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Grêmio 3 x 3 Santos

Data: 03/02/2021, quarta-feira, 16h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 34ª rodada
Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre, RS.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (GO)
Assistentes: Alessandro Alvaro Rocha de Matos (BA) e Fabricio Vilarinho da Silva (GO).
VAR: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Cartões amarelos: Kannemann, Diego Souza, Matheus Henrique, Victor Ferraz e Luiz Fernando (G); Sandry (S).
Cartão vermelho: Sandry (S, 41-2).
Gols: Kaio Jorge (07-1) e Diego Souza (36-1, de pênalti); Jean Pyerre (43segs-2) e Pepê (07-2), Arthur Gomes (22-2, de pênalti) e Madson (50-2, de pênalti).

GRÊMIO
Vanderlei; Victor Ferraz (David Braz), Rodrigues, Kannemann e Diogo Barbosa; Matheus Henrique, Lucas Silva (Thaciano), Alisson (Luiz Fernando), Jean Pyerre (Maicon) e Pepê; Diego Souza (Ferreirinha).
Técnico: Renato Portaluppi

SANTOS
John; Pará (Vinicius Balieiro), Laércio, Luan Peres e Felipe Jonatan; Alison (Ivonei), Sandry e Jean Mota (Madson); Lucas Braga, Arthur Gomes (Ângelo) e Kaio Jorge (Bruno Marques).
Técnico: Cuca



Santos sai na frente, leva virada do Grêmio e busca empate no fim com um a menos

O Santos empatou em 3 a 3 com o Grêmio nessa quarta-feira, em Porto Alegre, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Peixe buscou o empate aos 50 minutos do segundo tempo com um a menos – Sandry foi expulso aos 41.

Os gols do Peixe foram de Kaio Jorge, Arthur Gomes e Madson. O Tricolor marcou com Diego Souza, Jean Pyerre e Pepê. O Alvinegro fez 1 a 0, levou 3 a 1 e conseguiu o 3 a 3 no fim.

Com o empate, o Santos assume a oitava colocação, com 46 pontos. O Grêmio é o sétimo, com 43. Na próxima rodada, o Tricolor visitará o Botafogo, na segunda-feira. O Peixe enfrentará o Atlético-GO, sábado, em Goiânia.

Grêmio e Santos fizeram um primeiro tempo equilibrado. O Peixe começou melhor, enquanto o Tricolor equilibrou as ações e terminou os primeiros 45 minutos em alta.

O Santos abriu o placar aos sete minutos, quando Luan Peres arrancou, deu um drible da vaca em Rodrigues e passou para Kaio Jorge só empurrar. 1 a 0 para o Alvinegro.

O Peixe levava a partida do seu jeito até que apareceu Jean Pyerre. O meia deu um lindo passe para Pepê, que foi derrubado por Pará na área. Diego Souza bateu no meio e John caiu no canto esquerdo. 1 a 1.

No minuto 42, Victor Ferraz tocou para trás e Alison tirou na pequena área. Instantes depois, Arthur Gomes cabeceou e obrigou Vanderlei a fazer grande defesa.

O Grêmio não demorou quase nada para virar. Bola de pé em pé até Pepê servir Jean Pyerre. E o meia deslocou o goleiro John com extrema categoria. Pará fez o pênalti e não estava em sua posição no segundo gol do Tricolor. 2 a 1.

O Santos baixou a guarda e não demorou a levar o terceiro. Aos sete minutos, nova jogada construída com facilidade, como Renato Gaúcho gosta, até Pepê deslocar John.

O Grêmio diminuiu o ritmo, tentou administrar o jogo e sofreu um susto aos 22 minutos. Matheus tocou com o braço na bola após cabeceio de Sandry. Arthur Gomes converteu o pênalti.

O Santos teve Sandry expulso aos 41 minutos, mas teve força para reagir. Luiz Fernando cometeu pênalti e Madson converteu aos 50 minutos. Um 3 a 3 heróico do Peixe.

Bastidores – Santos TV:

Madson valoriza poder de reação do Santos em empate com o Grêmio: “Luta segue”

Madson valorizou o poder de reação do Santos no empate em 3 a 3 com o Grêmio nesta quarta-feira, em Porto Alegre, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe fez 1 a 0, sofreu empate no primeiro tempo, 3 a 1 na etapa final e buscou o 3 a 3 nos acréscimos, com Madson em cobrança de pênalti.

“A gente sabia do peso desse jogo depois de perder título tão importante como a Libertadores, do jeito que foi, no último minuto. Tínhamos que dar resposta, a luta segue. Futebol é bom porque em dois ou três dias se pode mostrar valor”, disse Madson, ao Premiere.

“Voltamos meio desligados, Cuca fez um ajuste e equipe se reergueu com um a menos e com todas as dificuldades. Fui consagrado com um pênalti. Tive a responsabilidade de cobrar e bati bem. Pela circunstância, ponto a ser comemorado”, completou.

Com o empate, o Santos assume a oitava colocação, com 46 pontos. O Peixe voltará a campo para enfrentar o Atlético-GO, sábado, em Goiânia.

Luan Peres elogia preleção de Cuca no Santos e cita frase de Pará: “No futebol não tem lugarzinho para coitado”

Luan Peres comentou sobre o poder de superação do Santos para buscar o empate em 3 a 3 com o Grêmio nesta quarta-feira, em Porto Alegre, principalmente depois da derrota por 1 a 0 para o Palmeiras na final da Liberadores da América no último sábado, no Maracanã.

O Peixe saiu na frente, levou o 3 a 1 e alcançou o 3 a 3 nos acréscimos pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro. O Alvinegro assumiu a oitava colocação, com 46 pontos, e segue na briga por uma vaga na próxima edição da Libertadores.

“Como Pará fala, no futebol não tem lugarzinho para coitado. Se entrássemos no marasmo, cabisbaixos, a gente levaria um sacode do Grêmio que não tem nada a ver com isso. Entramos focados, Cuca deu uma baita preleção e motivou muito a gente. Mostramos a nossa força, conseguimos o empate e se tivesse mais cinco minutos era mais para a gente ganhar do que eles”, disse Luan.

O Santos tem cinco compromissos pela frente na temporada: Atlético-GO (fora), Coritiba (casa), Corinthians (casa), Fluminense (casa) e Bahia (fora).

Arthur Gomes vê empate com gosto de vitória no Santos: “Temos que enaltecer o grupo”

Arthur Gomes comemorou o empate do Santos em 3 a 3 com o Grêmio na última quarta-feira, em Porto Alegre, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe fez 1 a 0, levou o 3 a 1 e buscou o 3 a 3 nos acréscimos. Arthur marcou o segundo, de pênalti.

“O resultado foi muito importante, especialmente pela forma que foi o jogo. A gente saiu na frente, mas entramos um pouco desligados no segundo tempo e tomamos a virada. Buscamos o empate mesmo com um a menos, então temos que enaltecer o grupo. Viemos de uma derrota dolorida, na final da Libertadores, e todo mundo ainda está sentindo um pouco, mas foi um empate importante fora de casa e com gosto de vitória pela luta que tivemos e circunstâncias do jogo”, disse Arthur Gomes.

O atacante mira a vaga na próxima edição da Libertadores da América. O Santos precisa de uma boa sequência na reta final do Brasileirão.

“Futebol é confiança. A partir do momento que você consegue ganhar jogos e conquistar os pontos que precisa, você fica mais cascudo para administrar as partidas. Os cinco jogos que faltam do Campeonato Brasileiros serão decisivos e o nosso pensamento é colocar o Santos novamente na Libertadores e buscarmos os objetivos que o clube merece”, afirmou o jogador, que tem 95 partidas pelo clube, com 11 gols.

O Santos voltará a campo para enfrentar o Atlético-GO, sábado, em Goiânia. Os outros jogos serão contra Corinthians, Coritiba e Fluminense – todos dentro de casa -, além do Bahia na última rodada, em Salvador.

Santos repudia fala racista de narrador da Rádio Grenal e cobra providências

O Santos emitiu uma nota oficial na noite desta quarta-feira para repudiar os termos racistas utilizados pelo narrador Haroldo de Souza, da Rádio Grenal, na transmissão do empate em 3 a 3 com o Grêmio.

Haroldo pergunta ao repórter o nome do “crioulinho pela esquerda”. Era Lucas Braga. Na sequência, chama de “cidadão de dor”, “com todo o respeito”.

A empresa que cuida da carreira de Braga também se manifestou contra o fato.

“O Santos FC não vem por meio desta apenas lamentar ou repudiar os termos racistas utilizados pelo narrador Haroldo de Souza, da Rádio Grenal. Não cabem mais lamentos ou notas de repúdio sobre racismo em pleno 2021. Cabe ação e mobilização. O Clube, através de seu Departamento Jurídico, tomará medidas cabíveis, da mesma maneira esperamos uma reação efetiva do veículo de comunicação empregador desse senhor e da própria comunidade que compõe a audiência de tal rádio. É no silêncio, na omissão, na relativização frente ao preconceito que o racismo cresce silenciosamente e se estabelece de forma estrutural em nossa sociedade. Basta de tolerância com racismo! Basta!”, publicou o Santos.

Discreto, Lucas Braga fica chateado e não se pronuncia após ato racista de narrador em jogo do Santos

Lucas Braga ficou abalado com o ato racista do narrador Haroldo de Souza, da Rádio Grenal, durante a transmissão do empate em 3 a 3 entre Grêmio e Santos na última quarta-feira, em Porto Alegre. .

Haroldo pergunta ao repórter o nome do “crioulinho pela esquerda”. Era Braga. Na sequência, o chama de “cidadão de dor”, “com todo o respeito”.

Discreto, Lucas Braga não se pronunciou sobre o ocorrido. Quase todos do elenco santista lamentaram o fato.

“Ele ficou triste com a situação. Não só pelo comentário, mas pela repercussão. Ele é bem resolvido na questão da raça, mas não gosta de polêmica. Enfim, o narrador foi infeliz. No mundo atual não cabe mais esse tipo de comentário”, disse Fabio Braga, pai do atacante.

Cuca desconversa sobre futuro no Santos: “Tenho contrato e vou suar sangue em cada minuto”

O técnico Cuca desconversou sobre o futuro do Santos em entrevista coletiva nesta quarta-feira, após o empate com o Grêmio, em Porto Alegre, pela 34ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O contrato termina no fim de fevereiro e a renovação é considerada difícil pela diretoria do Peixe. Ele já pensava em sair antes mesmo de perder a final da Libertadores da América para o Palmeiras no último sábado, no Maracanã.

“Eu tenho contrato com o Santos até dia 24 e vou suar sangue a cada minuto. Depois vemos o que faremos. Minha cabeça está boa, mesmo com coração dolorido. Estamos nos levantando juntos. Eles me levantam, eu levanto eles. É assim que funciona”, disse Cuca.

Cuca está na terceira passagem pelo Santos. São 15 vitórias, 13 empates e 12 derrotas em 40 jogos.

Lucas Veríssimo se despede do Santos rumo ao Benfica: “Coração pesado”

Lucas Veríssimo publicou uma despedida do Santos em suas redes sociais nesta quarta-feira. O zagueiro gravou um depoimento para um vídeo com momentos de sua passagem pelo Peixe.

Revelado pelo Alvinegro, Veríssimo jogará pelo Benfica (POR). A negociação foi concluída por 6,5 milhões de euros (R$ 43 mi): 2,5 milhões de euros (R$ 16 mi) agora, 2 milhões de euros (R$ 12,7 mi) em dezembro de 2021 e outros 2 milhões de euros (R$ 12,7 mi) em dezembro de 2022.

Lucas Veríssimo fez 187 jogos pelo Santos, com sete gols marcados. A estreia como profissional ocorreu em 2016. Ele tem 25 anos.

Marinho desabafa, valoriza vice e diz: “Obrigado ao Santos por me tornar quem sou hoje”

Marinho desabafou em publicação no Instagram no início da noite desta quarta-feira. O atacante do Santos havia saído da rede social para se concentrar antes da final da Libertadores da América contra o Palmeiras.

Eleito melhor jogador da competição continental, o camisa 11 valorizou o vice-campeonato e agradeceu ao Peixe em longo texto.

“Enfim, aqui estou a cada dia tendo que provar meu valor, sem esperar aprovação de A ou B! Não podemos nos crucificar demais quando nada dá certo, carregamos uma carga muito grande, nos preparamos diariamente, abdicamos de várias coisas, esperamos o momento pra chegar lá e vencer, ajudar, ser importante. Quando se tem um peso, uma responsabilidade gigante, e nos vemos falhar no dia mais importante da vida, ficamos mal, nos culpamos, nos sentimos frágeis, somos taxados de não servirmos mais. Parece que o que fizemos no percurso não valeu nada. É triste quando escutamos algo de quem não acompanha nossa caminhada. Ouvimos muitos comentaristas e respeito grande parte deles, mas muitos que nos criticaram não acompanham o nosso dia a dia, nossa luta. Faz parte julgar, mas esse julgamento precisa ser justo. Qual o nosso valor? Apenas quando vencemos? Ninguém vai apagar o trabalho, pois isso é a certeza de saber quem realmente somos. O maior vencedor nem sempre é quem ganha. Nas derrotas nos fortalecemos e aprendemos, pois só conseguimos vencer na vida quando se teve experiência na derrota”, disse Marinho.

“Ser vice-campeão da Libertadores não é demérito, é valorizar um trabalho que a maioria não acreditava, desdenhava ou até mesmo zombava da nossa capacidade e da grandeza do clube, do peso dessa camisa. Tenho orgulho do que fizemos, orgulho da família que criamos. Merecíamos esse título, nosso torcedor, por mais otimista que fosse, talvez não imaginava o quão longe chegaríamos, com toda dificuldade na temporada. Uma reflexão que fica: que não podemos desistir de quem sonha em ficar marcado, quem sonha em vencer, quem sonha em lutar, mesmo quando as circunstâncias parecem contrárias, só tenho que agradecer cada atleta, pessoal do staff, comissão técnica, funcionários do clube e torcedor. Todos que realmente acreditaram, mesmo quando não parecia ter luz no fim do túnel. O mais importante é saber que já somos mais que vencedores, vivenciamos o maior torneio do continente com outros gigantes que ficaram no meio do caminho, e o time improvável chegou a final por méritos, e não por acaso. O Santos é e continuará sendo um Gigante.
Obrigado ao Santos por me tornar quem sou hoje”, completou.

Com um edema ligamento colateral medial do joelho esquerdo, Marinho não tem prazo definido para voltar a jogar pelo Santos. O inchaço já diminuiu e a expectativa é de retornar ainda nessa edição do Campeonato Brasileiro.


Santos 3 x 1 Bahia

Data: 01/11/2020, domingo, 18h15.
Competição: Campeonato Brasileiro – 19ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Héber Roberto Lopes (SC)
Auxiliares: Helton Nunes e Johnny Barros de Oliveira (ambos de SC).
VAR: Rodolpho Toski Marques (PR)
Cartões amarelos: Madson, João Paulo, Marinho e Sandry (S); Juninho e Anderson Martins (B).
Gols: Madson (09-1), Marinho (25-1), Daniel (27-1) e Jobson (36-1).

SANTOS
João Paulo; Madson, Lucas Veríssimo, Luan Peres e Felipe Jonatan; Diego Pituca, Jobson (Sandry) e Jean Mota (Lucas Lourenço); Marinho, Soteldo (Ângelo) e Kaio Jorge (Marcos Leonardo).
Técnico: Cuca

BAHIA
Douglas; Nino Paraíba, Anderson Martins, Juninho e Juninho Capixaba; Gregore, Ronaldo (Elias) e Daniel (Clayson); Élber (Marco Antonio), Fessin (Rossi) e Gilberto (Saldanha).
Técnico: Mano Menezes



Santos vence o Bahia na Vila e termina primeiro turno do Brasileirão no G-6

O Santos venceu o Bahia por 3 a 1 neste domingo, na Vila Belmiro, pela 19ª rodada do Campeonato Brasileiro. Os gols foram marcados por Madson, Marinho e Jobson. O de honra para o Tricolor foi de Daniel.

Com a vitória, o Peixe termina o primeiro turno com 30 pontos, na sexta colocação – dentro do G-6, zona de classificação para a Libertadores da América. O Bahia é apenas o 15º, com 19 somados.

O Alvinegro dominou as ações desde o começo e foi letal no primeiro tempo, quando fez seus três gols. A equipe ainda contou com boa atuação de João Paulo e uma falha de Douglas para o time de Salvador.

O jogo

O Santos dominou a partida desde o início, mas o Bahia nunca deixou de ser perigoso, principalmente em contra-ataques. E o primeiro gol foi do Peixe, aos nove minutos, quando Soteldo cruzou e Madson apareceu de surpresa no segundo pau.

No minuto seguinte, João Paulo fez milagre após dar rebote em chute de Élber. Gilberto, quase na pequena área, bateu firme e o goleiro santista evitou o empate na Vila.

Depois do susto, o Santos se reorganizou e ampliou com Marinho, após bate-rebate em escanteio e assistência de Jobson, quando o placar marcava 25 jogados. O Tricolor, porém, diminuiu com Daniel dois minutos depois. Luan Peres furou e Daniel aproveitou.

O Peixe voltou a ficar tranquila na partida no minuto 36: Jobson cobrou a falta e o goleiro Douglas aceitou. 3 a 1 na etapa inicial.

O Bahia se lançou ao ataque na etapa final e, com um minuto, Gilberto obrigou João Paulo a fazer boa defesa. O atacante deixou o zagueiro Luan Peres no chão na jogada.

O Santos respondeu no sexto minuto, quando Marinho bateu falta com veneno e Douglas espalmou. Aos 16, o goleiro baiano fez outra boa intervenção em finalização de fora da área de Felipe Jonatan.

Aos 28, outra boa chance para o Bahia. O goleiro João Paulo errou feio na saída de bola e Daniel ficou sozinho na pequena área. O chute desviou e bateu na trave santista.

Nos minutos finais, o Santos recuou as linhas e administrou a vitória por 3 a 1 na Vila Belmiro.

Bastidores – Santos TV:

Cuca lembra de previsões antigas e valoriza 1º turno do Santos: “Muito contente”

O técnico Cuca exaltou a vitória do Santos por 3 a 1 sobre o Bahia neste domingo, na Vila Belmiro, pela 19ª e última rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro.

O Peixe construiu o placar na etapa inicial, com gols de Madson, Marinho e Jobson, e administrou o resultado – o Alvinegro abriu 2 a 0, viu o Tricolor diminuir e ampliou logo na sequência.

“Para essa análise do primeiro turno, temos que voltar ao começo da competição e vermos o que muitos analistas falaram. Santos estaria na segunda página, não entre os 10 primeiros. Estamos na primeira página, posição a nível de zona de Libertadores. Não é o que o Santos almeja, mas não estamos envolvidos só no Brasileirão. Copa do Brasil, Libertadores, mata-mata, viagem, elenco enxuto, formação de jovens”, disse Cuca, em entrevista coletiva.

“Estou muito contente com o trabalho, o retorno dos jovens e dos mais experientes. Torcedor também deve estar feliz com o que esse pessoal tem apresentado. Vivo em outras duas competições e entre os seis primeiros do Campeonato Brasileiro, completou.

Com o triunfo neste domingo,, o Alvinegro terminou o primeiro turno na sexta colocação, dentro da zona de classificação para a Libertadores da América, com 30 pontos. Cuca prevê segundo turno ainda mais difícil.

“Projeto mais difícil no segundo turno é a negociação dos três pontos. Cada um terá uma luta, não se sabe se é jogar contra parte de cima ou de baixo. Equipes tradicionais com 19 ou 20 pontos e vão vender caro cada jogo. Temos que nos preparar. Sei que segundo turno vai ser mais difícil por estarmos em outras competições. Prevejo no segundo turno uma dificuldade maior no Campeonato Brasileiro. Tomara que eu esteja enganado”, concluiu Cuca.

Cuca elogia Jobson e pede paciência com Jean Mota ao torcedor do Santos: “Estamos recuperando ele”

O técnico Cuca analisou o desempenho de Jobson e Jean Mota após a vitória do Santos por 3 a 1 sobre o Bahia neste domingo, na Vila Belmiro, pela 19ª e última rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro.

O treinador elogiou Jobson como meia e pediu paciência com Jean Mota ao torcedor santista.

“Jobson, por ter qualidade, visão de jogo e passe, atrás havia algum risco. E na frente não faz mal se passe não entrar. E os que entram geram possibilidade de gol, como foi no segundo gol, o do Marinho. Jogou bem, pega intensidade dentro de jogo, tem melhorado e é necessário no futebol de hoje. Sem intensidade, não se joga. Tem que unir qualidade e técnica com intensidade”, disse Cuca, sobre Jobson.

“Jean Mota é alvo de críticas da torcida, mas torcedor precisa entender que são as peças que temos. Com tolerância maior, futebol será melhor. Todos vão ler. Se não lerem, vão falar que ganhou nota 4, por exemplo. Existem outras valias, preenche espaço e faz coberturas que meninos não sabem fazer. Algumas peças vão correr um pouco mais para outros jogadores. Falta ritmo de jogo, é nítido. Foi artilheiro do Campeonato Paulista com ritmo maravilhoso, tudo que fazia dava certo. Estamos recuperando ele. Precisam ter mais paciência e tolerância com ele”, falou o técnico, sobre Jean Mota.

Cuca deve manter o meio-campo com Diego Pituca-Jobson-Jean Mota contra o Ceará, quarta-feira, no Castelão, pelo jogo de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. O Peixe precisa vencer em Fortaleza após o 0 a 0 na Vila Belmiro. Um novo empate levaria a eliminatória para os pênaltis.


Corinthians 1 x 1 Santos

Data: 07/10/2020, quarta-feira, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 14ª rodada
Local: Neo Química Arena, em São Paulo, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ)
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Thiago Henrique Neto Correa Farinha (ambos do RJ).
VAR: Rodrigo Carvalhães de Miranda
Cartões amarelos: Roni e Danilo Avelar (C); Lucas Braga, Lucas Lourenço e John (S).
Gols: Madson (10-1) e Danilo Avelar (45-1).

CORINTHIANS
Cássio; Fagner, Gil, Danilo Avelar e Lucas Píton; Gabriel, Roni (Camacho) e Luan (Cazares); Gustavo Mantuan (Mateus Vital), Léo Natel (Gustavo Mosquito) e Jô (Boselli).
Técnico: Dyego Coelho

SANTOS
João Paulo; Pará, Luiz Felipe (Marcos Leonardo), Luan Peres e Felipe Jonatan (Wagner Leonardo); Diego Pituca, Jobson, Madson e Lucas Braga (Ivonei); Jean Mota (Tailson) e Kaio Jorge (Lucas Lourenço).
Técnico: Cuquinha (auxiliar técncico)



Santos sai na frente, mas Corinthians arranca o empate em Itaquera

Corinthians e Santos ficaram no empate por 1 a 1, nesta quarta-feira, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, na Neo Química Arena. O Timão acumulou, com isso, quatro partidas seguidas sem vencer, enquanto o Peixe aumentou a série de invencibilidade para 11 jogos.

Com a igualdade, o Corinthians chega aos 15 pontos, ainda muito perto da zona de rebaixamento, na 14ª colocação, que ainda pode mudar até o fim da rodada. Já o Santos é o quinto colocado, com 21 pontos, e também pode cair na tabela.

O jogo

Fora de casa, sem seus principais jogadores e com o desfalque até de Cuca no banco de reservas. Nada disso foi problema para o Santos no primeiro tempo. O domínio amplo a partir do apito inicial foi coroado com um gol logo aos 10 minutos. Jean Mota cruzou da esquerda e Madson venceu Piton já dentro da pequena área.

O Corinthians, espaçado em campo, perdido, com a sexta escalação diferente em seis jogos sob o comando de Dyego Coelho, se mostrava preza fácil naquele momento.

Inexplicavelmente, o Peixe não soube aproveitar o momento e preferiu diminuir o ritmo. Assim, mesmo com enorme dificuldade, o Timão passou a ocupar mais o campo de ataque.

O castigo aos santistas veio no último lance agudo antes do intervalo. Gil ganhou de Luiz Felipe no alto, depois de cobrança de escanteio, e o goleiro João Paulo perdeu para Danilo Avelar no alto. Um gol bizarro, que gerou muita reclamação dos visitantes, consulta do VAR, mas, no fim, foi validado.

Na etapa final, o resultado de substituições dos técnicos foi favorável ao Corinthians, que apresentou evolução pelo que vinha fazendo em campo. O Santos se manteve organizado, mas passou a ficar mais tempo no campo de defesa, com dificuldade em chegar ao gol de Cássio.

A partida teve uma nova polêmica por causa de uma falta marcada pelo juiz em cima de Gustavo Mosquito. A princípio, a dúvida era se a infração tinha ocorrido dentro ou fora da área. O árbitro, porém, voltou atrás e não deu a falta após consultar o replay. Em tese, o VAR não pode ser usado para este fim.

A partir disso, o jogo não apresentou mais grandes emoções. Mateus Vital, nos acréscimos, exigiu uma linda defesa de João Paulo. E foi só.

Bastidores – Santos TV:

Após maratona, Santos ganha respiro na tabela: “Importantíssimo”

Após maratona de jogos e viagens, o Santos tem um respiro na tabela do Campeonato Brasileiro após o empate em 1 a 1 com o Corinthians na última quarta-feira, na Neo Química Arena, pela 14ª rodada.

O Peixe terá quinta, sexta e sábado antes de enfrentar o Grêmio no domingo, às 16h. A partida ocorrerá diante do Atlético-GO, na quarta, novamente na Vila Belmiro.

O Santos teve três jogos consecutivos fora de casa em uma semana, com duas viagens longas: Olimpia, no Paraguai, Goiás, em Goiânia, e Corinthians, em São Paulo.

“Importantíssimo. Haja visto segundo tempo como não mantivemos o nível, marcar pressão, chegar com qualidade (no clássico). Tempo é fundamental para trabalhar. Temos que enaltecer os meninos, terminamos com cinco meninos. São polivalentes, de um lado e do outro e ajudam. É muito desgaste. Passamos muito tempo fora de Santos. 11 partidas de invencibilidade não é fácil. Temos que enaltecer o trabalho bem feito, essa dedicação dos meninos. Tudo isso nos deixa orgulhosos”, disse o auxiliar Cuquinha, em entrevista coletiva.

O Santos se reapresenta para treinamento na tarde desta quinta, no CT Rei Pelé. O Peixe não perde há 11 partidas e é o sétimo no Brasileirão, com 21 pontos.

Cuquinha nega ordem para recuar e elogia dedicação do Santos: “Bonito de ver”

Técnico do Santos na ausência de Cuca por suspensão, o auxiliar Cuquinha valorizou o empate em 1 a 1 com o Corinthians nesta quarta-feira, na Neo Química Arena, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe começou bem, abriu o placar e depois diminuiu o ritmo. O segundo tempo dos donos da casa foi melhor.

“Proposta foi vencer, fazer pressão e conseguir vitória no primeiro tempo. Fizemos isso bem até 30/35 minutos, foi caindo. Viagens, jogos, fomos sentindo. Tomamos o gol no fim do primeiro tempo e depois foi outro jogo. Não encaixamos bem, mas fizemos segundo tempo digno, com algumas oportunidades. Corinthians foi um pouco melhor no segundo tempo, nós muito melhores em 30 minutos. Resultado acabou justo. E não há nenhum pedido para recuar. Jogadores sentem um pouco, é normal”, disse Cuquinha.

“Corinthians pressionado, fora de casa, inúmeras baixas. Não podemos desprezar um ponto. Poderíamos ter ganho, mas não é fácil. Adrenalina toma conta dos guris, perna pesa, não dormem à noite. Estamos felizes com o resultado. Poderia ter sido melhor, mas foi um resultado justo”, completou.

Cuquinha também valorizou o esforço do elenco diante das dificuldades. O Santos utilizou sete Meninos da Vila ao longo do clássico: João Paulo, Kaio Jorge, Ivonei, Marcos Leonardo, Lucas Lourenço, Tailson e Wagner Leonardo.

“Nossa realidade é a final de domingo contra o Grêmio. Cada jogo é uma final. Se a gente se programar para depois, vamos perder parte do foco. Temos que somar pontos e estar na parte de cima, onde o Santos merece. Sabemos da dificuldade dentro e fora de campo, mas é trabalhar e enaltecer os meninos. Dedicação é algo bonito de ver, nunca falta. Se entregam, banco joga junto. Isso constrói 11 jogos de invencibilidade e quem sabe 12 ou 13 e assim por diante?”, concluiu o auxiliar.

Pituca vê bom clássico do Santos e diz: “Empate vai ajudar lá na frente”

Diego Pituca aprovou a atuação e valorizou o empate do Santos em 1 a 1 com o Corinthians nesta quarta-feira, na Neo Química Arena, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe teve nove desfalques: o técnico Cuca, Lucas Veríssimo, Marinho, Alison, Raniel, Carlos Sánchez, Soteldo, Arthur Gomes, Vladimir e Renyer.

“Entramos muito desfalcados, sim, mas quem entrou ajudou. Fizemos um bom jogo, sabíamos que seria difícil contra o Corinthians. Mas o empate vai nos ajudar lá na frente”, disse Pituca, ao Premiere.


Santos 1 x 1 Fortaleza

Data: 27/09/2020, domingo, 20h30.
Competição: Campeonato Brasileiro – 12ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Heber Roberto Lopes (SC).
Auxiliares: Alex dos Santos e Thiaggo Americano Labes.
VAR: Rafael Traci
Cartões amarelos: Felipe Jonatan (S); Romarinho (F).
Gols: Madson (41-1) e Gabriel Dias (02-2).

SANTOS
João Paulo; Madson (Pará), Alex, Luan Peres e Felipe Jonatan; Diego Pituca, Jean Mota (Carlos Sánchez) e Arthur Gomes (Raniel); Marinho, Soteldo (Lucas Braga) e Kaio Jorge (Lucas Lourenço).
Técnico: Cuca

FORTALEZA
Felipe Alves; Gabriel Dias, Jackson, Paulão e Carlinhos; Felipe (Fragapane), Juninho e David (Marlon); Romarinho, Osvaldo (Ronald) e Wellington Paulista (Yuri César).
Técnico: Rogério Ceni



Santos sai na frente, mas cede empate ao Fortaleza na Vila Belmiro

Neste domingo, Santos e Fortaleza se enfrentaram na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em jogo movimentado, com boas chances para ambos os lados, as equipes ficaram no empate em 1 a 1. Madson abriu o placar no primeiro tempo, enquanto Gabriel Dias deixou tudo igual na segunda etapa.

Com o resultado, o Peixe fica com 17 pontos conquistados e segue na oitava colocação da tabela. O Sport tem mesma pontuação, mas fica na frente pelo número de vitórias (5 a 4). Com um ponto a menos, o Leão do Pici aparece logo atrás, na nona posição.

O jogo

Jogando em casa, o Santos levou o primeiro perigo ao gol defendido por Felipe Alves logo aos sete minutos de partida. Após cobrança de escanteio de Soteldo, Paulão cabeceou para trás, e a bola sobrou para Marinho, que emendou de primeira. O goleiro tricolor caiu bem e espalmou.

O Fortaleza respondeu aos 11 minutos, em chute de Osvaldo que passou à esquerda, próximo da meta santista. Pouco depois, novamente foi a vez do Santos de ameaçar. Felipe Jonatan recebeu cruzamento longo de Madson e bateu forte, mas mandou para fora.

Aos 30 minutos, o Leão do Pici assustou ao acertar uma bola na trave. Osvaldo fez o cruzamento para a área, Welligton Paulista não conseguiu encostar, e a bola carimbou o poste, mas o auxiliar assinalou impedimento. Aos 40, Kaio Jorge desviou de cabeça e também mandou na trave.

Marcando em cima e forçando muitos erros de passe dos adversários, o Santos conseguiu tirar o zero do placar aos 41. Em cobrança de falta, Marinho alçou na área leonina, Madson acertou um belo peixinho e balançou as redes para colocar os donos da casa em vantagem antes do intervalo.

Com Yuri César no lugar de Wellington Paulista, a equipe comandada por Rogério Ceni voltou ligada e chegou ao empate logo aos dois minutos do segundo tempo. Em cobrança de escanteio de Juninho, o zagueiro Gabriel Dias subiu sozinho e completou de cabeça para deixar tudo igual na Vila Belmiro.

O Peixe quase retomou a liderança do marcador aos cinco minutos, em bela jogada de Arthur Gomes. O camisa 23 recebeu na área, deu um chapéu em Paulão, outro em Carlinhos, e bateu, exigindo boa defesa de Felipe Alves. Cinco minutos depois, Marinho tentou um voleio na pequena área após cruzamento de Soteldo e mandou perto da trave.

Ao longo da segunda etapa, o cansaço começou a afetar os jogadores de ambos os times. O Alvinegro tentou pressionar em busca do gol da vitória e até criou boas chances, mas o Fortaleza conseguiu segurar o ímpeto santista. Assim, o empate persistiu até o apito final.

Cuca fala em “jogo ideal” do Santos, mas lamenta chances desperdiçadas

Apesar do empate em casa contra o Fortaleza, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro, o técnico Cuca afirmou que o Santos fez o “jogo ideal” na Vila Belmiro. Em entrevista coletiva virtual, o comandante elogiou a atuação do Peixe e afirmou estar contente com a produção do elenco alvinegro na partida.

“Foi o jogo ideal. esse é o jogo. A gente tem jogado assim quase todos os jogos. Mesmo nas derrotas a gente tem sido melhor que o adversário, tido mais posse de bola. Estamos construindo um padrão de jogo bacana, interessante. Tem dias que o jogador não consegue jogar na alta intensidade que eles têm. Tem fatores que atrapalham, cansaço, desgaste, dor, então temos que saber que eles são seres humanos. Estou contente com o que eles produziram hoje”, declarou o treinador.

No entanto, Cuca lamentou as diversas chances perdidas pelo Santos, que poderiam dar a vitória aos donos da casa. Na segunda etapa, o Alvinegro Praiano chegou perto de voltar a ter vantagem no placar, mas os atacantes não conseguiram completar para as redes.

“Nós mexemos, jogamos o time mais para frente. Depois dos 15, 20 minutos, eles tiveram até uma ou outra chance, mas nós perdemos gols incríveis, com Soteldo, Raniel, Marinho, com todos os atacantes, porque criamos muitas chances. Ao meu ver, era para termos vencido, uma partida que tivemos grande parte do controle, sofremos alguns contra-ataques que é natural sofrer, e não fomos felizes na finalização. Esse foi o fator que nos tirou dois pontos”, explicou.

Além disso, o técnico santista também apontou a ausência de Lucas Veríssimo, com edema na panturrilha, como determinante para o gol marcado pelo Fortaleza. Gabriel Dias deixou tudo igual aos três minutos da etapa final, após cobrança de escanteio de Juninho.

“Eles fizeram o gol em uma bola que não tínhamos nosso pilar, nossa estrutura maior, que é o Lucas (Veríssimo). Ele é o homem que pega essa bola. Nosso homem da bola foi tirado pelo jogador deles, e eles fizeram o gol aos três minutos”, disse.

Com o resultado, o Santos fica com 17 pontos conquistados e segue na oitava colocação da tabela do Brasileirão.

Cuca cita chances criadas e vê “jogo bem jogado” contra o Fortaleza

Após o empate entre Santos e Fortaleza no último domingo, o técnico Cuca avaliou a atuação de sua equipe. O treinador citou as chances de gol criadas pelo Peixe, mas reconheceu o bom desempenho defensivo do time de Rogério Ceni.

De acordo com Cuca, o desgaste pela sequência de jogos não atrapalhou o desempenho do Santos, que conseguiu criar chances suficientes para sair de campo com a vitória.

“Não, o desgaste não atrapalhou. Eu trabalhei com dois meias, o Arthur e o Jean Mota, um centroavante, mais dois pontas, então era para criar por dentro. No segundo tempo ainda mais com as entradas do Lucas Lourenço, do Sánchez, tentando fazer o jogo. No primeiro tempo fomos bem pelo lado direito, no segundo foi trabalhado mais pelo esquerdo porque foi onde se encontrou espaço, e uma vez no fundo de campo, você tem que fazer o cruzamento”, disse o treinador.

“Desses cruzamentos nós tivemos muitas oportunidades, com Jean Mota, Marinho, Raniel, uma de cabeça muito clara. Diversas com o próprio Madson chegando na linha de fundo, e a gente errando o último movimento. Então, foi criando muitas alternativas de jogo, foi um jogo bem jogado, em que o adversário se postou muito bem defensivamente e teve ainda alguns contra-ataques perigosos”, completou.

Ainda falando sobre a criação de jogadas, Cuca negou que sinta falta de um meia armador do elenco, relembrando também que o Peixe está impedido de fazer contratações por conta de uma punição da Fifa.

“Eu estou contente com o que tenho. Tenho esses meninos e estou fechado com eles. Não adianta falar que não tem isso, não tem aquilo, até porque não pode contratar, então não vai resolver nossa vida. Meu grupo é esse aí e está bom”, concluiu.

Cuca diz que Santos não tem time titular e reforça rodízio : “Vou usar todo mundo”

O técnico Cuca comentou as alterações nos onze iniciais do Santos que enfrentaram o Fortaleza, no empate por 1 a 1 na noite de domingo, em relação ao time que entrou em campo na Copa Libertadores e venceu o Delfín na quinta-feita.

Foram três mudanças: na lateral-direita, saiu Pará e entrou Madson; na zaga, saiu Lucas Veríssimo e entrou Alex; no meio-campo, saiu Sánchez e entrou Jean Mota.

“Do jeito que a gente está jogando, viajando, se desgastando, a gente não tem uma titularidade. A gente tem diversos jogadores que a gente vai usando”, afirmou o treinador.

“A gente tem essa maratona de jogos e não vai parar por aí. Eu jogo quinta-feira à noite no Paraguai, aí viajo do Paraguai à Goiânia para jogar no domingo. Então, sai de madrugada de Goiânia para ir pegar o Corinthians. Na quarta, volta, troca de roupa e pega o Grêmio. Então, vou usar todo mundo, não tem onze titulares. Eles têm trabalhado bem, não temos perdido jogador por lesão, graças a Deus, senão seria bem pior”, completou.

Sobre Kaio Jorge, que começou jogando pela segunda partida consecutiva, Cuca se mostrou satisfeito com o desempenho do garoto de apenas 18 anos. “Ele está cooperando muito, abrindo espaço, vindo buscar, às vezes tem jogado como segundo atacante com o Raniel, cabeceou uma bola na trave hoje. Daqui a pouco a bola dele entra, e ele pega mais confiança”, disse.

O mesmo vale para outro jovem do elenco, o zagueiro Alex. Cuca já adiantou que ele será titular no jogo do meio de semana contra o Olimpia, pela Libertadores. “Ele vai jogar e vamos ver o companheiro dele. Não tenho Luan Peres, nem Lucas Veríssimo, o Alison está machucado, então vamos ver. Vou fazer o melhor que eu puder. Quinta-feira é decisão”, ressaltou.

Santos tem pior início de Brasileirão como mandante dos últimos 20 anos

Antes grande arma do Santos, a Vila Belmiro não vem fazendo a diferença para o Peixe na temporada de 2020. Com o empate de domingo contra o Fortaleza, o Alvinegro Praiano registrou o pior início de Campeonato Brasileiro como mandante dos últimos 20 anos.

Em sete partidas disputadas na Vila nesta edição da competição nacional, a equipe comandada pelo técnico Cuca conquistou apenas dez pontos. Foram duas vitórias (contra Athletico-PR e Atlético-MG), quatro empates (contra RB Bragantino, Vasco, São Paulo e Fortaleza) e uma derrota (contra o Flamengo).

Em 1999, o Santos somou nove pontos nos sete jogos iniciais como mandante no Brasileirão (duas vitórias, três empates e duas derrotas). Desde então, o Peixe sempre fez mais de dez pontos nas sete primeiras partidas em que teve o mando de campo, não necessariamente na Vila Belmiro.

O duelo com os cearenses também representou o terceiro jogo seguido do Alvinegro sem vitória na Baixada Santista, incluindo o empate com o Olimpia, pela Copa Libertadores. Com Cuca, a equipe paulista venceu apenas duas vezes, empatou cinco e perdeu uma em oito compromissos na Baixada, totalizando um aproveitamento de 45,83%.

Cuca lamenta crise política no Santos e pede mais paz: “Querendo ou não, afeta em campo”

Após o empate em 1 a 1 no domingo contra o Fortaleza, o Santos terá uma segunda-feira decisiva na política do clube.

Como adiantou a Gazeta Esportiva, o Conselho Deliberativo vota hoje o parecer do pedido de afastamento imediato do presidente José Carlos Peres e de sete membros do Comitê de Gestão: Anilton Perão, Bruno Carbone, Estevam Juhas, Fábio Gaia, Matheus Rodrigues, Paulo Schiff e Pedro Dória.

O técnico Cuca, em coletiva pós-jogo, revelou incômodo em relação ao momento. “Eu, particularmente, tive um dia muito ruim, porque amanhã a gente tem um dia conturbado aqui no Santos, pode ocorrer uma série de coisas politicamente, e a gente está à mercê disso. Por mais que o Doria, o Mateus, o Jorge estejam com a gente, estejam trabalhando junto, amanhã tudo pode acontecer e, de repente, cambiar tudo”, comentou.

A Comissão de Inquérito e Sindicância concordou com o Conselho Fiscal sobre irregularidades na gestão de Peres. O Peixe teve as contas de 2019 reprovadas – houve superávit de R$ 23,5 milhões de superávit no ano passado, mas o clube contou com contabilização da venda de Rodrygo ao Real Madrid, da Espanha, por R$ 190 mi.

“Passei falando com advogado, muitas vezes pensando que está um peso muito grande e que as coisas têm que se organizar também para que fora de campo a gente tenha um pouco mais de paz. Querendo ou não, afeta dentro, a gente fica sabendo de tudo que ocorre, e isso também afeta um pouco. Vamos torcer para que as coisas andem de um jeito que seja bom para o Santos e que a gente fique ileso disso, para quinta-feira fazer um jogo decisivo com o Olimpia”, ressaltou Cuca.

Cuca explica escolha de Marinho como capitão: “Prêmio pelo que ele tem representado”

O atacante Marinho carregou a faixa de capitão do Santos pela primeira vez no empate contra o Fortaleza, na Vila Belmiro, pela 12ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista coletiva virtual, o técnico Cuca explicou que a escolha veio como “prêmio” pelo momento do camisa 11 e pelo que ele representa para o Peixe.

“É um prêmio pelo que ele vive e pelo que ele tem representado também. É um jogador que tem muitos ‘memes’ com ele, mas é um cara que tem uma liderança perante o grupo, então ele mereceu a faixa. Uma pena ela não ter vindo com a vitória”, declarou o comandante.

Cuca também afirmou ter conversado com o jogador por conta das brincadeiras envolvendo seu nome. Na saída do gramado, Marinho quebrou o silêncio após um tempo sem dar entrevistas e afirmou que quer “ser lembrado apenas pelo trabalho e não por ‘meme’”,

“Eu já falei com ele. O Marinho é um pacote. É aquele Marinho extrovertido, alegre, brincalhão, que o povo brinca, e isso faz ele ter empatia de todo mundo. Isso ele não pode perder. Agora, junto disso tem um jogador que é uma liderança também. Eu já conversei sobre isso com ele. Ele não pode ficar bravo, ele tem que curtir essas coisas. Eu curto um monte de coisa minha. Faz parte do pacote”, disse o treinador.

Marinho diz que quer ser lembrado pelo trabalho no Santos e não por “meme”

Marinho quebrou o silêncio ao dar entrevista logo depois do empate do Santos com o Fortaleza, na Vila Belmiro, neste domingo.

Em grande fase com a camisa do Peixe, o atacante sabe que se tornou também um personagem folclórico no futebol e, por isso, tem preferido evitar os microfones.

“O silêncio é justamente para focar mais pelo meu trabalho, para todo mundo falar do Marinho pelo que ele faz em campo. Respeito a todos vocês da imprensa, mas era o momento, para que meu nome venha a ser lembrado apenas pelo meu trabalho e não por ‘meme’, mas pelo trabalho que venho fazendo”.

Na entrevista ao Premiere, o camisa 11 aproveitou para explicar os minutos em que ficou no gramado do Estádio Nilton Santos, sozinho, depois do empate por 0 a 0 com o Botafogo, na rodada anterior do Campeonato Brasileiro.

“A gente fica mal. Pelo que a gente criou, eu fico mal quando a gente perde, empata. Pra mim foi um empate com gosto de derrota, fiquei num momento meu ali, porque às vezes você chega no vestiário e quer quebrar tudo, eu fiquei irritado comigo mesmo, algumas jogadas que, de repetente, poderia ter caprichado mais”.

Ciente de que havia certa expectativa pela sua convocação à Seleção Brasileira, Marinho evitou falar em frustração por não ter sido lembrado pelo técnico Tite na última lista.

“Uma coisa que não me frustra, Deus sabe de todas as coisas, sigo trabalhando no Santos, tenho que fazer meu melhor aqui e, se tiver que acontecer, vai ser um lucro muito grande”.

Marinho não foi convocado, mas ostentou a faixa de capitão do Santos pela primeira vez neste sábado.

“O orgulho maior é vestir essa camisa. Complicado falar, a emoção é grande, ser capitão do time. Costumo falar que capitão são os 11 jogadores que estão aqui, buscando, trabalhando”.

Apesar da boa fase, o experiente santista não conseguiu levar a equipe alvinegra a uma vitória em cima do Fortaleza.

“A gente acabou saindo ganhando, tomamos gol muito cedo no segundo tempo, criamos oportunidades, mas vamos seguir, já temos que virar a chave, porque já tem Libertadores na quinta-feira”.


Santos 2 x 2 São Paulo

Data: 12/09/2020, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 10ª rodada
Local: Estádio da Vila Belmiro, em Santos, SP.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Luiz Flávio de Oliveira (SP)
Auxiliares: Marcelo Carvalho Van Gasse e Miguel Cataneo Ribeiro da Costa (ambos de SP).
VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)
Cartões amarelos: Soteldo, Luan Peres (S); Igor Vinícius, Hernanes (SP).
Gols: Gabriel Sara (07-1), Madson (29-1) e Gabriel Sara (37-1); Marinho (45-2)

SANTOS
João Paulo; Madson, Lucas Veríssimo, Alison, Luan Peres; Diego Pituca, Carlos Sánchez (Marinho), Arthur Gomes (Wagner Leonardo); Soteldo (Jean Mota), Lucas Braga e Marcos Leonardo (Lucas Lourenço).
Técnico: Cuca

SÃO PAULO
Volpi; Igor Vinícius; Diego Costa, Léo e Reinaldo; Tchê Tchê (Luan), Sara, Hernanes (Brenner), Igor Gomes, Vitor Bueno (Paulinho Boia) e Luciano.
Técnico: Fernando Diniz



Santos e São Paulo empatam em clássico eletrizante na Vila Belmiro

Neste sábado, Santos e São Paulo fizeram um clássico muito movimentado e empataram por 2 a 2, em partida válida pela décima rodada do Campeonato Brasileiro. Muito criticado pela torcida nos últimos jogos, Gabriel Sara marcou os dois gols do Tricolor, enquanto Madson e Marinho, de falta, balançaram as redes para Peixe.

O clássico teve um primeiro tempo eletrizante. O Tricolor iniciou o jogo dominante, marcando com Gabriel Sara logo no início e criando chances para ampliar. No entanto, na primeira chegada do Santos, Madson marcou de cabeça e deixou tudo igual. Quando o Peixe crescia na partida, o São Paulo construiu boa jogada pela direita e Sara marcou seu segundo gol.

O segundo tempo foi menos animado, mas sem cair no marasmo. O Peixe voltou melhor e mais intenso do intervalo, conseguindo chegar ao gol de empate em cobrança de falta de Marinho, contando com a colaboração de Volpi. Pouco antes, a partida foi paralisada por conta de uma falha parcial no sistema de iluminação na Vila Belmiro.

Com o resultado, o Santos chegou aos 15 pontos, na sexta posição. Enquanto isso, o São Paulo foi aos 18 pontos, na segunda colocação.

O jogo

O São Paulo começou melhor em campo e levou perigo desde o início. Primeiro, Reinaldo avançou com liberdade e finalizou em cima de João Paulo. Logo em seguida, aos sete minutos, Luan Peres tentou sair jogando e foi desarmado por Gabriel Sara, que invadiu a área e tocou na saída do goleiro para abrir o placar.

Mesmo com a vantagem no placar, o Tricolor continuou no campo de ataque, conseguindo recuperar diversas bolas na intermediária ofensiva. Além de chutes de Vitor Bueno e Hernanes facilmente defendidos por João Paulo, Igor Vinícius perdeu grande chance ao receber lançamento de Tchê Tchê dentro da área e chutar para fora.

Mesmo acuado na partida, o Santos conseguiu empatar aos 29 minutos da primeira etapa. Sánchez bateu escanteio com precisão pela direita e Madson subiu entre dois defensores para testar e balançar as redes. Pouco depois, quase a virada: após escanteio da esquerda, Gabriel Sara desviou contra a própria meta e exigiu boa defesa de Volpi.

O Santos voltou a ter grande chance com Soteldo, que fez fila na entrada da área, entortou Léo e finalizou rasteiro, exigindo boa defesa de Volpi. No entanto, aos 37, o Tricolor conseguiu uma boa escapada e voltou a marcar. Gabriel Sara fez belo lançamento para Igor Vinícius, que avançou pela direita e cruzou rasteiro para o meia que iniciou a jogada. Sara chegou batendo de primeira e fez seu segundo gol no jogo.

Cuca mexeu duas vezes no intervalo e o Santos voltou mais intenso, levando perigo logo no início. Diego saiu jogando errado pela direita, Soteldo roubou a bola e cruzou na medida para Sánchez que testou livre à esquerda da meta de Volpi. O jogo esfriou nos minutos seguintes e o Peixe só voltou a chegar nos 20, quando Lucas Lourenço arriscou chute perigoso de fora da área.

Como o sistema de iluminação da Vila Belmiro teve uma queda, a partida ficou paralisada por cerca de 15 minutos. Logo no retorno, Marinho sofreu uma falta na intermediária e ele mesmo bateu. Volpi decidiu inverter a barreira e, na finalização forte do atacante do Peixe, ficou sem reação no meio do gol, aceitando o chute. 2 a 2 no placar.

Bastidores – Santos FC:

Cuca justifica Marinho no banco e parabeniza time por reação contra o São Paulo

Após ficar em desvantagem no marcador duas vezes, o Santos conseguiu buscar o empate contra o São Paulo na noite deste sábado, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na Vila Belmiro, o técnico Cuca justificou a decisão de começar com Marinho no banco e parabenizou seu time pela reação no clássico.

No primeiro tempo, o São Paulo saiu na frente por meio de Gabriel Sara, o Santos empatou com Madson e o mesmo Sara marcou novamente. Na etapa complementar, em uma falha do goleiro Tiago Volpi, Marinho determinou o placar final em cobrança de falta.

“De uma maneira geral, acho que o time no segundo tempo foi muito bem. Não é fácil dominar um jogo como dominamos na segunda etapa, sair duas vezes atrás e buscar o resultado duas vezes. Então, o time está de parabéns, mesmo não tendo vencido”, afirmou Cuca.

Responsável por sete gols e três assistências nas primeiras 10 rodadas do Campeonato Brasileiro, Marinho é o principal jogador do Santos nesta temporada. Após começar no banco de reservas, ele foi colocado por Cuca no lugar de Carlos Sanchez durante o segundo tempo e evitou a derrota do time mandante.

“Hoje, era um jogo importantíssimo e, terça-feira, não é menos importante”, disse Cuca, sobre o duelo contra o Olímpia, pela Copa Libertadores. “Sendo líder, você tem que jogar com o máximo de força. O Marinho sentiu um desconto no adutor e eu pretendia nem usá-lo aqui, mas o jogo pediu e tivemos que colocar”, justificou.

Veríssimo admite primeiro tempo ruim e valoriza melhora na etapa complementar

Em um clássico movimentado na Vila Belmiro, Santos e São Paulo empataram por 2 a 2 na noite deste sábado, pela 10ª rodada do Campeonato Brasileiro. Na saída do gramado, o zagueiro Lucas Veríssimo admitiu o primeiro tempo abaixo do esperado e valorizou a evolução na metade final.

No primeiro tempo, o São Paulo saiu na frente por meio de Gabriel Sara, o Santos empatou com Madson e o mesmo Sara marcou novamente. Na etapa complementar, em uma falha do goleiro Tiago Volpi, Marinho determinou o placar final em cobrança de falta.

“Realmente, a gente não fez um grande primeiro tempo e o time deles foi superior. Mas, ainda assim, criamos. O professor puxou um pouco no vestiário e fizemos um grande segundo tempo. É claro que a gente errou bastante ainda e vamos corrigir para que não aconteça novamente”, disse Veríssimo em entrevista ao Premiere.

O empate diante do São Paulo na Vila Belmiro mantém o Santos ainda sem vencer clássicos nesta temporada. Com o resultado diante do rival, o time alvinegro contabiliza 15 pontos ganhos e figura no sexto lugar da tabela de classificação do Campeonato Brasileiro.

Elogiado por Cuca, meia de 19 anos comemora nova chance no time profissional

Colocado durante o segundo tempo do clássico contra o São Paulo, disputado na noite deste sábado, Lucas Lourenço teve sua segunda chance no time profissional do Santos. Aos 19 anos, o jovem meia celebrou a nova oportunidade no Campeonato Brasileiro e ganhou elogios do técnico Cuca na Vila Belmiro.

“Ele é chato. Menino, mas maduro. É malandro, prende a bola. É pequeno, mas sabe usar o corpo e tem inteligência. Colocou uma bola na diagonal para o Madson que só um meia consegue. Vai evoluir, é lógico. Tem 19 anos e muito chão ainda pela frente. Está engatinhando”, disse Cuca.

Em 2018, Lucas Lourenço foi escalado pelo mesmo treinador durante o confronto com o Sport, disputado na Ilha do Retiro. Na noite do último sábado, o meia substituiu Marcos Leonardo na etapa complementar do clássico encerrado com empate por 2 a 2.

“Estou muito feliz por reestrear e por estrear na Vila Belmiro como profissional. Nesses dois anos, segui trabalhando forte e não baixei a cabeça. Hoje, surgiu a oportunidade. Agradeço ao professor e ao grupo, que me recebeu superbem. Agora, vamos para cima”, disse o garoto, sincero.

“Nas primeiras bolas, você fica um pouco ansioso, mas, depois, acaba entrando no jogo. Para mim, foi importante receber o apoio de todos e me senti muito à vontade. Estou muito feliz pela oportunidade. É agarrar e, se Deus quiser, não sair mais”, afirmou Lucas Lourenço.