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Athletico-PR 1 x 0 Santos

Data: 21/11/2020, sábado, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 22ª rodada
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: portões fechados devido a pandemia de Covid-19.
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique (RJ).
Auxiliares: Rodrigo Figueiredo Henrique Correa e Carlos Henrique Alves de Lima Filho (ambos do RJ).
VAR: Rodrigo Carvalhães de Miranda (RJ)
Cartões amarelos: Sandry e Marinho (S).
Gol: Thiago Heleno (29-1).

ATHLETICO-PR
Santos; Erick, Pedro Henrique, Thiago Heleno e Abner; Wellington (Alvarado), Christian (Fabinho) e Léo Cittadini; Nikão (Felipe Aguilar), Reinaldo (Ravanelli) e Renato Kayzer (Bissoli).
Técnico: Paulo Autuori

SANTOS
John; Pará (Madson), Luiz Felipe, Laércio (Alex) e Wagner Leonardo; Vinicius Balieiro, Ivonei (Sandry) e Jobson (Jean Mota); Lucas Braga, Arthur Gomes e Marcos Leonardo (Marinho).
Técnico: Marcelo Fernandes (interino)



Com time alternativo, Santos perde para o Athletico-PR e pode deixar o G6

Neste sábado, Athletico-PR e Santos se enfrentaram na Arena da Baixada, em Curitiba, pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro. Ainda sem Cuca, que se recupera da covid-19, e com um time alternativo, o Peixe saiu derrotado por 1 a 0 para a equipe paranaense, que chegou à quarta vitória consecutiva na competição. Thiago Heleno marcou o gol.

Desse modo, o Rubro-Negro chega a 28 pontos conquistados e ocupa a nona colocação, enquanto o Alvinegro Praiano soma 34 pontos e aparece no sexto lugar. No entanto, o clube paulista ainda pode perder posições dependendo dos outros resultados da rodada.

O jogo

A partida começou com o Athletico pressionando a saída de bola do Santos e tentando se impor nos minutos iniciais. No entanto, a primeira boa chance do confronto foi criada pelos visitantes. Aos 12 minutos, Lucas Braga fez boa jogada pelo meio e deixou para Arthur Gomes, que bateu alto, mas viu o goleiro Santos defender com a cabeça.

Aos 23, Christian, lesionado, teve de ser substituído por Paulo Autuori e deu lugar ao atacante Fabinho. Quatro minutos depois, o Furacão quase tirou o zero do marcador. Nikão achou o passe em profundidade na área para Fabinho, que cruzou rasteiro para Renato Kayser. O camisa 79, porém, não conseguiu alcançar e apenas raspou na bola.

Os donos da casa seguiram mais incisivos no ataque, mas sem criar grandes oportunidades. O Peixe também não conseguiu voltar ameaçar a meta rubro-negra, o que manteve o empate sem gols no placar até o intervalo. Além disso, o Alvinegro também perdeu um jogador por lesão: o zagueiro Laércio deixou o campo para a entrada de Alex.

No segundo tempo, aos nove minutos, o Athletico desperdiçou chance incrível de sair na frente. Após cobrança da falta na barreira, Erick ficou com a sobra no meio da área. Ele finalizou na saída de John, mas mandou por cima do gol santista.

O Santos respondeu aos 13, quando Arthur Gomes fez linda jogada pela esquerda, cortou para o meio e arriscou o chute de fora da área, exigindo a defesa em dois tempo do arqueiro do clube paranaense. E aos 22, Marcelo Fernandes tentou dar uma nova cara à equipe ao colocar Marinho e Jean Mota nos lugares de Marcos Leonardo e Jobson.

Contudo, foram os mandantes que balançaram as redes. Aos 29 minutos, Ravanelli cobrou escanteio na área para Thiago Heleno subir alto e completar de cabeça. A bola ainda quicou na pequena área e complicou o goleiro John, que nada pôde fazer.

Nos lances seguintes, John salvou o Peixe em chute de Fabinho, e a trave evitou o gol de empate alvinegro em cabeceio de Madson. Depois, o goleiro Santos fez boa defesa em desvio de cabeça após cobrança de falta do camisa 13 visitante. Assim, o Athletico garantiu a vitória e os três pontos.

Contra o Athletico-PR, Santos completará 1.500 jogos pelo Campeonato Brasileiro ( Em 19/11/2020 )

Pela 22ª rodada do Campeonato Brasileiro, Athletico-PR e Santos se enfrentam neste sábado, às 19h, na Arena da Baixada. Ao entrar em campo em busca da segunda vitória consecutiva, o Peixe completará 1.500 partidas pela competição nacional.

Sempre presente na primeira divisão do Brasileirão, o Alvinegro praiano é o clube que mais balançou as redes no torneio, com 2.230 gols. A equipe também é detentora do recorde de mais gols em uma mesma edição da competição. Em 2004, quando conquistou seu oitavo e último título brasileiro, o Santos fez 103 tentos em 46 partidas, média de 2,24 gols por duelo.

Em toda a história do Campeonato Brasileiro, o Peixe ficou de fora em apenas duas edições. Quando a competição era denominada como Taça Brasil, apenas os campeões estaduais do ano anterior participavam da competição. Como não conquistou o título paulista em 1959, o Santos não disputou o torneio em 1960.

Já em 1979, o Alvinegro, junto de outros clubes paulistas, não participou da competição nacional por conta de atritos com a antiga CBD (Confederação Brasileira de Desportos).

Ao todo, o clube da Vila Belmiro soma 1.499 jogos, 641 vitórias, 421 empates e 437 derrotas no Brasileirão, além de 2.230 gols marcados, 1.679 gols sofridos e oitos títulos.


Athletico-PR 1 x 0 Santos

Data: 04/12/2019, quarta-feira, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 37ª rodada (penúltima)
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 29.746 pagantes (31.988 total)
Renda: R$ 931.620,00
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Leirson Peng Martins e Michael Stanislau (ambos do RS).
VAR: Daniel Nobre Bins (RS)
Cartões amarelos: Léo Pereira e Márcio Azevedo (A); Luan Peres, Diego Pituca, Gustavo Henrique, Marinho e Jorge Sampaoli (S).
Cartão vermelho: Luan Peres (S).
Gols: Marco Ruben (02-2).

ATHLETICO-PR
Santos; Jonathan (Madson), Thiago Heleno, Léo Pereira e Márcio Azevedo; Camacho, Wellington e Lucho González (Adriano); Marcelo Cirino (Bruno Guimarães), Rony e Marco Ruben.
Técnico: Eduardo Barros

SANTOS
Everson; Pará, Felipe Aguilar, Gustavo Henrique e Luan Peres; Alison (Felipe Jonatan), Evandro (Eduardo Sasha) e Diego Pituca; Marinho, Soteldo e Jean Mota (Carlos Sánchez).
Técnico: Jorge Sampaoli



Athletico-PR melhora no segundo tempo e vence o Santos na arena

O Athletico-PR venceu o Santos por 1 a 0 na noite desta quarta-feira, na Arena da Baixada, pela 37ª e penúltima rodada do Campeonato Brasileiro. O gol foi marcado por Marco Ruben.

O Peixe fez primeiro tempo melhor, mas viu o Furacão voltar diferente do intervalo. Ruben abriu o placar aos dois minutos da etapa final. A situação piorou para o Alvinegro com a expulsão de Luan Peres, aos 23. A saída de Evandro ainda no primeiro tempo por problema muscular prejudicou o desempenho santista.

Bruno Guimarães, Marco Ruben e Marcelo Cirino se despediram da torcida. Bruno vai para o Atlético de Madrid (ESP), enquanto os atacantes não renovarão o contrato.

O Athletico, classificado antecipadamente para a Libertadores da América por causa do título da Copa do Brasil, sobe para a quarta colocação, com 63 pontos. O Santos, com 71, segue na vice-liderança.

O jogo

Athletico-PR e Santos fizeram jogo de muita marcação e poucas chances criadas. O Peixe começou e terminou melhor a etapa final, mas pecou no último passe. Enquanto isso, Everson não foi exigido.

A melhor oportunidade do Alvinegro ocorreu com Eduardo Sasha, em finalização cruzada sem força depois de passe de Soteldo. Jean Mota e Diego Pituca também assustaram de fora da área.

O Athletico só ofereceu algum perigo quando pressionou Everson e os defensores santistas. O time de Jorge Sampaoli insistiu em não dar chutão e obteve êxito na maior parte dos lances.

E depois de passar a etapa inicial inteira sem fazer Everson trabalhar, o Athletico foi letal na primeira chegada. Rony cruzou, Marco Ruben se antecipou a Aguilar e cabeceou bonito para abrir o placar aos dois minutos.

O Santos não demorou a responder. Soteldo cruzou bonito e Marinho acertou a rede, mas pelo lado de fora, no quinto minuto. Na sequência, porém, o Athletico se ajustou e o Peixe ficou travado no meio-campo. A saída de Evandro ainda no primeiro tempo se mostrou uma má opção de Sampaoli. A situação piorou ainda mais aos 23, quando Luan Peres recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso.

O Athletico-PR aproveitou a vantagem numérica, se defendeu bem e não foi ameaçado até o minuto final. 1 a 0 para os donos da casa.

Sampaoli vê derrota injusta do Santos para o Athletico: “Rival fez pouco”

O técnico Jorge Sampaoli classificou como “injusta” a derrota do Santos por 1 a 0 para o Athletico-PR na noite desta quarta-feira, na Arena da Baixada, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe fez bom primeiro tempo, não aproveitou as chances e piorou na etapa final. Marco Ruben marcou no segundo minuto e Luan Peres foi expulso aos 23.

“Jogo que em nenhum momento fomos superados, tivemos mais chances. Rival fez pouco. Ações de arbitragem nos prejudicaram em jogo equilibrado, não aproveitamos chances e domínio do primeiro tempo. Derrota dói, jogadores se esforçaram até com 10 em campo difícil. Não considero justo o resultado”, disse Sampaoli, antes de avaliar a temporada.

“Feliz pelo grupo, por transcender inquietudes diferentes do costume e por terem assimilado. Hoje viemos a ganhar, como em todos os jogos. Faltou pontaria, rival converteu a única chance. Hoje jogamos como o primeiro do torneio e isso me deixa feliz. Ano de aprendizado, de trabalhar cultura do jogo, que não estavam acostumados. Nos desenvolvemos, começamos em janeiro e terminamos em dezembro. Isso é quase impossível no Brasil, cheio de processos quebrados”, completou.

Sampaoli chama especulações de filme: “Não falarei com ninguém antes do presidente do Santos”

O técnico Jorge Sampaoli voltou a dar declarações fortes diante das especulações sobre o futuro de sua carreira após a derrota do Santos para o Athletico-PR na noite desta quarta-feira, na Arena da Baixada, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Sampaoli afirmou que não conversou com nenhum clube e nem conversará antes do presidente do Peixe, José Carlos Peres. Há quem dê o treinador como fechado no Palmeiras.

“É um filme que não posso responder. Penso no jogo de domingo (contra o Flamengo). Tenho contrato e não falei com o clube sobre minha situação. Tudo que vocês contam são especulação sem procedimento. Não falei com ninguém e não falarei antes do presidente do Santos”, disse Sampaoli.

“Não tenho tempo para atender ninguém, tenho que atender o time. Jogamos em três dias com o campeão e temos que tentar ganhar na Vila. É o que mais me preocupa”, completou.

Jorge Sampaoli foi questionado sobre a possibilidade do torcedor santista sonhar com a sua permanência. E foi duro na resposta.

“Torcedores do Santos têm obrigação e direito de pedir o que querem. Mas precisam pedir que o Santos seja cuidado como merece. Ter equipe ano que vem para ser campeão. “Libertadores, Brasileirão, Paulista… Processo tem que ter base para o que venha. Que se aproveite o que foi feito neste ano”, concluiu.

Sampaoli tem contrato até 31 de dezembro de 2020, mas a multa rescisória de R$ 10,5 milhões só tem validade até o fim deste ano. O argentino está na mira do Palmeiras e do Racing.

Felipe Jonatan chama árbitro de ladrão e é expulso; Santos pode ter Jorge contra o Flamengo

Felipe Jonatan foi expulso após o apito final na derrota do Santos por 1 a 0 para o Athletico-PR nesta quarta-feira, na Arena da Baixada, pela 37ª e penúltima rodada do Campeonato Brasileiro.

De acordo com a súmula assinada pelo árbitro Anderson Daronco, Felipe o chamou de ladrão: “Parabéns, seus ladrões. Conseguiram o que queriam”.

Depois da partida, por meio de sua assessoria, o jogador negou que tenha ofendido o árbitro.

“Tenho mais de 60 partidas como profissional e até hoje só havia recebido um cartão amarelo na minha carreira. Ao término da partida, apenas aplaudi a arbitragem. Não falei em nenhum momento o que foi divulgado na súmula. Desafio a ter qualquer imagem que me mostre chamando alguém de ‘ladrão’. Isso não é da minha índole. É preciso ter responsabilidade, mais respeito e, principalmente, jamais faltar com a verdade”, declarou.

Sem Felipe e Luan Peres, também expulso em Curitiba, o técnico Jorge Sampaoli pode utilizar Jorge, fora da equipe desde a agressão contra Eduardo Sasha no clássico contra o São Paulo, em 16 de novembro. A alternativa é improvisar Diego Pituca. Evandro sentiu a coxa esquerda e é dúvida.

O Peixe enfrentará o campeão Flamengo no domingo, às 16h (de Brasília), na Vila Belmiro, pela despedida no Brasileirão. O Alvinegro precisa de vitória simples para garantir o segundo lugar independentemente dos resultados do Palmeiras.

Santos não cumpre promessa e joga uma vez em SP no Brasileirão; veja histórico

O Santos não cumpriu a promessa de dividir pela metade os jogos entre Baixada Santista e São Paulo. E a situação é ainda pior com base nos mandos do Campeonato Brasileiro.

O Peixe só atuou uma vez na capital durante o Brasileirão – vitória sobre o Vasco, no Pacaembu. Nenhuma no segundo turno, com todas as partidas na Vila Belmiro.

Em novembro, o presidente José Carlos Peres disse à Gazeta Esportiva que 2020 será diferente e haverá uma “regra” por jogos em São Paulo, independentemente da comissão técnica. Jorge Sampaoli pediu publicamente para atuar em Santos nesta temporada. Mesma solicitação havia sido feita por Cuca.

A média de público do Santos em 2019 é de 11.853 – 15.558 no Pacaembu (10 jogos) e 10 mil na Vila Belmiro (20 partidas). A arrecadação total é de R$ 13 milhões.

Veja abaixo o histórico de jogos do Santos em São Paulo no Campeonato Brasileiro com pontos corridos:

2003 = 0
2004 = 6
2005 = 4
2006 = 2
2007 = 0
2008 = 0
2009 = 2
2010 = 3
2011 = 4
2012 = 2
2013 = 4
2014 = 4
2015 = 0
2016 = 3
2017 = 6
2018 = 7
2019 = 1


Atlético-PR 2 x 0 Santos

Data: 31/05/2018, quinta-feira, 21h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 8ª rodada
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 9.173 pagantes
Renda: R$ 181.655,00
Árbitro: Sávio Pereira Sampaio (DF)
Auxiliares: Daniel Henrique da Silva Andrade e Ciro Chaban Junqueira (ambos do DF).
Cartões amarelos: Pablo (CAP); Bruno Henrique (S).
Gols: Thiago Heleno (17-1) e Guilherme (08-2).

ATLÉTICO-PR
Santos; Wanderson, Thiago Heleno e José Ivaldo; Matheus Rossetto, Camacho, Lucho González (Bruno Guimarães) e Thiago Carleto; Nikão (Bergson), Guilherme (Raphael Veiga) e Pablo.
Técnico: Fernando Diniz

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Dodô; Diego Pituca (Léo Cittadini), Renato (Bruno Henrique) e Jean Mota; Gabigol, Rodrygo (Yuri Alberto) e Eduardo Sasha.
Técnico: Jair Ventura



Atlético-PR vence com facilidade e empurra o Santos para o Z-4

O Atlético-PR dominou o jogo e venceu o Santos por 2 a 0 na noite desta quinta-feira, na Arena da Baixada, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. Com os três pontos, o Furacão vai ao 13º lugar. O Peixe entrou na zona do rebaixamento, na 18ª colocação.

O Atlético fez um gol em cada tempo, com Thiago Heleno e Guilherme. O alvinegro, desorganizado, não esboçou reação e poderia ter sido goleado se os donos da casa tivessem tido mais capricho nas finalizações. A sequência de resultados negativos coloca o técnico Jair Ventura na berlinda.

O jogo

O Santos fez bons primeiros minutos. Defendia-se bem, mostrava certo perigo nos contra-ataques e imaginava-se uma partida diferente das recentes. Foi apenas uma ilusão.

O Atlético-PR passou a dominar o jogo e abriu o placar aos 17 minutos, quando Thiago Carleto cobrou escanteio, Camacho tirou Lucas Veríssimo do lance e Thiago Heleno, sozinho, venceu Vanderlei em cabeceio.

Daí em diante, o enredo do Peixe foi o mesmo de quase todos os jogos da temporada: desorganização, defesa bagunçada e buraco entre meio e ataque. O Furacão esteve mais próximo de ampliar do que o alvinegro de empatar, como na bola no travessão de Nikão aos 35.

E NADA MUDA

O Atlético-PR seguiu melhor no segundo tempo e ampliou logo aos oito minutos, quando Vanderlei falhou em cobrança de falta de Carleto e Guilherme aproveitou o rebote. O segundo gol do Furacão acabou com qualquer ponto positivo que o Santos tinha no jogo.

Desesperado, o Peixe apostou no chuveirinho e nos chutes de fora da área, sem uma jogada trabalhada. Com espaço, os donos da casa criaram chances e poderiam ter goleado se tivessem mais capricho nos contragolpes. Nem Bruno Henrique ajudou o Alvinegro na reação. O técnico Jair Ventura só mexeu a partir dos 17 e não conseguiu fazer o time melhorar.

Aos 35 minutos, o goleiro Vanderlei fez três boas defesas em sequência para impedir o terceiro gol e uma derrota ainda mais vergonhosa dos visitantes. O apito final foi de alívio para o torcedor.

Jair divide diretoria, e Santos espera até domingo para avaliar permanência

Antes unanimidade na diretoria do Santos, Jair Ventura está na berlinda. O técnico corre risco de demissão após mais uma derrota, desta vez para o Atlético-PR, por 2 a 0, nesta quinta-feira, na Arena da Baixada, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

O Peixe vai esperar pelo jogo de domingo, contra o Vitória, na Vila Belmiro, para deliberar. A decisão pela demissão ou permanência precisa passar por votação no Comitê de Gestão, formado pelo presidente José Carlos Peres, o vice Orlando Rollo e sete dirigentes. Reuniões do colegiado costumam ocorrer às segundas-feiras.

Peres está em Londres, na Inglaterra, na chefia da delegação da seleção brasileira na preparação para a Copa do Mundo na Rússia. O mandatário volta na segunda-feira. Em rápido contato com a Gazeta Esportiva, o presidente foi ponderado e falou que é preciso ter calma neste momento: “Vamos ver. Temos que restabelecer a ordem primeiro”.

Presidente interino, Orlando Rollo está com a delegação do Santos em Curitiba. O vice também foi ouvido pela reportagem, negou a demissão neste momento e se limitou a dizer que “a decisão tem que passar pelo Comitê de Gestão”.

Mesmo irregular, o Santos está nas oitavas de final da Libertadores e quartas da Copa do Brasil. Em compensação, o Peixe ocupa a 18ª colocação e está na zona do rebaixamento no Campeonato Brasileiro. O alvinegro foi eliminado na semifinal do Paulistão.

Jair não cogita pedir demissão no Santos: “Aqui não tem covarde”

Pressionado após mais uma derrota, dessa vez para o Atlético-PR, na Arena da Baixada, Jair Ventura afirma que não pedirá demissão do Santos. O técnico diz que recebeu o respaldo do vice-presidente Orlando Rollo depois de mais um resultado negativo neste domingo, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro. O Peixe foi para a 18ª colocação, na zona do rebaixamento.

“Se eu vou pedir demissão? Eu não peço demissão. Aqui não tem covarde para entregar o cargo. Já falei com o vice-presidente e ele deu respaldo. Essa gestão confia muito no meu trabalho em longo prazo”, disse Jair, em entrevista coletiva.

A permanência de Jair Ventura divide opiniões na diretoria do Peixe. A permanência será reavaliada depois do jogo de domingo, contra o Vitória, na Vila Belmiro. Em caso de nova atuação ruim, o Comitê de Gestão se reunirá e pode votar pela demissão.

Peres está em Londres, na Inglaterra, na chefia da delegação da seleção brasileira na preparação para a Copa do Mundo na Rússia. O mandatário volta na segunda-feira. Em rápido contato com a Gazeta Esportiva, o presidente foi ponderado e falou que é preciso ter calma neste momento: “Vamos ver. Temos que restabelecer a ordem primeiro”.

Presidente interino, Orlando Rollo está com a delegação do Santos em Curitiba. O vice também foi ouvido pela reportagem, negou a demissão neste momento e se limitou a dizer que “a decisão tem que passar pelo Comitê de Gestão”.

Torcedores do Santos invadem hotel em Curitiba para protestar

Torcedores do Santos protestaram contra o time em invasão ao hotel onde o elenco está hospedado em Curitiba, depois da derrota por 2 a 0 para o Atlético-PR, neste domingo, na Arena da Baixada, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro.

O vice-presidente Orlando Rollo, o volante Renato e o atacante Gabigol foram conversar com os santistas. Gabriel Barbosa foi um dos maiores alvos da torcida.

O conflito dentro do hotel foi superado e o protesto continuou fora do estabelecimento, depois do ônibus chegar com os atletas. A delegação volta para Santos apenas nesta sexta-feira.

Pressionado, Santos aposta em vendas e investidores por reforços

O Santos tem aproveitamento de 45% em 2018 e está na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro. O técnico Jair Ventura está pressionado e o Peixe entende que o maior problema está na falta de boas opções no elenco. A situação financeira do clube, porém, atrapalha a busca por reforços.

O alvinegro gastou tudo em dívidas urgentes e no dinheiro necessário para colocar salários e premiações do elenco em dia. Agora, está zerado. Não há qualquer poder de investimento. Nem para opções desconhecidas no mercado.

Diante desse cenário, o Santos aposta em dois fatores para conseguir trazer caras novas no segundo semestre, depois da Copa do Mundo: venda de jogadores do elenco e apoio de investidores.

O Peixe quer negociar atletas que não são unanimidade para fazer caixa e poder contratar quem possa ser titular. São os casos de Daniel Guedes, Jean Mota, Vecchio e Copete, por exemplo. Lucas Veríssimo, bem conceituado no elenco, é outro que deve sair. Recentemente, o zagueiro trocou de empresário visando melhores propostas.

O alvinegro cogitou aliviar os cofres com Rodrygo. O Barcelona aumentou a proposta e ofereceu 30 milhões de euros (R$ 130 milhões) pelos 80% direitos econômicos do clube. A ideia dos espanhóis era garantir a compra e tê-lo apenas em 2020. A resposta foi ‘não’.

Sobre os investidores, o Santos tem conversado com alguns empresários. Um deles é Delcir Sonda, do Grupo DIS. O agente tem ótimo relacionamento com o presidente José Carlos Peres e está disposto a repassar atletas promissores, de até 23 anos, ao Peixe.

Outros dois empresários e sócios prometeram ao alvinegro a compra de Lucas Zelarayán, do Tigres-MEX. A intenção da dupla é realizar a vontade do meia, de jogar no Santos, e ficar com a representação do atleta no mercado. O argentino também está na mira do Racing e River Plate, da Argentina.

O Peixe quer ao menos quatro reforços: dois meio-campistas e dois atacantes. Além de Zelarayán, Carlos Sanchéz, do Monterrey-MEX, Bryan Ruiz, de saída do Sporting-POR, Paulo Henrique Ganso, do Sevilla-ESP, Thiago Maia, do Lille-FRA, e Favio Álvarez, do Tucumán-ARG, estão na mira.


Atlético-PR 0 x 2 Santos

Data: 11/06/2017, domingo, 19h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 6ª rodada
Estádio: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 18.112 pagantes
Renda: R$ 386.600,00
Auxiliares: Dibert Pedrosa Moises (RJ) e Michael Correia (ambos do RJ).
Cartões amarelos: Paulo André (A); Daniel Guedes (S).
Cartão vermelho: Daniel Guedes (S).
Gols: Kayke (26-1) e Kayke (35-1).

ATLÉTICO-PR
Santos; Jonathan, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Lucho Gonzalez e Matheus Rossetto (Ederson); Nikão, Pablo (Felipe Gedoz) e Douglas Coutinho (Grafite).
Técnico: Eduardo Baptista

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Lucas Veríssimo, David Braz e Jean Mota; Renato, Thiago Maia (Alison) e Vitor Bueno (Cleber); Bruno Henrique, Copete e Kayke (Leandro Donizete).
Técnico: Elano Blumer (interino)


Santos afunda o Furacão na Baixada na despedida de Elano

Na despedida de Elano no comando interino do time, o Santos foi à Arena da Baixada, em Curitiba, e bateu o Atlético Paranaense por 2 a 0, subindo na classificação do Campeonato Brasileiro 2017. Com o resultado, o Peixe chegou aos nove pontos, na 10ª colocação, enquanto o Furacão, sem vencer nenhuma na competição, ocupa a lanterna, com dois pontos ganhos.

A equipe alvinegra fez dois gols na primeira etapa utilizando o contra-ataque, a principal arma na partida. As duas vezes, aliás, com a bola sobrando para Kayke marcar, aos 26 minutos e, na sequência, aos 35 minutos.

O jogo

O jogo começou com as duas equipes tentando impor o ritmo, com o Furacão enfrentado um pouco mais de dificuldade para criar. Aos cinco minutos, Daniel Guedes cobrou falta da intermediária e Santos defendeu com tranquilidade. Na resposta, Douglas Coutinho colocou na cabeça de Nikão, que testou pela linha de fundo.

A primeira grande chance do Rubro-Negro aconteceu aos 14 minutos, com Lucho González, que pegou sobra de bola e mandou uma bomba, pela linha de fundo, mas raspando o poste. O time da casa tentava ficar com a posse de bola, mas não passava da intermediária adversária. Até que, aos 26 minutos, o Peixe finalmente conseguiu encaixar o contra-ataque, com Thiago Maia recebendo e encontrando Kayke, que tocou na saída de Santos para abrir a contagem.

O gol aumentou a tensão na Baixada e parecia refletir no time atleticano. Aos 31 minutos, Sidcley pegou rebote na entrada da área e finalizou rasteiro, pela linha de fundo. Mais Furacão no ataque, aos 34 minutos, com Nikão deixando a defesa para trás e chutando para grande defesa de Vanderlei. Aos 35 minutos, mais um contra-ataque mortal e desta vez Kayke recebeu de Bruno Henrique antes de estufar a rede. O Peixe era cirúrgico.

Depois do intervalo, o Furacão retornou com Grafite e Ederson nos lugares de Matheus Rosseto e Douglas Coutinho. E a primeira boa oportunidade foi com Ederson, aos quatro minutos, cobrando falta colocada, com muito perigo. O Peixe estava mais recuado e chamava o Atlético para seu campo. Aos 12 minutos, Lucho desviou de cabeça após cobrança de falta pra a rede, mas o arbitro anulou o lance.

Os times reclamavam muito com a arbitragem, como aos 16 minutos, com Kayke sendo derrubado na área, mas nada marcado. Mais um gol impedido aos 20 minutos, desta vez com Grafite. Aos 27 minutos, Bruno Henrique lançou para Alison, que chegou na área para finalizar e parou nas mãos do goleiro Santos.

Em uma rara chegada na segunda etapa, o Santos quase ampliou com Jean Mota, que dominou, abriu espaço e bateu forte para defesa do arqueiro atleticano. O troco veio com Nikão, aos 33 minutos, pegando sobra de bola, mas desperdiçando a chance. Nas arquibancadas, a paciência do torcedor rubro-negro acabou. Aos 40 minutos, Daniel Guedes recebeu o segundo amarelo, por cera, e foi expulso. O Peixe, entretanto, administrou bem e garantiu os três pontos.

Elano esclarece expulsão de Guedes e elogia time por vitória

Elano encerrou sua breve passagem como técnico interino do Santos com uma vitória sobre o Atlético-PR na noite deste domingo. Além de elogiar o time pelo triunfo na Arena da Baixada, o ex-meia assumiu a responsabilidade pela expulsão de Daniel Guedes.

Encarregado de suceder Dorival Júnior, Elano estreou como interino na vitória por 1 a 0 sobre o Botafogo com um gol marcado por Victor Ferraz nos acréscimos. Se o primeiro triunfo foi sofrido, o segundo, alcançado com dois gols de Kayke logo na etapa inicial, deixou o ex-meia satisfeito.

“O importante do jogo contra o Botafogo foi o resultado. Aqui, foi o diferente. Além do resultado, conseguimos jogar bem, tanto no ataque quanto na defesa. Sofremos algumas situações, como é natural contra o Atlético-PR na Arena da Baixada. Mas o time se comportou bem em todos os aspectos”, elogiou.

Elano ainda comentou a expulsão de Daniel Guedes. Posicionado para bater uma falta nos minutos finais da partida, ele atendeu instrução do treinador e deixou a cobrança para Lucas Veríssimo. Já advertido com o amarelo, o jogador acabou expulso por retardar o reinício da partida pelo árbitro Marcelo de Lima Henrique.

“Tive uma falha muito grave. A expulsão do Guedes foi uma falha minha. Ele estava na bola e pedi para sair. Queria esclarecer isso para que o torcedor entenda. Não lembrei que já estava com o cartão amarelo e fiquei muito chateado”, justificou o treinador interino, que entregará o cargo para Levir Culpi.

Quando Elano falava sobre o clássico contra o Palmeiras, marcado para as 21h45 (de Brasília) de quarta-feira, a entrevista foi interrompida por um protesto de torcedores do Atlético-PR do lado de fora. “Eu me sinto com o dever cumprido hoje. Amanhã, já é um novo dia”, disse, antes de encerrar a coletiva. “Devido a segurança, fui”, despediu-se.




Atlético-PR 1 x 0 Santos

Data: 18/06/2016, sábado, 18h00.
Competição: Campeonato Brasileiro – 9ª rodada
Local: Arena da Baixada, em Curitiba, PR.
Público: 15.359 pagantes (17.464 presentes)
Renda: R$ 395.520,00
Árbitro: Anderson Daronco (RS)
Auxiliares: Bruno Raphael Pires (GO) e Alexandre A Pruinelli Kleiniche (RS).
Cartões amarelos: Giovanny e Sidcley (AP); Renato (S).
Gol: Paulo André (43-2).

ATLÉTICO-PR
Weverton; Léo, Paulo André, Thiago Heleno e Sidcley; Otávio, Deivid, Giovanny e Ewandro (Pablo); Walter (Vinicius) e André Lima.
Técnico: Paulo Autuori

SANTOS
Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Yuri e Zeca; Renato, Thiago Maia (Alison), Léo Cittadini (Paulinho) e Vitor Bueno; Gabriel e Joel (Diogo Vitor).
Técnico: Dorival Junior



Atlético-PR marca no fim e bate o Santos, que perde vaga no G4

Um gol de Paulo André, ex-zagueiro corinthiano, acabou com a série de três vitórias seguidas do Santos no Campeonato Brasileiro neste sábado à noite. Em uma partida muito equilibrada na Arena da Baixada, em Curitiba, em que o Peixe mandou duas na trave, mas também teve a sua carimbada e viu Vanderlei aparecer com destaque no segundo tempo, o Atlético-PR acabou sendo premiado pela postura ofensiva na etapa final, quando Dorival Júnior recuou o alvinegro e acabou pagando caro após escanteio já aos 43 minutos do segundo tempo.

A derrota por 1 a 0 também acabou com o objetivo santista de alcançar a quarta vitória seguida no Brasileirão. Marca que a equipe não alcança desde a edição de 2011. Assim, o Peixe se mantém com 13 pontos e, apesar de dormir na 4ª colocação, vai perder sua vaga no G4 ainda nesta 9ª rodada inevitavelmente em função dos confrontos deste domingo. Por outro lado, o Furacão descola da zona de rebaixamento ao se juntar ao bolo de times que também marcam os mesmos 13 pontos.

O jogo

Neste sábado, talvez a fria noite de Curitiba, que apontava temperatura próxima dos 12ºC na hora do jogo, fez com que as equipes começassem o duelo sem muito ímpeto, demorando a engrenar. A verdade é que a primeira metade da etapa inicial foi dura de assistir, com Santos e Atlético-PR sendo inofensivos no ataque e abusando dos chutões.

O clima só esquentou na Arena da Baixada aos 28 minutos, quando Vitor Bueno, com espaço na entrada da área, arrematou e acertou a trave de Weverton, que ainda viu a bola correr próxima a linha do gol até sair pela linha de fundo, do lado o oposto.

A resposta veio cinco minutos depois, com Giovanny. Após rápido contra-ataque do Furacão, a bola chegou no meia atleticano pela esquerda, nas costas de Victor Ferraz, mas Vanderlei espalmou a finalização para escanteio.

Nos últimos minutos, mais duas chances, uma para cada time, de novo. Primeiro, Giovanny testou novamente Vanderlei, em chute praticamente da mesma posição. Mas o arqueiro alvinegro fez seu bem trabalho. Em seguida, Gabriel recebeu lançamento pela direita e, quase sem ângulo, tocou por cobertura de Weverton, que ainda voltou e se esticou todo, mas foi salvo pelo travessão.

Assim, depois de 47 minutos muito equilibrados, sem grandes emoções, o placar seguiu inalterado para o segundo tempo, que pelo menos começou diferente, com os dois times mais ligados e partindo para o ataque. A curiosidade é que os lances de perigo eram sempre criados em sequência. E a coincidência valia até para as polêmicas.

Logo nos minutos iniciais, Vitor Bueno caiu dentro da área e ficou pedindo pênalti, mas o árbitro ignorou. No lance seguinte, André Lima recebeu dentro da área santista e foi tocado por Vanderlei. Foi a vez dos donos da casa pedirem a bola na marca da cal, mas o árbitro novamente nada marcou.

O jogo sofria alguns apagões. Após criarem oportunidades claras de gol, Atlético-PR e Santos passavam muitos minutos entre o perde e ganha no meio campo. Mas, batava um se arriscar para o outro responder imediatamente. Assim foi aos 21 minutos, quando André Lima, Ewandro e Vinicius fizeram boa triangulação. Zeca salvou o Peixe ao travar chute do último atleticano. Um minuto depois, Gabriel recebeu dentro da área e encheu o pé, para boa defesa de Weverton.

A partir daí o Furacão partiu de vez para o ataque e o Santos passou a se postar mais recuado. Assim, Vanderlei salvou o alvinegro depois de finalização de carrinho de Vinicius. E, aos 30, tirou com os olhos uma bomba de Pablo que explodiu na trave. Seria um golaço.

E o castigo santista por ter recuado demais chegou aos 43 minutos, quando o Atlético-PR acabou premiado por sua ousadia ofensiva. Após cobrança de escanteio, o zagueiro Paulo André subiu com liberdade e testou para o fundo do gol de Vanderlei. Foi o golpe final de uma partida muito igual, mas que acabou com a festa dos donos da casa.

Dorival não se conforma com mais um gol de bola parada no fim do jogo

A derrota do Santos para o Atlético-PR neste sábado não foi bem digerida por Dorival Júnior. Após o duelo na Arena da Baixada, em Curitiba, o técnico concedeu entrevista coletiva inconformado pela equipe ter levado um gol aos 43 minutos do segundo tempo, após cobrança de escanteio. Paulo André foi o responsável por tirar o sono do técnico alvinegro, que não perdoou seus comandados e culpou exclusivamente a falha na bola parada pela quebra da série de três vitórias seguidas do Peixe no Campeonato Brasileiro.

“Eu não vi inversão do processo que aconteceu no primeiro tempo, tanto que a posse de bola mostra como o Santos teve o jogo sob seu comando. O terceiro jogo que tomamos gol após os 40 minutos. E isso está nos tirando o sono, porque a bola parada tem nos tirado pontos importantes, diferente da bola em jogo, bola rolando, que não nos causa problema. Em compensação, a bola parada está nos tirando pontos importantes e fazendo com que nossa campanha seja prejudicada”, reclamou Dorival, discordando dos jornalistas que analisaram o Santos recuado na etapa final.

“67% de posse de bola (pelo footstats, foram 62%). Nós criamos, buscamos o gol, batemos em gol… A equipe do Atlético estava muito bem postada, mesmo assim tentávamos o último passe. Fizemos um jogo de uma maneira correta. Infelizmente, não conseguimos o resultado em função de uma postura na bola parada”, continuou.

Neste sábado, Dorival Júnior só contou com um zagueiro de ofício, que foi Luiz Felipe. Yuri atuou improvisado no setor, mas, isso não foi visto como fator determinante, na visão do treinador. Vale destacar que era o atacante Paulinho que estava na marcação do zagueiro Paulo André no momento do gol atleticano.

“De maneira nenhuma (culpa da falta de zagueiros). Não tivemos problema nenhum durante a partida. Posicionamento perfeito, uma atuação muito boa em todos os aspectos, em todos os sentidos, em exceção nesses quatro, cinco minutos em que fomos penalizados com uma bola parada”, repetiu o técnico, já de olho nos próximos desafios. “Treinar, trabalhar, porque, eventualmente, uma jogada ou outra que aconteça, tudo bem. Mas, estamos tendo esse problema e isso vem realmente preocupando. Com a bola no chão, dificilmente existe uma penetração na nossa área”, explicou.

Antes das três vitórias seguidas do Santos nas últimas três rodadas, contra Botafogo, Santa Cruz e Sport, respectivamente, o time da Baixada perdeu para Internacional, empatou com o Figueirense e caiu diante do Corinthians. Nos três jogos, o alvinegro levou gol nos minutos finais e oriundos e bola parada. E esse é o motivo da irritação de Dorival Júnior.