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O Santos fechou a contratação de Ariel Holan para substituir Cuca. O técnico argentino ex-Universidad Católica (CHI) chega para um vínculo até dezembro de 2023.

À procura de auxiliares para a sua comissão técnica, Ariel Holan deve chegar ao Peixe até o fim dessa semana, com a estreia prevista apenas para o Campeonato Paulista. O contrato até dezembro de 2023 está apalavrado e será anunciado pelo clube nesta segunda-feira.

Holan gostaria de trazer da Universidad Católica o auxiliar Juan Esparis e o preparador físico Facundo Peralta, mas a dupla não deve vir ao Brasil. Esparis por questões pessoais, enquanto Peralta quer continuar no Chile.

Ariel Holan tem uma equipe particular de analistas de desempenho. A princípio, os três devem continuar com o argentino e não na folha salarial do Peixe. Esse tema, porém, ainda será debatido.

Holan estava no topo da lista do Santos desde o início da procura por um técnico, há mais de duas semanas. A pedida inicial foi alta. Na sequência, o clube conseguiu um “desconto” e passou a avançar na negociação. O valor da comissão técnica será de pouco menos de R$ 600 mil.

O Santos analisou outras opções, como Hernán Crespo, Tiago Nunes e Beccacece. No caso de Crespo, o salário de mais de R$ 1 milhão inviabilizou qualquer papo e ele foi para o São Paulo. Com Nunes e Beccacece, a preocupação foi a mesma: o relacionamento com o elenco. Ambos têm histórico de problemas com atletas e colegas.

Com Holan, o Alvinegro fica satisfeito por aliar projeto de futebol e bom convívio. Sair de Cuca, adorado pelos jogadores, para Tiago Nunes ou Beccacece poderia significar uma ruptura no dia a dia do CT Rei Pelé.

Holan tem 60 anos e foi aprovado pelo departamento de futebol e pela análise de desempenho. O argentino começou no Defensa y Justicia em 2015 e passou por Independiente e Universidad Católica. Antes, foi auxiliar e desempenho e técnico de hóquei sobre a grama.

A chegada de um treinador tarimbado dividiu opiniões no Comitê de Gestão. Para alguns, o comandante seria o único reforço possível neste momento e demanda investimento. Para outros, era momento de economizar e diminuir a folha da comissão técnica. O primeiro pensamento “venceu”.

Votação
O Comitê de Gestão deliberou sobre Ariel Holan por alguns dias. Mais do que maioria simples para a aprovação, o presidente Andres Rueda buscou um consenso.

Quem foi a favor ou contra a chegada de Holan expôs seus argumentos em grupo no Whatsapp. A chegada de um treinador tarimbado dividiu opiniões. Para alguns, o comandante é o único reforço possível neste momento e demanda investimento. Para outros, era momento de economizar e diminuir a folha da comissão técnica. O primeiro pensamento “venceu”.

Cuca
O Santos gostaria de ter Cuca para a partida contra o Bahia na próxima quinta-feira, em Salvador, no encerramento do Campeonato Brasileiro, mas o técnico foi liberado para cuidar de sua família. A mãe e uma das filhas estão internadas com covid-19.

Dessa forma, o auxiliar Marcelo Fernandes deve dirigir o Peixe. O Alvinegro empatou com o Fluminense na despedida de Cuca e está perto da classificação para a Pré-Libertadores.

Holan curioso
Enquanto deixou a questão financeira e contratual para seus representantes, Ariel Holan buscou informações sobre o Santos. Ele falou com colegas de profissão e perguntou ao Peixe sobre questões específicas, como quantidade de campos e uso da tecnologia no departamento de análise de desempenho.

Holan tem vontade antiga de trabalhar no Brasil e viu o Santos como ótima porta de entrada por sua história, presença de jogadores de destaque como Marinho e Soteldo e a predisposição a revelar jovens da base.

Ariel Holan está disposto a trabalhar com a realidade do Santos, de não contratar e correr o risco de perder outros atletas. Os reforços podem chegar só no segundo semestre.

Ariel Holan define auxiliar e preparador físico antes de chegar ao Santos

Ariel Holan definiu seu auxiliar técnico para o trabalho no Santos: Víctor Bernay, de 50 anos e também argentino, será o braço direito do novo comandante do Peixe.

Bernay foi auxiliar de Pedro Troglio em clubes como Gimnasia e Argentinos Juniors e, mais recentemente, dirigiu as categorias de base do Cerro Porteño (PAR) e chegou a assumir o time principal por alguns jogos após a saída de Miguel Angel Russo em 2019.

O preparador físico deve ser Diego Giacchino, argentino de 47 anos. Ele tem passagens por Independiente, Banfield e seleções do Irã e da Colômbia. A princípio, o treinador virá com apenas dois profissionais.

Ariel Holan gostaria de trazer da Universidad Católica o auxiliar Juan Esparis e o preparador Facundo Peralta, mas a dupla não virá ao Brasil. Esparis por questões pessoais, enquanto Peralta quis continuar no Chile.

E Holan tem uma equipe particular de analistas de desempenho. Em um primeiro momento, os três devem continuar com o argentino e não na folha salarial do Alvinegro.

Ariel Holan assinou com o Santos até dezembro de 2023. À espera da confirmação do voo para sexta ou sábado, ele deve ficar nas tribunas do Canindé diante do Santo André, no domingo, pela primeira rodada do Campeonato Paulista. A estreia pode ocorrer na Vila Belmiro contra a Ferroviária, no dia 3.

Com o auxiliar Marcelo Fernandes, o Peixe enfrentará o Bahia nesta quinta-feira, em Salvador, pelo encerramento do Brasileirão, e depois o Santo André. Pará, Luan Peres, Felipe Jonatan, Alison, Soteldo e Lucas Braga ganharam folga e voltam na próxima terça-feira.

Ariel Holan é o 17º técnico estrangeiro da história do Santos

O Santos oficializou nesta segunda-feira a contratação do técnico Ariel Holan, que assinou um contrato válido até dezembro de 2023. Aos 60 anos, ele se torna o 17º comandante estrangeiro a assumir o Peixe na história e o quarto argentino.

O primeiro nome da lista foi Harold Cross, da Irlanda, ainda na era amadora do time, em 1912. Já os mais recentes foram Jorge Sampaoli, em 2019, e Jesualdo Ferreira, no início de 2020. O primeiro fez sucesso na Vila Belmiro, levando o clube a vice-liderança do Brasileirão. Já o português não correspondeu com as expectativas e foi demitido depois de apenas 15 jogos.

Já o treinador estrangeiro que mais durou no comando técnico santista foi Abel Picabéa. O argentino realizou 71 partidas, com 38 vitórias, 15 empates e 18 derrotas. Na sequência, aparece Dario Letona, com 64 compromissos. Fechando o top 3 está Sampaoli, com 61 embates.

Confira a lista completa de todos os estrangeiros que já dirigiram o Santos:

Era amadora
1912 – Harold Cross (Irlanda)
1916/1919 – Juan Bertone (Uruguai)
1919 – Ramón Platero (Uruguai)

Era profissional:
1934 – Pedro Mazullo (Uruguai)
1934/1935 e 1950 – Caêtano di Domenica (Itália)
1937 – Franz Gaspar (Hungria)
1939/1940 – Isaac Goldenberg (Áustria)
1940/1941 – Dario Letona (Peru)
1944 – Ricardo Diez (Uruguai)
1946/1947 – Abel Picabéa (Argentina)
1948 – Diego Ayala (Paraguai)
1951 – Luiz Comitante (Uruguai)
1954 – Giuseppe Ottina (Itália)
1977/1978 – Ramos Delgado (Argentina)
2019 – Jorge Sampaoli (Argentina)
2020 – Jesualdo Ferreira (Portugal)
2021 – Ariel Holan (Argentina)


O Santos pediu à Federação Paulista de Futebol (FPF) a transferência de seus jogos para o Pacaembu por dois meses a partir da estreia no Campeonato Paulista contra a Ferroviária, no dia 19, confirmada para a Vila Belmiro.

O Peixe não conseguiu fazer toda a reforma durante as férias do elenco e quer tempo para viabilizar outras mudanças. Veja a nota oficial abaixo.

“O Santos Futebol Clube está solicitando à Federação Paulista de Futebol (FPF) a transferência de seus jogos como mandante para o Pacaembu por período de 60 dias após a estreia contra a Ferroviária, marcada para o dia 19 de janeiro. A solicitação ocorre por conta de haver a necessidade da realização de manutenções de maior porte em determinados setores da Vila Belmiro, como a cobertura dos camarotes e revestimento da marquise, bem como algumas melhorias no entorno do gramado, especialmente atrás do gol da arquibancada do placar”.

Se a FPF aprovar, o Santos jogará quase toda a primeira fase do Paulistão e o início da Sul-Americana no Pacaembu. O presidente José Carlos Peres disse que o Peixe atuaria 60% dos seus compromissos na capital paulista.




Derrota por 2 a 1 para o Sport foi a última partida do treinador à frente do Peixe, que termina o Brasileirão na décima colocação, com 50 pontos; confira a coletiva de Cuca

Cuca se despediu do comando do Santos com uma derrota para o Sport por 2 a 1, na Ilha do Retiro, pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2018. Após a partida, o treinador se demonstrou aliviado com a campanha do Peixe, avaliou sua passagem como ‘positiva’ e desejou sorte ao futuro comandante do clube.

– Chegar na última rodada como hoje, é positivo. Se tivéssemos hoje como Fluminense, Chapecoense e Sport, é difícil. Dois anos, um para lutar e outro para voltar em uma partida. Em geral, foi trabalho bom e desejo toda sorte a quem vier no meu lugar – disse o treinador.

Em Recife, o Santos teve mais um desempenho ruim nesta reta final de Brasileirão e viu uma clara superioridade dos anfitriões durante os 90 minutos. Para Cuca, o resultado mais justo teria sido um empate.

– Controlamos bem o jogo, com posse de bola e seis conclusões a um no primeiro tempo. Perdemos a chance do gol, e o jogo é assim, uma bola, torcida pressionando, e aconteceu aos 40 pela nossa lateral, quando demoramos para fazer a cobertura e um belo gol do Rogério. Gol que decretou o início da vitória. De repente, o empate era mais justo – relatou Cuca, acrescentando:

– Não foi o resultado esperado, mas agora é para o Santos se preparar e fazer um 2019 melhor. Para o Sport, fica o desejo de boa sorte e que volte ainda mais fortalecido em 2020.

Cuca assumiu o Peixe no fim de julho, com o clube beirando a zona de rebaixamento. Desde então, sua equipe engatou uma ótima sequência na competição e brigou por uma vaga na Libertadores até as últimas rodadas, momento em que o Santos caiu de rendimento e acabou terminando o Brasileirão na décima colocação, com 50 pontos. Ao todo, foram 27 jogos, com dez vitórias, nove empates e oito derrotas.

Unidade Disciplinar da entidade que organiza a Libertadores envia comunicado ao Peixe

O Santos foi novamente punido pela Conmebol, desta vez por conta da confusão entre torcedores e Polícia Militar no jogo de volta das oitavas de final da Libertadores, contra o Independiente, disputado no Pacaembu, no dia 28 de agosto. A Unidade Disciplinar da entidade enviou um comunicado ao Santos nesta sexta-feira. O Peixe tem sete dias para recorrer.

Entre as punições estão:

  • Eliminação da Libertadores deste ano (ou seja, não basta somente o Santos tentar recorrer da punição recebida no Caso Sánchez), sem exclusão de futuras competições organizadas pela Conmebol;
  • Dois próximos jogos em competições organizadas pela Conmebol com os portões fechados à torcida;
  • Multa de US$ 100 mil (cerca de R$ 420 mil, na cotação desta sexta).

O empate sem gols entre Santos e Independiente no Pacaembu eliminou o Santos da Libertadores. O jogo de ida teve o mesmo placar, mas a Conmebol, na primeira punição ao Peixe, atribuiu vitória de 3 a 0 ao Independiente por conta da escalação irregular do uruguaio Carlos Sánchez no jogo de ida.

Inflamados pela sanção ao clube, alguns torcedores atiraram bombas no gramado. Depois, outros passaram a forçar o arrombamento de um portão que dá acesso ao campo – a PM controlou a situação.

Santistas invadiram o gramado e foram imobilizados por policiais. O técnico Cuca, inclusive, tentou ajudar um dos torcedores (veja no vídeo abaixo), enquanto o atacante Rodrygo xingou a Conmebol em vídeo que circulou nas redes sociais.

Em nota divulgada à época, a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer divulgou que 55 cadeiras seriam substituídas e outras 211 receberiam manutenção. Além disso, parte dos alambrados amassados seriam restaurados, assim como os sifões dos banheiros. O custo foi de R$ 28 mil aos cofres do Santos.


Entidade vê erro do Peixe e decreta vitória do Independiente por 3 a 0 em jogo das oitavas da Libertadores; Sánchez pode jogar nesta terça, e clube vai recorrer ao Tribunal Arbitral do Esporte



A Conmebol puniu o Santos, em decisão divulgada nesta terça-feira, no Paraguai, por considerar irregular a escalação do meio-campista Carlos Sánchez no jogo de ida das oitavas de final da Libertadores, contra o Independiente, na Argentina – na última terça-feira, os times tinham empatado em 0 a 0, em Avellaneda. O clube vai recorrer da decisão, de acordo com o advogado Mario Bittencourt, que participou da defesa do Santos.

A entidade modificou o resultado da partida e decretou vitória do Independiente por 3 a 0. Nesta terça, no Pacaembu, o Santos terá que vencer por quatro gols de diferença para avançar direto para as quartas de final – 3 a 0 leva a disputa para os pênaltis.

O Tribunal de Disciplina da Conmebol divulgou comunicado às 10h49 da manhã, menos de nove horas antes do jogo de volta das oitavas de final da Libertadores, marcado para 19h30. Além da punição ao clube, a suspensão de um jogo ao atleta tinha sido mantida, mas a entidade voltou atrás: Sánchez está liberado para jogar nesta terça. A entidade deu prazo de sete dias para o Santos recorrer.

“A Conmebol resolve declarar como perdedor o Santos Futebol Clube na partida disputada em 21 de agosto, determinar o resultado de 3 a 0 a favor do Club Atlético Independiente e confirmar a suspensão do jogador Carlos Andrés Sanchez Arcosa”, diz trecho do comunicado.

O Santos promete recorrer também ao TAS, Tribunal Arbitral do Esporte, com sede na Suíça. O clube havia apresentado uma defesa por escrito na última sexta e pôde reforçar os argumentos oralmente na segunda. A delegação santista no Paraguai teve o presidente José Carlos Peres, o diretor jurídico Rodrigo Gama e o advogado Mario Bittencourt – este último conhecido como “o advogado do Fluminense”, por ter atuado no caso Héverton, que culminou no rebaixamento da Portuguesa e na salvação do Flu no Campeonato Brasileiro de 2013.

O Peixe protocolou uma petição pedindo a reconsideração da decisão com relação à parte da decisão da Conmebol que determina que o Sánchez não pode jogar nesta terça-feira porque isso é contrário às normas da Fifa, que diz que se os pontos foram tirados, o jogador não pode ser suspenso.

Um advogado especializado no tema consultado pelo GloboEsporte.com afirmou que o regulamento da Fifa não se aplica ao caso, apenas aos torneios da Fifa. O regulamento da Conmebol não é claro nesse sentido.

Até o final da tarde, o Santos vai dar entrada numa outra petição, para que a Conmebol anuncie os motivos que levaram a entidade a punir o clube. O Peixe quer fundamentar o recurso com as justificativas da entidade.

O Santos se pronunciou através de um comunicado oficial em seu site:

“O Santos FC vem a público manifestar o descontentamento e a resignação com a punição imposta ao Clube pelo Tribunal Disciplinar da Conmebol na manhã desta terça-feira.

Não bastasse o estranhar da lenta decisão, a punição publicada não tem o menor embasamento legal ou jurídico. Além do que, pune duplamente o Santos FC, com a perda do jogo e a manutenção da suspensão do jogador Carlos Sánchez.

Por fim, em busca do direito do torcedor santista, o Clube declara publicamente que irá à todas instâncias cabíveis, a fim de que a Justiça sobre o caso seja feita.”

Veja abaixo o comunicado da Conmebol, na íntegra:

“Considerando:

(i) Que os citados artigos 56 e 19.3 permitem a qualquer clube reclamar contra o resultado de uma partida por motivo de escalação indevida de um jogador do time adversário até 24 horas depois da partida e o Club Atlético Independiente interpôs a citada reclamação dentro do prazo e formato

(ii) Que o Santos Futebol Clube apresentou por escrito sua defesa no tempo e formato no dia 24 de agosto de 2018 e no dia 27 de agosto de 2018 foi concedido o direito de ser ouvido em audiência diante deste Tribunal antes da sua decisão

(iii) Que o Tribunal de Disciplina decidiu que o Santos não cumpriu o dever de se comunicar diretamente com a Unidade Disciplinaria conforme o artigo 9 do Regulamento da Conmebol Libertadores 2018

(iv) Conforme o Artigo 19.1 do RD (Regulamento Disciplinar), qualquer time que seja responsável por uma escalação indevida se considerará como perdedor desse jogo por 3-0

(v) Que o Tribunal de Disciplina decidiu o Santos Futebol Clube como responsável da infração de escalação indevida do jogador Carlos Andres Sanchez no cumprimento da sanção pendente de 1 partida de suspensão

Portanto, o Tribunal de Disciplina decidiu:

1) Fazer valer a reclamação apresentada pelo Club Atlético Independiente;
2) Declarar como perdedor o sanrtos Futebol Clube da partida disputada ante o Club Atlético Independiente, correspondente a ida das oitavas de final da Libertadores 2018 e, em consequência:
3) Determinar o resultado de 3 a 0 a favor do Club Atlético Independiente em conformidade ao artículo 19 do Regulamento Disciplinar da Conmebol
4) Confirmar a suspensão do jogador Carlos Andrés Sanchez Arcosa por uma partida, a qual deve ser cumprida na partida seguinte da Libertadores 2018 (o jogo desta terça no Pacaembu).

Tribunal de Disciplina da Conmebol”