como poderia. Longe disso.

Foram duas chances claras, uma com Rodrygo, aos 16 minutos, depois de lançamento de Jean Mota, e outra em boa finalização de Eduardo Sasha, aos 37′. No rebote, Vitor Bueno, com pouco ângulo, desperdiçou na pequena área.

Na saída para o intervalo, os poucos torcedores presentes na Vila Belmiro se dividiram entre aplausos e vaias. Uma das organizadas gritou: “Não é mole não, jogando com vontade ninguém ganha do Peixão”.

Nas primeiras ações do segundo tempo, o Santos até pareceu que seria um time diferente, mas não foi assim. Depois de certa pressão, o Peixe voltou a ser monótono.

Posse de bola sem objetividade, desorganização e excesso de cruzamentos. Nada muito trabalhado e noite sem inspiração de pilares da equipe, como Eduardo Sasha, Rodrygo e Gabigol. Diego Pituca, estreante em Libertadores, se destacou.

Nos minutos finais, o técnico Jair Ventura confirmou o discurso de ofensividade, que só fica na teoria, e colocou Yuri Alberto e Copete nas vagas de Vitor Bueno e Pituca, respectivamente. Sim, o Peixe terminou com um meia e cinco atacantes.

O 4-1-5 deu certo? Não. No desespero, o alvinegro ainda assustou o fraco Garcilaso em alguns momentos, porém, merecidamente, o zero não saiu do placar. E a bola comemorou o apito final.

E na Argentina, o Estudiantes virou sobre o Nacional-URU, venceu por 3 a 1 e se classificou como segundo colocado do Grupo 6. O Santos venceu a equipe de La Plata na Vila Belmiro e também em Quilmes.

Bastidores – Santos TV:

Jair fala ‘verdades’ para defender o Santos: “Não podemos apagar a luta”

O Santos tem sido cobrado pelo desempenho ruim nos últimos jogos. E depois do empate em 0 a com o Real Garcilaso-PER nesta quinta-feira, na Vila Belmiro, o técnico Jair Ventura se defendeu com “verdades”.

“O treinador fica confortável com os dois, nunca só com o resultado (também o desempenho). Os objetivos são objetivos. Queremos dar show também. E vamos trabalhar para dar alegria à torcida. Podemos ser campeões sem jogar melhor futebol, mas vamos trabalhar para isso. Podemos melhorar, estamos trabalhando para isso. Ano de pilares no Santos, a troca de gestão, troca de comando técnico e troca de elenco. Saíram 16 jogadores. É desculpa ou verdade? Ainda mais com Copa e pré-temporada curta. Não estamos alcançando o futebol objetivo, mas que bom que estamos conseguindo os objetivos. E agora é transformar isso em situações ainda melhores. Agora é mata-mata. Santos foi eficiente, queremos alcançar os objetivos e alcançar o futebol vistoso. Não podemos apagar a entrega do grupo, perdemos mais um machucado, o terceiro seguido, Pituca saiu com cãibras e nem foi pra oração, estava desgastado. Torcida tem toda razão quando só conquistamos objetivos e não jogamos bonito. Mas Santos está vivo. São poucas vivas em três competições”, disse Jair, em entrevista coletiva.

O treinador explica a formação tática e o excesso de cruzamentos – mais de 50 na partida. O discurso foi de valorizar a classificação em primeiro lugar do Grupo 6 para as oitavas de final.

“Jogamos no 4-2-4 sem cara de área, trazendo Rodrygo e Gabriel para flutuar e ganhar um meio. É um subsídio (cruzamento), não algo que treinou. Treinamos a valorização da posse, aproximação, comunicação entre linhas e entrar com toques rápidos. Com as dificuldades, usamos os cruzamentos e chutes de fora da área. Não treinamos assim. O que menos treinamos foram cruzamentos. Usamos como subsídio. Foram mais de 20 finalizações no total”, explicou.

“Quando vamos encontrar time com linha de cinco e linha de quatro na frente, tem que alternar o jogo. Cruzamos muito, sim, mas chutamos muito de média e longa distância, uma situação contra a retranca. Tivemos dificuldade de entrar, se defenderam bem. Não podemos tirar a vontade que os jogadores tiveram, a entrega, jogamos no campo deles, mas não fomos eficientes pela vitória. Torcida queria a vitória, tudo que eu falar pode soar como desculpa, queremos a vitória também, todos nós, fizemos o nosso melhor para conseguir, mas hoje não conseguimos. Não dá para apagar a luta, acabamos com cinco atacantes, tentando. Talvez um gol num momento melhor abre situação até para goleada. Ficamos tristes pela não vitória, mas com chave difícil, 10 títulos envolvidos, fomos superior e nos classificamos com duas rodadas de antecedência. Pelo jogo hoje, foi ruim, temos obrigação de vencer, mas no somatório total, em grupo difícil, passamos em primeiro. E isso não dá para esconder”, completou.

Dodô pede ajuda à torcida do Santos: “Meninos sentem as vaias”

O clima ficou hostil na Vila Belmiro depois do empate do Santos em 0 a 0 com o Real Garcilaso-PER na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro. Após o apito final, a torcida organizada gritou frases como: “Ou joga por amor ou joga por terror” e “Se domingo não ganhar, o pau vai quebrar”.

Diante desse cenário, Dodô pediu ajuda aos santistas. O lateral-esquerdo afirma que a ansiedade atrapalhou o Peixe pela Libertadores e garante que as vaias prejudicam os mais jovens.

“Sobre a ansiedade, pode ser um pouco, principalmente mais jovens. Rodrygo tentou muito de fora da área. Todos queremos vencer e ficamos ansiosos, mas mostrou que estávamos incomodados. Eu trabalhei na Sampdoria com um treinador que me fez crescer muito. E dizia que eu tinha que ser menos brasileiro, menos bonito. Não estimulava jogo plástico e bonito. E aqui é o contrário. Ele incentiva o Rodrygo e a todos pelos lances plásticos. Eu mesmo protagonizei alguns. De fora, parece que ele tem cobrado não fazermos. E é o contrário. Eu tinha que ser menos brasileiro possível e isso me deixava triste. Não jogava do jeito que queria. Faz parte da adaptação. A mensagem que quero deixar é que temos estimulado o jogo bonito. Torcedor do Santos, não queremos jogo feio. Pelo contrário. Temos protagonizado lances bonitos durante o ano. E melhor ainda é alcançar objetivos. Sabemos o momento político e financeiro do Santos. No começo do ano, poucos de vocês apontavam o Santos como favorito. E saímos como primeiro depois de seis jogos. Temos que valorizar, sim. Temos dado o máximo. Torcedor quer 3 ou 4 a todo jogo, mas é impossível. Grêmio, melhor da América, não goleia sempre. Temos procurado evoluir”, disse Dodô.

“E dentro do DNA Ofensivo, essa busca por ele, queremos apoio do torcedor no momento ainda mais difícil da Libertadores. Foi triste hoje, estádio vazio. Contra o Estudiantes estava uma atmosfera fantástica, talvez o melhor jogo no ano. E hoje, com menos gente, com atmosfera um pouco menos bonita, a mensagem que eu quero deixar é: precisaremos de vocês. Juntos podemos alcançar o objetivo de passar para as quartas. Meninos têm sentido as vaias. Peço apoio. Juntos podemos passar. Separados, será difícil. Meninos têm ficado ansiosos com as vaias. E queremos deixar eles livres para fazer o jogo que o Santos merece”, completou.

Rodrygo, um dos destaques do time, não foi bem nesta quinta. Yuri Alberto, que entrou no segundo tempo, também foi discreto. O Santos terminou a partida com Jean Mota no “meio-campo” e cinco atacantes: Rodrygo, Yuri, Sasha, Gabigol e Copete.

Com lesão de grau 2, Vitor Bueno só voltará ao Santos depois da Copa

Vitor Bueno só voltará a jogar pelo Santos depois da Copa do Mundo na Rússia, em julho. O meia sofreu uma lesão de grau 2 após entorse no tornozelo esquerdo no empate em 0 a 0 com o Real Garcilaso-PER na noite desta quinta-feira, na Vila Belmiro, pela Libertadores. A informação foi inicialmente publicada pelo GloboEsporte.com.

Bueno foi substituído no segundo tempo da partida e saiu de campo carregado por um companheiro ao apito final. O prazo de recuperação é de um mês, quando as competições no Brasil já estarão paralisadas por conta da Copa.

Vitor Bueno ganhou a vaga de titular do Peixe com o técnico Jair Ventura e buscava reeditar a boa fase de 2016, quando foi revelação do Campeonato Brasileiro. A lesão, porém, o impede de ter sequência. No ano passado, ele passou por cirurgia no joelho.

Sem Bueno, o Santos segue com dificuldades na saga por um armador. Com o retorno de Bruno Henrique, Jair deve optar por quatro atacantes e Rodrygo mais recuado, com Gabigol e Sasha na frente.


Real Garcilaso 2 x 0 Santos

Data: 01/03/2018, quinta-feira, 19h15.
Competição: Copa Libertadores – Grupo 6 – 1ª rodada
Local: Estádio Inca Garcilaso de la Vega, em Cusco, Peru.
Público e renda: N/D
Árbitro: Gery Vargas (BOL).
Auxiliares: José Antelo e Juan Montaño (ambos da BOL).
Cartões amarelos: Dulanto (RG); Lucas Veríssimo, Vitor Bueno e Vecchio (S).
Gols: Johnny Vidales (07-1) e Alfredo Ramúa (44-2).

REAL GARCILASO
Diego Morales, Arismendi, Gustavo Dulanto, Lampros Kontogiannis e Iván Santillán; Luis García (Jean Pierre Archimbaud) e Luis Álvarez; Johnny Vidales (Ángel Pérez), Alfredo Ramúa e Julio Landauri (Alexis Cóssio); Óscar Franco.
Técnico: Óscar Ibañez

SANTOS
Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota (Arthur Gomes); Alison; Renato, Vecchio (Vitor Bueno), Eduardo Sasha (Rodrygo) e Copete; Gabriel.
Técnico: Jair Ventura



Santos é dominado e perde para o Garcilaso em estreia no Peru

O Santos perdeu para o Real Garcilaso nesta quinta-feira, na altitude de 3.400 metros em Cusco, no Peru, pela estreia na Libertadores da América. Pelo número de chances criadas pelos donos da casa, o 2 a 0 ficou barato.

O Garcilaso dominou o jogo desde o princípio e abriu o placar logo aos sete minutos, com gol de Vidales. O Santos teve chance para empatar, com Gabigol, e depois apenas sofreu até o intervalo. Na segunda etapa, o cenário foi mantido. O Peixe poderia ter empatado em chute de Vecchio, mas foi tão exigido a ponto de poder ser goleado. Vanderlei fez ótimas defesas e só não evitou o golaço de Ramúa, de fora da área, aos 44.

O jogo:

O primeiro tempo do Santos em Cusco foi para ser esquecido. Quase tudo deu errado e o Real Garcilaso dominou os 45 minutos iniciais. O 1 a 0 no intervalo ficou barato.

Os peruanos pressionaram desde o início e abriram placar já aos 7, quando Santillán passou facilmente por Daniel Guedes, David Braz não cortou e Jean Mota deixou Vidales antecipar no segundo pau para marcar.

O Peixe poderia ter melhorado a sua situação aos 16, quando Vecchio acertou um de seus poucos passes para Sasha rolar e Gabigol, sem goleiro, chutar fraco para a defesa afastar em cima da linha. De ali em diante, foi um sufoco.

O alvinegro perdeu quase todas pelo alto, sofreu com chutes de fora da área e Vanderlei foi, como de costume, decisivo. O meio-campo inexistiu com Renato e Vecchio e foi salvo por Alison. Copete foi o pior.

O Santos só voltou ao assustar no último lance, em falta de longe cobrada por Jean Mota. A bola passou perto da trave direita de Morales. O apito do árbitro foi um alívio.

E o enredo no segundo tempo não foi alterado. Logo aos dois minutos, Vanderlei fez mais uma bela defesa em chute de Ramúa, garçom e melhor jogador do Garcilaso.

Aos oito minutos, o Peixe teve a segunda grande chance de empatar. Eduardo Sasha tabelou com Daniel Guedes e tocou para Vecchio, da entrada da área, sozinho, chutar por cima do gol.

A reação, porém, foi só um esboço. Os donos da casa continuaram em cima, principalmente com finalizações de longe. Vanderlei seguiu trabalhando durante todo o tempo.

Na segunda metade da etapa final, o Santos não teve forças para reagir. Jair tentou mudar o cenário com Arthur Gomes, Vitor Bueno e Rodrygo, mas não deu certo. O Garcilaso conseguiu administrar o resultado e ainda fez o segundo gol aos 44 minutos, em lindo chute de Ramúa de fora da área, aos 44 minutos. Com o resultado positivo, os peruanos assumem a liderança do Grupo 6.

Bastidores – Santos TV:

Jair minimiza derrota do Santos na Libertadores: “Já passou”

Jair Ventura minimizou a derrota do Santos por 2 a 0 para o Real Garcilaso nesta quinta-feira, em Cusco, no Peru, pela estreia na Libertadores. O técnico disse que a estratégia caiu por terra com o primeiro gol dos peruanos, aos sete minutos, e já projetou o clássico contra o Corinthians, no domingo, às 17h (de Brasília), no Pacaembu, pela décima rodada do Campeonato Paulista.

“Nossa estratégia foi quebrada com um gol aos sete minutos, mas botamos a bola no chão, fizemos nosso jogo apoiado. Nossa maior dificuldade foi o tempo na bola. Nas nossas jogadas de passes longos, a bola ia sempre para fora. Paciência. É o nosso primeiro jogo. Não é a estreia que queríamos. Não vamos nos abalar com a derrota de hoje. Já passou. É pensar no clássico agora”, afirmou.

“Não foi surpresa porque o nosso observador técnico esteve aqui, analisou muito bem a equipe do Real. Aconteceu tudo que vimos nos vídeos, mas entre você observar e conseguir neutralizar a diferença é muito grande. Quando passei a equipe adversária aos meus atletas, tem um lance que o jogador deles chuta antes do meio de campo. Todos ficaram: “Caramba”. Tomamos um gol quase do meio da rua. Sabíamos dessa dificuldade. Tentamos neutralizar os chutes de média e longa distância. Tentamos ficar mais próximos possíveis do passe longo, já que eles têm o timing da bola. Sofremos com os escanteios. Eles agrediram a bola e tiveram êxito. Quem já jogou na altitude sabe. Nossa estratégia foi quebrada com um gol aos sete minutos”, completou.

Jair diz não ter medo de barrar medalhões no Santos: “Meritocracia”

A meritocracia virou um jargão no futebol. A expressão significa o predomínio de quem tem mais mérito em um grupo. No Santos, parte da torcida entende que isso está em falta.

Não é de hoje que uma boa parcela dos santistas acredita que jogadores como Renato, David Braz e Victor Ferraz, capitães e líderes do elenco, merecem sair do time titular. Depois de Dorival Júnior, Levir Culpi e Elano, porém, eles foram mantidos com o técnico Jair Ventura no começo desta temporada.

Para tranquilizar o torcedor, Jair promete escalar quem estiver melhor tecnicamente e/ou fisicamente. Ele cita o exemplo de Jefferson, goleiro ídolo do Botafogo barrado por Gatito. O comandante entende que, no momento, os santistas ainda merecem a titularidade.

“A história não pode ser apagada, são líderes, mas se tiver alguém da posição em melhor momento, vai jogar. Não posso ser justo com um jogador e prejudicar uma instituição maior do que todos nós, sendo injusto com o elenco. Eu penso no Santos. No todo. Não em um ou dois. São importantíssimo, conto demais, mas falo em meritocracia. Não vou deixá-los jogando se tenho um melhor fora por causa de gestão. Vai jogar quem estiver melhor, isso independe de salário, poder dentro do grupo… Não tem jeito. Eu barrei o maior salário do Botafogo, de Seleção, o Jefferson. O grupo entendeu que Gatito estava no melhor momento. Sendo justo, ganha-se o grupo. Todos têm a melhor chance”, disse Jair Ventura, em entrevista exclusiva à Gazeta Esportiva.

Na estreia da Libertadores, com derrota por 2 a 0 para o Real Garcilaso, no Peru, David Braz e Renato não atuaram bem. Victor Ferraz, que vivia má fase, se recupera de luxação no ombro direito e vem sendo substituído por Daniel Guedes. Outros atletas contestados por parte da torcida são Vecchio e Copete. Os gringos são titulares com Jair desde a primeira rodada do Campeonato Paulista.

Após derrota na Libertadores, Alison prevê reação do Santos em clássico

Alison, um dos poucos destaques do Santos na derrota por 2 a 0 para o Real Garcilaso nesta quinta-feira, em Cusco, no Peru, o comemora que a próxima partida seja contra o Corinthians, no domingo, às 17h (de Brasília), no Pacaembu, pela décima rodada do Campeonato Paulista.

“Futebol é bom porque hoje o resultado negativo pode ser recuperado na sequência. É nossa oportunidade no clássico e precisamos da vitória”, disse Alison, à Fox Sports.

Sobre a derrota no Peru, Alison evitou culpar a altitude e admitiu que o Peixe finalizou pouco. Apenas duas chances foram criadas: uma com Gabigol, no primeiro tempo, e outra de Vecchio, na segunda etapa.

“Sabíamos da dificuldade. Claro que a gente não está aqui para colocar a culpa em nenhuma adversidade, mas eles souberam administrar a vantagem de saber como funciona o tempo da bola na altitude. Resultado é ruim, claro, mas agora é manter o foco para recuperar esses pontos”, analisou.

“Faltou um pouco (chute de fora da área). Sabíamos que poderíamos utilizar. Não adianta lamentar, estamos tristes, mas é primeiro jogo e temos chance de recuperar”, completou.

Rodrygo é o mais novo a jogar Libertadores na história do Santos

Rodrygo entrou para a história do Santos na noite desta quinta-feira, na derrota por 2 a 0 para o Real Garcilaso, no Peru. Com 17 anos e 50 dias, o Menino da Vila se tornou o mais jovem a atuar pelo Peixe na Libertadores.

Rodrygo superou Diego, hoje no Flamengo, que entrou em campo com 17 anos, 11 meses e cinco dias em 2003, em vitória por 5 a 1 sobre o América-COL, em Cali. Veja o ranking abaixo.

Promovido ao elenco profissional do Santos em outubro de 2017 pelo ex-técnico Elano, Rodrygo fez a primeira viagem internacional de sua carreira. Ele é um dos reservas de Jair Ventura.

1º – Rodrygo – 17 anos e 50 dias
01/03/2018 – Real Garcilaso 2 x 0 Santos

2º – Diego – 17 anos e 11 meses e 5 dias
05/02/2003 – América de Cali-COL 1 x 5 Santos

3º – Felipe Anderson – 18 anos e 26 dias
11/05/2011 – Once Caldas 0 x 1 Santos

4º – Joel Camargo – 18 anos, 4 meses e 25 dias
13/02/1965 – Universidad de Chile-CHI 1 x 5 Santos

5º – Coutinho – 18 anos, 8 meses e 10 dias
21/02/1962 – Santos 6 x 1 Deportivo Municipal-BOL

6º – Thiago Carleto – 18 anos e 10 meses e 20 dias
14/02/2008 – Cúcuta-COL 0 x 0 Santos

7º – Leonardo – 18 anos e 11 meses e 07 dias
16/02/2005 – Bolívar-BOL 4 x 3 Santos


Santos FC x Real Garcilaso
Santos Futebol Clube x Asociación Civil Real Atlético Garcilaso


Retrospecto:

02 jogos
00 vitória
01 empate
01 derrota
00 gol pró
02 gols contra
-2 saldo

Resultados:

01/03/2018 – Santos 0 x 2 Real Garcilaso – Libertadores – Garcilaso de La Vega
24/05/2018 – Santos 0 x 0 Real Garcilaso – Libertadores – Vila Belmiro